Era o aniversário de Jamal. Eu passei a tarde inteira preparando tudo para dar a minha bunda de presente. Velas aromáticas, luz baixa e perfume doce. Passei óleo corporal bem brilhante na pele toda; coxas, bunda, costas e peitinhos, deixando tudo reluzente, macio, escorregadio. A peruca loira longa caía em cascata pelas costas, roçando minha cintura fina apertada pelo espartilho preto.
Eu me posicionei na cama de quatro, de frente pro espelho grande do quarto, e de costas para a porta, pra ele ver a versão mais safada da Micaela assim que entrasse. Estava usando lingerie toda preta, calcinha fio-dental e cinta-liga, com um topzinho escrito "BBC Only" (Micaela é muito teatral👸🏼). Usei uma maquiagem bem puta e pesada, de um jeito que me deixou extremamente feminina.
O plug era o maior que eu tinha, preto brilhante, com uma joia vermelha na parte de trás. Tinha uma circunferência um pouco menor do que uma lata de refrigerante. Estava enterrado até o talo no meu cu desde a tarde, me mantendo aberta, esticada e latejando de tesão, me fazendo dar gemidinhos de prazer toda vez que andava mais rápido ou me sentava.
Sobre as minhas nádegas grandes e redondas, amarrei um laço vermelho enorme de presente. Na nádega esquerda, colei uma tatuagem temporária preta escrito Queen of Spades. No pescoço, coloquei um colar de pérolas falsas com um pingente escrito Anal Queen.
Eu estava uma perfeita serva pra o meu Daddy. Uma putinha branca rendida ao pau preto. E não tinha mais medo. Só tesão. Desespero pra sentar. Meu cuzinho piscava em volta do plug, implorando pra ser preenchido de verdade. Eu queria aquele pinto monstruoso atolado até as bolas. Queria gozar gritando, gozar só com a bunda, gozar como apenas uma vadia treinada e safada consegue gozar.
Ouvi a porta do apartamento abrir e passos pesados na sala. Silêncio. Depois a porta do quarto se abriu, e ouvi um riso baixo, rouco e malvado. Jamal apareceu na porta. Ele parou, olhando a cena inteira: as velas, as luzes, Micaela de quatro, bunduda, com a pele cheia de óleo, marcada como propriedade dele.
O pau já estava duro dentro da calça, marcando forte.
— Porra… que presente… — ele disse, com a voz grave, cheia de fome. — Olha só pra minha princesinha… Toda arrumadinha pra mim.
Ele tirou a camisa devagar, depois a calça. Estava sem cueca, como sempre e o mastro saltou livre, grosso, veias pulsando, a cabeça brilhando de pré-gozo. 28 centímetros de pura delícia africana, apontando direto pra mim, de quatro. Eu gemi baixinho e manhosa, arqueando as costas e abrindo mais as coxas involuntariamente. Apenas a presença daquele pinto preto e enorme me deixou fraca e passiva.
— Feliz aniversário, meu dono… — sussurrei usando a voz bem fina e submissa. — Sua putinha tá esperando… estou pronta pra sofrer na sua pica, daddy.
Ele se aproximou devagar, propositalmente, só pra me mostrar o pintão balançando pesado e eu cheguei a babar de desejo. Jamal passou a mão grande pela minha peruca, desceu pelas costas, apertou a cintura fina do espartilho.
— Tá linda assim, Micaela… Toda melada, toda cheirosa… Esse laço… essa tatuagem… — Ele traçou o QOS com o dedo, acariciando minha bunda arrebitada. — Queen of Spades, hein? Tá se declarando minha putinha de vez?
— Sim… sou sua… só sua… — Eu rebolava devagar pra ele e, de repente, o plug já não era suficiente pra me preencher. — Quero dar meu cu pra você… por favor… me fode, sem dó, com força. A Micaela só existe pra você. Fode o cu dela... fode o meu cu.
Eu implorei, sedenta. Ele riu baixo, deu um tapa forte na minha bunda e arrancou o laço de presente e a calcinha de mim, ao mesmo tempo.
— Espero que esteja pronta então minha puta, pois eu vou aproveitar cada centímetro entrando nessa cucetinha gulosa.
Agarrou a base do plug e começou a girar devagar, me provocando. Eu gemi alto, empinando mais.
— Ahhh… Jamal… tira esse plug logo...
Ele puxou devagar. O plug saiu com um som molhado, deixando meu cu aberto, piscando, vermelho e faminto.
Ele abriu as minhas nádegas com as mãos, deixando a cucetinha toda aberta e cuspiu nela. Passou o dedo na bordinha esticada, enfiou dois dedos fácil.
— Caralho… tá tão larga… tão molhada… — murmurou, fodendo devagar com os dedos, enquanto beijava minhas nádegas com selinhos. Depois, Jamal enfiou a cara na minha bunda, sem cerimônias. Começou a chupar minha cucetinha igual uma buceta, trocando entre língua e dedos, e voltando a chupar, fazendo isso repetidas vezes. Ele me sugava, e fodia com a língua enorme, me deixando ainda mais molhada. Se não não tivesse trancadinha no cadeado, teria gozado ali mesmo, mas só conseguia gemer de tesão com o rosto no travesseiro.
Ele subiu e beijou minha nuca.
— Essa bunduda tá pronta pra pau de verdade?
Ele se posicionou atrás de mim, esfregou a cabeça grossa na entrada. Eu tremi inteira, fiquei zonza e empinei a bunda o máximo que deu.
Tinha chegado a hora: Jamal iria me fazer mulher.
— Relaxa, princesa… respira…
Ele passou ainda mais lubrificante e empurrou devagar. A cabeça entrou com um estalo. Eu gritei, berrei de prazer.
— Aaaah! Grande… tão grosso…
— Isso… boa garota… toma mais… — Ele segurou meus quadris e avançou centímetro por centímetro.
Não senti dor, devido ao meu treinamento anal intenso. Mas sentia cada veia, cada pulsação, uma pressão deliciosa dentro de mim, acompanhada de uma sensação de preenchimento indescritível.
Quando chegou na metade, eu já choramingava.
— Chega, mocinha, acho que você não consegue mais...
Interrompi, antes dele terminar de falar.
— Mais fundo… eu aguento Jamal… me arromba…
Ele grunhiu, se sentindo desafiado. Empurrou até as bolas, todo dentro. Meu cu engoliu tudo. Eu gozei na hora, sem nem tocar no grelinho preso na calcinha. Um orgasmo anal puro, mental, feminino, uma vitória.
— Porraaaa! Tô gozando…
— Isso, vadia… goza na rola do seu dono… — Ele começou a bombar em mim, devagar, saindo quase todo e voltando até o fundo, jogando mais lubrificante no pinto entre as estocadas.
— Que cuzinho apertado… guloso… olha como tá engolindo tudo…
Eu rebolava contra ele, gemendo alto e ele aumentava as estocadas. Podia senti-lo na garganta.
— Puta que pariu... desgraçado... me fode… me usa… me faz mulher...
Jamal me segurou forte pela cintura e acelerou. As bolas batendo na minha bunda, o som molhado enchendo o quarto. Depois me virou de lado, deitada na cama, uma perna erguida no ombro dele. Entrou de novo, fundo, olhando nos meus olhos.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, Micaela… Olha como sua cuceta engole meu pau… caralho, que cu gostoso.
— Amo seu pau… amo ser sua… me fode, me fode, me fode... — Meus olhos reviraram de prazer.
Ele me colocou em posição de missionário anal: eu deitada de costas, pernas bem abertas, ele em cima, me beijando enquanto socava forte. Eu arranhava as costas dele, gemendo na boca dele.
— Que pinto gostoso… me arromba, daddy... me enche de porra…
Jamal me fodia da maneira que bem entendia; e eu aguentava tudo. Estava muito orgulhosa de mim mesma e com tesão demais pra pensar. Ele me colocou de bruços, bunduda e empinada, e fodeu por trás como um animal. Minha cucetinha virou uma xaninha, 28 centímetros de pica entravam e saiam com facilidade. Ele puxava minha peruca loira como rédea.
— Toma, sua vadia… toma pica preta…
— Jamaaaal… vou gozar… de novo… aaaah!
Outro orgasmo anal, o corpo convulsionando, o cu apertando em volta dele, meus dedinhos se contraindo e eu perdendo as forças nas pernas.
Depois, Jamal me sentou no colo dele, de frente, cavalgando. Eu subia e descia, rebolando, sentindo ele bater no fundo da minha barriga.
— Isso… cavalga, princesa… mostra como você ama pau preto…
— Amo… amo muito pica preta… meu cu é seu, amor... só seu… goza dentro…
Ele segurou minha cintura fina e socou pra cima, forte, rápido.
— Tô quase… porra… vou encher esse cu de leite…
— Goza… goza dentro… goza filho da puta... toma esse cu... me marca…
Ele grunhiu alto, e o corpo todo ficou tenso. Senti o pau inchar dentro de mim, pulsar. Jatos quentes, grossos, enchendo meu cu até transbordar (que sensação maravilhosa de sentir o leite quente jorrando forte dentro da cuceta 🍼♠️). Eu gozei junto, gritando, tremendo no colo dele e ficando sem forças.
— Tô sentindo… seu leite quente dentro de mim…Ficamos assim um tempo, ofegantes, e suados. Ele ainda dentro, mole agora, mas grosso. Beijou minha boca devagar. Jamal não resistia mais.
— Melhor cu da minha vida, minha boneca.
Eu sorri, manhosa e safada.
— Feliz aniversário, meu dono… adoro ser uma boa puta pra você.
— Isso mesmo, princesa — apertou meu pescoço e me deu um selinho. — Boa puta.
Jamal se levantou para beber água. Me deitei satisfeita, fraca, sentindo o leite do meu dono escorrer de dentro da minha cucetinha arrombada e satisfeita. Achei que ia dormir, até que ele me chamou, me fazendo abrir os olhos.
— Achou que ia descansar é? Ainda é meu aniversário, princesa! Essa pica preta não vai se satisfazer tão cedo. Meu saco ainda tá cheio. Eu não acabei com você ainda, boneca... e nem com essa cucetinha.
Olhei para baixo, vendo aquele mastro já duro e pronto outra vez. Meu ar sumiu dos pulmões... aquela, seria uma longa noite.