Meu fetiche por albinas começou cedo, mas só virou obsessão de verdade quando eu conheci a Lara.Ela tinha 19 anos, pele completamente branca, quase sem pigmento nenhum, daqueles brancos que parecem brilhar sob qualquer luz. Cabelos brancos curtos e lisos, olhos azuis claríssimos que pareciam gelo derretendo. O contraste dela com o mundo normal me deixava louco. Era como se ela fosse uma criatura de outro planeta, feita só pra foder.O corpo dela era perfeito pro meu gosto: peitos em forma de pêra, médios, firmes, com bicos rosados bem clarinhos que ficavam duros só de eu olhar. A cintura fina descia para uma bundinha sarada, redonda e durinha, daqueles que empinam naturalmente. Mas o que realmente me viciava era a buceta dela.Era carnuda, lábios externos grossos e protuberantes, exatamente como um capô de Fusca antigo – arredondado, bem desenhado, com uma fenda rosada no meio que ficava inchada quando ela ficava excitada. A pele ao redor era tão branca que a buceta parecia ainda mais rosada e convidativa.Lara sabia do meu fetiche. Sabia que eu perdia a cabeça por albinas. E usava isso contra mim.Toda vez que a gente transava, ela provocava:— Olha pra mim, Junior… sou sua albina particular. Essa pele branca é só pra você marcar com porra.Um dia ela me chamou no apartamento dela. Mal entrei pela porta e ela já estava só de calcinha branca rendada. A pele albina contrastava tanto com o tecido que eu fiquei duro na hora.Ela se deitou na cama, abriu as pernas devagar e puxou a calcinha pro lado, mostrando aquela buceta de capô de Fusca já molhada.— Vem… hoje eu quero que você realize todo o seu fetiche. Me trata como a albina safada que você sempre sonhou.Eu me ajoelhei entre as pernas dela e comecei lambendo. O gosto era doce, leve, quase viciante. A pele ao redor da buceta era tão sensível que ela tremia só com a minha língua passando. Chupei aqueles lábios grossos, enfiei a língua fundo, e ela gemia alto, segurando meus cabelos.— Isso… come a buceta da sua albina… deixa ela toda babada.Depois ela me empurrou, ficou de quatro e empinou aquela bundinha sarada branca pra mim.— Mete agora. Quero ver seu pau moreno entrando nessa pele branca.Eu segurei na cintura fina dela e meti tudo de uma vez. O contraste visual era insano: meu pau moreno desaparecendo naquela buceta rosada e branca. Ela gritava de prazer, rebolando forte.— Mais forte, Junior! Me fode como se eu fosse a única albina do mundo!Eu metia fundo, batia na bunda dela deixando marcas rosadas na pele albina. Os peitos de pera balançavam para frente e para trás. Ela gozou pela primeira vez gemendo meu nome, a buceta apertando meu pau como se quisesse sugar tudo.Mas não parou por aí.Lara virou de frente, abriu bem as pernas e olhou nos meus olhos com aqueles olhos azuis hipnotizantes:— Goza em mim toda. Quero ver porra branca na pele branca… quero ficar toda marcada pelo meu fetiche.Eu tirei o pau na hora certa e gozei forte. Jatos grossos caíram nos peitos na perna, na barriga plana, na buceta carnuda. O esperma branco contrastando com a pele albina dela era a coisa mais linda que eu já tinha visto. Ela passou os dedos no gozo, lambeu e sorriu:— Isso… marca sua albina. Eu sou viciada em ser usada por você.A partir daquele dia, toda vez que eu via uma garota albina na rua, meu pau reagia. Mas nenhuma chegava perto da Lara. Ela alimentava meu fetiche como ninguém: acordava querendo pau, dormia com porra na pele, e sempre pedia pra eu contar quantas vezes eu já tinha fantasiado com albinas enquanto metia nela.Meu fetiche por albinas não era só sexo. Era uma obsessão completa… e a Lara era a realização perfeita dela.
Meu fetiche por albinas
Um conto erótico de Junior Tromba
Categoria: Heterossexual
Contém 646 palavras
Data: 25/04/2026 10:02:10
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