Tínhamos saído para jantar no primeiro encontro fora de casa com meu filho Giuliano e ao terminar o jantar, me surpreendeu me levando a um hotel. Ele fez amor comigo, primeiro com minha roupa toda, depois só de lingerie e antes de dormir me deixou nua me prometendo que me comeria durante a madrugada.
Cumprindo a promessa, me deixando de bruços ele tinha acabado de me comer a segunda vez na madrugada e adormeci em seus braços. Sem saber quanto tempo tinha passado fui acordada com Giuliano me virando de lado e entrando entre minhas pernas.
Eu nem imaginava o que ele iria fazer e fiquei esperando quietinha, mas ele sabia que estava acordada. Deixando minha perna direita no colchão entre seus joelhos apoiados um de cada lado, foi levantando devagar minha perna esquerda até que esticada a apoiou em seu ombro me deixando totalmente vulnerável e aberta.
Ele deu um olhar para mim e então se acomodou até que começou a me penetrar naquela posição de tesoura e foi se enterrando até que chegou mais fundo do que em qualquer outra posição comprimindo com cuidado meu colo de útero.
– Ahhhhh filho, assim parece que vai sair pela boca.
– Quer mudar de posição, perguntou preocupado.
– Nãooooo. Você me disse que iria me comer como jamais fui comida e está fazendo isso. Continue.
Além de minha pobre bucetinha totalmente cheia e arregaçada, minhas pernas estavam quase em abertura total, mas quando Giuliano começou o seu ir a vir sabia que iria gozar mais uma vez pois além de toda a situação sua coxa esfregava em minha fenda aberta e em meu clitóris exposto.
Meu pé estava acima de seus cabelos enquanto ele segurava minha perna em um abraço e beijava minhas panturrilhas. O que pensava sendo devorada deliciosamente por meu filho viril é que não teria jeito dele ser mais safado do que estava sendo se ainda me comesse mais uma vez naquela madrugada.
Não demorou e aquela posição, aquele pau e sua coxa esfregando meu clitóris me levaram a mais um orgasmo.
– Estou gozaaaaando filhooooo.
– Eu também mãeeeee. Ahhhuuuuuummm.
Eu não duvidava da virilidade de meu filho depois de todo o sexo daqueles dias, mas se não tivesse perdido a conta já era nosso sexto orgasmo e para o homem sempre é mais complicado, mas ele continuava vez após vez e eu até sentia uma leve quentura no útero, mostrando que seu esperma era produzido rapidamente naqueles intervalos de sono.
Desta vez praticamente desmaiamos quando nos abraçamos.
Achando que só poderia ser um sonho fui despertada com Giuliano se encaixando entre minhas pernas com seu pau imenso duro como pedra. A claridade do dia já iluminava a janela, mas dava para perceber que era muito cedo.
Quando me penetrou no papai e mamãe com minha buceta bem mais dolorida, achei que suas novidades tinham chego ao fim, mas me precipitei.
Ele esticou cada braço entre seu corpo e minhas coxas e pegando cada perna por baixo dos joelhos, foi as levantando, levantando e quando me dei conta do que faria cheguei à conclusão definitiva que meu filho era muito mais safado do que seu pai foi mesmo sendo muito safado na juventude.
Não demorou e meus joelhos estavam em minhas axilas, para que minhas coxas não espremessem meus seios mostrando sua preocupação de filho mesmo em uma situação imensamente safada como aquela.
Naquela posição de franguinha assada eu me sentia cada vez mais recheada conforme Giuliano ia se inclinado sobre mim e se afundando mais e mais. Eu gritava muito mais de prazer, mas também de dor me dando conta que nem ela me impediria de ter mais um orgasmo naquela madrugada insana.
Quando se deitou o que era possível espremendo seu peito em meus seios com seus braços esticados e apoiados de cada lado, só lamentei ele não ter como me mamar, pois seria perfeito. Olhando para meus olhos ele me arrepiou até a alma de tesão.
– Agora vou te foder mãe. Não era isso que você queria?
Era o que eu queria quando imaginei que ele me comeria umas três ou quatro vezes naquela noite estreando um hotel, mas somando o oral aquela já era a sétima vez, porem decidi não o decepcionar por todo seu empenho em me fazer gozar e me satisfazer.
– Sim amor. Fode sua puta exclusiva. Sua mamãe que te ama tanto.
Naquela posição meus músculos pélvicos ficavam esticados e parecia que minha buceta estava ainda mais apertada e quem sabe seu pau mais grosso por fazer aquela sacanagem comigo.
Felizmente conforme ia me estocando mais forte o prazer ia aumentando e amortecendo as dores. Seus olhos selvagens olhavam para os meus a poucos centímetros me arrepiando. Eu me sentia totalmente possuída por aquele homem lindo e viril como nunca me senti antes por seu pai também fogoso e viril.
Não demorou e gozamos os dois juntos e desta vez, talvez pela posição, senti mais de seu esperma quente irrigando meu interior. Quando seu gozo terminou, Giuliano saiu rápido todo preocupado e consegui me esticar na cama terminado aquele incrível orgasmo. Deitados abraçados, ele apagou antes e só consegui pensar que a recepcionista disse que poderíamos ficar até as 14 horas me deixando tranquila quanto ao horário.
Dormimos mais umas 3 ou 4 horas dando um bom descanso, mas quando acordamos dando beijinhos de bom dia, olhei Giuliano se sentando com as costas na cabeceira e seu pau inacreditavelmente duro.
Se não tivesse 18 anos e fizesse amor com sua mãe em um incesto excitante, só com Viagra haveria aquele desempenho.
– Vem aqui em meu colo mãe. Vamos fazer amor uma última vez e enquanto isso tiro os nós de seus seios e os dreno, porque já devem estar doloridos.
Giuliano com a pratica daqueles meses já sabia toda minha biologia mamária e após tantas horas de ter tirado leite para a bebê e ele pouco ter sugado por causa das posições, tinha noção que já estaria dolorido e realmente estava. Nada insuportável, mas após aquela noite de sexo e amor, ter seus carinhos em meus seios enquanto seu pau estivesse enterrado dentro de mim seria o final perfeito para aquela noite que começou com um jantar.
Montei sobre ele com uma perna dobrada para dar altura e assim que o senti me invadindo, mesmo sem tanta dificuldade pelas muitas penetrações daquela noite a dor era muito forte.
– Aiiiihhhhhhhh, as dores estão fortes.
– Foi você quem disse que eu não deveria me conter mesmo que ficasse dolorida, se justificou.
Devagar ia soltando o peso.
– Ahhhhiiiii. Foi mesmo e depois de tudo o que aconteceu foi a melhor decisão de minha vida, só que como previsto, vamos ter que dar um descanso a ela. Ahhhuuuuu.
– Posso ainda te mamar, lamber sua bucetinha e você chupar meu pau, falou com uma cara de safado me provocando.
– Onde fui me meter naquela noite, brinquei.
– Agora não tem mais volta. Você é minha para sempre. Não se preocupe que o que aconteceu essa noite só para momentos especiais. Ohhhh, que delicia de bucetinha mãe.
– Delicia de pau. Se ontem antes de sairmos para jantar eu ainda tivesse muitas resistências e duvidas de ser sua, depois do que você está terminando de fazer comigo, teria sido totalmente convencida. Ahhhuuuuu.
– Você ainda tinha dúvidas mãe, perguntou preocupado.
– Nenhuma filho. Só foi para mostrar o quanto foi e está sendo maravilhosa a noite que tivemos. Como você prometeu, eu nunca fui tão bem comida e nunca tive orgasmos tão intensos e olha que seu pai jovem era fogoso. Como já falei, ele não tem chances nas comparações, pois não é meu filho e também porque você surpreendentemente é mais safado do que ele. Ohhhhhhhhhhh, gemi longamente de dor e prazer novamente com aquele pau maravilhoso enterrado em minha bucetinha apertada e esfolada.
Seus dedos começaram a caça as glândulas empedradas e as amaciar, sem ainda mamar.
– Será que se você engravidasse de novo, teria tanto leite e sentiria tantas dores?
Quase engasguei, mas pareceu mesmo apenas curiosidade, não sem que minha buceta pulsasse de excitação pensando nele me engravidar novamente. Principalmente se tivesse acontecido naquela noite com aquele sexo intenso, amoroso e inigualável, mas antes disso acontecer, se ele quisesse, queria aproveitar muito de nossa relação de amor e sexo.
– Acho que teria sim, pois tive quando você nasceu mesmo os seios sendo menores naquela época. Com você não doeu porque era esfomeado e me drenava, mas se for igual sua irmã, possivelmente vai doer de novo.
– Eu sempre te ajudaria, falou safado indo para meu mamilo começando a sugar o leite e o engolir como gostava.
A sensação de estar atolado no enorme pau de meu filho e ele mamando e consumindo meu leite não é possível explicar com palavras. Tem sim o sexo, mas tem o sentimento maternal porque não era qualquer homem, mas meu filho quem estava dentro de mim ao mesmo tempo que mamava os seios que um dia mamou bebê.
Atrás daquele seu movimento se sugar estava meu coração batendo acelerado de um amor sem fim e sabia que ninguém poderia nos separar. Não meus pais que nós dois amávamos, se descobrissem e fossem contra exigindo que parássemos. Muito menos meu marido que poderia ficar horrorizado querendo tirar sua filha de mim, mas descobriria que não era o pai não tendo como a tirar de mim e nos separar.
Com um leve ir e vir de meu quadril, Giuliano drenou um seio e depois o outro levando uns 15 minutos e quando o senti mudar de filho para homem, apertando e lambendo meus mamilos acelerei os movimentos até que gozamos juntos, um dos mais fortes dentre todos daquela noite por nos levar a uma relação muito além do homem e mulher.
Eu simplesmente despenquei em seu peito e seus braços quando acabei. Pela primeira vez da vida eu não queria mais sexo por um ou dois dias. Nunca estive tão cheia de esperma, tão esfolada, tão dolorida, tão exausta e ao mesmo tempo tão satisfeita, tão feliz por mim, tão feliz por deixar meu amado filho feliz e com tanta certeza que pertencia a ele sem mais volta.
Após descansar, quando consegui o deixei satisfeito consigo mesmo.
– Por favor filho, sem mais sexo por um ou dois dias. Você acabou comigo.
Meu queixo estava apoiado em seu ombro e não podia enxergar seu rosto, mas o percebi sorrindo.
– Para mim também mãe. Sou mais jovem, mas também preciso de um descanso.
Me levantei e olhando em seu rosto mostrei meu alivio.
– Graças a deus.
Sorrimos juntos e nos abraçamos cheios de amor.
No banho foi que sentimos o drama. Ele cheio de microfissuras no prepúcio gemeu de ardor e eu cheia das mesmas microfissuras em meus pequenos lábios vaginais, nas bordas de meu canalzinho tão maltratado e no canal. Além dos gemidos, dei vários gritinhos até acostumar com a água, mas não consegui lavar muito bem lá dentro.
Após o café da manhã deixamos o hotel com roupas normais que ele levou e como já era tarde, decidimos pegar a bebê em meus pais e quando chegamos precisei disfarçar porque não conseguia andar direito. Meu pai brincava com a netinha e minha mãe preparava o almoço e nos convidou para almoçarmos com ela, o que aceitamos. Enquanto eu a ajudava ficou especulando sobre nossa noite, mas para ela contei que terminou quando saímos do restaurante e voltamos para casa dormir aproveitar para descansar sem a bebê.
Só fomos fazer amor na segunda-feira antes de dormir poque Tales voltaria no dia seguinte. Não que ele pudesse nos atrapalhar ficando tão pouco em casa, mas a sensação de liberdade era maior.
Quando ele chegou à tarde, estranhou minha felicidade e para ser sincera não quis fingir estar triste. Em sua mente, possivelmente ele pensava em como uma mulher que não fazia sexo e tinha uma bebê que dava uma canseira tremenda poderia estar tão feliz.
– Você parece feliz, me disse antes do jantar enquanto Giuliano cuidava da bebê que não queria dormir.
– Acho que é porque me conformei com minha situação. Não vou ficar mais estressada por algo que não consigo mudar, pelo menos até a bebê estar um pouco mais crescidinha, ameacei.
– Não deu tempo ainda de ir aos médicos que prometi, veio com mais uma desculpa.
– Não estou te cobrando nada e não vou te cobrar, mas tudo tem um limite. Sério, se não tivesse o Giuliano substituindo o pai ausente, já teria pedido o divórcio. Agradeça a ele.
Falei com duplo sentido, mas era a verdade. Deixar a esposa sem sexo aos 34 anos já era péssimo, mas ter passado toda a gravidez e o pós parto sem uma ajuda teria sido a gota d’água para um divórcio, mas com Giuliano fazendo os deveres do marido, poderia dar tempo ao tempo. O chato só foi dormir com ele e deixar Giuliano sozinho enquanto eu só pensava nele.
Fazíamos amor todos os dias, as vezes quando seu pai saía para o trabalho e a bebê permitia e quase todas as tardes quando ela cochilava umas duas horas.
Em um raro almoço de sábado em que ele participou com a família após sair surpreendentemente do trabalho mais cedo, depois descobri o motivo quando Tales mostrou como estava desconfiado de mim especulando com Giuliano.
– Você continua fazendo companhia a sua mãe quando ela sai?
– Continuo sim pai. Vou com ela ao mercado e agora que dirijo também a levo onde precisa ir. Também continuamos a almoçar ou jantar fora de vez em quando. Só não fico com ela quando vou as aulas, mas aí a vovó está quase sempre em casa a ajudando.
– Sei que você é jovem, tem sua vida, mas a bebê é ainda muito novinha e sua mãe precisa de ajuda e infelizmente não tenho tempo porque tenho que trabalhar e sustentar a família.
Giuliano poderia entrar em um debate com seu pai, pois muitas vezes conversávamos sobre suas desculpas, mas sabendo de que de nada adiantaria foi o filho pacato de sempre.
– Pode deixar pai. Sempre gostei de fazer companhia a ela desde pequeno e não é agora que ela precisa que não vou fazer. Adoro também cuidar de minha irmãzinha e brincar com ela. Você sabe que nunca fui de sair muito, então não está me atrapalhando.
– Obrigado filho por ajudar. Independente disso está na hora de você ter um carro, então veja o que interessa e me fala.
– Obrigado pai. Pelo que faço para a mamãe não preciso pagamento, mas aceito como filho. Vai facilitar a locomoção.
Tales estava preocupado com minhas saídas, mas o inimigo estava dentro de casa e tendo tão pouca vida familiar jamais desconfiaria do filho que tomou seu lugar. Naquele almoço mesmo eu estava cheia do esperma de Giuliano, pois Tales tinha saído cedo para trabalhar e fizemos amor e Giuliano gozou dois gozos imensos em meu útero muito antes que seu pai retornasse para almoçar conosco só para especular sobre minha fidelidade, como se tivesse esse direito.
Com suas viagens frequentes e sua extensa carga de trabalho, Tales não atrapalhava em nada minha relação com Giuliano que acontecia debaixo de seu nariz e o remorso da traição não existia mais, até porque eu pensava que muito melhor com nosso filho do que com um estranho podendo causar em escândalo.
Fora de casa com uma filha de poucos meses continuava a ser vista com uma mulher de família que cuidava dos filhos enquanto o marido trabalhava incansavelmente para dar uma vida boa a nós.
Na intimidade estava cada vez mais entregue a meu filho e sem pudores as vezes me tornava uma puta para satisfazer meus desejos e os seus e depois frequentemente ficava diante de outras pessoas, conhecidas ou desconhecidas escorrendo seu esperma.
Depois de dois meses fazendo amor, minha bucetinha enfim se acostumou ficando só dolorida nas penetrações, isso quando não aconteciam os sexos intensos me esfolando deliciosamente. Era difícil saber quem tinha mais tesão. Meu jovem filho cheio de hormônios ou a jovem mulher no ápice de sua sexualidade.
Ciente de sua idade e curiosidade sexual eu aceitava todas suas ideias e íamos as realizando, mas talvez por medo de me machucar não comentava sobre anal, apesar de ter brincado mais vezes com a ponta do dedo em meu rabinho. Decidi que não podia o deixar passar vontade, mesmo que soubesse que nunca iria me trair para conseguir fora de casa.
Uma tarde, após termos acabado de fazer amor eu estava de bruços e ele acariciava minhas costas e meu bumbum, então entrei no assunto.
– Você não em vontade de comer o bumbum da mamãe?
Giuliano se assustou com minha pergunta e tirou a mão que o acariciava.
– Estou bem satisfeito mãe.
– Não foi o que perguntei. Quero saber se tem vontade de meu bumbum.
– É lindo. Perfeito. Redondo. Claro que tenho, mas seria perigoso.
– Já fiz isso antes. Poucas vezes, mas não é virgem e se não tinha o tamanho do seu era bem grande.
– Você gostou? Sentiu dores?
– Não gostei não, mas fazia para agrada-lo. E é claro que senti dores.
– Então porque está me falando isso?
– Sei lá. Tenho a impressão que com você vou gostar. Se formos devagar e pouco a pouco, talvez eu consiga sem muita dor. Posso comprar algo e começar do mais fino para o mais grosso para ir acostumando.
Ele me olhou furioso.
– Nem pense. Nada entra nesse corpo que não seja meu pau, meus dedos e minha língua. Nada, nem artificial.
Adorei sua resposta mostrando seu ciúme.
– Tudo bem amor. Você me excitou falando assim possessivo.
– Lembre-se. Você é minha e possessivo como disse que sou não aceito compartilhar o que amo e que é meu. Nem com um brinquedinho de plástico, falou sorrindo.
– Então você pode ir colocando um pouquinho por vez, antes de comer minha bucetinha.
– Você é safada demais mãe. Mais do que eu o desejo, você quer dar seu bumbum para mim, não quer?
– Porque sei que você gosta dele e quero te dar tudo o que você quer meu e te fazer feliz.
– Eu te amo mãe. Vamos fazer isso então, falou voltando a mão e meu bumbum montanhoso o acariciando.
Não foi naquela noite porque pedi a Giuliano para comprar um lubrificante com anestésico e quando chegou quis testar logo na tarde seguinte. Conversando com ele decidimos que faríamos as tentativas antes de fazermos amor, pois nos excitaria ainda mais.
Aproveitando que seu pai ainda viajava e estava para voltar, nus em minha cama, me coloquei na posição que ficava mais relaxada e menos doída nas poucas vezes que fiz anal com o marido. De bruços, levemente de lado e com as pernas abertas para Giuliano colocar uma perna entre elas ficando ajoelhado e eu esparramada confortavelmente. Só de sentir seus dedos cheios de lubrificante em meu rabinho quase gozei sabendo qual era a sua intenção, então ele me surpreendeu.
– Mãe, sabendo o que faríamos fui na internet para saber como deixar menos dolorido, então primeiro vou colocar dois dedos.
– Seu safado. Quer mesmo o bumbum da mamãe e ficou dizendo que não queria.
Senti um de seus dedos colocando pressão em meu furinho anal.
– Disse que não estava fazendo falta e não estava mesmo porque sua bucetinha me satisfaz totalmente, mas é impossível não desejar esse bumbum lindo, ainda mais quando vamos a academia e você usa aquelas roupas. Além de tarado por ele fico irritado com os homens olhando, confessou enquanto já empurrava a pontinha do dedo para dentro.
Eu estava totalmente relaxada, sabendo que Giuliano jamais abusaria de mim e se pedisse pararia na hora. Fora isso já começava a sentir um leve amortecimento em minhas preguinhas pelo efeito do anestésico.
– Ahhhhhhh, que tesão filho. Pode continuar que não está doendo nada. Então você fica azarando o bumbum de sua mãe em público? Não tenha ciúme, mas satisfação porque o que olham é seu, só seu e para sempre. Ohhhhh.
Seu dedo ia entrando lentamente e o que eu sentia era só prazer. Comecei a ficar tão tarada que pensava que talvez não conseguisse ficar só na tentativa.
– Sei que não devo, mas é o bumbum de minha mulher e minha mãe. Difícil não ficar com ciúme duplo.
Sorri com minha face deitada no colchão.
– Tudo bem então. Gosto de seu ciúme. Ahhhhnnnn, está tão gostoso. Não sei se quero ficar só na tentativa.
Seu dedo já estava inteiro dentro de meu cuzinho e sentia um outro começando a forçar enquanto com os dedos da outra mãos espalhava mais lubrificante com anestésico em torno dele.
– Uhhhhh. Calma mãe. Meu dedo é bem diferente de meu pau.
O segundo dedo conseguiu entrar.
– Ahhhhhhhhhh. O anestésico está ajudando muito. Se você conseguir colocar três dedos, acho que consegue pelo menos entrar a cabeça.
Eu estava ensandecida de tesão. Ser meu filho era acima de tudo o que me excitava mais, mas ainda seu pau que sempre me arrebatava de prazer e uma nova excitação poderosa que crescia dentro de mim. Tendo meu bumbum, meu filho me teria totalmente e minha entrega a ele seria completa. Lá no fundinho também uma preocupação a menos, sabendo que ele não precisaria sair de casar para experimentar o anal que nunca teve.
Com todo cuidado e sem afobação, depois de uns 4 ou 5 minutos, ele conseguiu enfiar os 3 dedos que sugeri e os girava alargando meu anus esticado. Querendo como eu queria distensionava minhas pregas fazendo força para fora sentindo um tesão inacreditável só com seus dedos pela antecipação do que estava para acontecer, pois eu já tinha a certeza que não o deixaria parar.
– Ahhhiiii. Uhhhhhhiiii. Ahhhhhnnnn. Já está bom filho. Está bem larguinho e bem amortecido. Agora coloca seu pau.
Giuliano tirou seus 3 dedos deixando um vazio em meu cuzinho e quando encostou a ponta de seu pau, quase gozei, mas queria gozar com ele dentro e me segurei. Sua preocupação era grande.
– Se sentir que está machucando me diz que eu paro mãe. Não seja irresponsável, porque tenho a certeza que não preciso pôr tudo para gozar, porque já estou quase gozando.
– Sentir dor eu vou, mas dor não é machucar. Se sentir machucando, te aviso. Prometo.
Apoiando as mãos em meu bumbum Giuliano começou a empurrar. Muito lentamente sentia entrando e alargando meu buraquinho. Como seus dedos colocaram o anestesiante também internamente ainda não sentia dores, mas só prazer e ansiedade.
Devagar ia sentindo ir sendo mais e mais aberto e quando comecei sentir uma dor, a glande escorregou e encaixou inteirinha.
– Ahhhhhhhhhuuuuuuuuu.
– Doeu mãe?
– Nãoooo. Foi tesão. Não imaginei que conseguiria ter a glande dentro sem sentir muita dor. Fique aí parado até me acostumar, mas está bommmmmmm.
– Melhor parar por aqui mãe. Consigo gozar assim. Está muito esticado.
– Nãooooo. O pior já foi. Agora é só ir devagar para ir acostumando.
– Está bem, mas se encontrar muita resistência, vou parar e deixar para ver se conseguimos mais na próxima vez.
– Tudo bem. Mexe um pouquinho sem enfiar mais.
Senti que ele puxava e empurrava como pedi sem avançar mais, ainda só com a cabeça encaixada. Devagar fui me acostumando e o tesão de toda a situação me fazia querer mais.
– Pode colocar mais um pouquinho. Ahhhnnnnnn.
Giuliano provava mais uma vez que me amava porque sendo um jovem de 18 anos, estava tendo um controle de homem experiente e foi enfiando devagar, tirando menos e enfiando mais um pouquinho.
– Aaaaaahmmmmmmm.
Eu me sentia tão poderosamente empalada e sabia que o anestésico ajudava muito, mas já temia que quando passassem os efeitos sentiria os danos. Mesmo com seu cuidado e o anestésico pensei que eu só estava conseguindo por já ter feito anal com seu pai que também tinha um pau grande, não como o seu, mas grande.
– É tão apertado mãe, falou gemendo.
– Mamãe vai ser toda sua, amor. Não paraaaaaaa.
Por alguns minutos Giuliano foi enfiando com toda calma do mundo.
– Metade já foi mãe. Não quer parar por aqui?
Eu sentia minhas entranhas estufadas por tanto pau, mas incrivelmente sentia que poderia ter mais, talvez não tudo.
– Nãoooooooo. Agora que consegui até aí, quero maissss.
Apesar da sensação de empalamento toda a situação era muito, muito excitante e como em minha bucetinha eu queria que meu filho chegasse onde seu pai nunca chegou. Depois da metade onde é mais grosso começou a deslizar com menos problemas, ainda que bem devagar.
Mais uns 2 ou 3 minutos e senti que ele batia em algo e Giuliano parou.
– Não dá mais mãe. Ohhhhhhhh.
– Foi tudo?
– Faltou um pouco, mas está tão delicioso que posso gozar sem nem me mexer. Arghhhhhh.
Seu pai nunca chegou àquele ponto e nem me deixou tão cheia o que me fez feliz mesmo não o aguentando todo. Eu também poderia gozar analmente e seria a primeira vez pois com meu marido sempre precisava de uma ajuda em meu clitóris, mas aquele era meu filho com seu pau enorme e delicioso em meu cuzinho. Estava tão bom que me segurava.
– Está gostando do rabinho da mamãe? Uhhhhhiiiiiiii.
– Ohhhhh. Adorando. Tudo em você é uma delícia mãe.
– Agora, quando estivermos na academia vai se lembrar que o bumbum que você cobiça já é seu também, o provoquei.
Plaft, senti um tapa não muito forte para não acordar a bebê depois de uma das mãos sair do apoio de meu bumbum, o que me levou à beira do orgasmo.
– Você é uma mamãe muito safadinha e eu adoro que seja assim. Ahhhhuuuuu.
– Aaaaaaaahhhhhhhhhh. Tão safadinha que adorei que você bateu em um bumbum.
Plaft. Plaft. Plaft. O pecado era só não poder mais forte.
– Uhhhhhnnn. Isso amor. Mamãe merece por ser safadinha, mas é impossível não ser com você. Sabe, também no rabinho você chegou onde seu pai nunca chegou e estou gostando como não gostei com ele. Come o bumbum da mamãe, come.
Atendendo meu pedido meu lindo filho começou a puxar e colocar de volta bem pouquinho enquanto dava tapas contidos em meu bumbum redondo e firme. Conforme ia tirando mais eu entrei em êxtase porque diferente do que aconteceu com meu marido eu estava adorando. Não apenas a penetração em si, mas todo o ato da possessão final de meu corpo por meu filho com seu enorme instrumento.
– Mummmmm. Hummmmm. Hammmmmm, eu gemia muito mais de prazer do que da pequena dor que sentia, mais desconforto do que dor.
Tapas estalavam no ar e meu cuzinho era poderosamente arrombado me levando a me sentir novamente uma puta por estar adorando. Teve um momento em que após ter tirado em torno da metade, lubrificou com mais anestésico o que estava para fora e empurrou de novo para dentro.
– Que delicia de bumbum mamãe. Ohhhhuuuuuuu.
Naquele ato duplamente sujo por ser incesto e anal, me chamar de mamãe foi a gota d’agua.
– Oh deus. Oh deus. Oh deus. Eu vou gozar pelo bumbum como nunca consegui filho.
– Goza mãe. Goza que vou encher também seu bumbum de esperma.
Plaft. Plaft. Plaft.
Ao sentir seu esperma tive um orgasmo avassalador embaçando meus olhos.
– Estou gozaaaaaaaandooooooooo filho, falei toda contida com meu corpo convulsionando.
Giuliano gemia também contido sem parar o ir e vir lento em meu rabinho, como foi o tempo todo para não me machucar e também continuava com os tapas excitantes. Não senti seu esperma como sentia em minha buceta, mas senti um calor se espalhando em minhas entranhas e meu canal conforme ele tirava e colocava ficando cada vez mais gostoso.
Seu gozo terminou antes e quando percebeu que o meu acabou tirou rápido seu pau, com certeza preocupado com meu rabinho. Enquanto se deitou a meu lado, permaneci naquela posição de bruços toda esparramada e muito confortável e ficamos alguns minutos descansando.
O que era para ser só o início de uma preparação para ir colocando cada dia um pouco mais em meu cuzinho, o tesão e a sensação de posse que senti transformou em um ato sexual completo e delicioso e minha bucetinha teria um descanso.