Naquele dia, dormi até tarde e só acordei para jantar.
Tomei uma ducha, troquei de roupa e voltei pra cama.
No domingo, uma campainha insistente tocava e minha mãe foi atender. Era uma encomenda pra mim. Uma pequena caixa com um alargador anal, um tubo de lubrificante e algumas instruções.
No bilhete dizia: quero esse rabinho pronto para sábado. Use o alargador por uma hora, todos os dias. Nos primeiros, vai sentir um certo desconforto, depois se acostuma.
E foi verdade. Comecei a usar no domingo e na quarta já estava adaptada. Era ruim, mas eu conseguia ficar com ele no rabo até mais de uma hora.
E aquilo foi me dando prazer.
No retorno de sábado, já fui com ele atolado e surpreendi o Mestre.
Não contei nada até irmos pro quarto. O Mestre estava radiante. Com um sorriso largo e uma fome absurda.
Seus olhos brilharam quando viu o alargador no meu rabo.
Era padrão o trabalho dele na minha xana e ele tirava meu gozo com facilidade. A novidade era a vibração que o gozo vaginal causava no meu cu. Era uma descarga elétrica.
Pra quem nunca tinha levado no cu, as minhas expectativas estavam no teto e eu queria muito.
O meu problema era o medo. Era muita rola para um cuzinho virgem e minhas pregas seriam arrebentadas.
Estava pensando nisso quando dois dedos fundos foram penetrados na minha buceta. O grelhão percebeu o próximo passo e ficou parecendo pedra e logo foi abocanhado pelo Mestre.
Vi estrelas e com movimentos acelerados entrei em desespero socando o colchão:
- Vou gozar, Caralho.
Aiiiiiiiiiiii
Meu cu acompanhou novamente o processo e num efeito rebate, jogou muita eletricidade para o corpo todo.
Eu estava totalmente entregue.
O Mestre tinha mais planos e me colocou de quatro e tirou o plug.
Uma sensação de vazio me deu, mas nem tive tempo de relaxar, pois dois dedos fundos me penetraram a buceta e uma língua enorme trabalhou no meu cu.
Que Delícia.
O Mestre sabia o que estava fazendo, pois deixou meu corpo todo relaxado para o melhor.
Ele não esperou o meu gozo. Deitou de lado e me colocou de conchinhas, de costas pra ele.
Ai, ele foi didático:
- Eu coloco na portinha e você brinca.
Em pouco tempo, percebi que era um brincadeira perigosa, pois o cabeção ficava rondando a caçapa e não ia demorar para entrar.
Quando aconteceu a cabeçada, xinguei:
- Cachorro safado.
Ele não se mexeu, manteve a posição, mas não empurrou.
Aquilo estava dolorido e gostoso. Uma dualidade louca.
Eu continuei brincando e a pica entrando. Era muita rola.
Com dez centímetros dentro, eu já estava chorando.
Resolvi parar e sentar criou o dilema. Ele não empurrava e eu não conseguia tirar. Criei coragem e falei:
- Empurra tudo logo.
Pra quê eu fiz isso?
Recebi mais dez centímetros cu adentro, que foram rasgando tudo.
Eu perdi o ar e o Mestre não perdoou.
Colocou toda a rola dentro e parou. Colocou a boca pertinho do meu ouvido e disse:
- Agora é comigo.
Ele colocou dois dedos na minha buceta e macetou o cu. Essa é a melhor definição. Minha sorte foi ter laceado ele a semana toda, porque o vaivém do Mestre era frenético.
Percebi que ele foi saindo da cama e me levando atracada.
Quando ele me colocou de quatro e pediu para eu mexer na buceta, eu entendi o que era gozo anal.
Era algo fora do comum. O corpo ferve igual chaleira, a buceta queima, o cu pega fogo e a boca fica seca.
Xinguei o Mestre de todos os palavrões possíveis, mas ele não parava. A parede do quarto era branca, mas minha vista via mais cinco cores diferentes.
Gozei chorando. O corpo tremeu violentamente e eu sorri.
Sem perder tempo, o Mestre acelerou. Eu senti um homem nervoso e desesperado segurando minha cintura e próximo do gozo, sua pica inchou dentro do meu cu.
Um homem louco e feliz gritava, fudendo:
- Vou gozar, vou gozarrrrrr
E ele veio. Descarregou todo seu amor no fundo do meu cu e se manteve duro enquanto ia me empurrando pra cama, engatada nele.
Tudo que imaginei do anal era pouco pelo que vivi aquele dia.
Meu cu pisca até hoje quando lembra.
Foi bom demais.
Obrigado, Mestre!