Parte 3... Os dias que se seguiram foram de trocas de olhares rápidos na rua. Ela passava, sorria, e aquele brilho nos olhos dela era o combustível que mantinha o fogo aceso, mesmo à distância. Até que, em uma noite qualquer, o celular interrompeu o barulho do chuveiro. Várias chamadas perdidas. Quando finalmente atendi, a voz dela veio carregada de uma cobrança manhosa:
— Me esqueceu, é? Me abandonou?
A desculpa do banho não colou muito, mas a saudade era mútua e falava mais alto. O convite veio como uma intimação: ela me queria lá, naquela noite. O plano foi executado com a precisão de quem já conhece o perigo. Estacionei longe, apaguei as luzes e esperei o sinal. Quando o celular vibrou com o aviso de que o portão estava aberto, atravessei a entrada da casa dele como um fantasma.
Lá estava ela. No mesmo quartinho das crianças, mas dessa vez, deslumbrante. O cheiro do perfume pós-banho dominava o ar, uma fragrância doce que se misturava ao desejo proibido. Ela estava pronta, sem sutiã, apenas com a pele quente esperando pelo meu toque. O abraço foi apertado, um reencontro de corpos que já se conheciam profundamente.
Ela se acomodou no meu colo e começamos aquele jogo de entrega. No colchão improvisado no chão, ela assumiu o controle, cavalgando com uma vontade que parecia acumulada há semanas. Depois daquele breve instante de silêncio e lágrimas, o desejo voltou a dominar o ambiente com uma força ainda maior. Eu tirei o pau para fora, pulsando e quente, e ela se entregou sem hesitar. Ela começou a chupar com uma vontade voraz, sentindo cada centímetro, enquanto meus dedos buscavam o seu grilinho lá embaixo. A bunda dela, bem peludinha e natural, estava encharcada; ela sentia um pouco de vergonha pela falta de depilação, mas aquele detalhe só deixava tudo mais real, mais carnal.
— Você vai gozar? — ela sussurrou entre uma carícia e outra, com os olhos fixos nos meus.
Eu já estava no limite, sentindo o prazer subir pela espinha. Avisei que ia acontecer. Jatos quentes atingiram sua boca, mas logo ela tirou, deixando o excesso cair, enquanto suas mãos desciam para massagear minhas bolas com uma pressão que me deixava maluco. O que ela não sabia — e eu guardava como um segredo delicioso — é que eu já tinha gozado fundo dentro dela minutos antes, deixando-a preenchida.
Ficamos ali, abraçados, trocando beijos molhados e carinhos que faziam o tempo parar. Era um momento de ternura no meio do pecado. Mas a pausa durou pouco. Como se um novo fogo tivesse sido aceso, ela subiu em cima de mim novamente. Aquela mulher não tinha fim.
Ela começou a cavalgar com força, o corpo suado deslizando no meu. Eu sussurrava que já tinha gozado, que estava sem fôlego, mas ela não parava.
— Eu quero mais... — ela dizia, os olhos brilhando de luxúria.
Eu não tive escolha a não ser corresponder. Segurei aquela cintura firme e comecei a bater com força, sentindo o impacto de cada estocada. A bunda dela, empinadinha e redonda, era o alvo perfeito. O prazer foi crescendo, uma onda que não dava para segurar. No ápice daquela segunda rodada, eu a trouxe para perto e descarreguei tudo, dessa vez cobrindo aquela bunda gostosa com cada gota de prazer que me restava.
Passamos os últimos minutos ali, sentindo o peso do sono e o cansaço bom de quem viveu tudo o que podia. Antes que o sol desse qualquer sinal, ou que o perigo batesse à porta, eu me vesti e fui embora, deixando para trás o cheiro do nosso encontro e a promessa silenciosa de que aquela "laqueadinha" ainda teria muitas histórias para contar. Amo gozar dentro dela.