O fim de semana
Eu dirigi com a mão cravada na coxa dela, unhas enterradas na carne macia, coração batendo tão forte que eu sentia o peito prestes a explodir. Dois dias inteiros. Dois dias roubados. Dois dias em que ela seria só minha — sem Eduardo, sem filhos, sem aquela vida de merda que ele tinha construído com ela. Mas mesmo assim o ciúme me rasgava vivo. Porque eu sabia. No fundo eu sabia que no domingo ela ia voltar pra casa dele. Ia abraçar os filhos, beijar a boca daquele filho da puta, dormir na cama que eles dividiam há dezoito anos… com minha porra ainda escorrendo dela. A ideia me deixava louco. Eu queria gritar. Queria chorar. Queria destruir tudo.
Assim que a porta da suíte bateu, eu perdi o controle. Prensei ela contra a parede com tanta força que o quadro tremeu. Rasguei o vestido num puxão violento, enfiei a mão entre as pernas e senti a buceta dela já encharcada, pulsando, implorando. Meu pau latejava de ódio e amor misturados.
— Dois dias, Mariana — rosnei contra o ouvido dela, voz rouca, quase quebrada. — Dois dias sem você ser a esposa dele. Sem você ser mãe. Sem você ser nada além da minha puta. Eu vou te foder até você esquecer que tem uma casa pra voltar, até você esquecer o nome dele, até sua buceta e seu cu só reconhecerem o meu pau!
Eu a joguei na cama como se ela pesasse nada, abri as pernas dela com brutalidade e caí de boca na buceta inchada. Chupei como um animal desesperado, língua girando no clitóris com fúria, dois dedos enfiados fundo no cu, lambendo tudo enquanto ela arqueava as costas e gritava meu nome. Ela gozou em menos de dois minutos, jorrando na minha cara, corpo convulsionando. Eu não parei. Virei ela de quatro, cuspi na buceta e meti o pau todo de uma vez, estocando como se quisesse quebrar ela ao meio.
— Grita, porra! Grita que você é minha! Diz que aquele merda do seu marido nunca te fodeu assim! — eu metia com raiva, segurando o cabelo dela como rédea, batendo fundo, pele contra pele estalando.
— Eu sou sua! Me arromba, Ricardo! Me usa! Quero que ele sinta o cheiro da sua porra quando eu voltar! — ela soluçava, rebolando contra mim, lágrimas de prazer escorrendo.
Eu troquei de buraco sem aviso, fodi a buceta, fodi o cu com força bruta, fiz ela gozar três vezes seguidas enquanto o ciúme queimava no meu peito como ácido. Quando gozei, jorrei fundo dentro dela, enchendo até escorrer pelas coxas, marcando território com desespero.
Depois eu a abracei forte, suado, tremendo, e sussurrei contra o cabelo dela, voz embargada:
— Eu te amo pra caralho, Mariana. Amo tanto que me mata. Amo a mãe que você é, a esposa que você finge ser… e amo mais ainda a vadia safada que geme meu nome enquanto o marido dela espera em casa. Mas eu odeio ele. Eu odeio ele com cada fibra do meu ser. Odeio que ele te tem todo dia. Odeio que seus filhos chamam ele de pai. Odeio que ele te beija quando você chega. Eu quero te roubar. Quero te engravidar essa semana. Quero ver sua barriga crescer com um filho meu enquanto você larga tudo pra ficar comigo.
Ela chorou de tesão e culpa, apertando meu pau ainda dentro dela. Eu sabia que tinha plantado a semente mais fundo.
Sábado de manhã eu acordei com o pau duro roçando na bunda dela. Hoje era só cu. Coloquei ela de quatro na varanda, mar batendo lá embaixo, e enfiei devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo.
— Relaxa esse cuzinho, minha puta… toma o pau inteiro na bunda. Hoje ele é só meu e de mais ninguém — rosnei, voz tremendo de possessão doentia.
Ela gemia alto, sem se importar com o mundo:
— Me arromba o cu, Ricardo… me fode como sua cadela… quero sentir você gozando dentro enquanto o Eduardo tá em casa sozinho, sofrendo!
Eu meti com fúria, segurando os quadris, batendo com raiva. Ela gozou só com o pau no cu, jorrando, pernas falhando. Eu continuei, virei ela de lado, mordi o pescoço até deixar marca roxa, apertei os seios com força:
— Diz que esse cu é meu pra sempre! Diz que você vai voltar pra casa cheia da minha porra e ainda assim sonhar comigo toda noite!
— É seu! Só seu! Me enche, amor… me marca pra ele ver!
À tarde na praia o ciúme explodiu de vez. O biquíni cavadíssimo que eu escolhi deixava quase tudo à mostra. Homens olhando. Olhando pra bunda que era minha. Eu fiquei do lado dela, mão cravada na cintura, mas por dentro eu queria matar cada um. Queria matar o Eduardo. Queria esconder ela do mundo inteiro.
Colei no ouvido dela, mordendo a orelha com ódio:
— Tá vendo como eles olham pra minha bunda? Querem o que é só meu. Essa bundinha que eu arrombei hoje de manhã… que tá cheia da minha porra. Eu odeio eles. Odeio ele. Eu quero te trancar no meu apartamento e nunca mais te deixar sair.
Ela riu safada. Eu fiquei louco. Puxei ela de volta pro quarto correndo, joguei de bruços na cama e meti no cu de novo, sem lubrificante, só com a porra que ainda tava lá dentro. Estocadas brutais, mão estalando na bunda, cabelo puxado:
— Sua vadia provocadora! Essa bunda é minha! Só minha! Ninguém olha! Ninguém toca! Eu vou te foder até você não conseguir andar direito pra voltar pra ele!
Ela gritava, gozando de novo:
— Ninguém! Só você! Me fode mais forte… me marca… me deixa inchada pra meu marido ver o que você fez!
Eu gozei pela terceira vez no cu dela, enchendo tanto que escorria pelas coxas quando eu tirei. O resto do fim de semana foi guerra: hidromassagem, sofá, varanda à noite. Eu fodi ela em todo lugar, mordendo, apertando, marcando, sussurrando no ouvido dela que eu a amava demais pra dividir.
Domingo de manhã eu filmei tudo: eu metendo devagar no cu inchado e vermelho, olhando pra câmera como se estivesse falando direto com o Eduardo.
— Olha isso, seu corno… olha como sua mulher goza no meu pau. Olha como ela implora pra eu gozar dentro. Ela é minha agora.
No carro, voltando, eu dirigi com a mão enfiada na buceta dela enquanto ela ligava pro marido pelo viva-voz. Eu metia os dedos fundo, fazendo ela gemer disfarçadamente.
Quando parei o carro num acostamento deserto, eu a virei de lado e meti no cu mais uma vez, bruto, desesperado, lágrimas de raiva nos meus olhos:
— Diz pra ele que você me ama, Mariana. Diz enquanto eu te encho de novo.
Ela disfarçou. Eu gozei rugindo dentro dela, marcando pela última vez.
Quando ela desceu na frente de casa, pernas tremendo, corpo marcado, eu segurei o rosto dela com as duas mãos, olhos nos olhos, voz falhando:
— Eu te amo, Mariana. Amo tanto que me destrói te ver voltar pra ele. Amo tanto que eu sinto vontade de morrer toda vez que você sai da minha cama. Mas da próxima vez… você não volta. Eu juro por tudo que é mais sagrado. Essa buceta, esse cu, esse coração… vão ser só meus. Eu vou te roubar dele. Nem que eu precise destruir tudo.
Ela entrou. Eu fiquei olhando da esquina, coração em pedaços, punhos cerrados.
Eu a amo demais. O ciúme me mata. E eu vou ter ela inteira… nem que isso acabe com nós três.
Parte 4
O ciúme que me consumia
Eu fiquei parado no carro, motor desligado, olhando da esquina enquanto ela entrava em casa. Pernas ainda tremendo do tanto que eu tinha arrombado ela o fim de semana inteiro. Chupões roxos no pescoço, porra minha seca nas coxas por baixo do shortinho. Meu peito doía como se alguém tivesse enfiado uma faca e girado. Ciúme puro. Ciúme que me rasgava vivo.
Eu imaginava tudo. Os filhos correndo pra cima dela: “Mãe! Cadê você o fim de semana todo?” Ela mentindo com aquele sorriso de mãe perfeita, bagunçando o cabelo deles enquanto minha porra ainda escorria devagar na calcinha dela. Depois o Eduardo. Sentado na cama, pau meio duro só de ver ela, olhos tristes, inseguros, voz quebrada: “Mari… você tá cada vez mais longe.” Eu sabia que ele ia abraçar ela forte, ia chorar no ombro dela, ia implorar por tempo, por amor. E ela ia dar. Ia dar pra ele o que era meu.
Eu bati no volante com tanta força que a mão doeu. Lágrimas de raiva queimavam meus olhos. Eu amo essa mulher pra caralho. Amo o jeito que ela rebola no meu pau como se o mundo não existisse. Amo o gosto da boca dela depois de engolir minha porra. Amo como ela é mãe dedicada, esposa carinhosa… e ao mesmo tempo a vadia mais safada que já existiu, gemendo meu nome enquanto o marido dela espera em casa. Eu quero ela inteira. Quero acordar com ela todos os dias. Quero ela na minha cama, na minha vida, carregando um filho meu na barriga. Quero que ela diga pro Eduardo que acabou. Que a buceta dela tem dono agora. Que o coração dela é meu.
Mas ela ainda voltava pra ele. Toda vez. E isso me destruía.
Eu peguei o celular, mãos tremendo. Abri a conversa com ela. Digitei e apaguei. Digitei de novo. O ciúme me deixava louco, mas o amor era maior. Eu sabia dos segredos que ela guardava dele — e que eu guardava dela. O vídeo que eu tinha filmado na sacada, eu metendo no cu dela enquanto o mar batia ao fundo. A ligação que eu forcei ela a fazer pro Eduardo enquanto eu tava enterrado fundo no cu dela, sussurrando “diz que você é minha puta agora”. As vezes que ela chorou no meu ombro depois do sexo, dizendo que me amava mais do que conseguia admitir. Tudo isso eu guardava. Pra pressionar. Pra mostrar que ela já era minha.
Enviei a mensagem:
“Quero você na minha cama amanhã à noite. Sem desculpas. E da próxima vez que for pra pousada, vai ser só nós dois… e você vai me dizer ‘eu te amo’ enquanto eu gozo na sua buceta sem camisinha. Pensa nisso, minha mulher.”
Enviei. Meu coração martelava. Eu imaginava ela lendo isso em casa, buceta ainda latejando do meu pau, enquanto o Eduardo comia ela devagar, com amor e tristeza, achando que ainda era só dele. Eu sabia que ela ia ficar molhada só de ler. Eu sabia que ela ia gozar pensando em mim enquanto contava só metade da verdade pra ele.
Eu amo a Mariana. Amo de um jeito doente, possessivo, insano. Amo tanto que o ciúme me deixa cego. Amo tanto que eu sinto vontade de ir até a casa dela, arrombar a porta e tirar ela de lá na frente de todo mundo. Ela merece ser minha mulher de verdade. Merece acordar do meu lado, mereces ser comida todo dia sem ter que mentir pros filhos, sem ter que voltar pra um marido que nunca vai foder ela como eu fodo.
Eu fiquei ali, no carro, punhos cerrados, lágrimas escorrendo pelo rosto. Ciúme me consumindo. Amor me queimando. Desejo me destruindo.
Porque ela ia ler minha mensagem. Ia ficar molhada. Ia gozar pensando em mim. E um dia… um dia ela não ia mais voltar pra ele.