Sofrimentos de Putinha 5

Um conto erótico de Gabinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2401 palavras
Data: 24/04/2026 16:06:07

5

Os dias se passaram e a rotina do puteiro foi ficando mais estável. Eu trabalhava com gosto e gostava do que fazia. Mas nunca mais quis saber de calçadão.

Traumatizei. Agora. Confesso, aquele magrelo safado me marcou, queria muito uma reprise só com ele, cacetudo gostoso... Acreditem ou não eu estava pensando isso, sentindo o cheiro e tocando a pele do Andrezinho.

Vez sim, vez não o safado vinha dormir na minha cama, e sorrindo se lembrou do calçadão, contente do jeito que estava eu podia jurar que ele tinha ganhado alguma grana boa ou estava perto disso:

- É pra tu agradecer de joelhos por isso aqui tudo, - Andrezinho disse depois de me foder. – A rua é pra puta velha já desgraçada pelo tempo. Tu ainda é um pãozinho, precisa ficar mais na gaiola. Então, fica sabendo se me desobedecer igual a puta da tua amiga fez com o Pedro, a calçada vai parecer o paraíso perto do que faço com tu.

Ele olhava para mim, virei a cabeça, e o encarei de volta:

- Sim senhor, - respondi me aconchegando mais a ele.

Tinha sido um aviso e um castigo antecipado. Foi a primeira vez que tive que ficar de repouso pós coito. A calçada havia me ensinado que estar na rua não é para qualquer um não.

Graças que meus exames deram negativos mais uma vez depois que contei para o Dendê sobre o cliente do cracudo, o próprio Dendê me levou para fazer os exames.

Era outro gostoso, uma pena estar nas drogas. Eu tinha um misto de umidade na boceta e engasgo lembrando do cheiro. Amanheci com uma cólica bem no inicio quando ainda não parece que vai te matar.

Com medo corri na Kelly para pegar um buscopan, tomar logo para evitar a dor.

A Kelly já estava reestabelecida e nem comentava nada sobre o assunto.

Eu ficava feliz de ver que tudo estava dando certo. Já tinha alguns clientes cativos. Sabia como cuidá-los e tudo estava bem...

Era uma sexta-feira, tínhamos acabado de abrir o puteiro, o gosto horrível do buscopan ainda estava na minha língua, quando um cliente abriu a porta do meu quarto.

- Entra lindo, fecha a porta – falei ajeitando a cortina da janelinha acima da cama.

Mas quando virei em direção ao cliente senti o peso de uma bofetada que me fez cair de lado na cama. Eu fiquei tonta no primeiro momento mas ao abrir os olhos, gritei.

- Tava pensando que eu ia deixar isso barato? – disse Matheus. – Tu me descredibilizou na empresa sua puta! Desgraçada!

Ele me encheu de bofetadas Matheus tinha ficado mais forte e o peso da mão me tirava sangue da boca. Eu demorei a ligar uma coisa a outra. Aquilo era por causa da suruba na casa do Henrique com certeza, os caras deviam ser colegas dele de trabalho.

- Desculpa irmão, desculpa, por favor não faz isso... – não adiantou, Matheus continuou me batendo. – Para Matheus, as meninas vão chamar os caras, eles te matam!

O miserável segurou meu pescoço tirou a cinta da cintura e disse:

- Então apanha calada – dobrou a cinta. – Porque você sabe que fez merda comigo!

Eu apanhei mesmo. Segurando para não gritar. Quando Matheus foi embora, e o segundo cliente entrou, tive que fingir que nada tinha acontecido. Mas eles eram fofoqueiros, e avisaram embaixo que alguém tinha me batido.

Andrezinho apareceu no final do dia, olhou minha situação, e perguntou sério:

- Quem foi?

- Eu mereci... – tentei. – E não foi tão...

Andrezinho segurou meu queixo me fazendo olhar bem para ele:

- Só quem pode fazer isso sou eu, e o chefe, olha lá Pedro, cliente só pagando e muito, muito bem pago, fala logo antes que te coloque na gaiola...

Eu estremeci, vi que poderia receber outra surra, e poderia até morrer, a mente da gente cria várias possibilidades loucas.

- Tá... tá... – eu engoli em seco. – Eu desrespeitei um cliente. E...e... ele me bateu por isso, perdeu a cabeça.

Andrezinho sacudiu a cabeça e colocou a arma em cima da cama sem tirar a mão de cima do revolver:

- Não mente pra mim, puta, - falou, eu já me ajoelhei aos pés dele. – Fala logo, e a verdade.

Eu fiquei morrendo de pavor de o Andrezinho ou Vandão matarem o Matheus mas não tinha outro jeito precisava falar.

- Foi meu irmão... – chorei. – Por favor, por favor não faz nada com ele...Por favor... eu imploro.

O celular do Andrezinho tocou, ele saiu do quarto e eu cai em pranto me odiando por ter dito quem tinha me batido. Eu era uma criminosa, uma vaca, uma inútil uma assassina!

Deitei a cabeça na cama lembrando dele, e implorando para ninguém em específico perdão, desculpa, perdão, desculpa.

Adormeci desse jeito. Andrezinho trancou a porta do meu quarto por fora, eu estava acabada, se acontecesse alguma coisa a meu irmão por minha culpa não ia me perdoar nunca, nunca!

As meninas perguntaram se eu estava bem, respondi que estava sim. Andrezinho não apareceu mas mandou o Dendê, e já pensei que iria voltar para a calçada mas Dendê negou, disse que era outra parada. Saímos, subi na garupa dele e nós fomos em direção ao ponto mais alto do morro.

Eu estava imaginando encontrar meu irmão preso ali, morto, sei lá, mas não foi nada disso.

Era a casa de um dos chefes que estava no presídio, haviam outras meninas ali também bem mais arrumadas e menos espancadas do que eu, mesmo assim fui levada para dentro primeiro.

- Olha ela aí – disse Andrezinho vindo em minha direção. – Aquele assunto a gente resolve depois, agora faz o que mando, não pergunta.

Ele me conduziu para a frente de um notebook e do outro lado vi um homem de rosto gasto, olhos um pouco fundos, sem camisa mostrava uma tatuagem no peito esquerdo.

- Essa é a Gabriela – Andrezinho me apresentou. – Gabi, esse é o Rivaldo, nosso chegado aqui, e que ficou encantado com você.

Eu olhava para o homem sem saber direito se o que eu estava vendo era mesmo alguém em um presidio falando comigo por um notebook e pelo visto era exatamente isso.

- Oie... tudo bem? – falei normal.

- Que voz doce... – o cara se aproximou da tela. – Tudo melhorou agora princesa.

Ele perguntou minha idade, perguntou como eu tinha conhecido o Andrezinho e o Vandão, expliquei por cima, e o homem me convidou para ir conhecer ele no presidio.

Andrezinha fez um gesto mandando eu aceitar. Obedeci. Quando a chamada de vídeo acabou.

Ele veio perto de mim e disse que eu era a cadela mais sortuda que ele já tinha conhecido, porque se Rivaldo gostasse mesmo de mim, minha vida mudaria completamente. Eu só queria saber do meu irmão.

- Fica na tua, nada vai acontecer com o cara – disse Andrezinho. – Mas se ele colar por aqui novamente, e tocar no nosso produto, vai levar ferro.

Meus documentos originais tinham ficado a maioria, registro principalmente, na casa do meu pai, então Andrezinho precisou providenciar novos, para minha liberação como acompanhante ser permitida.

Nosso tempo na cela era reduzido mas como o Rivaldo era um chefe importante no movimento tinha mais regalias, eu entraria um pouco antes par ter mais tempo com ele. Os policiais me revistaram na maldade mesmo descaradamente o que me surpreendeu um pouco.

Eu estava um pouco assustada com aquele lugar, era diferente de tudo que eu já tinha vivido mas coloquei na cabeça que não passava de um trabalho como outro qualquer.

Eu entrei por um corredor cheio de homens por todos os lados atrás das grades, o cheiro até que não era dos piores, na minha cabeça era bem pior.

Ninguém assobiou, nem disse nada quando passei.

- Nossa, - Rivaldo disse ao me ver. – Bem que disseram como você é linda. Perfeita mesmo, entra, está se sentindo bem hoje?

Eu respirava com certa ansiedade. Ele vivia em uma cela espaçosa, havia uma tv, e o notebook, tudo estava arrumadinho, e cheirando a bom ar.

- Estou sim, - falei. – E o senhor? – disse tentando ser respeitosa.

Ele sorriu pegou nas minhas mãos me convidando a sentar com ele na cama, foi engraçado porque pensei que já íamos transar ali mesmo mas não, pelo contrário.

- Tá nervosa? Mãos geladas – ele disse. – Olha mandei trazer para a gente se conhecer melhor.

Era bolo, fazia tempo que não comia. Rivaldo perguntou por minha família, por meus interesses, era o primeiro caro em muito tempo que parecia preocupado realmente comigo e me tratava de forma humana!

Eu nem estava acostuma para aquela atenção toda. Nosso tempo acabou muito depressa.

- Linda, - ele pediu. – Faz um favor para mim? Fica na minha casa lá no morro. Cuida enquanto estou aqui? Vai me ajudar demais. Prometo que sem segundas intenções.

Eu concordei e fiquei esperando que ele pedisse para eu tirar a roupa, chupar, ficar de quatro, essas coisas que aconteciam nas visitas íntimas, né? Mas não houve nada disso.

Fui dali direto para a casa do Rivaldo, nem passei no prédio, aconteceu tão rápido que nem processei direito.

- Vandão quer trocar uma ideia contigo – Andrezinho disse quando voltei.

Fazia tempo que eu não via Vandão, nem falava com ele, fiquei ansiosa na mesma hora, estava me achando feia, desleixada para encontrar com o Vandão mas não teve jeito.

Fomos para a casa dele que passei a noite pela primeira vez. Eu estava tremendo. Ansiosa. Toda arrepiada. Quase me mijando...

Subi os degraus, e da porta, eu vi meu dono...

- Cadelinha, - ele disse. – Como é que cadela anda?

Fiquei de joelhos na mesma hora e fui para Vandão que segurou meu rosto, e mandou eu abrir a boca, Vandão juntou cuspe na boca e cuspiu na minha mandando eu engolir.

Ele mandou eu tirar toda a roupa, obedeci imediatamente, Vandão colocou a coleira em mim, eu estava muito feliz por estar sozinha com ele, era inexplicável!

- Que menina mais obediente – disse meu dono. – Agora vem cá, aqui...

Eu deitei a cabeça na perna do Vandão que acarinhou meu rosto enquando fumava, ele estava muito gostoso, e eu toda molhadinha louca para dar para ele mais uma vez.

- Estava morrendo de saudades né? Você lembra a quem você pertence?

- Sou a putinha do Vandão... – respondi manhosa.

- Muito bem! – ele deu uns tapinhas de leve na minha cara. – Por isso te trouxe hoje aqui. Para te lembrar seu lugar. Mesmo que o otário do Rivas, acredite que você é outra coisa além de uma cadela, uma putinha, minha escrava, você sabe que vai estar fazendo porque eu estou mandando.

Eu contei como foi na cela, e o Vandão debochou do Rivaldo, chamando ele de fraco de baitola.

- Ele quer que tu vá para a casa dele – disse meu dono. – E eu quero que tu vá. Mas vai ficar lá para me obedecer. André vai te manter na linha do que eu quero. Agora, vamos marcar território.

Ele colocou o charuto na boca e me puxou pela guia me levando para o banheiro mandou eu abrir a boca e beber o que pudesse. O mijo veio quente e me melou o rosto o cabelo, e uma parte acertou a minha boca.

- Todo dia, enquanto você for a mulherzinha do Rivas, vai beber meu mijo – ele disse. – Tá entendendo puta?

- Sim senhor, sim senhor... – respondi obediente.

Ele disse que mandaria entregar na casa do Rivaldo, onde eu estaria nos próximos dias, e que tinha que beber tudo e mandar um vídeo. Após o banho de urina, Vandão me levou para a parte das gaiolas.

Eu tive que descer os degraus de joelhos atrás dele. Os cachorros estavam bem agitados.

Vandão puxou uma corrente da parede e a volteou no meu pescoço me prendendo a parede. Mandou eu ficar bem arreganhada e abrir a bunda e a boceta com as mãos.

Eu colei o rosto na parede e arreganhei minha bunda e vagina.

- Não sai da posição – ele mandou.

Senti o focinho frio do cachorro na minha pele e estremeci.

- Relaxa esse cú – Vandão mandou percebendo como eu tinha contráido as pregas.

Ele fez o cachorro montar em mim, e o bicho engatou na minha vagina, era duro mas menor que o pênis masculino.

- Isso amigão, come essa cadela, come, faz tua fêmea, que é para o veado, o boilola do Rivaldo, comer a mesma boceta que meu cachorro come kkkkkk

Como era um cachorro grande, pesado, eu quase caia mas aguentei o peso e baba, sem brincadeira o pau do cachorro era enorme, e doeu!

Eu gemi sentindo ele me foder, e o Vandão se divertia me filmando dando para seu cachorro. Com dificuldade ele tirou esse maior e trouxe o outro que era parecido com um pastor alemão, engatou e começou a bombar.

Esse mordeu minha cabeça e não parava quieto.

- Putinha, - Vandao chamou. – Meus meninos aqui estão no cio, então, sempre que eles quiserem, cê abre as pernas e dar bem gostoso para eles.

Vandão disse isso e me deixou ali presa na corrente, cercada pelos dois cachorros enormes. Eu estava excitada e tremendo de medo também de ser mordida durante a noite.

O cachorro meio sem pelo, e mais pesado, a cara enrugada e o focinho preto se aproximou me farejando e lambendo eu deitei de costas, e o animal em cima de mim, engatou o pau mais uma vez e ficou ali estocando.

Os cachorros não cansavam, acabei dormindo toda aberta. Acordei com um jato de água fria na cara.

- Hora de acordar, - Andrezinho disse. – Se lava aí.

Ele jogou um pouco de sabonete liquido em mim, e tacou a mangueia com água para dentro. Sorria se divertindo enquanto fazia isso. Ao terminar me jogou uma toalha.

- Abre a boca e bebe tudo – mandou.

Eu fiz, ainda de joelhos no chão, era um líquido quase preto, o cheiro não deixava dúvida e o gosto amargo no começo e salgado depois também não: mijo!

Eu engulhei umas três vezes porque meu estômago estava vazio. Mas não derramei uma gota. O mijo do Vandão estava em uma garrafa dessas de plástico, de refrigerante pequena.

- Tá achando que acabou? – Andrezinho tirou o pau para fora. – Agora bebe o meu que estou desde cedo segurando para de dar.

O dele veio quente e tão amargo quanto o do Vandão, com a barriga cheia de mijo fui levada ainda de quatro, os joelhos doendo degraus acima. Andrezinho me deu uns pedaços de frutas para comer. Eu só pude ficar de pé, quando saímos para a rua.

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