​O Desejo Proibido Casada kah: Parte 2

Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 997 palavras
Data: 25/04/2026 07:16:02

Continuação da kah Parte 2! Adrenalina estava no ápice. No sofá, o jogo de poder virou. Aquela baixinha branquinha, que parecia tão contida, montou em cima de mim de roupa e tudo. Ela começou a cavalgar, esfregando a buceta no meu pau por cima do tecido, prendendo minhas mãos para cima, me dominando com um beijo voraz. Ela queria o controle, mas eu não ia deixar barato.

​Num arranque, soltei minhas mãos, grampeei aquela bunda redonda com força e a joguei de lado. Meus olhos fixaram no zíper que cortava o cropped dela bem no meio. Abri de uma vez e aqueles peitões saltaram para fora. Branquinhos, durinhos, com os bicos já apontados. Ela ainda tentou um "melhor não", mas eu não dei ouvidos. Mergulhei a boca ali, sentindo a consistência deliciosa de um peito de mãe que é firme e gostoso. Chupei um, depois o outro, enquanto ela perdia o fôlego e gemia alto, apertando minha cabeça contra ela.

​Arranquei o top dela e a tensão só subiu. Ela voltou por cima, nua da cintura para cima, os peitos balançando enquanto me beijava. Mas eu queria mais. Joguei ela de lado de novo e comecei a descer a legging.

​— Fica aí. Parada. — ordenei.

​Ela obedeceu. Ficou de quatro, baixou a cabeça e empinou aquela bunda incrível na minha direção. Eu comecei a beijar cada centímetro daquela carne branca, subindo pelas coxas até chegar no alvo. Puxei a calcinha de lado e, sem aviso, meti a língua direto no cu dela. Ela deu um solavanco, um gemido agudo que ecoou na sala. Eu percebi na hora: ela amava uma linguada ali. Ela apertava a minha língua com o buraquinho, entregue totalmente à pica, perdendo toda a pose de casada.

​Depois de levar ela ao delírio no rastro, eu a virei de frente. Abri as pernas dela, beijando as polpas da bunda e as coxas, até focar no que me deixou maluco desde a academia: aquela buceta gordinha e saltada. Estava inteirinha melada, um líquido transparente que escorria, deixando tudo brilhando. Quando encostei a língua no grelo dela, ela quase saiu do chão. Chupei com vontade, sentindo o gosto dela, enquanto ela se contorcia toda.

​— Vem... — ela implorou, a voz sumindo.

​Eu me levantei, o sangue latejando. Ela me ajudou a tirar o shorts e a cueca. Quando meu pau de 18 cm, moreno e de cabeça rosada, saltou para fora, os olhos dela brilharam. Ela não esperou. Ali mesmo, de quatro no sofá, ela grudou na cabeça do meu pau e começou a mamar com uma fome de quem estava em jejum há anos. Foram 10 minutos de uma chupada profunda, barulhenta, ela querendo engolir tudo.

​— Para... se não eu não vou aguentar — eu disse, puxando ela pelos cabelos.

​Coloquei ela de quatro de novo. Eu batendo na bunda dela, aquele som de estalo, e ela implorando: "Vai logo... me come!". Eu sentia o quanto ela estava apertadinha. Fui entrando bem devagar, sentindo a pressão daquela buceta quente apertando meu pau sem parar. Comecei a bombar com cuidado, sabendo que se eu acelerasse demais, gozaria na hora. Eu segurava na cintura dela, sentindo cada centímetro entrar, ouvindo os gemidos dela ficando cada vez mais graves e desesperados.

​Eu batia, batia e sentia o aperto ficando cada vez mais forte, até que senti que...uma explosão de adrenalina e de desobediência total. No sofá, o clima era de completa perdição. Quando eu deitei por cima dela, sentindo o calor daquela pele branquinha e vendo os peitões balançando na minha cara a cada movimento, eu senti que o meu limite estava chegando. O prazer era tanto que eu sabia que não ia durar muito.

​Eu batia forte, sem dó, e a cada estocada ela gemia mais alto, desesperada. Eu olhava bem no fundo dos olhos dela e provocava:

— Tá gostando, né? Quem é o seu homem aqui hoje?

— Você... é você! — ela respondia, arqueando o corpo.

— Então fala meu nome! Grita quem está te comendo! — eu comandava, puxando o cabelo dela para trás com vontade.

​Ela gritava meu nome, entregue, sem fôlego. Eu não deixei barato e joguei o marido na conversa para ver até onde ia a safadeza:

— O corno não te come desse jeito, né?

— Não... — ela gemia, a voz falhando.

— Ele é o quê? Fala!

— Ele é um frouxo! — ela disparou, e aquilo foi o combustível que faltava.

​Eu batia lá no fundo daquela buceta apertadinha, sentindo que ela estava inteira melada, um excesso de lubrificação que eu nunca tinha visto. O prazer era absurdo. Eu avisei, com a voz rouca:

— Eu vou gozar... vou gozar dentro!

No começo ela teve aquele susto de casada, mas o tesão falou mais alto:

— Goza, meu homem! Goza tudo!

​Nisso, eu descarreguei. Foi uma esporrada violenta, lá no fundo do útero dela. Eu sentia os jatos saindo e ela apertando meu pau com as paredes da buceta em espasmos de prazer. Quando eu senti que estava terminando, tirei o finalzinho e gozei o resto na testa da buceta dela, deixando ela toda marcada.

​Ela me olhou, tentando recuperar o ar:

— Seu safado... você é louco, não devia ter gozado dentro! — mas o sorriso no rosto dela dizia que ela tinha adorado cada segundo daquela loucura.

​Depois, o clima ficou mais suave. Fomos para o banheiro, tomamos aquele banho juntos, entre beijos e carinhos na água morna. Eu até tentei colocar de novo, mas ela já estava satisfeita, exausta de tanto prazer. Nos enxugamos, voltamos para o sofá e ficamos ali, abraçados, trocando palavras baixas e curtindo o pós-fogo. Até tiramos umas fotos juntos para guardar de recordação, mesmo ela ficando com aquele receio de casada, mas a vontade de registrar o momento venceu.

​Foi um encontro inesquecível. A "amiga da minha amiga" deixou uma marca que nenhuma rotina vai apagar. Aquela baixinha de buceta saltada e bunda de ouro ficou cravada na minha memória para sempre. Eu nunca vou esquecer da karem que mulher incrível e gostosa saudades dela.

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