Descobri que Minha Namorada Era Filhinha do Papai I

Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 2187 palavras
Data: 03/04/2026 12:37:53

Eu conheci a Bianca numa tarde abafada, dessas em que o calor deixa a casa pesada e qualquer problema pequeno parece maior do que é. A descarga do banheiro tinha parado de funcionar fazia dois dias, e eu já estava sem paciência. Como a casa era alugada do pai dela, mandei mensagem avisando, imaginando que apareceria algum sujeito mais velho, de cara fechada, ferramenta na mão e pressa de ir embora.

Mas não foi isso que aconteceu.

Ouvi um carro parar em frente ao portão. Depois, duas batidas rápidas na porta. Fui abrir sem esperar nada além do comum.

E foi aí que eu vi a Bianca pela primeira vez.

Fiquei parado por um instante, feito idiota.

Ela estava ali com uma caixa de ferramentas na mão, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Tinha a pele muito branca, quase luminosa naquela luz da tarde, os cabelos pretos e compridos caindo lisos pelos ombros, e uns olhos azuis que me acertaram de cheio logo no primeiro olhar. Não era só porque ela era bonita. Era porque havia nela alguma coisa difícil de explicar. Uma presença. Um tipo de segurança que bagunçava o ambiente antes mesmo de ela dizer qualquer coisa.

Ela me olhou como se já tivesse entendido exatamente quem eu era.

-Você que é o Pedro? inquilino da descarga quebrada?

A voz dela tinha um tom leve, quase debochado, como se estivesse sempre a um passo de rir. Eu ainda levei um segundo para responder, mais ocupado tentando entender a cena do que qualquer outra coisa.

-Sou eu. Achei que viesse um encanador.

Ela sorriu de canto.

-E veio. Só não do jeito que você imaginou.

E entrou.

Sem cerimônia. Sem aquela hesitação de quem está entrando na casa de um estranho. Ela simplesmente entrou, como se já estivesse acostumada a resolver problema, ocupar espaço e deixar todo mundo em volta tentando acompanhar o ritmo dela. Eu fechei a porta atrás, ainda meio sem saber o que fazer com as mãos, com a cara, com os pensamentos.

Mostrei o banheiro, e ela foi na frente com a maior naturalidade do mundo. Enquanto andava, eu reparei melhor nela. O corpo chamava atenção, claro, mas o que mais me pegou foi o jeito. Bianca não tinha nada daquela delicadeza ensaiada de mulher que espera alguém resolver as coisas. Havia nela um ar mais solto, mais atrevido, quase moleque. O tipo de mulher que falava firme, andava firme e parecia perfeitamente capaz de subir num telhado, trocar uma resistência ou mandar alguém calar a boca sem perder o charme.

Ela prendeu parte do cabelo para trás, se abaixou diante da descarga e começou a mexer nas peças com uma facilidade que me deixou meio ridículo por comparação. Eu fiquei encostado no batente da porta, assistindo àquilo em silêncio, tentando parecer normal.

Mas eu não estava normal.

O problema da Bianca não era só ser bonita. Mulher bonita eu já tinha visto. O problema era o resto. Era o jeito vivo dela. A postura. A segurança. A sensação de que ela não estava ali tentando impressionar ninguém e, justamente por isso, impressionava muito mais. Em poucos minutos, ela conseguiu fazer eu me interessar não só pelo rosto ou pelo corpo, mas pela risada, pela voz, pelas respostas atravessadas, pela maneira como parecia caber em qualquer situação sem nunca parecer comum.

Para puxar assunto, perguntei:

-Você trabalha com isso mesmo?

Ela olhou para mim por cima do ombro, ainda mexendo na válvula.

-Com Direito eu não trabalho. Então acabei trabalhando com isso também.

Eu demorei um pouco para processar.

-Você é formada em Direito?

-Sou. Mas nunca atuei. Trabalho com meu pai. Cuido das casas, vejo aluguel, resolvo manutenção, essas coisas.

Ela falou como se aquilo fosse banal. E talvez fosse, para ela. Mas, para mim, tudo o que vinha dela parecia ganhar um peso diferente. O contraste entre aquela aparência delicada e o jeito prático me desmontava mais do que deveria. Ela era bonita demais para aquela cena e, ao mesmo tempo, parecia pertencer a ela de um jeito absoluto.

Eu ri, sem nem perceber direito o motivo. Ela também sorriu. E foi ali que alguma coisa mudou.

Até aquele momento, eu estava impressionado.

Naquele instante, comecei a me encantar.

Ela terminou o conserto rápido. Resmungou qualquer coisa sobre uma gambiarra antiga, apertou mais duas peças, deu descarga para testar e pronto. Funcionando. Simples assim. Eu, que mal sabia por onde começava, só assistia como se aquilo fosse a coisa mais interessante do mundo.

Quando ela se levantou, o espaço entre nós ficou pequeno demais.

No corredor estreito, eu senti o cheiro suave dela antes de pensar em qualquer coisa. De perto, a Bianca era ainda pior para a minha paz. O rosto tinha uma delicadeza quase enganosa, mas o olhar era firme, esperto, cheio de vida. Havia nela uma mistura estranha de doçura e provocação, como se ela pudesse rir de você e, no segundo seguinte, te deixar sem defesa nenhuma.

Ela limpou as mãos e disse:

-Pronto. Agora funciona. Se quebrar de novo, a culpa não é minha.

Eu sorri.

-Ainda bem que quebrou, então.

Ela ergueu uma sobrancelha, divertida.

-Ainda bem?

Eu nem pensei antes de responder.

-É. Senão eu não teria te conhecido.

Na mesma hora, achei que tinha passado do ponto. Mas ela não desviou, não desconversou, não fez cara de quem queria encerrar o assunto. Só me olhou por alguns segundos, segurando aquele sorriso pequeno no canto da boca, como se estivesse decidindo o que fazer com a frase que eu tinha jogado entre nós.

-Você é sempre assim? -ela perguntou.

-Depende.

-Depende do quê?

-De quem está na minha frente.

Dessa vez ela abaixou os olhos por um instante, mais divertida do que sem graça, e pegou a caixa de ferramentas.

-Bom, agora você já tem meu contato. Mas tenta não quebrar mais nada só para me ver.

Eu acompanhei ela até a porta, sorrindo.

-Não prometo.

Ela riu baixo, balançou a cabeça e foi embora.

Fiquei parado ali por alguns segundos depois que o carro sumiu da rua, olhando para o portão fechado como um homem completamente idiota. A descarga tinha sido consertada.

Mas alguma coisa em mim, naquele dia, tinha saído do lugar.

E eu já sabia, mesmo sem querer admitir, que não ia voltar tão cedo.

Naquela mesma semana eu mandei uma mensagem no celular dela, convidando ela para sair, com o coração na boca, parecendo um adolescente, aguardei ansioso pela resposta dela, até que veio. Bianca aceitou o convite e combinamos de ir em um barzinho tomar uma cerveja pra gente se conhecer melhor.

No dia marcado, eu fui buscá-la em casa, fui no meu carrinho básico um HB20 simples, quando percebi o GPS estava me colocando em um bairro nobre da cidade e logo me vi em uma casa enorme, daquelas que parecia de filme, nem acreditei que aquela moça que tinha arrumado a privada do meu banheiro morava como uma princesa em um castelo.

Eu toco a campainha e um Senhor vem me receber, logo já percebi que era o Sr João, o pai dela, Homem negro, 50 e tantos anos, cabelos grisalhos, corpo magro mais normal, ele veio com um sorriso nos lábios e abriu o portão para mim me cumprimentando.

Eu todo sem graça, achei que sairia de lá sem ver ele, tive que entrar e aguardar Bianca terminar de se arrumar. Quando entramos na casa deles, era uma casa realmente linda, fiquei impressionado com aquilo.

Comecei a conversar com o velho, gente boa de mais, ficou me contando os causos da vida até que somos interrompidos por Bianca, que descia as escadas e o barulho de seu salto alto ecoava pela casa.

Ela estava linda, com um vestidinho solto, um pequeno decote revelando seus seios médios e firmes, com os biquinhos marcando no tecido, longo até a altura da canela, acinturado, marcando bem os quadris de Bianca, com seus 1,60 de altura , ela estava deslumbrante.

Ela se aproxima do Sr João e dá um selinho na boca dele, dizendo que já estava de saida, para mim não é muito normal uma filha beijar o pai na boca, mas cada um sabe de si, então resolvi passar um pano para isso e saimos da casa dela.

No barzinho, foi tudo ótimo, a conexão entre nós dois foi imediata, conversamos sobre várias coisas e descobri o que era evidente, Sr João não era o pai biológico de Bianca, ele era o padrasto dela que se casou com a mãe dela quando ela ainda tinha apenas 10 anos e desde então cuidou delas e que a mãe dela não estava mais presente pois tinha partido por conta de uma doença.

Achei bem interessante a história deles, a forma como Sr João foi construindo aos poucos o pequeno império deles de casa alugadas, um homem sem estudo, mas que soube investir o dinheiro quando ainda trabalhava como pedreiro.

A noite foi bem agradável, tomamos algumas cervejas, Bianca se mostrou bem parceira, no carro, meio embriagados, saimos sem rumo certo, eu dirigia pela cidade, enquanto conversávamos, nossa cidade tem um mirante, onde dava para ver a cidade toda, dirigi até lá e assim que chegamos saimos do carro.

O local estava vazio, clima fresco, apenas eu e ela ali, vendo as luzes da cidade do alto e as estrelas no céu, escorados no capô do carro, ela me olhava, e ao cruzarmos os olhares, foi automatico.

Ela veio até mim ao mesmo tempo que eu fui até ela, nossas bocas se encontraram no meio do caminho e um beijo intenso começou a acontecer, minhas mãos deslizavam pela cinturinha fina dela, até chegar em sua bunda grande e firme, um contraste daquela delicadeza toda, ela toda agarradinha em mim, me beijando de forma intensa, meu pau já acusava a excitação que eu estava.

Sem cerimonias, ela leva a mão no volume da minha calça e começa a alisa-lo , eu vou subindo o vestido dela, apertando aquela bunda, sentindo a pele dele em minhas mãos, ela soltava uns gemidinhos sacanas enquanto me beijava.

Sem dizer nada, Bianca se agachava, puxando o ziper da minha calça pra baixo e tirando meu pau pra fora. Ela sorria, com aqueles olhos azuis me olhando diretamente nos meus olhos, e começa a me chupar, abocanhando completamente meus 16cm de pau. Em um boquete intenso, Bianca demonstrava experiência e sensualidade, ao me chupar, fazendo meu caralho sumir naquela boquinha carnuda.

Ela parava de chupar depois de um tempo, me perguntando se eu tinha camisinha, eu falava que sim, que estava no bolso da calça, ela mesmo encontra e abre o pacote, colocando a camisinha no meu pau e mamada mais um pouquinho, deixando minha rola toda dura.

Ela vira de costas, apoiando no capo do carro, puxando o vestidinho pra cima, exibindo aquela bundona grande para mim, e eu sem demorar, puxo a calcinha dela para o lado, e começo a meter em sua buceta.

Como estavamos sozinhos ali, ela gemia alto, sem pudor algum, pedindo mais e mais, e eu socava sem dó, eu sentia ela contraindo a buceta, apertando meu pau, me deixando mais louco ainda de tezão.

Ela pede para ir por cima, então entramos no carro, e eu sento no banco e ela vem por cima de mim, encaixando a buceta novamente no meu pau e começa a sentar.

Mesmo entanto dentro de um HB20, como ela era baixinha, Bianca consegue quicar com habilidade, e forte , sua buceta engolia todo meu pau e eu sentia ela toda quente, enquanto a gente se beijava, enquanto eu segurava a bunda dela, sentia a pele dela se arrepiar toda, seus gemidos começaram a ficar mais agudos e ela começa a gozar. Ficamos agarradinhos, eu com meu pau ainda duro.

Ela sorria, com uma cara sacana, sentindo meu pau ainda duro na buceta dela, mas eu ja estava no meu limite.

Ela me beijava, e sem cerimônias diz:

Quer meter no meu cuzinho agora?

E a resposta é óbvia, ela fica de 4 no banco, eu do lado de fora do carro, começo a meter no cuzinho dela, meu pau entra com certa facilidade, pau médio, não muito grosso, foi agasalhado por completo pelo cuzinho dela, começo o vai e vem timido e vou aos poucos aumentando a intensidade, ela gemia toda manhosa, pedindo mais, a visão daquela bunda grande de 4 para mim, e aquele cuzinho engolindo todo o meu ppau, foi demais para mim, aviso que iria gozar e começo a gozar com intensidade, com meu pau no cu dela.

Depois de gozar, tiro meu pau dela, ela se virava sorrindo, me olhando me chamando de gostoso.

Nos vestimos e ficamos de chameguinho por um tempo e logo depois, a deixo em casa.

Na manhã seguinte, acordo tranquilo, tomo um banho e em meus pensamentos aquela mulher gostosa não saia da minha cabeça.

Mando mensagem para ela, combinando um almoço, depois fomos para a minha casa e isso se seguiu por uma semana, até que peço ela em namoro e ela aceita, e isso é apenas o começo da historia.

Continua …

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