Os Peitões da Minha Cunhada - Parte 1

Um conto erótico de Contos APP
Categoria: Heterossexual
Contém 2233 palavras
Data: 25/04/2026 09:49:00

O silêncio na casa era uma coisa viva. Não era a ausência pacífica de som, mas uma pressão nos ouvidos, um vácuo que sussurrava segredos e amplificava cada batida do meu coração contra as costelas. Carla, minha esposa, havia partido naquela manhã cedo para seu congresso de odontologia, um evento de três dias em uma cidade a duas horas de distância. O beijo de despedida foi rápido, no canto da boca, e o "cuida da casa" soou mais como uma formalidade do que um pedido.

Eu passei o dia inteiro tentando me distrair. Consertei uma torneira que pingava, organizei a garagem, lutei contra uma planilha de gastos que só me fez sentir mais preso. Cada tarefa doméstica ecoava na casa vazia, lembrando-me da solidão que, paradoxalmente, só se instalava quando ela não estava. Às seis da tarde, a luz do fim de tarde entrou pelo vitrál da sala de estar, pintando o chão com cores distorcidas. Foi quando a campainha tocou.

Através do vidro fosco da porta, pude ver uma silhueta feminina. Não era a forma familiar de Carla. Esta era mais curvilínea, a postura diferente. Um frio percorreu minha espinha, seguido por uma onda de calor imediata e culposa. Eu já sabia quem era antes de abrir.

Marina.

Minha cunhada. Irmã mais nova de Carla, mas em todos os outros aspectos, seu oposto absoluto. Enquanto Carla era prática, direta, vestia-se com roupas funcionais de algodão, Marina era... um turbilhão. Cabelos cacheados e rebeldes que Carla chamava de "desleixo", olhos verdes que pareciam sempre achar graça em um segredo sujo, e uma maneira de se vestir que, mesmo nas ocasiões mais simples, parecia um ato de rebeldia silenciosa.

Abri a porta. Ela estava lá, sob a luz âmbar do entardecer, com uma sacola de pano pendurada no ombro. Usava um vestido estampado, justo o suficiente para deixar pouca coisa à imaginação, e um sorriso que não era inocente.

"Renato. Oi", ela disse, a voz um tom mais baixo e melífluo do que o normal.

"Marina. Tudo bem? A Carla não está...", comecei, fingindo confusão.

"Eu sei, eu sei", ela interrompeu, com um gesto de mão. "O congresso. Ela me ligou hoje cedo, pediu um favor." Marina ergueu a sacola. "Ela esqueceu algumas coisas essenciais. O carregador do laptop, uns documentos... e, sabe, aquele conjunto de lingerie preto novo que ela comprou especialmente para... bem, para a volta dela." Ela fez uma pausa carregada, os olhos percorrendo meu rosto como se lesse minha reação. "Disse que é uma surpresa para você."

A justificativa era plausível. Carla era esquecida. Mas o timing, o olhar, a sacola... tudo soava como um roteiro mal ensaiado. "Trazer umas coisas que ela esqueceu", ela havia dito. Mas o olhar que ela me deu na porta, antes mesmo de entrar, já anunciava uma entrega de um pacote diferente. Não era um olhar de cumprimento familiar. Era um olhar de reconhecimento, de cumplicidade forjada em algo que não tinha nome ainda. Era um olhar que dizia: "Você e eu sabemos por que eu realmente estou aqui."

"Pode entrar", disse eu, afastando-me para dar passagem, minha voz soando estranha para meus próprios ouvidos.

Ela passou por mim, e o perfume que trouxe consigo não era o floral suave que Carla usava. Era algo mais pesado, amadeirado, com um fundo de especiarias que se impregnou no ar do corredor. Ela parecia conhecer o caminho, indo direto para a cozinha e depositando a sacola sobre a mesa.

"Quer um café? Água?", perguntei, seguindo-a, o protocolo de anfitrião surgindo automaticamente.

"Água, por favor", ela respondeu, mas não se sentou. Ficou parada no centro da cozinha, girando lentamente, observando a decoração, as plantas, as fotos de Carla e eu na parede. "A casa está tão quieta. Estranho, não é? Sem a Carla fazendo barulho."

"Está", concordei, tirando uma garrafa da geladeira. Minhas mãos estavam ligeiramente trêmulas.

"Vocês dois... estão bem?", ela perguntou, pegando o copo que ofereci. Seus dedos tocaram os meus por uma fração de segundo.

"A gente está... ocupado", respondi, evasivo. "Trabalho, contas, a vida."

"Ah, a vida", ela repetiu, tomando um gole de água. Seus olhos verdes me fitaram por cima da borda do copo. "Tem uma maneira de ficar monótona, não tem? De repente você está preso em uma rotina e esquece... como é se sentir vivo."

A palavra "vivo" caiu entre nós como uma pedra em um lago parado. O silêncio que se seguiu não era mais apenas a ausência de Carla. Era uma presença. A presença de algo proibido, crescendo no espaço entre os móveis, no ar que a gente respirava.

Ela terminou a água e colocou o copo na pia com um clique suave. "Bem, de qualquer forma... as coisas estão na sacola. O carregador, os papéis... e a lingerie." Ela se virou para me encarar totalmente, cruzando os braços sob o busto, realçando a curva dos seios contra o tecido do vestido. "Você deve estar ansioso para vê-la usando, não é? Depois de uns dias fora."

Não havia como responder a isso sem parecer um idiota ou um pervertido. Fiquei em silêncio.

Marina sorriu, um sorriso lento que não chegou aos olhos. "Sabe, Renato... às vezes acho que minha irmã não te valoriza. Não vê o homem que você é. Fica tão focada nas suas contas, no seu trabalho estável... que esquece de ver outras coisas." Ela deu um passo à frente, reduzindo a distância entre nós para menos de um metro. O perfume dela era quase opressivo agora. "Coisas como... solidão."

Meu pulso acelerou. "Marina, não sei se..."

"Shhh", ela sussurrou, erguendo um dedo aos lábios. Um gesto ousado, íntimo. "Não precisa dizer nada. A casa está silenciosa. Carla está longe. E eu... eu só vim trazer umas coisas que ela esqueceu."

Mas o que ela estava entregando, na verdade, não estava na sacola de pano. Estava no ar carregado, no olhar desafiador, na oferta não dita que pulsava entre nós. Ela estava entregando uma oportunidade. Proibida, errada, perigosamente tentadora.

Ela deu mais um passo, e agora podia sentir o calor do corpo dela. Seus olhos baixaram para meus lábios, depois subiram para meus olhos.

"O pacote está aqui, Renato", ela murmurou, a voz quase inaudível. "A questão é... você vai aceitar a entrega?"

Eu avancei pra cima dela, não tinha como eu resistir aquela Peituda me dando bola daquela Jeito. Então eu cometi essa loucura, puxei ela para o quarto de Hospedes e o que aconteceu ali, foi incrível.

Quando eu entrei atrás dela, a cena já estava armada. Ela estava deitada na cama, apoiada nos cotovelos. Usava apenas um short jeans curto e uma blusa de alça, branca, daquelas finas de malha. O tecido era tão justo e delgado que marcava todo o volume daqueles peitos grandes, os mamilos rosados pressionados contra o pano de forma obscena. Ela já me olhava com aquele olhar — não era de inocência ou familiaridade. Era um olhar de putinha que queria ser comida. Direto, desafiador, sem espaço para mal-entendidos. Meu coração começou a martelar contra as costelas.

Sem dizer uma palavra, ela começou a sensualizar. As mãos dela subiram e se fecharam sobre os peitos, apertando-os sobre a blusa, realçando ainda mais o formato, esfregando os mamilos que endureciam ainda mais. A blusa branca subiu um pouco, mostrando a barriga lisa. Então, com uma lentidão que era pura tortura, ela cruzou os braços, pegou a barra da blusa e a puxou para baixo. Em um instante, os peitos estavam todos para fora. Eram grandes, pesados, com os mamilos largos e castanhos, perfeitamente eretos. Eu estava hipnotizado naquela cena. A boca ficou seca, as pernas, bambas. Não conseguia fazer nada, a não ser olhar toda aquela cena. Era um sonho proibido se materializando no meu quarto de hóspedes, sobre o edredom que minha mulher tinha escolhido.

Foi ela quem quebrou o feitiço. "Deita", ela ordenou, a voz um fio rouco de seda. Eu obedeci, me deitando de costas ao lado dela na cama. Eu só estava com uma cueca cinza, e não havia como esconder o volume do pau que pressionava o tecido, formando uma tenda obscena. Ela se virou de lado, apoiou a cabeça na mão e já veio passando a mão por cima do pano. Seus dedos contornaram o formato, depois apertaram, uma pressão firme e experiente que me fez soltar um grunhido. "Tá enorme", ela sussurrou, como se falasse consigo mesma.

Eu não resisti. Minhas mãos, que até então estavam paralisadas ao meu lado, subiram. Agarrei aqueles peitos. Eles eram firmes e gostosos, cabendo perfeitamente nas minhas mãos. Apertava, massageava, me maravilhava com o peso e a textura. Enquanto isso, ela deslizou a mão para dentro da minha cueca. Tirou meu pau para fora. A pele sensível doenteou no ar por um segundo, antes de ser envolvida pelo toque quente dela. Ela começou a me masturbar. Lentamente. Uma punheta perfeita, com a palma úmida, o polegar passando na cabeça a cada subida. Enquanto eu apertava aqueles peitos, eu me entregava ao ritmo da mão dela, um fluxo de prazer que ameaçava acabar tudo muito rápido.

Ela percebeu. Parou. Sorriu aquele sorriso de quem sabe o que está fazendo. Então, ela se ajoelhou na cama entre minhas pernas. Inclinou-se. E começou a me chupar. Não foi uma chupada tímida. Foi uma posse. Eu sentia aquela boca úmida e gostosa me engolindo, a língua fazendo voltas ao redor da cabeça, sugando as bolas. Chupava meu pau gostosamente, com uma habilidade que me fez prender a respiração. Meus dedos se enterraram nos cabelos castanhos dela, não para guiar, mas para me ancorar na realidade, enquanto eu delirando com a minha cunhadinha. O tabu, o perigo, o tesão — tudo se misturava numa explosão de sensações.

Ela parou novamente, deixando meu pau brilhante e solitário no ar. Com movimentos ágeis, ela despiu o short jeans que usava, jogando-o no chão. Ficando apenas com uma calcinha azul de renda, tão pequena que era mais um detalhe. Era minha vez. Me levantei, fui para cima dela. Deitei-a na cama e, com os dedos, coloquei a mão naquela buceta linda por cima do tecido da calcinha. Já estava quente, úmida. Puxei a calcinha de lado e comecei a masturbá-la. Meus dedos encontraram o clitóris inchado e circularam, depois penetraram. Ela delirava, arqueando as costas, enquanto apertava os peitos grandes dela com as próprias mãos, oferecendo-os, torcendo-os de prazer.

Não dava mais para esperar. Deitei-a completamente na cama, tirei o resto da calcinha que ela estava usando e me posicionei entre as pernas dela. Guiei meu pau até a entrada escorregadia e, com um gemido conjunto, meti naquela buceta quente e gostosa. Ela estava apertada, incrivelmente quente. Comecei a me mover, estocadas profundas e constantes. Enquanto os peitões dela balançavam para mim, numa dança hipnótica a cada impacto. Eu os observava, fascinado. Aquilo estava incrivelmente bom e eu ia aproveitar cada segundo daquela traição perfeita, silenciosa, na minha própria casa.

Mudei. Queria outro ângulo. "Vem por cima", ofeguei. Puxei-a para uma cavalgada. Ela prontamente veio, sentando-se sobre mim, engolindo meu pau novamente. E começou a cavalgar. A cena mais linda eu via agora. Aqueles peitos lindos em uma sincronia maravilhosa com o sobe e desce dos seus quadris. Eles balançavam pesados, livres, e eu apertava-os com força, massageava, beliscava os mamilos. Eu tive que me controlar para não gozar naquele momento. Prendia a respiração, pensava em coisas absurdas, mas a visão era avassaladora.

Precisava de mais. Joguei ela de lado na cama e rapidamente fui para trás dela. Embrulhei meu corpo ao redor do dela, numa conchinha profunda, e meti novamente na buceta dela. Minha mão da frente voltou a apertar os peitos da minha cunhada, agora pelo lado, sentindo o peso no meu braço. Que foda deliciosa eu estava tendo com ela. O ritmo era intenso, íntimo, e eu sussurrava obscenidades no ouvido dela. Aquilo foi demais para ela. Seu corpo se tensionou, um gemido longo e estridente saiu dela, e ela acabou gozando naquela posição, se contraindo em espasmos violentos ao meu redor, o que quase me fez perder o controle.

Mas eu queria gozar. Precisava do meu fim. Puxei ela novamente para cima de mim, de costas, como antes. Ela recomeçou a cavalgada, ainda ofegante do próprio orgasmo, e eu já não me preocupava mais. Meus quadris encontravam os dela, acelerando o ritmo. O som da nossa pele batendo enchia o quarto. Eu a olhava, vendo a expressão de abandono total no seu rosto, e sentia o aperto final se aproximando. Continuei metendo até chegar ao meu orgasmo. Não pensei em consequências, não pensei em minha mulher. Pensei apenas naquela carne, naquele prazer. Com um rugido abafado, gozei tudo dentro da minha cunhada, sentindo meu pau pulsar e disparar jatos quentes no seu útero.

Aquilo tudo foi intenso e muito gostoso. Desabei sob ela, ofegante, vazio, o mundo real — a casa, meu casamento, a traição — voltando aos poucos, como uma névoa pesada e inevitável após o êxtase. Aquele final de semana apenas tinha começado. e eu estava cheio de gaz pra queimar. Minha cunhadinha ainda ia me proporcionar Duas fodas incríveis, ate minha mulher voltar.

Continua...

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