Como me tornei um capacho da esposa

Um conto erótico de Paulo
Categoria: Heterossexual
Contém 606 palavras
Data: 25/04/2026 09:33:08

Vou contar resumidamente a minha história para vocês.

Eu tive um relacionamento a alguns anos em que fui corno. Mas acabamos nos separando.

Procurei uma mulher na internet que quisesse um homem corno. Encontrei a minha esposa com quem sou casado a 15 anos. Ela é gordinha, seios grandes e usa o cabelo pintado de ruivo. Moramos no Brasil no litoral ao sul.

Como a ideia seria ser cuckold, eu sugeri já no início do namoro que o nosso relacionamento seria aberto somente para ela. Mas logo ela me perguntou como ela teria certeza de que eu não a trair. Então ela começou a me obrigar a usar calcinhas em 90% do tempo, já que usando uma calcinha eu não conseguiria trair ela com outra mulher.

Depois de uns 2 meses eu já estava acostumado a usar calcinhas, quando ela me presenteou com a primeira castidade, um CB 6.000 rosa é claro. Que media 6cm. (enorme, mas já apertava o brinquedo. Ela buscava machos na internet e na maioria das vezes me fazia ir ao motel com eles e assistir toda a foda, como um bom corninho que sou.

Com uns 3 meses de namoro ela me presenteou com um strapon (médio, porém grosso) e começou a fazer pegging em mim.

Com quatro meses de namoro eu tive ciúmes dela, e brigamos feio. Então na volta ela me falou que o meu castigo seria que ela ia me prostituir. Na mesma semana ela encontrou um cara na internet a quem ela chamou de ogro. Fomos ao motel. Ela me fez assistir tudo e cobrou R$ 20,00 dele para ele comer o meu cú como ele quisesse. E que só parasse se ela mandasse.

Com 6 meses ela decidiu me presentear com um cinto de castidade de metal de apenas 3 cm. E cheio de parafusos com pontas que podiam ser parafusados para torturar o pênis. (usado somente para tortura). Porém como ele viu que coube nesse cinto ela resolveu encolher um pouco mais o pênis, e me deu um cinto de metal de apenas 2cm.

Com 7 meses ele encontrou um negrão com o pênis gigante de 25cm e 8cm de grossura. Esse passou a ser o nosso amante fixo. Ela nunca deu o cu para ele, diz que é muito grande, que já arromba a buceta dela, que no cú ela não aguentaria. Mas sempre me fez dar o cu para ele. Trancado no cinto é claro.

Logo decidimos casar. Porém ela impôs algumas regras, a primeira é que eu continuaria sendo corno para o resto da vida. Que o Pedro amante dela continuaria sendo nosso amante. Que o uso do cinto de castidade e as calcinhas seriam permanentes, e que eu nunca seria o primeiro em nada, sempre os amantes primeiro. E que levaria o Pedro e mais 2 negros para a nossa lua de mel. Pois eu só poderia comer ela depois de 1 mês de casados. Até lá ela seria dos negros. E foi assim que aconteceu.

Ela me deixa gozar somente 1 vez por mês até hoje, eu não consigo gozar usando o cinto de castidade. Com o passar dos anos me tornei pussyfree. Somente posso chupar os peitos dela e a buceta principalmente gozada, depois dos amantes dela. Ela nunca dá o cú para ninguém, diz que cú é comigo, logo eu acabo dando para quase todos os amantes dela.

Tivemos um filho, lógico que não é meu mais de um amante dela, temos certeza porque eu fiquei preso na castidade sem comer ela por meses até que soubemos com certeza da gravidez. Mas pai é quem cria.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Casaexi a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários