Eu e minha irmã nossa primeira vez História Real

Um conto erótico de Laurabatista18y
Categoria: Lésbicas
Contém 1580 palavras
Data: 25/04/2026 12:59:08

Eu nunca pensei que algo assim pudesse acontecer entre nós. Meu nome é Laura, tenho 19 anos, e até aquele verão eu achava que conhecia minha irmã Ana Carolina melhor do que qualquer pessoa no mundo. Ela tinha acabado de fazer 18 anos. A gente sempre foi muito grudada, dormia no mesmo quarto desde pequenas, dividia roupas, segredos, tudo. Mas naquela noite quente de janeiro, em São Paulo, com os nossos pais viajando, alguma coisa mudou para sempre.

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Anacarolina18yy

O ar-condicionado estava quebrado fazia semanas. O quarto virava um forno depois das dez da noite. Eu estava deitada na cama de baixo do beliche, só de uma camiseta velha branca bem fina e uma calcinha de algodão rosa-claro. O ventilador girava devagar no teto, jogando um ar morno que quase não refrescava. Meu corpo inteiro estava suado, a camiseta grudando nos meus seios médios, marcando os mamilos que ficavam duros por causa da brisa.

Ana Carolina desceu da cama de cima sem fazer barulho. Ela estava usando um shortinho curtíssimo de pijama e uma regatinha branca fina. O tecido estava úmido no decote, colando levemente nos seios pequenos e empinados dela. Seus cabelos loiros estavam bagunçados, e os olhos claros pareciam ainda mais brilhantes no escuro do quarto.

— Tá morrendo de calor também? — ela perguntou baixinho, parando ao lado da minha cama.

Eu virei o rosto e sorri.

— Tô derretendo. Vem pra cá embaixo. Tem mais vento aqui.

Ela hesitou só um segundo, depois deu aquele sorrisinho fofo com covinhas que sempre me desarmava. Subiu na minha cama e se deitou ao meu lado. Nossos corpos se tocaram de leve — coxa com coxa, braço com braço. O cheiro dela era tão familiar: suor limpo misturado com o sabonete de baunilha que a gente usava. Era doce, quente, íntimo.

Ficamos quietas por um tempo, só ouvindo a respiração uma da outra. Depois ela virou de lado, ficando de frente para mim. Seus olhos azuis-claros me encaravam de perto. Eu também virei, e nossos rostos ficaram a menos de trinta centímetros.

— Lembra quando a gente era pequena e dormia juntinha toda noite? — ela sussurrou.

— Lembro… Você sempre roubava meu travesseiro — respondi, rindo baixinho.

Ela riu também, e o movimento fez o joelho dela roçar na minha coxa. Nenhuma de nós se afastou. O olhar dela desceu lentamente pelo meu corpo e parou nos meus seios. A camiseta fina deixava quase tudo à mostra: o volume natural, o contorno escuro dos mamilos endurecidos. Eu senti um calor subir pela barriga quando percebi que ela estava olhando.

Em vez de me cobrir, eu deixei. E ela não desviou o olhar.

— Você cresceu tanto… — murmurou Ana Carolina, a voz rouca e baixa. — Seus peitos são tão bonitos, Laura.

Meu rosto queimou. Mas eu sorri, tímida, e respondi quase sem pensar:

— Os seus também… São perfeitinhos. Parecem de boneca.

O silêncio que veio depois foi diferente. Pesado. Carregado. O ar entre nós parecia vibrar. Ana Carolina mordeu o lábio inferior, aquele gesto inocente que sempre me deixava com um aperto gostoso entre as pernas. Sem dizer nada, ela esticou a mão e tocou meu braço, subindo os dedos devagar até o meu ombro. A pele dela estava quente e ligeiramente úmida.

— Posso te abraçar? — pediu, quase sumindo a voz.

Eu só assenti.

Nossos corpos se aproximaram devagar. Meus seios médios pressionaram contra os seios pequenos e firmes dela. Nossas pernas se entrelaçaram. Eu sentia o calor da pele dela contra a minha, o suor misturando, o cheiro de baunilha e de algo mais… algo feminino, excitado, que começava a subir no ar quente do quarto.

Nossos rostos estavam tão perto que eu sentia a respiração dela no meu pescoço. Era quente, irregular. Eu virei um pouco o rosto e nossos narizes se tocaram. Seus olhos claros estavam fixos nos meus.

— Laura… — ela sussurrou meu nome como se fosse uma pergunta.

Meu coração batia forte. Eu não respondi com palavras. Em vez disso, inclinei o rosto e encostei meus lábios nos dela, bem de leve. Foi um beijo tímido, quase um teste. Os lábios dela eram macios, quentes, com um gostinho leve de bala de menta que ela tinha chupado antes de dormir.

Ana Carolina soltou um suspiro baixinho contra a minha boca e correspondeu. O beijo foi ficando mais profundo, mais molhado. Nossas línguas se tocaram pela primeira vez e eu senti um choque gostoso descer direto pro meio das minhas pernas. Ela gemeu baixinho, um somzinho doce e manhoso que me deixou molhada na hora.

Nossas mãos começaram a se mover. A dela subiu por baixo da minha camiseta e acariciou minha cintura, subindo devagar até tocar a lateral do meu seio. Eu arfei contra a boca dela. Meu mamilo estava tão duro que doía de tesão. Quando os dedos dela roçaram nele, eu soltei um gemidinho involuntário.

— Ana… — murmurei, sem conseguir parar de beijar.

Ela apertou meu seio com mais vontade, sentindo o peso natural na mão. Depois desceu a boca pelo meu pescoço, beijando, lambendo o suor da minha pele. O cheiro dela estava mais forte agora, misturado com o meu. Um cheiro de pele quente, excitação feminina e baunilha.

Eu tirei a camiseta dela com as mãos trêmulas. Os seios pequenos e lindos dela apareceram, mamilos rosados e duros. Eu me inclinei e chupei um deles devagar, sentindo o gosto salgado de suor na pele clara. Ana Carolina gemeu mais alto, arqueando as costas, enfiando os dedos no meu cabelo castanho.

— Ai, Laura… que delícia…

A gente tirou o resto da roupa com pressa, mas sem pressa ao mesmo tempo. Shortinhos e calcinhas foram jogados no chão. Nossos corpos nus se colaram completamente. A pele suada escorregava uma na outra. Eu sentia a boceta dela quente e molhada contra a minha coxa, e ela sentia a minha contra a dela.

Nós nos esfregamos devagar no começo, gemendo baixinho, bocas coladas. O cheiro de boceta excitada enchia o quarto inteiro — um cheiro doce, almiscarado, inconfundível. Eu desci beijando o corpo dela: pescoço, seios, barriga lisinha, até chegar entre as pernas.

Ana Carolina abriu as coxas para mim, tremendo. A bocetinha dela era linda: loirinha, inchada, brilhando de tesão. Eu lambi devagar, sentindo o gosto salgado e doce ao mesmo tempo. Ela soltou um gemido longo e manhoso quando minha língua encontrou o clitóris.

— Laura… porra… assim…

Eu chupei com mais vontade, enfiando a língua dentro dela, sentindo os sucos escorrendo no meu queixo. Ana se contorcia, puxando meu cabelo, gemendo cada vez mais alto. O cheiro dela estava forte, delicioso. Quando ela gozou, o corpo inteiro tremeu, e ela soltou um gemido agudo, quase choramingando meu nome.

Depois foi a vez dela. Ana Carolina me virou de costas na cama e abriu minhas pernas. Ela lambeu minha boceta com vontade, enfiando dois dedos dentro de mim enquanto chupava meu clitóris. Eu gemia sem parar, apertando os lençóis. O som molhado da língua dela ecoava no quarto quente.

— Você tá tão molhada… — ela murmurou, a voz rouca de tesão.

Quando eu gozei, foi forte. Meu corpo inteiro se contraiu e eu soltei um gemido longo, sentindo os líquidos escorrendo.

Mas a noite estava só começando.

Depois de recuperarmos o fôlego, eu peguei o lubrificante que eu escondia na gaveta (pra usar sozinha) e mostrei pra ela. Ana Carolina sorriu, os olhos brilhando de curiosidade e desejo.

— Quero te sentir em todo lugar… — eu sussurrei.

Nós fizemos de tudo aquela noite.

Eu deitei ela de bruços, abri suas nádegas macias e lambi o cuzinho rosado dela devagar, sentindo o gosto diferente, mais intenso. Ela gemeu alto, empinando a bunda pra mim. Depois passei lubrificante e enfiei um dedo devagar no cuzinho apertado enquanto chupava a boceta dela de novo. Ana Carolina gritava de prazer, o corpo tremendo.

Quando chegou a minha vez, eu fiquei de quatro na cama. Ana enfiou dois dedos na minha boceta enquanto lambia meu cu. Depois, com muito lubrificante e paciência, ela enfiou um dedinho no meu ânus. A sensação era estranha no começo, depois virou um prazer profundo, intenso.

Nós nos comemos com os dedos, com a boca, nos esfregamos boceta com boceta até gozarmos juntas de novo. Eu gozei na boca dela duas vezes — ela chupava com tanta fome que eu não conseguia segurar. Senti minha irmã engolindo minha gozada, gemendo enquanto lambia cada gota.

Mais tarde, eu deitei de lado e Ana ficou atrás de mim. Com o lubrificante, ela esfregou a boceta molhada dela contra o meu cuzinho e, com cuidado, foi pressionando até conseguir enfiar dois dedos fundo na minha bunda enquanto a outra mão brincava com meu clitóris. Eu gemia como uma vadia, empinando pra ela, pedindo mais.

O cheiro de sexo enchia o quarto inteiro: suor, boceta, lubrificante, gozada. Nossos gemidos ecoavam — gemidos agudos, manhoso, roucos, nomes sussurrados entre suspiros.

Nós gozamos mais vezes do que consigo contar. Boca, boceta, cu… tudo foi explorado com fome, carinho e uma tesão que parecia não ter fim.

Quando o dia começou a clarear, nós duas estávamos exaustas, suadas, grudadas uma na outra, o corpo inteiro cheirando a sexo. Ana Carolina encostou o rosto no meu pescoço e sussurrou:

— Eu te amo, Laura… não só como irmã.

Eu beijei a testa dela, sentindo o coração cheio e o corpo ainda latejando.

— Eu também te amo, Ana. Muito mais do que antes.

E ali, naquele quarto quente, com o ventilador ainda girando devagar, nós sabíamos que nada mais seria como antes.

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