PRA SATISFAZER MINHA ESPOSA, DEIXEI MEUS INQUILINOS FODEREM COM ELA parte 3

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Heterossexual
Contém 2499 palavras
Data: 25/04/2026 08:21:25

Alguns dias depois eu tinha saído pra receber minha aposentadoria e quando voltei vi que tinha água pelo quintal. Minha casa tem duas portas de entrada que ficam num corredor lateral. Uma é a primeira que é a porta da nossa sala e a outra mais ao fundo, que é a entrada pra cozinha e a que mais usamos.

Pra não pisar na água e depois no chão da cozinha, coisa que ela sempre reclama, usei a porta da sala mesmo e fui entrando e subi direto pro quarto pra me refrescar a trocar de roupa.

Então escuto a voz do Lucas.

- Quer uma ajudinha aí, Cidinha?

Estranhei aquilo e fui olhar calmamente pela janela.

Minha mulher estava de quatro, no chão, e esfregando o piso com uma escova.

Lucas estendia umas roupas no varal e não tirava os olhos dela.

Cida riu e respondeu que já estava terminando.

Era uma mancha de uma época que tive moto e usava aquele espaço pra dar uma de mecânico. Acabou ocando uma mancha feia no piso.

Mas não via aquilo como algo que precisasse da minha mulher naquela posição na frente de outro homem.

Seja lá o que estivesse acontecendo, já estava passando dos limites.

Fiquei muito irritado com aquilo mas esperei ela entrar pra termos uma conversa.

Acabou que fiquei guardando aquilo até de noite e depois de me ver de cara feia o dia todo, ela finalmente perguntou o que eu tinha.

- Que bicho te mordeu, Marcos?

Acabei falando tudo que tava engasgado.

Sobre a sua mudança de comportamento, sua forma de se vestir, o jeito que cumprimentava os dois rapazes e principalmente a forma como ela vinha me tratando. Logo eu, que na medida do possível sempre provi de tudo pra ela.

Então ela resolveu responder...

- Marcos, você foi meu primeiro e único homem. No começo do nosso casamento você me ensinou tudo e fez de tudo comigo. Eu aprendi a gostar de tudo e agora depois de todo esse tempo eu tô sem nada. Se coloca no meu lugar.

Eu sei que a culpa não é sua, mas e eu? Como que eu fico?

Eu sou nova ainda e tenho necessidades!

Eu sempre te respeitei e eu nunca te traí, mas pensa um pouco em mim.

Até não muito tempo eu tava aqui só servindo de empregada nessa casa porque nem pra mim você tava olhando mais.

- Tá, e por isso você vai ficar mostrando o rabo pros outros sua vagabunda?!?

- Vagabunda eu não sou não...e nunca fui...mas eu posso virar rapidinho se você não parar com isso.

- E você quer que eu faça o que?!?

- Ah não sei.

E a discussão se encerrou ali, sem mais nem menos. Como se tivesse faltando algo pra terminar.

Não vou dizer pra vocês que eu sempre tive ou estava tendo desejos de ver minha mulher dando pra outro. Nunca tive nenhum tesão nesse tipo de coisa, porém já estava com quase 55 anos de idade e com um problema de saúde muito incômodo. E tempo não voltaria pra trás e meu problema não se resolveria nunca mais. Pensando nisso comecei a me perguntar se seria certo que eu a privasse de suas necessidades. Se eu estivesse correspondendo, mesmo que pouco, até ia....mas nem isso eu conseguia mais.

Os dias passaram e a raiva que sentimos um do outro aos poucos também passou e ela chegou até a fazer um bolo. O cheiro tomou conta da casa toda.

Perguntei, mas na inocência mesmo, se ela não queria levar um pedaço pros Gabriel e pro Lucas.

Cida me encarou e respondeu que depois levava.

Depois comecei a ver ela se arrumando. Não pra sair de casa mas trocou de roupa e começou a cortar o bolo em pedaços e arrumar em um pote.

- Você não vai tomar banho? Perguntou.

Eu disse que iria depois e Cida insistiu que seria melhor que eu tomasse naquela hora pra já ficar limpo e dormir tranquilo. Estava tudo mais do que suspeito e acabei concordando pra ver até onde ia aquilo e enquanto eu não subi ela não saiu da cozinha, enrolando numa coisa ou outra.

Já tinha anoitecido então deixei a luz do quarto apagada e deixei o chuveiro ligado.

Ela foi até a porta deles e chamou mas não deu pra ver quem abriu a porta.

Conversaram rápido alguma coisa mas não deu pra ouvir por causa do barulho do chuveiro, mas vi quando ela entrou na casa.

Não sei ao certo mas ela deve ter ficado lá uns 10 minutos e quando finalmente saiu, vi que ela parou na porta deles e ficou arrumando a roupa, que devia estar bagunçada.

Não acho que tenho acontecido sexo, mas que alguma coisa aconteceu isso sim.

Depois disso tiveram várias outras situações suspeitas e eu sabia que era só questão de tempo até realmente acontecer alguma coisa e eu estava sempre pensando se deveria deixar que acontecesse ou não.

Comecei a observar mais o jeito dos dois e vi que não tinham nenhuma amizade pelo bairro. Eram discretos e só queriam curtir a vida deles de forma tranquila.

Depois de tanto pensar e ao mesmo tempo ver minha mulher infeliz acabei aceitando que seria melhor assim e antes eles do que qualquer outro da rua.

Já decidido, comecei a incentivar mais com desculpas pra que ela fosse até a casa deles, mas Cida era precavida e nunca ia quando eu estava em casa. Sempre se negava ou dizia que depois faria o que eu pedia.

Mesmo assim eu sempre via um sorriso aqui, uma flertada ali, ou conversinha lá.

Cheguei até a ouvir da sala eles fazendo algum convite e ela se negando.

- Não gente, não posso.

- Porque não, Cidinha? Perguntou um e outro ajudou...

- É, vai ser legal.

- É, deve ser mesmo...mas não gente...eu sou casada e sou da igreja também.

Minha mulher tremia na presença deles e eu via que seu jeito mudava de quando eu estava perto e quando não estava. Ela devia estar louca subindo pelas paredes mas acho que faltava mais incentivo.

Um deles já tinha dado uns beijos nela, mas creio que não tenho passado disso e ela estava com medo de ir em frente.

Não deveria ser fácil pra ela também, pois até então eu tinha sido seu primeiro e único homem e agora ela estava naquela situação....louca de tesão querendo sexo e com dois jovens cheios de disposição querendo satisfazer sua necessidade, mas seus impedimentos não deixavam que ela fosse adiante.

Naquela noite eu quis tentar ter essa conversa com ela, mas não tinha a menor ideia de por onde começar.

Cida se deitou virada de costas pra mim sem nem dizer boa noite, como já vinha fazendo a um tempo. Perguntei se estava tudo bem e ela me disse que sim.

Abracei ela por trás e ela deixou sem dizer nada.

Cheirei seus cabelos e seu pescoço e ela se mexeu incomodada mas eu fui insistindo e ela me mandou parar com aquilo.

- Quer fazer sexo?

Ela riu e falou:

- Aí, ai....eu quero. Você vai conseguir? Se você conseguir eu quero!

Respondeu meio com raiva já corta do meu barato e aquilo me chateou, mas me mantive firme.

- Então pode fazer. Falei meio com medo.

- Hã?!? Respondeu lá mais atenta.

- Pode fazer. Se você quiser pode fazer. Eu deixo.

- Como assim, Marcos “pode fazer”?!? Eu heim...

- Então...já tem um tempo que eu não tô conseguindo e eu sei que isso tá te chateando e a gente vive brigando. E se você encontrasse alguém só pra isso?

- VOCÊ TA FICANDO LOUCO?!?

- Não, pior que não. Mas eu sei que é uma coisa que pra você tá fazendo falta.

Só tô falando que se por acaso você encontrasse alguém mais novo e com mais saúde, você pode aproveitar. Seria melhor do que você ficar sem ou correr o risco de fazer escondido.

Cida ficou em silêncio por um tempo e depois até se sentou na cama.

- Não, não pode ser Marcos. Você não pode tá falando sério isso.

Involuntariamente suas pernas balançavam de nervoso.

- Tô faltando sério sim! Nosso casamento vai continuar a mesma coisa, a diferença é que você vai ficar mais satisfeita. Ou é isso ou a gente vai continuar na mesma; brigando e quando não tiver brigando vai ficar um de cara feia pro outro.

É assim que você quer viver o resto do nosso casamento?

- Meu Deus...

Respondeu ela se balançando e passando a mão no rosto de nervoso.

- Não Marcos....não pode ser.

Ela ria de nervoso ou excitação mas eu não sabia dizer ao certo.

- Tá, e se fosse o caso...quem seria esse mais novo que você tá falando?!?

- Não sei, de repente pode tá mais perto do que você imagina.

Joguei essa isca pra ver se pescava algo.

Ela não disse nada, mas me encarou pensativa e seus olhos brilhavam.

Pareciam duas joias na luz.

- Você tem ideia do que você tá falando? Perguntou rindo.

- Tenho. Tô bem seguro disso. Mas se você não tiver eu posso ficar junto.

- Nem pensar! Na sua frente não!

Falou de for espontânea.

- Então você aceita?

Acho que nessa hora ela percebeu o que tinha falado e cortou o assunto.

Se deitou de novo se virando de costas pra mim e falou:

- Vai dormir, Marcos.

Cheguei perto e falei:

- Tá, mas pelo menos pensa no assunto.

Dei um beijo no seu rosto e com muito custo consegui dormir.

No outro dia já era sábado e quando acordei Cida não estava em lugar nenhum mas o café já estava na mesa.

Gabriel e Lucas estava lavando o carro de novo na frente da casa e perguntei pra eles se tinham visto minha mulher.

- Ela saiu tem um tempinho Seu Marcos.

Me lembrei que ela tinha ficado de levar minha sogra numa consulta médica no centro.

Olhei os dois por um tempo e eles estranharam e me perguntaram se estava tudo bem. Disse que sim, mas que precisava falar com os dois.

Eles só me pediram uns minutos pra arrumar a bagunça que fizeram e que já me chamariam.

Logo depois eles estavam me chamando e eu me convidei pra um café na casa deles. Eles pareciam assustados mas eu disse que seria uma coisa boa e que podiam ficar tranquilos. Até ri da cara deles depois.

Conversei deforma direta com eles sobre a minha situação e eles ficaram de boca aberta. Então Gabriel se manifestou.

- Olha Seu Marcos, o senhor tem certeza disso? Não vai ter problema depois? A gente não gosta de confusão.

- Tenho certeza Gabriel, pode ficar tranquilo. Vocês vão estar é me ajudando.

Só respeitem os limites dela. Se por acaso ela não quiser então deixa pra lá, mas é quase certeza que vai dar certo. Ela só tá meio cabreira.

Agora eu quero saber uma coisa, e pode me falar a verdade!

Quem tava com ela aqui no dia que ela trouxe o bolo?

Eles se olharam mais assustados ainda.

- Pode falar pô. Eu vim aqui oferecer minha mulher pra vocês porque eu confio em vocês dois, então vocês tem que confiar em mim também.

- Era eu Seu Marcos. Falou o Lucas.

- Certo! E o que foi ir aconteceu?

Lucas disse que estava sozinho naquele dia pois o Gabriel tinha saído pra fazer uma manutenção no carro e que chamou ela pra entrar e que conversaram um pouco.

Quando ela foi sair ele puxou e deu um beijo e que quando começou a ficar bom ela empurrou ele e foi embora.

- Só isso?

- Só, juro!

- Tudo bem. Posso contar que isso não vai sair de dentro dessa casa?

- Pode. Claro! Falou um.

- Pode confiar Seu Marcos, a gente não fala pra ninguém. Falou o outro.

- Beleza, eu vou ver se consigo ajudar vocês do lado de lá.

Fui saindo mas me lembrei de algo.

- Ah meninos, mais uma coisa!

Eles ouviam atentos.

- Pode ser que vocês me vejam por aí olhando de longe. É só fingir que não me viram e continuar o que estiver fazendo. Não deixa ela perceber se não pode dar ruim. E quando vocês conseguirem entrar com ela, deixa a porta aberta que eu vou querer ver.

Dá um jeito de enrolar ela e deixa a porta só encostada.

Pode ser?

- Pode....pode sim!

Me retirei voltado pra mina casa.

Dali pra frente foi um jogo de gato e rato.

Eles atrás dela, ela querendo ser discreto por minha causa e eu tentando ver tudo do jeito que dava pra não cortar o barato dela.

Sempre que ela fazia alguma coisa de diferente eu pediu pra levar um pouco pra eles.

Cida me olhava de cima, com um sorrisinho de canto.

- Depois eu levo.

Pra ajudar eu sempre dava uma desculpa pra não ficar perto, dizendo que ia tomar um banho e corria pra janela de cima.

No começo ela não entrava, sempre entregando da porta. Mas depois passou a entrar e sempre ficava uns minutinhos e saia se arrumando depois.

Foram uns 3 dias disso até eu conseguir falar com Gabriel em uma das idas dela até a casa dos pais.

- E aí, Gabriel. Como vai aquele processo?

- Tá difícil Seu Marcos, mas tá dando certo.

- Sério?!?

- Sério! Ontem mesmo a gente pegou ela nós dois juntos...um de cada lado.

- E aí?!? Perguntei empolgado.

- E aí que foi só isso mesmo. A gente só beijou e ela pegou no nosso pau por cima da calça, mas a desculpa é sempre a mesma. Que o senhor tá em casa e que vai ver.... aí ela sai correndo.

Pensei um pouco e falei pra ele que eu ia tentar resolver isso.

A noite, enquanto ela preparava a janta eu cheguei por trás e dei um abraço nela.

- Para Marcos. Tem gente no quintal.

Eles estavam correndo pra tirar suas roupas do varal porque ia começar a chover.

- E daí?!? Deixa eles olharem a mulher gostosa que eu tenho.

Cida congelou!

Aproveite e encochei ela gostoso, apertando com força suas coxas e pressionando a rola dura na bunda dela, que ficou paradinha me deixando fazer tudo.

Com uma mão eu peguei nos seus peitos e a outra eu dei uma escovada na cama e mordisquei sua orelha.

Aí falei no seu ouvido:

- Pena que eu não tô conseguindo.

- É...uma pena mesmo. Respondeu ela.

- Pensou naquilo que te falei?

- Para com isso, Marcos.

- Você que sabe....mas você tem duas opções bem alí.

Falei isso e saí de perto.

Cida me olhou e riu de nervoso.

- Vou tomar banho!

Falei e subi pro andar de cima e fiz o mesmo de sempre, liguei o chuveiro e fui pra janela.

Assim que ouviu o barulho do chuveiro minha mulher atravessou o quintal em direção a casa deles esperei um pouco mas dessa vez ela tava demorando mais que de costume. Então desliguei o chuveiro e desci.

Olhei da janela da cozinha e não tinha ninguém na cozinha deles.

“É hoje” pensei.

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