A noite Cida fez algo que raramente fazia. Me procurou querendo sexo.
Salvo algumas raras vezes, sempre partiu de mim mas naquela noite ela já veio me apalpando.
- E aí? Vai querer namorar hoje?
- Você quer?
- Eu queria. Respondeu meio envergonhada.
Fiquei excitado com a atitude dela e Cida já foi caindo de boca. Até a chupada tava mais gostosa....com mais vontade.
Depois ela montou em mim e vi que ela tava ensopada.
Me inclinei e comecei a chupar seus peitos e ela aumentou a velocidade da montada.
Mas como eu disse antes, eu tava uma merda e minhas costas começaram a doer pela posição.
Cida ficou irritadíssima com minha falta de desempenho.
Pedi pra mudarmos de posição mas ela não quis mais. Tentei explicar que não era minha culpa mas ela só respondeu que tudo bem, e se virou pra dormir.
Eu me sentia péssimo por não conseguir satisfazer mina mulher. Raramente ela tinha a atitude de me procurar e quando aconteceu não consegui representar. Além de horrível era algo que se repetia sempre.
No Domingo, pra agradar, perguntei se ela queria que eu fosse no mercado comprar alguma coisa diferente pro almoço e ela disse que sim.
Até pensei em chamar ela pra ir junto, mas vi que estava separando umas roupas pra lavar então fui sozinho mesmo.
Acabei demorando um pouco pra voltar devido a fila que estava enorme e quando percebeu que eu tinha chegado, Cida saiu com pressa da área dos fundos. Achei estranho aquilo e dei uma olhada mas não vi nenhum dos dois por ali, só as roupas no varal mesmo.
O que eu acabei percebendo mesmo foi a troca de roupas dela.
Sua saia pra ser mais preciso.
Quando eu saí de asa ela estava usando uma de jeans bem grosso e agora estava com uma vermelha que apertava bem seu corpo e sua bunda.
Perguntei meio rindo pra descontrair:
- Trocou de roupa, mulher?
- É....essa aqui é mais leve. Aquela tava muito quente.
Não falei nada mas fui ficando cada vez mais observador, principalmente nos detalhes.
Comecei a perceber que ela tinha mudado a sua rotina e algumas atividades ela passou a deixar pra fazer em momento específicos.
Lavar e estender roupas eram uma delas.
Era algo que ela sempre gostou de fazer cedo, mas agora ou deixava pro final de tarde ou pro fim de semana. SEMPRE quando Lucas e Gabriel estavam em casa!
E algumas vezes quando eu tinha algo pra resolver na rua, ela passou a se recusar em ir junto e as desculpas eram sempre as mesmas, ou lavar o quintal, varrer o quintal; estender roupas ou lavar as roupas.
Seu jeito de se vestir em casa também mudou e ela já não usava mais saias que não fossem apertadas no corpo.
A forma com quem se cumprimentavam quando eu não estava perto era outra também.
Tanto eles quanto ela falavam com voz descansada, aquela que alguns usam, inconsciente ou não, quando estão dando em cima de alguém, mas já na minha frente o cumprimento era mais sério, porém cheio de olhares maliciosos da parte deles e ela respondia séria, mas com aquele sorrisinho no canto da boca.
Eles secavam Cida dos pés a cabeça e ela sabia...sabia e pelo visto tava gostando.
Então resolvi fazer o que estava fazendo até ali, fingir que não estava vendo nada.
Mais de um mês haviam se passado e como esperado os meninos pagaram em dia o aluguel. Aproveitei pra ir até a lotérica fazer uma festinha e adiantar uma conta e avisei Cida pra onde ia. No entanto eu ainda ia me trocar e acredito que ela deve ter achado que eu já tinha ido. Estava no meu quarto me trocando quando escuto o voz dela vindo do quintal dos fundos. Estava cumprimentando o Gabriel.
- Bom dia Gabriel, tudo bem?
- Tudo Cida. Melhor agora!
Então olhei pela janela do nosso quarto, que também dava prós fundos da casa e vi minha mulher por ali tirado umas roupas do varal e estendendo outras e Gabriel na porta bebendo alguma coisa num copo.
Até então tudo bem, não vi nada de mais.
Mas antes de descer dei mais uma olhada e peguei minha mulher abaixando pra pegar a roupa em um balde, mas com a bunda virada bem pra porta deles.
Ela se abaixava quase sem dobrar as pernas e Gabriel não tira o olho.
Ele chegou a entrar acho que pra chamar o amigo Lucas pra ver aquilo e pelo jeito que ele virava e gesticulava alguma coisa, Lucas devia estar na janela.
Cida repetiu isso até as roupas acabaram e os dois ali olhando pra bunda dela virada pra eles.
Claramente ela estava se exibindo pros dois que estavam vendo o tamanho da bunda dela bem de perto.
- Que foi gente? Ela chegou a perguntar pelo silêncio que ficou.
- Nada! Responderam os dois rindo e tirando um risinho dela também.
- A gente tá só olhando! Falou Gabriel cheio de malícia.
- Ai ai. Respondeu ela claramente desconcertada, mas também não parou.
Nisso, quando ela terminou, acabou deixado cair uma pregadores e mais uma vez se abaixou pra pegar com a bunda virada pra eles. E quando ela pegou ouço mais uma vez Gabriel falando:
- Tem outro alí, ó! E apontou onde tava.
Cida foi até onde ele mostrou e abaixou de novo, fazendo questão de demorar um pouquinho pra se levantar. Olhou pra ele e falou:
- Obrigada, você é muito gentil. E saiu sorrindo.
E quando ela tava quase entrando ele chamou.
- Cida, Seu Marcos tá em casa?
Ela parou um segundo e falou que eu tinha saído, mas que se eu quisesse falar comigo eu já tava voltando.
- Ah não. Só ia ver se você queria tomar um café.
Ela não respondeu, só riu e entrou.
Mais uma vez nessa noite Cida veio procurar por sexo, e mais uma vez deixei minha mulher na mão. Eu tenho ereção, mas me movimentar ou aguentar os movimentos dela acaba comigo.
Cometi a burrada de sugerir um vibrador ou um consolo e em todos esses anos de casado acho que essa foi nossa primeira briga séria.
- Consolo?!? Pelo amor de Deus Marcos, me poupe! Você acha que eu sou mulher de consolo?!? Como você é ridículo!
Realmente fui infeliz nisso e deixei Cida ainda mais “P” da vida comigo.
Me sentia envergonhado em vários níveis.
Uns dois dias depois nós fomos dormir tarde assistindo um filme que ela queria, e na hora de desligar as luzes da casa começamos a ouvir gemidos vindo dos fundos. Eles tinham companhia aquela noite e pelo visto as moças eram bem escandalosas.
Cida e eu nos olhamos com os olhos arregalados.
Não haviam palavrões em nada do tipo mas eram gemidos bem altos.
Falei com ela que no outro dia conversaria com eles e tomei uma invertida.
- Deixa eles. Pelo menos alguém tá transando nessa casa! Falou isso e saiu.
Fui dormir puto e com raiva da vida e de mim mesmo. Me sentia um inútil.
Na final de tarde do dia seguinte eles chegaram do trabalho e Cida havia saído pra ir a casa dos pais e de lá pra igreja.
Aproveitei que eles estavam por ali pelo quintal e chamei os dois pra conversar e chamei pra dentro pedido que se sentassem.
- Meus garotos, meus garotos....que barulheira foi aquela de ontem?!?
Os dois se olharam e começaram a se desculpar.
- Pô Seu Marcos, desculpa mesmo. A gente acabou se empolgando a acabou saindo do controle. A gente até avisou a pessoa que não podia fazer barulho, mas na hora do negócio o senhor sabe como é, né?!?
- Sei...sei sim...mas toma mais cuidado da próxima vez, tá bom. Vocês sabem que eu sou tranquilo. Nem com a cabeça na janela eu fico e deixo vocês em a vontade, mas só toma cuidado, beleza meus garotos.
Eles concordaram e pediram desculpas mais uma vez.
Então eu falei.
- Tá, agora me conta como foi. Vocês conheceram elas a onde?
Eles se olharam e riram.
- Era só uma, Seu Marcos! Falou o Lucas.
Então eles contaram que era uma mulher que eles conheceram em uma das confraternizações do banco e que as vezes marcavam de se ver. Não era sempre que dava por ela ser casada, mas como naquele dia o marido tava viajando ela ligou pra eles querendo fazer uma brincadeira.
Não achei impossível, afinal eles eram jovens e muito bem apresentados. Quase qualquer mulher poderia querer se entregar a essa aventura.
Nessa hora lembrei da minha mulher virando o rabo pra eles no quintal, como se estivesse se oferecendo. A cena passava na minha cabeça em câmera lenta...ela se abaixando bem na frente deles e os dois se olhando sem dizer nada, mas com certeza deviam estar imaginando o quanto ela era gostosa.
Encerrei o assunto e eles se retiraram depois de se desculparem pela milésima vez.
A noite, enquanto nos preparávamos pra deitar na nossa cama, comentei com ela sobre minha conversa com eles e pra ver sua reação, contei sobre o que eles me disseram mas diferente do que eu achei que aconteceria, Cida não disse absolutamente nada. Apenas ouvia e me olhava atentamente.
- O que você acha disso, Cida?
Ela fechou a cara na hora e falou:
- Eu não acho nada, Marcos! Eu vou achar o que disso?!? Eu heim...
E se virou emburrada, mas vi que não dormiu.
Eu também não conseguia dormir e estávamos os dois agoniados nos mexendo toda hora na cama então fui por cima dela que ficou apenas parada sem reagir. Dei uma chapadinha nos seus peitos e fui descendo.
Ela tava toda molhada e eu tinha quase certeza que foi pelo que eu disse sobre a aventura dos nossos inquilinos.
Não disse nada, apenas chupei minha mulher.
Queria que ela sentisse algum prazer.
Ela gemeu bastante e depois disse que tinha gozado, mas eu acho que ela mentiu.
Estava me sentindo cada vez pior....cada vez mais incapaz.