Acordei no meio da madrugada, o quarto ainda envolto na penumbra suave que o abajur deixara aceso. O relógio na mesinha marcava pouco mais de três e meia. Meu corpo estava quente, febril, como se o sono tivesse sido apenas uma pausa superficial para um desejo que não se aquietava. Lucas dormia profundamente ao meu lado, o lençol fino caído até a cintura, expondo o torso largo e definido. A luz fraca desenhava sombras suaves nos contornos dos músculos do peito, nos ombros largos herdados do pai, na barriga plana com aquele V tentador que desaparecia sob o lençol. Ele respirava devagar, o rosto relaxado, os lábios entreabertos, o cabelo castanho bagunçado sobre a testa. Meu filho. Meu menino de dezenove anos, agora homem, deitado nu ao meu lado depois de tudo o que havíamos feito.
Sentei-me devagar na cama, o coração já acelerado. A camisola fina estava enrolada na cintura, os seios pesados livres, os mamilos endurecidos pelo ar fresco e pela excitação que pulsava entre as minhas pernas. Eu estava molhada, muito molhada. Sentia a umidade escorrendo pela parte interna das coxas, os lábios vaginais inchados e sensíveis roçando um contra o outro a cada movimento mínimo. Meu Deus, o tesão estava alto demais. Era como se o ato da noite anterior tivesse acendido um fogo que não se apagava.
Fiquei ali, observando-o. Meus olhos desceram pelo corpo dele: o peito largo subindo e descendo, os braços fortes descansando ao lado do corpo, as coxas musculosas levemente afastadas. O lençol cobria apenas parcialmente o quadril, e eu via o contorno do pênis dele em repouso — grosso mesmo agora, descansando pesado contra a coxa. Um calor líquido subiu pelo meu ventre. Levei a mão ao meu próprio corpo, primeiro tocando os seios. Apertei-os suavemente, sentindo o peso familiar, rolando os mamilos entre os dedos. Um gemido baixo escapou dos meus lábios. Depois, a mão desceu pela barriga macia, passando pela curva dos quadris largos, até chegar entre as pernas.
Meus dedos encontraram a umidade quente. Separei os lábios vaginais com dois dedos, sentindo o clitóris inchado pulsar. Comecei a me tocar devagar, círculos lentos no botão sensível, enquanto minha outra mão continuava a acariciar os seios. Os olhos não saíam de Lucas. Pensei em tudo: na boca cheia do pau dele, no gosto do sêmen que eu havia engolido, na forma como ele gemia “mãe” sem dizer nada. Era terapia? Era para ajudar o sono dele, para liberar endorfinas, para criar segurança emocional? Ou era puro tesão meu? Eu queria aquilo para ele… ou para mim? A dúvida me consumia enquanto os dedos aceleravam. Eu estava me masturbando olhando para o meu filho adormecido, sentindo ondas de prazer subirem pela espinha. Meus pelinhos pubianos arrepiados, a vagina contraindo em espasmos vazios, implorando por mais.
De repente, os olhos dele se abriram. Lucas acordou, piscando devagar, o olhar confuso por um segundo até focar em mim. Ele me viu sentada, nua da cintura para baixo, com a mão entre as pernas, os seios expostos, o rosto corado de excitação. Não disse nada. Apenas me olhou, os olhos castanhos escurecendo de desejo. O pênis dele, que antes repousava, começou a endurecer visivelmente sob o lençol fino — inchando, levantando o tecido, tornando-se aquela barra grossa e pesada que eu já conhecia tão bem.
Aquilo durou alguns minutos. Eu continuei me tocando, mais devagar agora, sustentando o olhar dele. Ele observava, a respiração ficando mais pesada, o pau completamente ereto agora, a cabeça rosada aparecendo por baixo do lençol. Nenhum de nós falou. O silêncio era elétrico, carregado de cumplicidade proibida.
Não aguentei mais.
Levantei-me de joelhos na cama, o corpo tremendo de antecipação. Puxei o lençol para o lado, expondo completamente o pênis dele — vinte centímetros de carne rígida, veias saltadas, glande brilhando com pré-gozo. Montei nele devagar, as coxas abrindo ao redor dos quadris largos. Meu coração batia tão forte que parecia ecoar no quarto. Guiei o pênis com a mão trêmula até a entrada da minha buceta. A glande quente roçou os lábios molhados, separando-os. Eu estava encharcada, escorregadia, pronta. Desci centímetro por centímetro, sentindo a grossura dele me abrir, me esticar, me preencher como nenhum homem havia feito em anos.
“Ahhh…”, um gemido longo escapou da minha garganta quando ele entrou até o fundo. O pau do meu filho estava completamente enterrado dentro de mim — quente, pulsante, enorme. Fiquei parada por um momento, adaptando-me à sensação de estar tão cheia, sentindo as paredes da minha vagina apertarem ao redor dele. Depois, comecei a cavalgar.
Devagar no início. Movimentos circulares, subindo e descendo com controle, aproveitando cada segundo. Sentia cada veia roçando minhas paredes internas, a glande batendo fundo no meu ponto mais sensível. Meus seios balançavam pesados a cada descida, os mamilos duros. Lucas colocou as mãos nos meus quadris, segurando firme, mas deixando que eu ditasse o ritmo. Eu acelerava aos poucos, cavalgando com mais intensidade, o som molhado da nossa conexão enchendo o quarto — o barulho obsceno da minha buceta engolindo o pau dele repetidamente.
O prazer era avassalador. Eu aproveitava cada segundo: a sensação de poder, de entrega, de intimidade proibida. Meus pensamentos voavam — “É para o sono dele… é para mim… é amor… é loucura…” — mas o corpo não parava. Cavalgava mais rápido, os quadris batendo contra os dele, o clitóris roçando na base grossa do pênis a cada descida. Lucas gemia baixo, os dedos cravando na minha carne macia dos quadris, empurrando para cima para encontrar meus movimentos.
O orgasmo veio para nós dois quase ao mesmo tempo. Meu corpo inteiro tensionou primeiro — as pernas tremendo violentamente, a vagina contraindo em espasmos fortes ao redor do pau dele. Explodi em um clímax intenso, longo, ondas de prazer que me fizeram jogar a cabeça para trás e gemer alto, sem me importar com o volume. Senti Lucas inchar dentro de mim, pulsando violentamente, e então ele gozou — jatos quentes e abundantes enchendo minha buceta, transbordando ao redor do eixo grosso enquanto eu continuava a me mover devagar, ordenhando cada gota.
Quando os espasmos diminuíram, eu desmontei com cuidado, o sêmen dele escorrendo pela minha coxa. Deitei-me novamente ao lado dele, o corpo suado e exausto, o peito subindo e descendo rápido. Lucas puxou-me para perto, abraçando-me por trás, a respiração dele quente no meu pescoço. Ele adormeceu rapidamente, o corpo relaxado como nunca.
Eu, porém, fiquei acordada por mais algum tempo, olhando o teto escuro. O que estava acontecendo comigo? Com nós? O pau do meu filho ainda latejava na minha memória, o calor do sêmen dele dentro de mim, a sensação de tê-lo preenchido completamente. Era terapia? Era amor maternal levado ao extremo? Ou era puro desejo egoísta, uma viúva solitária usando o próprio filho para preencher o vazio de anos? A culpa tentava surgir, mas o prazer ainda pulsava no meu corpo, misturando-se à ternura profunda que eu sentia por ele. Eu o amava. Amava demais. E agora, esse amor havia ganhado uma forma carnal, intensa, irreversível.
Abracei o braço dele ao meu redor e fechei os olhos, o corpo ainda formigando. Amanhã seria outro dia. Por enquanto, eu só queria sentir o calor dele contra o meu, o cheiro dele na minha pele, e fingir — só por mais algumas horas — que tudo ainda fazia sentido.