Olá a todos vocês leitores da CDC.
Meu nome é Marcos, tenho 55 anos e não tenho filhos.
Sou filho único e meu pai se foi quando eu tinha 20 anos, mas não sem deixar minha mãe e eu muito bem aparados com duas casas pra morar.
Minha mãe permaneceu na casa principal, a da frente e eu na casa dos fundos, que era um quarto, sala e cozinha. Os cômodos não eram grandes mas pra mim sozinho tava mais do que bom, ainda mais pela liberdade que tinha pra poder levar quem eu quisesse.
Dito isso, posso afirmar pra vocês que eu namorei muito.
Me considero bem bonito e meu histórico fala por si só e por várias vezes cheguei a ser chamado a atenção pela minha mãe, com ela sempre dizendo que a casa dela não era bordel pra eu ficar levando cada dia uma mulher diferente.
Claro que ela exagera dizendo isso, mas deve concordar que a rotatividade de mulheres na minha cama realmente era grande.
Assim eu fui seguindo com a minha vida até meus 28 anos, quando perdi também minha mãe.
Fiquei mal por muito tempo descontando tudo isso na baderna e dos meus 30 até os meus 38 anos eu estava pior do que nunca.
Mulheres, brigas e bebidas....minha mãe morreria uma segunda vez se visse no que eu tinha me tornado.
Um dia, chegando em casa do trabalho, uma vizinha que era muito amiga da minha mãe pediu pra conversar comigo. Eu sempre tive muito respeito por Dna. Carmem e não só pela sua idade mas pela amizade que ela nutria pela minha mãe e dei toda a atenção. Ela abriu os meus olhos pro tipo de vida que eu estava levando de tal forma que passei a me sentir envergonhado daquilo tudo. Quando parei pra pensar comecei a me sentir um bosta!
Não tinha construído nada na minha vida e ainda estava me destruindo aos poucos.
Então ela me convidou pra ir na sua igreja e buscar a palavra e aceitei o convite, passando a frequentar sempre.
Foi aí que conheci minha futura esposa.
Seu nome era Aparecida mas todos chamavam ela de Cida ou Cidinha, uma menina de 20 anos de idade que parecia uma índia, de pele morena e cabelos pretos como carvão até a bunda.
Seus peitos não eram tão grandes mas a sua cintura era fina e a sua bunda era uma delícia. Não era só grande...era muito bem feita e por usar roupas de igreja as saias contornavam seu corpo que não tinha como eu não pensar “que crentinha gostosa”.
Fomos apresentados aleatoriamente pois fui oferecer uma carona pra Dna. Carmem e ela estava conversando com a família da moça, então acabou acontecendo.
Mas eu notei que a família da Cida começou a se aproximar mais, chegando até a fazer perguntas sobre mim. Se eu era solteiro, se tinha filhos e se trabalhava.
A princípio não vi maldade naquilo e fui respondendo tudo com muita sinceridade, mas acho isso deve ter se espalhado pois passei a ser procurado pelos pais de solteiras, todos querendo apresentar suas filhas.
Já tinha vivido muitas coisas e tinha muita experiência de vida pra entender o que tava acontecendo.
Bonito, solteiro, sem filhos, sem vícios e com duas casas próprias....eu era o partido perfeito.
Se eu ainda fosse “do mundo” teria comido todas elas sem pensar duas vezes. Mas não queria mais essa vida pra mim.
Comecei a dar mais atenção a Cida e logo já estava os namorando. Mas meu sogro era um cara esperto e ele sabia que precisava ser rápido, e por vários motivos. Primeiro que não ia demorar muito pra sairmos daqueles beijinhos e segundo que eles queriam logo amarrar o “bom partido” que apareceu.
Em menos de 2 anos nós casamos. Foi uma festa simples por um pedido meu e não teve nenhuma viagem pra nenhum lugar paradisíaco. Fomos da igreja pra minha cama.
Cida era virgem de tudo. Claro que não era inocente e sabia como as coisas eram feitas, mas experiência mesmo era zero e tive que ensinar TUDO.
Foi difícil, mas nada como paciência e uma bela chupada nos lugares certos não resolvam e com 1 ano mais ou menos de casados Cida já era uma mulher completa na cama.
O bom foi que pela diferença de idade e experiência foi fácil de deixar ela submissa e apesar de não falar muita putaria na cama, coisa que eu adoro, ela já engolia minha porra e me dava o cu sempre que eu quisesse. Principalmente o cu, pois aquela bunda me deixava louco.
Tentamos várias vezes ter filhos e depois de alguns exames, descobrimos que ela tinha um problema nas trompas e até poderíamos tentar um tratamento, mas fomos avisados que seria quase impossível ela ser mãe. Eu não me importei muito mas ela ficou muito chateada e ajudei psicologicamente no que pude, dando todo apoio possível.
Fomos seguindo com a vida só nós dois mesmo, mas quando eu estava com mais ou menos 45 anos e ela por volta dos 30 acabei adquirindo 3 hérnias de disco e minha vida mudou pra muito pior.
Além de não poder mais trabalhar, tinha que parar o sexo a todos momento por causa das minha dores, e quando dificilmente conseguia, nem de longe era a mesma coisa de antes. Eu virava minha mulher do avesso e agora eu mal conseguia mexer meus quadris. Tava tudo uma bosta.
Os atestados no trabalho estavam cada vez mais constantes e fui orientado a correr atrás de uma aposentadoria.
Com muita luta e muito tempo depois acabei conseguindo, mas não era o mesmo valor do meu salário e as coisas apertaram um pouco.
Uma vez, conversando com um amigo sobre isso ele deu a ideia de eu alugar a casa do fundo.
“Cassete, como não pensei nisso antes?”
Pensei comigo.
Já estava com 52 anos e aposentado, ela com 37 e cheia de saúde, então seria fácil tomar conta de tudo.
Conversei com a minha mulher e ela concordou.
Por uma preocupação com o problema que ela tinha, a única exigência que fiz foi pra que não houvessem crianças.
Apareceram alguns insistentes que logo descartei e outros que, sem querer julgar, tava na cara que iam me dar trabalho na hora de pagar o aluguel pois mal tinham o dinheiro do depósito.
Até que um dia Cida tinha ido na casa da mãe, que ao era muito longe e me avisou que de lá iria ao mercado e a campainha tocou.
Eram dois jovens perguntando sobre a casa.
Estavam de carro e bem vestidos. Pareciam dois playboys.
Atendi e como senti confiança convidei pra entrar pra gente bater um papo.
Eles se chamavam Gabriel e Lucas e tinham uns 25 anos. Eram rapazes bem apresentados e sabiam conversar muito bem.
Trabalhavam em bancos e se conheceram lá e decidiram morar sozinhos pois não queriam mais morar com os pais e também queriam privacidade.
Disse que entendia bem como era.
Gostei deles e não só isso. Parecia que eu estava me olhando no espelho. Toda aquela energia, aquela vontade de viver, aquele brilho nos olhos...me deu uma nostalgia muito grande e o que era pra ser uma conversa sobre dinheiro acabou virando um papo animado.
Contei pra eles algumas das minhas histórias e rimos bastante.
Estava decidido! A casa seria alugada pra eles!
A única coisa que eu pedi foi pra que tomassem cuidado com os barulhos na hora da “curtição” pois havia uma mulher alí, no caso minha esposa.
Eles concordaram e depois de acertar os detalhes levei os dois até o portão.
O tempo voou que eu nem percebi e assim que ela saíram, Cida chegou. Dei a notícia e ela ficou bem contente.
Dois dias depois eles se mudaram e recebemos bem os dois e logo estavam acomodados.
No primeiro sábado depois das mudança deles os dois estavam lavando o carro na frente de casa e nós chegamos em na hora pois tinha os dado uma saída pra visitar meus sogros.
Estava calor e eles usam essas bermudas se jogador e estavam sem camisa.
Eram malhados mas sem exagero e muito bem definidos com suas barrigas trincadas. O negócio foi que eu não fui o único que percebeu isso.
Cida parou no portão, quase hipnotizada olhando pros dois enquanto eles jogavam água um no outro brincando entre eles.
Só percebi isso porque estava logo atrás dela e cumprimentei os meninos, que animadamente nos cumprimentaram de volta.
Minha mulher só “acordou” depois que eu dei um cutucão nela pra que entrasse.
Eles eram jovens e bonitos, claro que deviam chamar a atenção da mulherada, até mesmo da minha pra ela ter reparado, mas não fiquei grilado com nada disso e fui pra minha sala.
Pouco depois minha mulher ficou na cozinha cuidando do almoço e os dois entraram e pararam na frente da porta.
- Oi, desculpa incomodar, mas a gente esqueceu de comprar toalha. Teria como emprestar uma pra gente, Dna Cida?
- Tá, vou ver aqui, mas para de me chamar de Dona.
Ouvi eles rindo sem graça e ela entrou e me avisou que ia arrumar umas toalhas pra eles e eu disse que tudo bem.
Quando ela subiu às escadas pra buscar, acho que eles devem ter achado que eu não estava alí ou não ia ouvir e começaram a falar entre eles.
- Nossa, que gostosa!
- É cara, você viu o tamanho? Perfeita!
- Pois é. Imagine de quatro. Eu só não tenho sorte.
Logo em seguida Cida desce com duas toalhas.
Naqueles poucos segundos fiquei olhando pra ela. Reparando.
Minha mulher realmente era gostosa, mesmo com aquela saia. Mas o que me deixou mais pensativo foi que em algum momento das nossas vidas eu parei de ver olhar pra ela dessa forma.
Mas eles não! Olharam pra ela como mulher e ainda deixaram claro que comeriam se pudessem.
Percebi um silêncio e me aproximei devagar pra ver e os dois se enxugavam de forma rápida enquanto Cida ficou parada na porta olhando pra eles de cima a baixo.
Os dois devolveram as toalhas agradecendo chamando ela pelo nome, no que ela respondeu.
- Agora sim. De nada.
Voltei pro sofá e ela veio me perguntar se teria problema dar aquelas duas toalhas pra eles.
Disse que não.
- Já leva lá pra eles.
E ela foi.
A janela da nossa cozinha dava de frente pra casa dos fundos, então me levantei e fui olhar, mas da sala mesmo pra não ser visto.
- Gabriieel. Chamou.
Ela saiu, mas só de cueca. Ficando mais pra dentro da casa do que pra fora.
Cida manteve a distância e estendeu a mão de longe.
- Toma, pode ficar pra vocês já que vocês tão sem.
Ele pegou e ela foi saindo.
- Obrigado Cida. A gente tá se refrescando aqui! Quer uma água ou um refrigerante?
- Não, obrigada. Não bebo refrigerante!
- É bom, pra manter a forma né?!?
Ela se virou e olhou pra trás dando apenas um sorrisinho e eu voltei tá onde eu tava.
Ela realmente não bebe refrigerante mas isso não vem ao caso. O caso é que ela foi convidada por ele que estava só de cueca, a entrar na sua casa e ainda foi cantada de leve.
Fiquei a minha pra ver se ela ia me falar alguma coisa, mas ela não falou nada. Dei uma espiada na cozinha e ela não tirava os olhos da janela.
Como ela não falou nada eu perguntei.
- E então mulher...levou a toalha lá pra eles?
- Hã?! Ah sim....levei.
- E eles falaram alguma coisa?
- Não, só agradeceram.
Ela tinha acabado de mentir pra mim!