Eu sou Lariane, tenho 35 anos, sou casada e mãe de três filhos. Sempre levei uma vida que parecia estável, previsível até, mas tudo mudou no dia em que tomei uma decisão impulsiva. Convidei meu vizinho para tomar um café a sós comigo em casa, algo que, no começo, parecia inocente. Só que aquele encontro acabou ultrapassando limites que eu jamais imaginei cruzar.
O que era para ser um segredo, um momento escondido da minha rotina, se transformou em algo muito maior e mais pesado do que eu podia suportar. No instante em que tudo aconteceu, meu mundo virou de cabeça para baixo, não apenas pela traição em si, mas porque fui surpreendida da pior forma possível: um dos meus filhos viu tudo pela janela.
Desde então, carrego o peso daquele momento, sabendo que não foi apenas um erro entre adultos, mas algo que abalou profundamente minha própria família.
Eu ainda consigo lembrar do olhar do meu filho, parado ali, sem dizer nada, apenas assistindo a própria mãe sendo uma depravada com o vizinho. Aquilo me destruiu por dentro. Precisei de um tempo pra me limpar e me situar na realidade, até finalmente conseguir falar com ele, minha voz tremia.
— Filho, eu sei que o que você viu, não tem explicação. Eu errei. Foi impulso, as coisas entre mim e seu pai já não estavam bem há muito tempo...
Ele me interrompeu, com os olhos cheios de decepção, mas também de uma maturidade que eu não esperava.
— Eu até entendo, mãe, de verdade. Eu sei que vocês não se amam mais, mas isso não faz ser certo. Meu pai não merecia isso, ninguém merece. Você precisa contar pra ele.
As palavras dele me atingiram como um choque. Eu queria fugir daquela conversa, daquele momento, mas sabia que ele estava certo. Respirei fundo, sentindo o peso da decisão.
— Você tem razão, filho. Me perdoe. Hoje à noite eu vou contar tudo.
A noite chegou mais rápido do que eu gostaria. Quando meu marido voltou do trabalho, tudo parecia normal à primeira vista. Ele tomou banho, jantou. e eu ali, esperando com o coração acelerado, tentando encontrar coragem.
Chamei ele dizendo que precisávamos ter uma conversa séria e ele reagiu revirando os olhos dizendo:
— Lá vem você me trazer mais problema, Lariane? É só pra isso que você me chama.
Não tinha jeito fácil de fazer isso então simplesmente soltei a bomba. Não entrei em detalhes, mas disse o suficiente. Confessei a traição, o erro, o impulso, tudo. Ele não demonstrou tristeza como eu imaginei. Não houve lágrimas. O que veio foi pior.
A raiva.
— Eu te traí.
— O que? Que merda é essa, caralho?
— Me desculpa, eu deveria ter me controlado, deveria ter agido diferente, mas eu não consegui, você não me olhava mais como mulher, eu agi por impulso.
— Você tá brincando com a minha cara sua vagabunda? Tá querendo me deixar com fama de corno sua desgraçada? Eu sou conhecido e respeitado na cidade, você quer me fuder? Sua piranha! Onde foi que isso aconteceu?
— Aqui mesmo — Olhei pro chão com medo.
— Dentro da minha casa, Lariane? — a voz dele subiu, carregada de indignação. — Você teve coragem de fazer isso aqui?
Tentei falar, explicar, mas não adiantava. Para ele, aquilo era imperdoável, não só pelo ato, mas pelo lugar, pelo desrespeito. E eu sabia que ele estava certo, eu não estava arrependida, mas sei que eu fui uma vadia e não merecia perdão.
— Você passou de todos os limites. — Ele virou as costas e, com um silencio sufocante tomando conta do ambiente, apontou para a porta.
— Você sai. Agora.
Fiquei sem chão. Tentei argumentar, disse que não tinha para onde ir, mas nada mudava a decisão dele. Em poucos minutos, eu estava do lado de fora, com o coração em pedaços e sem ter para onde ir. Ouvia meus filhos chorando, mas agora não havia nada que eu pudesse fazer.
E foi assim que, sem muitas opções, acabei fazendo a única coisa que parecia possível naquele momento: bati na porta de Renan, o vizinho. O mesmo vizinho que tinha sido o início de tudo. O mesmo que no conto anterior eu me recusei a dizer o nome por vergonha, mas que agora era minha única saída.
Bati palmas na frente da casa e quando o portão se abriu, eu mal consegui olhar nos olhos dele. De cabeça baixa e humilhada.
— Eu... não tenho para onde ir — disse aos prantos.
E ali estava eu, tendo que encarar as consequências de tudo que tinha começado com um simples café.
Renan pareceu surpreso por me ver ali daquele jeito, abatida, com os olhos inchados e sem rumo. Ainda assim, ele não hesitou. Sua expressão suavizou quase imediatamente.
— O que aconteceu, princesa?
Eu mal consegui responder. Só balancei a cabeça, tentando segurar o choro. Ele abriu mais a porta, dando espaço para eu entrar.
— Vem, entra. Fica calma.
Tudo nele era cuidado naquele momento. Ele me conduziu até o sofá, trouxe um copo d’água e esperou, em silêncio, até que eu conseguisse respirar melhor. Sentou ao meu lado, próximo, mas sem invadir.
— Você não precisa falar agora… só fica aqui.
A forma como ele falava comigo, com tanta calma e atenção, foi quebrando o pouco de resistência que ainda restava em mim. Quando percebi, já estava encostada nele, buscando algum tipo de conforto. Ele me abraçou com cuidado, passando a mão pelos meus cabelos de um jeito quase protetor.
Contei sobre tudo que aconteceu, sobre a conversa com meu filho, sobre a revelação para meu marido e que ele havia me expulsado de casa.
— Vai ficar tudo bem — ele falou me abraçando e dando um beijo na minha cabeça.
Mas eu sabia que não estava tudo bem. E talvez justamente por isso eu tenha me deixado levar. Renan se levantou devagar e me ajudou a ir até o quarto, dizendo que eu precisava descansar. Eu não questionei. Só segui. Ele ajeitou o espaço para mim, e quando se aproximou novamente, me envolveu em outro abraço, mais demorado, mais próximo.
Ficamos ali por alguns segundos… ou talvez minutos. O tempo parecia estranho. Quando nos afastamos um pouco, nossos rostos estavam muito perto. Eu podia sentir a respiração dele, e meu coração começou a disparar de novo — mas de um jeito diferente.
O beijo aconteceu quase sem percebermos. Primeiro hesitante… depois mais intenso, como se toda a tensão acumulada estivesse sendo descarregada ali. Em meio àquilo, ainda tentei resistir, mesmo que minhas ações dissessem o contrário.
Sussurrei, quase sem fôlego. — Eu não posso, Renan, mas eu não consigo resistir a você...
E, naquele momento, entre culpa, desejo e confusão, acabei me deixando levar mais uma vez, como se já não houvesse mais volta.
Havia algo urgente ali, quase desesperado, como se tudo que eu estava sentindo naquele dia tivesse encontrado uma saída naquele contato. As mãos dele, antes cuidadosas, agora seguravam meu cabelo com firmeza, enquanto as minhas se agarravam à camisa dele, puxando-o ainda mais para perto. Eu sabia que aquilo era errado. Sabia exatamente o quanto. Talvez fosse justamente isso que tornava tudo tão intenso.
O ar parecia mais pesado, mais quente. Cada vez que nos afastávamos por um segundo, era só para voltar com ainda mais vontade. As mãos começaram a explorar, sem pressa no início, mas logo perdendo qualquer contenção. Eu sentia meu coração acelerado, misturado com uma sensação de culpa que, em vez de me afastar, só parecia me empurrar mais fundo naquele momento.
Entre um beijo e outro, a proximidade aumentava, as barreiras desapareciam. Eu mesma já não sabia onde terminava o impulso e começava a decisão. Tudo acontecia rápido demais, e ao mesmo tempo, como se eu já tivesse escolhido aquilo muito antes.
— Eu não posso… — repeti, quase sem convicção, com a voz falhando. Mas meu corpo não acompanhava minhas palavras.
Havia uma mistura perigosa de desejo e transgressão, como se cada segundo ali fosse carregado de algo proibido demais para ser ignorado. E mesmo com a consciência gritando, eu simplesmente… não parei.
Naquele instante, eu não era mais a esposa, nem a mãe tentando manter tudo sob controle. Eu era só alguém se deixando levar novamente.
Ele já estava completamente nú, eu ainda estava de lingerie, mas com um toque experiente ele tirou meu sutiã, com uma mão massageava meus seios, com a outra desceu lentamente pelas minhas costas e apertou minha bunda com firmeza, me fazendo sentir um arrepio de tesão, um calor que subiu dos pés a cabeça e fez eu sentir minha xoxotinha enxarcada.
Ele me deitou de barriga pra cima na cama, puxou minha calcinha de uma vez, abriu minhas pernas e sem falar nada simplesmente abocanhou minha buceta. Sua saliva se misturava com minha lubrificação, sua barba se enxarcava enquanto ele me saboreava com paixão, a língua quente dele me penetrava e massageava meu clitoris num ritmo lento, mas delicioso. Eu fechei os olhos, segurei firme no lençol e anunciei o gozo, comecei a me tremer e gemer alto dizendo:
— Isso seu filho da puta, me faz gozar de novo! Faz essa puta gozar na sua boca!
Quando abri os olhos ele já estava pincelando a cabeça grande do pau dele na minha entradinha e foi deslizando lentamente pra dentro de mim enquanto seu corpo caia sobre o meu. Eu o abracei com tesão, cravei as unhas nas costas dele, cruzei as pernas entre a cintura dele e pedi com voz embargada:
— Me fode com força, grandão!
Ele começou devagar, mas ao ouvir isso não resistiu e começou a meter rápido, com força, sem parar um segundo, novamente nossas virilhas estavam batendo e fazendo ploc ploc, o barulhinho e o gemido grosso dele me deixava com mais tesão e minha bucetinha ia abraçando aquele pau como se eu estivesse sugando aquele homem pra dentro de mim.
Ele parou um pouco tirou o pau deixando só a glande dentro, deu leves estocadinhas e então eterrou tudo dentro fazendo o par de bolas dele beijar meu cu, ele fez isso três vezes e então eu comecei a me tremer e gozar novamente.
Ele ria e me beijava, estava adorando fazer uma casada de puta desse jeito, me fazia gozar com facilidade como se tivesse magica no peru grosso dele.
— Nunca vi uma mulher gozar tanto quanto você, Lariane.
Eu nem respondi, só joguei ele pro lado e montei em cima dele, antes de colocar o pau dentro ele me parou e disse:
— Senta de costas pra mim, eu quero admirar essa bunda casada rebolando no meu pau.
Eu obedeci, já não tinha controle, com os pés na cama sentei nele, o pau delicioso dele deslizava pra dentro de mim, comecei a quicar, minha enorme bunda subia e decia, ele me dava tapas, apertava e admirava. Eu sentava com força, praticamente fazendo a piroca dele de pula pula, toda suada e cheia de tesão, rebolava minha bunda brilhando no cacete dele, o filho da puta começou a dedar meu cu enquanto eu cavalgava, já deixando claro o que ele queria.
Olhei pra trás e disse — Come meu cu daquele jeitinho que você fez — e prontamente ele me pegou como se eu pesasse uma pluma, me jogou na cama de bruços e veio por cima atolando a piroca preta na minha bunda.
— Com uma bunda dessas você ganha o mundo, sua vadia. Você nasceu pra dar esse cuzão.
Eu já sem nenhuma noção de moralidade me senti orgulhosa quando ele disse isso, sentindo o cacete dele duro como pedra me invadindo pelo meu cuzinho apertado.
O filho da puta sem cerimonias começou a me macetar, metendo com força, sem pudor, sem se preocupar se eu estava com dor. Ele estava arrombando meu cu de novo e dessa vez foi eu quem pedi por isso.
Ele me enforcava e socava no meu rabo com violência, me fodendo do jeito que eu nunca imaginei ser fodida, mas eu estava amando, estava me sentindo desejada, me sentindo mulher. Eu nunca soube que conseguia dar como uma vadia desse jeito, nunca até conhecer o meu vizinho pauzudo.
Eu estava me satisfazendo por ser a boneca sexual dele, satisfazendo aquele macho galudo que era tarado pelo meu corpo, que perdia o controle com a minha bunda gorda e cheia de celulites. Ele fez eu me sentir como uma adolescente novamente, aos 35, mãe de 3 e casada, eu estava sendo enrabada como uma adolescente depravada.
Finalmente ele deu a ultima estocada, atolando o pau no meu rabão e deixando ele pulsar, jorrou seu leite quente dentro do meu cu, esvaziou o saco dentro do rabo casado da sua vizinha safada, se deitou em cima de mim ainda com o pau encaixado, beijou minhas costas e disse:
— Você é a mulher mais gostosa que eu já fodi, quero morar dentro da sua bunda!
Eu sorri, com leveza.
Depois, o silêncio tomou conta do quarto, mas não era um silêncio pesado como o de antes. Era diferente. Calmo. Quase confortável.
Eu estava deitada ali, ainda tentando recuperar o fôlego, sentindo o corpo leve de um jeito que fazia tempo que não sentia. Não havia aquele aperto no peito, nem o peso imediato da culpa que eu imaginei que viria. Em vez disso, havia uma estranha sensação de liberdade.
Fechei os olhos por alguns segundos, deixando meus pensamentos se organizarem, ou talvez aceitando que eles não se organizariam tão cedo.
Renan se deitou ao meu lado, quieto também. Em alguns momentos, nossas mãos se encontravam de forma natural, sem pressa, sem tensão. Não era só o desejo que tinha ficado ali, era algo mais tranquilo, quase um alívio depois de tudo que tinha explodido na minha vida naquele dia. Eu me senti, desejada. Vista. Viva.
Virei o rosto de leve e deixei um pequeno sorriso escapar novamente. Não porque os problemas tinham sumido, eles estavam todos lá, me esperando, mas porque, naquele instante, eu simplesmente não queria pensar neles. Mas eu sabia que não dava para fugir para sempre.
Meu marido, ou agora, ex-marido. E meu filho. Principalmente meu filho.
Aquela conversa ainda estava por vir, e eu sabia que seria muito mais difícil do que qualquer coisa que tinha acontecido até agora.
Ainda com os olhos fechados, respirando fundo, como se estivesse me preparando, mesmo sem saber exatamente para o quê.
Porque, de um jeito ou de outro… aquela história ainda estava longe de terminar.
Obrigado a todos os leitores e aos comentários do ultimo conto, se vocês gostarem continuo meu relato, desde já muito obrigada pela atenção e carinho.