Voltando para Porto Alegre, mais sexo e o amigo do Seu Adriano

Um conto erótico de Léo Lindo
Categoria: Gay
Contém 1157 palavras
Data: 24/04/2026 05:33:53
Última revisão: 24/04/2026 05:52:04

Olá a todos!

Depois de contar como foi minha primeira experiência sexual na qual fui desvirginado (“Meu Vizinho Cinquentão – parte 2”), estou de volta para contar como foi a viagem de volta de Piracicaba para Porto Alegre de caminhão com o Seu Adriano.

Ao acordar algumas horas após ter adormecido sobre o peito do Seu Adriano depois de transarmos, eu olhei para o pênis do Seu Adriano e percebi que ele estava excitado, mesmo estando ele ainda dormindo. Então comecei a acariciá-lo suavemente, e de maneira bem sutil, a masturbá-lo. Seu Adriano se mexeu ainda dormindo, e nisso parei por um instante de masturbá-lo. Dei uma pequena pausa e recomecei, mas agora comecei a beijar e acariciar a rola dele com o rosto, e logo em seguida comecei a mamar naquela glande grossa e rosada; e dessa vez ele acabou acordando, mas disse para mim continuar a mamada.

Assim sendo, me posicionei melhor entre as pernas de Seu Adriano para poder colocar o pau dele mais profundamente em minha boca. Mamei naquele pau gostoso por uns 10 ou 15 minutos, e então ele me pediu para que eu o cavalgasse; e obedientemente eu salivei na cabeça daquela rola e fui para cima dela; coloquei a cabeça do pau dele entre minhas polpas e comecei a esfregá-la no meu buraquinho; e com o peso do meu corpo fui forçando a entrada até sentir todo seu pênis dentro de mim, então comecei a cavalgá-lo vagarosamente, pois estava doendo bastante e fazia poucas horas que eu havia perdido meu cabaço.

Com as mãos apoiadas sobre o peito do Seu Adriano continuei montando com maestria em seu caralho grande e grosso. Seu Adriano me olhava com muito tesão e ternura enquanto eu o cavalgava. E nisso, ele me puxou contra seu rosto e nos beijamos na boca. Ficamos nos beijando enquanto com movimento de seu quadril ele me fodia com vontade e suas estocadas ficavam cada vez mais intensas e rápidas até que juntos acabamos nós dois gozando muito.

Relaxamos um pouco após a trepada e tratamos logo de sairmos da pousada e continuarmos a viagem para Piracicaba para fazer a entrega da carga, e o mais breve possível regressar a Porto Alegre, pois Seu Adriano pretendia na volta passar na casa de seu amigo João em Curitiba. Ele resolveu que ir visitar seu amigo na volta para Porto Alegre seria mais tranquilo e assim foi decidido.

Depois de longas horas até Piracicaba, entregar a carga e pegar o caminho para Porto Alegre, só paramos em Curitiba, mais precisamente na casa do João. João tinha mais ou menos a mesma idade que o Seu Adriano, talvez pouca coisa mais velho. Um senhor um pouco mais gordinho que o Seu Adriano, mais áspero e seco também. Nos cumprimentamos, Seu Adriano me apresentou ao seu amigo João como um sobrinho distante, mas João de cara já percebeu a malandragem e sorriu maliciosamente. Então o tempo foi passando e depois de muita conversa fora e bebedeiras, Seu Adriano pediu um quarto emprestado para João, pois disse que precisava descansar; e nisso, João disse para o Seu Adriano se sentir a vontade e o Seu Adriano foi descansar e me deixou com o seu amigo João, que foi logo puxando conversa comigo.

Depois de muita conversa, eu também resolvi descansar um pouco e João me ofereceu um outro quarto. Então agradeci e fui descansar. Em pouco tempo eu acabei adormecendo e depois de algum tempo – 1 ou 2 horas depois – acabei acordando com o João adentrando no meu quarto. João aparentemente havia acabado de tomar banho e estava apenas enrolado na toalha. Eu fiquei meio sem jeito e perguntei se havia acontecido algo; e nisso, ele simplesmente sorriu e retirou a toalha ficando completamente nu em minha frente. Eu fiquei meio confuso e sem saber o que fazer e vi que ele estava com o pênis semi-ereto e mesmo assim, já era bastante grande. Quando eu saí da cama e tentei reagir, ele veio para cima de mim e me deu uma bofetada com força, e eu caí de volta na cama. Então ele me segurou firme pelo braço me puxou da cama e me pôs de joelhos diante dele e me disse rispidamente e de maneira autoritária: - “Eu vou te fazer minha putinha submissa!”; e nisso, com o pênis já bastante duro ele me ordenou que eu o chupasse. Imediatamente eu obedeci a ordem do João, e completamente dominado eu segurava seu pênis e o chupava; estranhamente naquele momento, eu me senti totalmente submisso a ele. Ele dizia: - “Chupa direitinho essa rola, minha puta. Você vai ser minha puta, minha escrava sexual”.

Depois de uns 10 minutos mamando naquela rola, ele me segurou pelos cabelos e me puxou para cima me fazendo levantar. Então, me ordenou que eu tirasse toda a roupa e me deitasse de bruços na cama. Assim que eu obedeci à ordem dele, ele pegou um cinto de couro e começou a me castigar, me batendo com o cinto e me ordenando a contar em voz alta a cada golpe e dizer o nome dele. Então ele continuou a me bater e eu contando – “12, Senhor João; 13, Senhor João, 14, Senhor João…”. Ao todo foram 20 golpes. Essa era a tara dele, dominar, castigar e depois foder.

Após a surra ele largou o cinto, se deitou sobre mim, colocou seu pênis duro como um ferro entre minhas nádegas e sem piedade me penetrou com força, de uma única vez, arregaçando minhas pregas que ainda restavam. Estava doendo muito mesmo, eu gritava de dor a cada estocada, mas ele não se incomodava com aquilo, ao contrário, sentia mais tesão ainda. E o mais estranho ainda é que apesar da dor e da violência eu também estava sentindo muito tesão naquilo tudo e não demorou muito até eu tive um orgasmo extremamente intenso com o caralho dele enfiado até o talo no meu rabo. Ele continuou socando cada vez mais forte e acabou gozando muito dentro de mim também, mas ele não parou e mesmo depois de gozar continuou me fodendo até gozar pela segunda vez.

Depois de satisfeito ele se levantou da cama, ficou em pé e me ordenou que eu me ajoelhasse diante dele e limpasse seu pau; e logo depois me ordenou que eu beijasse os pés dele em agradecimento, o chamasse de Senhor João e me declarasse escrava sexual dele. E assim eu fiz, beijei os pés dele e disse: - “Obrigado, Senhor João. Sou e serei sua escrava sexual sempre que o Senhor assim desejar”.

Meia hora ou 45 minutos depois nos vestimos e voltamos para a sala; e mais tarde Seu Adriano acordou e apareceu na sala. Ficamos ali conversando, mas o clima entre João e eu ficou bastante tenso, deixando Seu Adriano desconfiado. E mais tarde fiquei sabendo que João contou ao Seu Adriano o que havia ocorrido. Mas isso será assunto para um próximo conto.

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