Laura, a mãe do meu vizinho. O início!

Um conto erótico de Universitário
Categoria: Heterossexual
Contém 5907 palavras
Data: 25/04/2026 07:21:51
Assuntos: Heterossexual

Fala, leitores! Tudo bem?

Hoje vou escrever mais uma história. Porém, dessa vez, não com Silvia!

Quem não entendeu, eu sugiro que leia a série de contos onde eu narro minhas transas com Silvia, minha professora (e ex! rsrsrs).

Para isso, basta clicar no meu perfil e selecionar a série "Professora Silvia".

Agora, vou escrever sobre um caso que tive com a mãe de um vizinho meu. Para apimentar ainda mais, o nome dela será mantido.

Talvez você esteja se perguntando o porquê disso. E eu explico: para dar uma noção ainda maior da realidade e por que eu não tenho qualquer contato com esse vizinho, apenas com sua mãe rsrsrsrs.

Como disse nos relatos com Silvia, eu não gosto de contos fictícios, tampouco mal escritos.

Respeito quem cria histórias, mas prefiro me divertir com a realidade, por mais absurda que ela possa parecer.

E, por ser um leitor assíduo da CdC, eu consigo com certa facilidade perceber quando uma história não passa de uma fantasia da mente humana. Agora, com relação a contos mal escritos, eu prezo pela história, pelo contexto, pelo carinho para com a escrita. É um respeito que tenho para com o eleitor. Se você gosta de putaria, você vai curtir meus contos. Se você gosta de uma boa leitura, enredo, também vai curti-los. Agora, se eu escrevo só os atos em si, eu excluo aqueles que gostam do prazer da descoberta. Com isso, se sua expectativa é gozar lendo algo de gosto duvidoso, no sentido de ser mais do mesmo, sugiro não perder seu tempo.

Dito isso, vamos lá? Divirtam-se!

=====

Bom, depois do meu caso com Silvia, minha professora, entrei no último ano de faculdade. Me formei por volta dos 24/25 anos e trabalhei mais alguns anos enquanto complementava meus estudos com uma pós-graduação. Com isso, consegui uma oferta de emprego em uma outra capital, um pouco menor. Seduzido pelo salário e pela qualidade de vida, já que eu estava de saco cheio do caos de onde eu morava, aceitei a proposta e fui. Por ser um salário maior em uma cidade cujo custo de vida era relativamente inferior ao a que eu estava acostumado, tive condições de escolher um lugar legal para morar. Um condomínio bacana que tinha quase tudo o necessário para alguém recém-chegado a uma cidade em que não conhecia ninguém: academia, sauna, piscina, área de churrasco, enfim, aquelas lorotas de que todo mundo gosta e ninguém usa! rsrsrs Além disso, tinha acesso fácil a coisas básicas como mercado, farmácia, etc...mas isso não importa.

Como sempre fui muito sociável, a solidão foi logo desaparecendo: fiz amigos no trabalho, na academia (que me matriculei depois de um tempo usando a do prédio), no futebol e no próprio condomínio. Entre eles, o Caio, que morava no mesmo prédio. Então com 28 anos, Caio era um um ano mais novo do que eu, 27. Ele era médico e fazia residência na cidade. Além disso, Caio era proprietário do imóvel em que morava, que, por sinal, era uma cobertura no mesmo prédio em que eu alugava. Vinha de uma família de posses num estado vizinho.

Éramos um tanto quanto diferentes: eu estava solteiro, quase chegando aos 29 anos, gostava de sair com os amigos, ir para a praia, ter meus romances, era mais extravertido; enquanto Caio era mais caseiro, trabalhava e estudava muito, tinha uma namorada muito apegada. Era o famoso engomadinho rsrsrs. Além disso, era muito apegado à mãe. E olha que curioso, tinha uma irmã 3 anos mais nova, que era mais apegada ao pai! rsrsrs

Apesar disso, nós dávamos bem. Tínhamos coisas em comum, como o futebol nos finais de semana, um churrasquinho, uma boa conversa. Então, no período em que lá morei, fomos bons amigos. Ele sempre falava da família, mas durante um ano eu não conhecia ninguém pessoalmente, apenas por foto ou vídeo, especialmente quando faziam chamadas de vídeo. Caio sempre os visitava. Mas sua irmã residia no exterior, em um país cuja distância era considerável para se visitar por apenas uma ou duas semanas.

Por serem de família bem resolvida e terem muita independência, já que tinham inúmeros negócios, o pai de Caio resolveu visitar a filha. Devido à distância, ele planejou passar três meses com ela. A mãe de Caio, Laura, aceitou apenas um mês. Pois não queria ficar do outro lado do mundo por muito tempo. Então, combinaram de viajar em meados de maio, com Laura retornando no mês seguinte. Uma vez em solo brasileiro, ela iria passar os outros dois meses com o amado filho, que simplesmente adorou a ideia.

Caio me contou a novidade no início daquele ano, e fiquei muito feliz por ele, claro.

O tempo foi passando, e a vida seguiu até chegar a maio. Laura chegaria em um sábado, pois não iria direto de sua viagem ao exterior. Passaria dois dias em casa, arrumando e trocando as malas, já que o novo destino demandava roupas diferentes. Um dia antes de sua chegada, uma sexta-feira após o trabalho, chego em casa, troco de roupa e vou para a piscina. Lá eu encontro Caio, que estava de folga e também tinha ido aproveitar o calor de final de dia. Porém, já estava se recolhendo. Conversamos uns 5 minutos, o suficiente para entender a ansiedade pela chegada da mamãe rsrsrs e também, para me convidar para jantar com eles no dia seguinte, já que sua namorada, também médica residente, porém, em outra cidade, estaria de plantão. Prontamente aceitei!

No dia seguinte, eu acordo cedo, como sempre fiz, tomo um belo café e vou para a academia. Nunca gostei de iniciar as tardes de sábado sem treinar. Gostava de "resolver" isso o quanto antes para ficar livre. Na volta, ao guardar meu caso no estacionamento e ir para o elevador, quem eu encontro? Caio e sua querida mãe, Laura. Tinham acabado de chegar do aeroporto. Pelo tempo de sua estadia, e pelas encomendas de Caio, além dos mimos de mãe, Laura estava com muitas malas.

"Caio, e ai! Tudo bem?

"Oi, Luan! Que surpresa! Sim, chegando agora do aeroporto, como pode ver. Luan, minha mãe, Laura. Mãe, Luan, o amigo que vocês já viram algumas vezes por FaceTime."

"Olá, seja bem-vinda! Muito prazer!" — fui cordial!

"Oi, Luan! Muito obrigada! Prazer é todo meu."

Trocamos dois beijinhos na bochecha de cumprimento.

O elevador chega, e meio confuso, Caio diz:

"Mãe, vou subir com o máximo de malas que puder. A senhora fica aqui, pois eu já volto para te ajudar com o restante, pode ser?"

Antes que ela pudesse responder, eu fui mais rápido: "Cara, eu ajudo vocês. Sem problema! Vai subindo com o que conseguir que eu subo com o resto!"

Ambos agradeceram alegremente. Caio subiu, então fiquei a sós com sua mãe. Só então pude reparar mais em Laura: baixinha, algo por volta de 1,65m, cabelos lisos e castanhos, com uns fios brancos charmosos, channel, mas não curtinhos e, sim, quase chegando aos ombros. Laura era magrinha. Não como Silvia, magra, mas com estatura de quem faz atividade física com certa intensidade e com frequência. Ela era magrinha natural, dada sua alimentação equilibrada e de alta qualidade (como mencionei anteriormente, eles vêm de um extrato social elevado). Também tinha silicione imperceptível, pois era apenas para não deixar os peitinhos caídos (fui saber posteriormente). Nada de abundância, apenas manutenção pela idade. Falando em idade, Laura tinha 56 anos. Usava uma roupinha clássica, porém, confortável para viagem: calça de lycra preta, uma blusinha azul claro básica, uma sandalha branca nos pés. Além de óculos de grau branco, estiloso.

"Cansada da viagem, Laura?"

Ela desabafou com um leve sorriso: "Um pouquinho, afinal, foram apenas dois dias em casa, e ainda por cima refazendo malas. Isso depois de um mês. Não tenho mais idade para isso!"

"Ah, entendo. Sempre que viajo, também fico cansado. Mas fora isso, devo discordar do fato de não ter mais idade para isso! Devo confessar: eu não imaginei que Caio tivesse uma mãe tão jovem e bonita!"

Laura gargalhou, me tocando o braço:

"Ahhhh, mas o que é isso, menino? Quanta gentileza! Sou uma senhora!"

Me inclinei mais próximo dela:

"Uma senhorita! Vamos deixar assim?"

Ela riu e concordou. Então, o elevador chegou. Eu entrei primeiro com as malas, acomodei tudo para que ficasse o mais confortável possível para aquela "senhorita", que se acomodou logo em seguida. Como Caio morava na cobertura, eu tive momentos preciosos com ela no elevador, que se posicionou logo em minha frente, de costas pra mim. Laura era/é uma mulher charmosa, não vou mentir. Mas o que me prendeu a ela foi o seu cheiro e sua aura. QUE MULHER CHEIROSA! Fiquei vidrado nisso!

Aqui abrirei uma parêntese, afinal, você deve estar se questionando: "mas ele se encantou por uma mulher de 56 anos, teve um caso com uma professora quarentona, ele gosta desse tipo de mulher?" Eu gosto de mulher: não importa o tipo. O que me importa são 3 coisas: o feeling, o contexto e a personalidade. Já tive paqueras com mulheres lindas, em que simplesmente eu sequer tentei algo, pois não "batia". Ao mesmo tempo, me envolvi com mulheres em que vidrei no primeiro olhar. Também o contexto em que a mulher está inserida: já me envolvi com mulheres em que, num primeiro momento, não rolava uma troca de atenção, mas o contexto e a história envolvidos nos conectaram. Por mim, personalidade. Não importa como a mulher seja fisicamente, se ela tiver personalidade para sustentar sua postura, eu piro. Mas ainda assim, como qualquer pessoa, tem aspectos que não me atraem, mas não fecho as postas. Um exemplo? Eu não sou um grande fã de mulheres com cabelo curtinho. Mas, dependendo da mulher, da personalidade, tem mulheres que ficam incríveis com esse estilo. Isso pra mim é mais importante. Meus amigos sempre brincaram comigo que nunca "disputaram" mulher comigo, pois eu seguia um caminho não convencional, vamos dizer assim.

Eu não gosto do óbvio! Eu sinto tesão aonde os outros não sentem, principalmente em mulheres dadas pela sociedade patriarcal como "passadas". Eu gosto de olhar para uma mulher e imaginar o seu tesão que os outros não veem. Contudo, isso também me trás o onus, pois sou tão atraído por isso que, quando me deparo com isso, é difícil me controlar. Talvez por isso eu tenha tido algum sucesso com mulheres casadas, donas de casa, mães de conhecidos, namoradas de amigos. Ai que está, sou atraído pelo tesão não observado. E acreditem: existem mulheres insatisfeitas com namoros recentes, com menos de um ano. O motivo? A perda do interesse do parceiro após a conquista.

Enfim, com Laura foi assim! Foi tesão no primeiro cheiro! Claro, o fato de ser uma mulher cinquentona, mãe de um vizinho, tacava mais lenha na minha fogueira! rs

Enfim, chegamos a fantástica cobertura de Caio. Entramos, acomodamos tudo e tomamos um café, onde conversamos um pouco, me agradeceram pela ajuda e reforçaram o convite para o jantar. Sei o quanto aquilo era importante para ele, por isso não marquei nada para aquele dia e reafirmei meu compromisso, retornando em seguida para meu pobre apê! rsrsrs

Fui para casa, tomei um banho e não aguentei: toquei não uma, mas duas para Laura. Por tudo que mencionei anteriormente, sem peso na consciencia! rsrsrs Eu estava enlouquecido por seu cheiro. Almocei, adiantei algumas coisa do trabalho, finalizei um livro que comecei durante a semana e acabei tira um cochilo. Acordei por volta das 18h. Como o combinado do jantar era as 19h, eu fui tomar um banho para me arrumar. Porém, ainda deitado no sofá, eu mandei a terceira homenagem para aquela mulher que não saía da cabeça.

Dada o perfil refinado daquela família, me vesti para a ocasião, mas sem exageros, afinal, éramos vizinhos: um short social, uma polo básica vermelha, um relógio esporte casual, e um chinelo de dedo azul escuro. Cabelo levemente penteado e um perfume leve.

Ao tocar a campanhia de Caio, fui recebido por ela, minha deusa rsrsrs:

"Oi, Caio! Entre! O Caio está terminando de arrumar a mesa!"

Ela estava exuberante: short social bege, uma blusinha branca de botão branca e um mocassim também bege. Ah, e aquele perfume que me enloqueceu. Já preparado para a ocasião, levei um bom vinho que comprei em uma adega durante a semana. Vinho bom e bem caro rsrsrsrs. Ela agradeceu e o colocou na cozinha para mais tarde.

Ao entrar em seu aparamento, topei com a mesa de jantar. De fato, aquela família tinha refino. Caio aprontou uma mesa em que não se vê por aí. Obviamente, ele conta com ajuda de uma doméstica que o auxilia nos serviços de casa. Mas Caio também ajudou bastante.

O jantar foi uma maravilha: comida boa, bebida excelente, companhias muito agradáveis e tudo mais. Me contaram a história de sua família: na realidade, quem tinha dinheiro para valer eram os avós materno de Caio, ou seja, os pais de Laura. Para se ter uma ideia, Laura se formou em psicologia no exterior. O pai de Caio também tinha uma boa estrutura financeira, mas não comparada a de sua esposa. Porém, uma vez casados, o pai de Caio foi muito competente ao não só manter a riqueza da família, mas também a aumentá-la. Enfim, Laura falou da criação dos filhos, das histórias da família, como Caio foi parar em medicina e a filha foi estudar moda. Contei um pouco de minha vida também. Apesar da diferença social, Laura era uma mulher muito aberta à diversidade. Era uma mulher vivida, cheia de experiências. Era muito amigável, humilde e uma excelente ouvinte.

O papo estava agradável, até Caio "reclamar":

"Uma pena que consegui apenas duas semanas de férias!" — com aquela certa frieza de quem vem de família muito bem apossada.

Laura o tranquilizou: "Filho, esta tudo bem! Estou feliz por estar aqui, e não vejo problema em ficar um pouco sozinha, afinal, faz bem pra todo mundo ter momentos de paz!"

Tentei tranquiliza-los: "Olha, Caio. Não se preocupe. Já conheço sua mãe, se quiser eu posso ajudar de alguma maneira. Que tal poupa-la de certa solidão e evitar que trabalhe em casa cozinhando ou comendo comida de delivery? Eu posso cozinhar para ela qualquer dia que você estiver de plantão noturno. O que vocês acham?"

Ambos responderam imediatamente que não, pois iriam incomodar. Mas eu logo complementei:

"Mas eu não vou me incomodar com isso, de coração. Estou longe do meu estado, sei um pouco do peso da solidão, e gosto de uma boa companhia, uma boa conversa. Confesso que vai me fazer bem, até. E outra, quantas vezes você já me socorreu quando precisei de serviços de saúde? Nada como retribuir de alguma maneira!"

E de fato, Caio já me ajudou muito. Sempre que tinha alguma lesão, principalmente praticando algum esporte, eu me consultava com ele, sem me cobrar um tostão. Caio pontuou:

"Com uma condição! Quando for incomodar, estiver ocupado, cansado, você vai me falar!"

"Fique em paz! Agora depende de sua mãe!"

"Se você insiste, por que não? Agradeço a hospitalidade, Luan! Você é um amor!"

Aceito por todos, seguimos nosso jantar. Papo vai, papo vem. Comida entra, bebida também. A noite estava muito agradável. Laura tinha descansado um pouco a tarde, então estava bem disposta. Nem vimos o tempo passar. Eram 23:30h quando avisei que ia me recolher. Insistiram para eu ficar um pouco mais, mas eu fui para casa. Nos despedimos com dois beijinhos novamente e um abraço em Caio.

Domingo não nos falamos. Imaginei que mãe e filho estavam matando a saudade. Na segunda feira, no horário do almoço, estava no meu escritório na empresa, quando recebo uma ligação de Caio:

"Luan, pode falar? Cara, desculpe incomodar, mas me apareceu um plantão noturno de ultima hora amanhã. Infelizmente não pude dizer não, já que estarei com um dos melhores médicos disponíveis, onde posso aprender bastante. Mas está muito em cima, minha mãe mal chegou e já vai ficar sozinha. Também creio que estará em cima pra você também. Então, queria te pedir algo. Poderia fazer companhia pra ela no jantar? Mas você não precisa fazer nada em casa. Só ir la pra minha. Amanhã ela vai fazer algo simples, já que a Cida (funcionária dele) está de folga, mas bem saboroso. Poderia quebrar essa para mim?"

Era admirável como Caio, como todo o histórico de sua família, se entregava no hospital. Ele podia ter optado por um outro caminho que lhe desse mais flexibilidade. Não que ele não terá quando terminar a residência, afinal, tem condições de ter seu próprio hospital rsrsrs. Mas ele se entregava!

"Claro, Caio! Não se preocupe, o bom que eu poupo um pouco de trabalho na janta! rsrsrs"

"Combinado, então. Vou passar seu contato para ela!"

O dia seguiu normalmente, não falei com ela, nem com ele. No dia seguinte, a mesma rotina: acordar cedo, ir malhar, trabalhar e casa. Pouco depois de chegar em casa eu recebo um WhatsApp:

"Luan, Laura aqui. Mãe do Caio! Você vem jantar hoje, então?"

Ri daquela mensagem: "Oi, Laura. Acho que já a conheço, não? hehe Sim, se a 'senhorita' quiser, sim!"

Ela retribui: "Kakaka amei o senhorita, já tinha me esquecido. Pode vir quando quiser, tá?"

Eu não sei por que, mas, apesar do tesão, nesse dia, durante o banho, eu não bati uma para ela. Diferente de sábado, domingo e segunda! rsrsrsrs me arrumei casualmente e fui: short jeans, chinelo e uma camiseta básica branca. E Laura me recebeu no mesmo estilo: vestidinho leve verde, um discreto colar de pérolas no pescoço, duas pulseiras de ouro no punho, cabelos presos e óculos de grau preto, além de chinelo branco nos pés. A comida "simples": bobó de camarão, lagosta e um salada leve.

"Laura, eu não trouxe nada para beber por não sei se a 'senhorita' beberia hoje!"

"Adoro o senhorita! Mas não se preocupe, você toma vinho branco? Me acompanharia?"

Não pude negar! Acompanhei aquela mulher no vinho, tivemos excelentes conversas, onde ela se aprofundou mais sobre ela mesmo: os tempos de universitária no exterior, os hobbies, as leituras, a carreira. Laura ainda atendia, mas tinha sua própria clínica e um nome no mercado que garantia muitas entradas a ela. Sem falar as posses rsrsrs

Já os negócios da família eram tocados pelo marido e pelos irmãos. Por isso ela podia ser ao "luxo" de ficar três meses aonde quisesse!

Laura me contou do marido, de como eram, como se conheceram. As famílias eram amigas, se reencontraram logo que ela voltou do exterior, com 23 anos de idade e logo começaram a namorar. Anos depois, após ela ter concluído a continuação de seus estudos no Brasil, tiveram Caio, o primogênito! Nessa hora ela me pergunta:

"Vamos para a sala? O papo está bom o suficiente para relaxarmos no sofá!"

Concordei e fomos. Levamos o vinho, ela foi na frente, comigo a seguindo atrás. Ao chegamos no local, ela solta os cabelos, liga uma música no sistema de som da sala e se senta no sofá. Eu não sei o que deu em mim, mas ao invés de sentar no outro, eu me sentei ao seu lado. Enfim, ela não demonstrou qualquer constrangimento e assim seguimos.

Ao falar sobre si, eu a indaguei sobre o período no exterior, que deve ter vivido com intensidade, aproveitado muito. Mas ela me disse que não. Teve uma educação muito rigorosa no sentido de comportamento, que era muito estudiosa, mas deveria ter aproveitado mais. Ela tem uma voz muito suave, extremamente educada. Quando me questionou:

"Pelo que me disse, você tem 28 anos! Nessa idade eu estava casada com meu marido. Tem pretensão de casar? Ter filhos? O mundo hoje mudou, sua geração é muito diferente da minha, com mil e uma possibilidades, acessos, conexões. Interessante ouvir um jovem como você e ver quais as demandas! Talvez aqui esteja fazendo um curso de psicologia informal para aprimorar meus entendimentos e atender melhor."

Educada, inteligente e vivida, ela sabia entrar e sair de uma conversa. Sabia onde pisava. Ou pensava que sabia rsrsrs. Laura tinha consciência de que não estava sendo invasiva comigo, percebeu isso durante nossa conversa, por isso as perguntas. Então, eu respondi:

"Olha, Laura. Para responder a sua pergunta, talvez eu te fruste!"

Curiosa, ela pergunta: "Será? Eu 'vivo' de ouvir as frustrações alheias a mim!"

Eu a acompanhei no riso e respondi:

"Está certa. Você me pegou. Bem, olha, a 'senhorita' tem razão.."

No que fui interrompido: "Por que não me chama de senhorita na frente do Caio"

"Ah, talvez tenha sido uma que encontrei naturalmente de quebrar o gelo no nosso primeiro contato. Visto de alguém de fora, principalmente o filho da dama, talvez pudesse ser interpretado de maneira errônea. Sendo assim, segredo nosso"

Ela consentiu rindo: "Claro, sem problemas. Prosseguindo....?"

"Então, Laura. Vontade de casar eu tenho, claro. Mas não me apego a isso. Se acontecer, ótimo. Caso contrário, a vacina social que tomo ao não pensar nisso talvez me prive de sofrimento caso isso não aconteça!"

Ela se mostrou curiosa:

"Mas por que você acha que isso não aconteceria? Você é jovem, educado, charmoso, saudável, tem uma boa profissão. Deve chover opções no seu colo!"

"Olha, muito obrigado pelos elogios. É fantástico ouvir isso de uma mulher do seu porte. Mas...eu não sei explicar. Quer dizer, sei, porém...."

Laura complementou enquanto eu pensava: "Uau, do meu porte...pode dizer, aproveite a terapia grátis!"

"Bem, eu não costumo me envolver com mulheres que me leve a esse tipo de processo amoroso de namorar, noivar, casar, ter filhos..."

Laura, com os olhos curiosos: "Pode continuar?"

Eu já tinha tomado umas três taças de vinho, então continuei:

"Bem, é...eu me atraio por mulheres que não são tão 'padrões' assim. Infelizmente, ou felizmente, eu não sei, eu sinto atração por aquelas que ninguém vê, e não por uma questão restrita a beleza, mas ao contexto como um todo! Mulheres muitas vezes 'marginalizadas' sexualmente. Sabe? Para você ter uma ideia, minha taxa de acerto com mulheres casadas, por exemplo, é enorme. São aquelas que os maridos já não olham, o aspecto beleza já não atende ao 'padrão'. Eu também vou muito pelo instinto. Pode ser a mulher mais linda do mundo, se meu instinto não me provocar, eu não vou! O problema que meu instinto se manifesta naquelas pouco 'acessíveis'. Então, quando eu digo de frustração para contigo, eu quis dizer que talvez eu não siga um 'padrão' da nova geração'. Até por que...."

Ela quebrou o silêncio: "Até por que....?"

Eu ri e soltei na lata: "Até por que dizem que a nova geração transa pouco, o que não é o meu caso!"

Ela mexe no cabelo, o que me liga um sinal de "alerta": "Interessante! Realmente, não me parece um padrão que você segue. Muito interessante!"

Eu complementei: "Pois é, não me comparo a ninguém, já que tenho a consciência de que sou diferente dos meus amigos!"

Laura exclamou baixinho, mexendo ainda nos cabelos: "Casadas..."

"Olha, me desculpe. Não quero que pense mal de mim, até por que, sou amigo de Caio!"

Ela tentou me tranquilizar: "Claro que não, sem julgamentos ou pré-conceitos! Mas diga-me: não tem namorada? Ou está mirando alguma dessas experiências em que você é expert?"

Levemente, dado o "expert", eu respondi: "Não namoro, nem tenho ficante, nada. Quanto a sua segunda pergunta...."

Fiquei em silêncio mais uma vez. Ela sorriu:

"Imagino que esteja de olho!"

Eu respondi olhando em seus olhos:

"Definitivamente estou de olho!"

Ela ficou imóvel. Eu também! Foram uns 5 segundos de paralisia total, quebrada por um avanço meu sobre ela, grudando sua boca na dela! No início ela pareceu em choque, depois foi se voltando aos poucos, até me empurrar de leve:

"Mas o que foi isso?"

Ao que lhe respondo:

"Eu não consigo te responder, apenas te mostrar" e voltei pra sua boca!

Nossa, que boca macia, gostosa, suave. Ela ainda tentou me interromper novamente, me empurrando:

"Mas eu nunca fiz isso!"

Ali eu já estava seguro de si:

"Mas tudo tem sua primeira vez, Laura! E a sua será comigo, aqui e agora!"

Ataquei Laura novamente, dessa vez ela retribuiu ofegante. Definitivamente, parecia que havia anos que Laura não beijava daquele jeito. Normal, se tratando de um casamento de quase 30 anos. Eu a pegava pelos cabelos, beijava seu pesçoco, enquanto ela me falava:

"Menino, que loucura! Calma, estamos na casa do Caio, na sala dele!"

Então, eu parei, olhei em seus olhos e sorri:

"MELHOR AINDA!"

Voltamos a nos atracar. Mas quando eu digo isso, não pense que foi a selvageria de dois adultos de 20 anos de idade. Eu sabia aonde estava me metendo. Beijo ardente, mas respeitando sua falta de costume, seu tempo, seus costumes. SEU CONTEXTO! Laura já não apresentava qualquer arrependimento. Eu a beijava, minha mão percorria seu corpo, eu chupava seu pescoço de leve, para não deixar marcas, afinal, o filhinho desconfiaria rsrsrs.

Fui descendo do seu pescoço ao seus peitos, ela gemia, e eu descia. Tirei a alça de seu vestido e me deparei com seus peitos firmes, sem sutien. Segundo ela, depois me contando, para não sobressair com o vestido leve, e por que estava "em casa". Os peitos firmes. Não grandes, não pequenos. Normais e com a firmeza garantida pelo silicone que mencionei no início do conto. Aquela pela de uma "senhorita" de 56 anos, misturado àquele perfume inesquecível, me enloquecia. Chupei com delicadeza seus peitos, enquanto ela falava: "Que loucura, Luan! Que loucura!"

Então, a puxei para a ponta do sofá, e terminei de tirar o seu vestido. Ela usava uma calcinha roxa, linda. Que mulher gostosa! Voltei para seus peitos, dei mais umas belas chupadas, e fui descendo por sua barriga, sentido sua pele de mulher vivida. Desci chupando, abrindo suas pernas. Ainda um pouco envergonhada, ela tentou evitar. Mas eu não deixei. Abri suas pernas, e lambi sua bucetinha ainda por cima da calcinha. Ao fazer menção tira-la, ela tentou uma última vez salvar sua "dignidade", ao fazer um gesto para me impedir. Tentou em mão. Entrelacei meus dedos aos seus com uma mão, com a outra eu segurava em sua cintura, e com os dentes eu fui puxando sua calcinha, enquanto olhava em seus olhos. Eu percebi, em partes, o motivo de sua reluta: ela tinha pelos na xoxota, o que é zero problema para mim. Eu apenas sorri de satisfação e passei minha língua em seu grelo, enquanto minhas mãos acariciavam seus peitos. Inacreditavelmente, ela anunciou que ia gozar na mesma hora:

"Ai, Luan! Ai, Luan! Que loucura! Eu estou gozando!"

Eu nem acreditei, eu nem bem passei a língua em sua buceta e ela começou a gozar. E eu fui de boca em sua buceta, mergulhei com a boca nela. Fiz ela gozar na minha boca, enquanto eu chupava gostoso aquela buceta. Enquanto ela terminava de gozar eu chupava com gosto. Eu levantei com o rosto pingando, a barba molhada. Passei a mão nela, e depois levei à boca. Laura, sorria incrédula. Então, eu tirei a minha camiseta, meu short e fiquei só de cueca:

"Eu não acredito nisso, Luan!"

"Você ainda não viu nada! Sente-se, Laura!" falei a segurando pelas mãos.

Ela passava as mãos em meu peito, minha barriga, como quem não acreditava no que estava prestes a fazer. Descia, alisava minhas coxas, voltava para meu peito e repetia o script. Vi que ainda estava acanhada. Segurei, então, sua mão e levei até o meu pau! Ela sorriu e esfregou, apertou:

"Tira!" — eu falei firme!

"Tirar?" — ela questionou!

"Sim, tem um presente de boas-vindas para você, Laura!"

Ela sorriu e tirou:

"Uau!"

"É todo seu!"

"Todo meu?"

"Bem vinda, Laura! Sua estadia vai começar agora!"

A peguei pelos cabelos e devagar fiz aquela mulher engolir meu pau! Ela fez menção de tirar o óculos, mas eu não permiti:

"De óculos!"

"Mais sexy?"

"Mais cara de mãe de família!"

Ela sorriu e chupou. Ela estava sem prática. Mas logo foi relembrando o que fazer. Diferente de Silvia, que era mais calma, Laura foi calma apenas no início. Parece que "já que estava na chuva, era pra se molhar" era o que passou em sua cabeça. Ela começou a me chupar com vontade. Segurou minhas bolas enquanto chupava, depois foi com a boca nela:

"Estou um pouco sem prática, talvez esteja longe das suas 'proibidas'" — quis se justificar!

"Você está indo muito bem, e ainda temos dois meses de curso de psicologia do sexo!"

Ela riu e abocanhou! Mamou, mamou e mamou! Então, eu tirei meu pau de sua boca e bati com ele em seu rosto, que se assustou:

"Nossa, eu nunca apanhei no sexo!"

Então, eu me abaixei, puxei seu cabelo e dei um tapinha de leve em seu rosto, que gemeu:

"Aiiii!"

"Você vai sair daqui outra mulher, Laura"

E voltei a meter em sua boca, mas de leve. Foi então que fiz algo inédito para mim: peguei a taça de vinho que estava na mesa de centro e derramei sobre meu pau enquanto segurava minha camiseta em baixo para não sujar o chão do apartamento de Caio:

"A partir de hoje sempre que beber um bom vinho vai se lembrar de mim! Chupa!"

Ela me olhou incrédula e chupou:

"O melhor vinho que já provei", ela sorriu!

Após uns 5 minutos "bebendo vinho", eu me sentei no sofá. Queria que ela começasse por cima, para ela ter o controle da situação nessa nova experiência em sua vida:

"Vem, Laura! Vem sentar gostoso na minha pica, vem!"

"Sem camisinha? Não!"

Peguei uma que eu tinha em minha carteira, abri e coloquei rapidamente:

"Está no jeito, pode sentar, amor!"

Então, ela sentou fazendo cara de dor:

"Está doendo, vai devagar?"

"Muito tempo sem uso, estou um pouco apertada", ela falou em meu ouvido!

Eu respondi: "vai usar muito nesses dois meses, mas vamos com calma agora, já já você vai estar pedindo mais"

Ela foi sentando, lentamente, até ficarem apenas as minhas bolas de fora:

"Viu, você aguentou bem! Agora fode, vai! Fode devagarzinho!"

Ela foi sentando, sentando, rebolando:

"Caralho, muito tempo sem fazer isso", Laura soltando o primeiro palavrão

"Hummmm, sua buceta está pegando fogo!"

"Estou com muito tesão Luan, muito!"

Ela foi rebolando, enquanto minhas mãos passeavam pelo seu corpo, suas costas, seus peitos. Trocávamos muitos beijos, eu mamava muito seus peitos, enquanto ela ia aumentando o ritmo da sentada. Dei uns tapas de leve em sua bunda:

"Aiiiii, que tesão apanhar!"

"Safada!"

"Aiiiiiiii, Luan! O que eu estou fazendo?"

"Está sendo safada, uma cachorra, no pau do amigo do teu filho!"

"Não fala isso! FALA!"

Ela estava com a consciência dividida entre a mãe de família e a luxuria:

"VOCÊ ESTÁ SENDO UMA CACHORRA, NO PAU DO AMIGO DO TEU FILHO!", eu falei bem alto!

"Ahhhhhhhhhh, não! Não estou! Estou! No pau dele, do amigo do Caio! Aiiii, eu vou gozar! Gozar!"

Aquela mistura de luxo, sexo, o desejo, o proibido tinha nos contaminado. Laura, só de colar de pérolas e ouro no punho, eu, sentando em mim....era muito, muito tesão:

"Esta sendo o que? Fala mais alto que eu quero ouvir!"

"Cachorra, estou sendo uma cachorra no pau do amigo do meu filho! E eu estou gozando!"

Nessa altura ela se deitou sobre mim, que falava em seu ouvido:

"Goza nessa pica, Laura! Goza! Mostra que você é minha puta!"

"Eu sou sua puta, sua puta, sua puta, Luan! Ahhhh, eu gozei!"

Ficamos abraçados um tempo, nos beijando muito, curtindo nosso momento. Era gostoso demais meter com ela, mas também trocar carícias, afagos:

"Estou me sentindo a jovem universitária que fui um dia, mas que não aprontava, sinto que estou revivendo um passado mas complementado", ela me confidenciou

"Vamos viver mais! Vire-se e fique de quatro!"

Ela foi lentamente saindo de mim, se posicionando no sofa, empinando meu desajeitada pela falta de prática. Coloquei a mão levemente em suas costas, fazendo com que ela ficasse com as costas arqueadas para baixo e, consequentemente, mais empinada para mim. Fechei suas pernas, me ajeitei atrás dela e fui empurrando bem devagar. Eu empurrava tudo, tirava tudo, empurrava tudo, tirava tudo. Até ela se acostumar. Depois de uns 5 minutos eu fui metendo mais forte, porém, sem exageros, curtindo aquele momento. Ela só gemia:

"Ahhhhh, uhhhhhh! Que delicia!"

E eu metendo, com cadência, no ritmo que ela aguentava. Eu olhava o cenário: aquela cobertura luxuosa do meu vizinho, que estava trabalhando naquele momento, enquanto a mãe dele, uma cinquentona casada, estava totalmente pelada, de 4 no sofá dele, comigo, um cara quase com a idade de seu filho, mandando ver nela, vendo aquela bundinha balançando, sua pele de mulher madura, gemendo de tesão, sendo pega pelos cabelos...era um absurdo para mim! A sorte que eu estava cadenciando as metidas, ou seja, podia reduzir o ritmo para não gozar. Ela de 4 pra mim, eu sapecando ela em pé. Ela foi aguentando o ritmo, e eu aumentando. O eco dos nossos corpos se chocando dava o tom do que estava acontecendo.

Então, eu coloquei os dois pés no sofá em montei nela, passando uma mão por baixo do seu braço, apalpando seus peitos, e depois indo até seu pescoço, e a outra esfregando sua bucetinha, enquanto eu metia nela sussurrando em seu ouvido:

"Nunca imaginei que a mãe do Caio fosse tão safada!"

"Nem eu!", ela gemeu rindo!

Quando eu estou por cima ou gozando, eu me descarrego a falar putaria:

"Você não tem vergonha, Laura? Seu marido viajando pra visitar a filha, seu filho trabalhando e você aqui, uma mãe de família, fina, fodendo com o amigo dele?"

Laura, apesar de não estar acostumada com isso e ser uma mulher de mente bem aberta, tentava se adaptar:

"Fodendo! Fodendo! Estou estou fodendo com um amigo do Caio, enquanto ele está de plantão. Ahhhh, eu não tenho vergonha! O que estou fazendo?"

"FODENDO! FODENDO!", eu falava alto!

Ela gemia:

"Ahhhhh, o que? O que?"

"Você está fodendo! Fodendo com um amigo do seu filho enquanto ele trabalha, sua cachorra!"

Acho que o novo mexia com ela, que respondia:

"Ahhhhh, eu vou gozar, Luan! Eu vou gozar, lindo!"

Com meu peito colado em suas costas, meus dedos em sua buceta e seus peitos, metendo apenas com os movimentos do quadril, enquanto ela se entregava, eu ia gozar:

"Vou gozar junto com você, Laura! Vou te encher de leite! Vou gozar na vagabunda da mãe do Caio!"

"Aiiiiii, eu estou gozando! Goza comigo, Luan! Goza, meu amor! Goza na mãe dele, vai!"

"Ahhhh, toma, Laura! Toma leitinho! Toma!"

"Ahhhhh, Luan! Fode, fode! Goza, seu gostoso!"

Gozamos juntos, numa sincronia incrível! Caímos no sofá e a puxei para mim, onde ficamos trocando muitos beijos, mãos bobas, carícias! Era por volta de 22h, fomos para o banho, onde "namoramos" um pouquinho, sem sexo. A ajudei a limpar a bagunça da sala, para o filhinho não desconfiar de nada que mamãe dele aprontou. Arrumamos a mesa e guardamos tudo. Era 23h, fomos assistir um pouco de TV e ficamos nos curtindo ali.

Caiu saia do plantão as 7h. Eu podia ter dormido ali, mas achamos por bem não. Para não dar brecha, nada fora do lugar. Fui para casa próximo de meia noite, não sem antes trocarmos beijos calorosos.

Mas a história da estadia de Laura estava apenas no início! rsrsrs

===========================

Para além do conto:

A publicação desse conto por terceiros em outras plataformas está proibida!

===========================

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Luan! a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários