Boa tarde.. ou talvez boa noite, leitores.
Olha eu aqui novamente, esse sera meu terceiro e último conto.
Deixei a imaginação correr novamente solta, sem freios, explorando cada detalhe com intensidade… de prazer.
Aproveitem.
Meu nome é Victor e esse relato aconteceu quando eu comprei um rancho no interior de São Paulo, em uma cidade chamada Cosmo.
Peguei esse rancho em uma dívida, deixei-o bem arrumadinho, precisava de um caseiro para cuidar enquanto eu não estava lá e conheci o Sr. Pedro, um senhor gente boa. Ele tinha uma filha chamada Edna, que morava na cidade e que iria vir morar com eles.
Edna era 2 anos mais nova que eu, 23 anos, morena, 1,78 de altura e um corpo belo. Por que falar dela? Pois essa guria tinha um papo bom de conversar e me fez gamar no corpo que ela tem.
Tudo começou quando, em um final de semana, o Sr. Pedro me pediu um favor. Como o rancho fica longe da entrada, ele me disse que Edna, sua filha, estava vindo e iria descer no ponto de ônibus próximo ao rancho e se não poderia buscá-la de carro para ele.
Claro, seu Pedro, vou lá buscá-la para o senhor. Pego a caminhonete e subo até o ponto. Depois de um tempo, o ônibus chega e uma moça bonita desce com uma mala verde. Vejo que ela fica olhando de um lado para o outro. Eu respondo." Ela: "Edna olha para mim e diz: 'Sim, sou eu. E você?" "Sou Victor. O senhor Pedro me pediu para buscá-la."
Ela entra na caminhonete e partimos para o rancho. Durante o caminho, passamos pelo meio do rancho e Edna fica maravilhada, e me pergunta: "Nossa, o dono da fazenda deve gostar daqui. Olha como está cuidado esse rancho."
Não quis dizer que o dono era eu, mas até que gostei do elogio.
Chegando no rancho, decidi ir para o rio e me banhar. Tinha um local afastado do rancho que eu encontrei maravilhoso; eram umas pedras com cachoeira pequena. Sabia que não ia gente para aquele lado; era um bom lugar para banho.
Quando cheguei, tirei o sapatão e as roupas e entrei no rio. Estava lá de boa quando vi o cão do caseiro aparecer; ele estava com um biquíni na boca. Estranhei. Foi quando Edna apareceu; ela estava atrás do cão. Naquela hora, Edna levou um susto, pois não havia percebido ainda que eu estava lá. Ela estava com os peitos para fora, xingando o cão por ter roubado seu biquíni.
Eu, dentro da água, falo: "Edna". Ela olha para mim, arregala os olhos e diz: "Victor". Ela estava com os peitos à mostra, que não pude deixar de reparar. Ela tampa os peitos com as mãos e diz: "Nossa, que vergonha, esse mão desgraçado pegou a parte de cima do meu biquíni quando estava querendo entrar na água, mas já estou de saída, me desculpe".
Por um instante eu falo: calma, não precisa se preocupar, não vem ninguém aqui, pode entrar.
Edna, corada, me fala: "Já que você já me viu de peito para fora, vou entrar assim então." Eu olho para ela e falo: "Aqui nas pedras tem duas banheiras naturais, é só entrar e não se preocupe em mostrar seu peito, pois o que é bonito é para se mostrar", e como é bonito.
Edna me responde: "Para Victor, assim você me deixa com vergonha."
E de fato como aqueles peitos eram lindos. Na hora em que ela entrou na banheira próxima à minha, eu pude ver seus peitos mais de perto e acabei ficando de pau duro.
Ficamos ali conversando. Perguntei o que a tinha trazido de volta para morar com seus pais. Ela me conta que estava fazendo faculdade de odontologia e estava namorando um rapaz, mas que não havia dado certo e, como já tinha terminado a faculdade, então resolveu voltar.
Depois de um tempo conversando, ela já estava ficando confortável comigo. Ela se aproxima da banheira em que eu estava; eu olho para os peitos dela e começo a ficar excitado. Edna percebe que estou olhando seus peitos e fala: "Tô vendo que você está gostando de olhar para eles."
Ela segura e levanta seus peitos pra fora da água e fala: "Você que pega-los?"
Eu me aproximo e pego seus peitos e começo a massageá-los com as mãos, fazendo círculos em seus peitos. Ela se levanta e entra na banheira natural, onde eu estava. Ela entra e percebe que eu estava pelado. Ela olha para mim e eu digo:
Tem algum problema eu estar assim do seu lado?
Ela balança a cabeça dizendo que não, ela vira para mim e diz: "Para você não ficar envergonhado, ela tira a parte de baixo do biquíni."
Mal sabia que eu estava excitado e não envergonhado. Edna me abraça e começa a me beijar. Eu a abraço e continuo beijando-a. Meu pau começa a roçar na sua buceta. Corri para o quarto, peguei Edna no colo, pus-me sentado na pedra, abri suas pernas, olhei e disse: "Meu Deus, sua buceta era linda". Pelos desenhados e curtinhos, comecei a chupar aquela maravilha.
Edna segura minha cabeça entre suas pernas. Sinto seu corpo tremer de tesão. Ela vira e deita nas pedras. Eu começo a lamber e subir até o cu, lambendo cada cantinho.
Edna pede para que eu a foda. Repondo que estou sem camisinha ali, ela fala para não me preocupar, pois o remédio dela estava em dia.
Meu pau já estava duríssimo, pego-a pela cintura e começo a enfiar meu pau nela; depois começo a me movimentar.
Nosso sexo estava intenso, ela gemia de prazer. Perguntei se liberava atrás, ela disse que sim, tirei meu pau de sua buceta e enfiei no seu cu, comecei a aumentar a velocidade da estocada. Ela vira de lado e me beija, enquanto eu fodo seu cu, pego nos seus peitos e começo a apertar as pontas do bico. Depois eu sento na pedra e Edna senta no meu colo e começa a pular.
Depois de um tempo, seu cu relaxa, ela abre as pernas e eu vejo a cavidade que meu pau deixou. Eu, sem pensar duas vezes, meto a língua e começo a chupar seu cu. O prazer foi tanto que Edna começa a se mijar. Foi de fato um sexo selvagem entre a gente.
Depois saímos do riacho; fui primeiro, pois Edna estava se vestindo. Caminhei em direção ao rancho. Chegando no rancho, encontrei o Sr. Pedro, que estava procurando Edna, pois iria apresentá-la direito para mim e que ela iria ficar no rancho com eles.
Eu disse que não precisava, que ela já era de casa, mas o Sr. Pedro queria fazer questão. Entro em casa para pegar um café, Edna chega e o Sr. Pedro fala para ela que queria apresentá-la ao dono do rancho.
Edna fica relutante, pois tinha acabado de sair de um relacionamento e já estava interessada em alguém que conheceu.
Seu Pedro fala pra ela que então queria conhecer o sujeito pra ver se prestava e sai, balançando a cabeça. Nessa hora, saio da casa com um copo de café na mão e pergunto o que tinha acontecido com o Sr. Pedro, pois saiu arrancando toco de bravo.
Edna olha para mim e fala: "Hã, meu pai querendo achar piolho para se coçar, mas não liga, não."
Ela se aproxima de mim, me dá um beijo e diz: "Amei o que aconteceu lá com a gente; na próxima vai ser melhor."
Eu olho pra ela e falo brincando: "Ah, Edna, se eu te pegar de jeito, você não me escapa."
Ela sai andando para casa dela e vai me provocando, rebolando a rabeta.
No dia seguinte, Sr. Pedro me avisa que vai para a cidade buscar remédio para o gado na cooperativa. Eu respondo que blz e pedi para que passasse no açougue, pois iríamos fazer um churrasco hoje à noite.
Pode deixar, seu Victor, passo sim; ele me respondeu.
Fui até o estábulo pegar meu cavalo. Edna estava ajudando a mãe com as roupas. Quando ela me viu, veio até mim e me perguntou o que iria fazer hoje. Respondi que iria dar uma volta a cavalo, pois tinha que verificar as cercas do rancho. Peguei uma bolsa com comida e coloquei nas costas.
Ela perguntou se podia ir comigo. Claro, eu respondi. Ela vira e fala: "Vou pegar um cavalo então." Olhei para ela, peguei sua mão e puxei para cima do meu cavalo, coloquei-a sentada no meu colo. Ela olha para mim e, com uma mão segurando-a pela cintura e a outra, eu guio o cavalo.
Ela me provoca e fala: "É essa pegada que você falou que iria me pegar."
Olhei para ela, dei uma piscada e fomos andando. O rancho ia 900 metros para cima da cachoeira, onde nos divertimos. Ela olhou para mim e disse: "Vai me levar para a cachoeira de novo?"
Respondo que não iríamos para outro lugar; tinha uma colina mais à frente que o dono anterior havia me dito que o pôr do sol era lindo.
Chegando lá, entramos no meio do mato, andamos uns 20 metros, chegamos à colina, descemos do cavalo, sentamos no chão. A vista era linda, dava pra ver lá embaixo o rancho e o rio que passava do lado.
Edna senta do meu lado, eu seguro o queixo dela e dou um beijo na sua boca. Edna me beija de volta e começamos a nos beijar de língua. Eu a deito na grama e começo a beijar seu pescoço, coloco a mão em seu peito por debaixo da camisa e começo a esfregar. Depois disso, minha mão vai para o meio das suas pernas, enfiando dentro da calça, e começo a bater uma siririca. Ela começa a gemer e fechar as pernas. Com minha mão lá embaixo, eu tiro os dedos todo melados, mostro pra ela e começo a lamber, para experimentar seu mel.
Nessa hora, Edna começa a desabotoar minha calça, põe meu pau pra fora e começa a me masturbar. Ao mesmo tempo, ela segura meu pau e começa a lamber da ponta do meu pau, descendo até as bolas e subindo novamente. Eu tiro sua blusa e o sutiã e vejo aqueles peitos lindos, seguro com as mãos e chupo seus bicos. Edna senta no chão e tira a calça. Eu aproveito, levanto suas pernas e tiro sua calcinha, puxo Edna pelas pernas e enfio a boca na sua buceta linda e começo a chupá-la, passo a língua dentro dela e vou revezando as lambidas com seu cu. Edna segura minha cabeça, forçando minhas chupadas em sua buceta. Depois eu começo a subir em direção a suas tetas e já aproveito e enfio meu pau em sua buceta e começo a mexer o quadril para frente e para trás.
Levanto suas pernas e começo a lamber as pontas de seus pés enquanto continuo metendo. Edna gemia de tesão enquanto dizia: "Vai, Victor, me fode". Aquilo me deixava louco de tesão.
Peguei Edna, virei-a, deixando-a de quatro, tirei meu pau de sua buceta e comecei a enfiar em seu cu. Eu estava que nem um cachorro no cio, não parava de meter nela, até que cheguei em seu ouvido e disse que ia gozar.
Edna olha para mim e diz: "espera", se vira e fica de joelho e fala "goza na minha boca". Eu pego meu pau e dou um banho nela, gozo na boca, na cara dela, em seu peito. Ela fica toda melada e engole a porra que joguei na boca dela. Nessa hora eu deito no chão, exausto, enquanto Edna se limpa; depois eu me sento.
Edna vem até mim e senta no meio das minhas pernas, e eu fico abraçado com ela. Começamos a conversar; falei se podia perguntar algo, e ela perguntou o quê.
Respondi o que ela achava de juntar os panos de bunda comigo.
Ela olha para mim e diz que sim, só que eu teria que falar com o pai dela.
Eu falei que ela podia ficar tranquila, que eu iria falar com o senhor Pedro.
Edna aproveita e pergunta aonde eu morava, se tinha casa e se era aqui perto. Eu ri, lembrei que Edna não sabia que eu era o dono do rancho.
Edna me dá um soco fraco e diz: "Tô falando sério, seu chato."
Eu viro para ela e falo que irei levá-la para conhecer todos os cantos da minha casa. Ela ficou sem entender.
Tirei a comida da bolsa e montei uma toalha tipo dessas de piquenique. Comemos os lanches que havia feito; depois, Edna deita no meu colo e esperamos o pôr do sol.
Quando o pôr do sol aparece, Edna levanta e vai engatinhando para frente e deita de barriga na toalha, observando o pôr do sol. Eu olho em sua direção e que visão! Para mim, o pôr do sol não era nada, mas a bunda da Edna empinada, meu Deus, que visão! Não demorou muito, eu fico de pau duro, me levanto, vou até aquela bunda maravilhosa e soco o pau no cu dela novamente e começo a comê-la enquanto o pôr do sol se vai.
Edna se vira, me beija e chega no meu ouvido dizendo: "Esse foi o melhor dia que eu tive até agora."
Subimos no cavalo e voltamos para o rancho. Chegando lá, o Sr. Pedro estava me esperando com a carne. Quando chegamos juntos, seu Pedro ficou sem entender; Edna foi logo falar com ele e me puxou junto.
Pai, esse é Victor, o rapaz que foi me buscar hoje de manhã. Ele trabalha aqui no rancho.
O Sr. Pedro vira para ela e diz: "Então, filha, lembra que eu iria te apresentar o dono do rancho?" Edna interrompe ele, dizendo: "Pai, eu já falei para o senhor, eu gosto de outra pessoa." Seu Pedro olha para ela com uma cara de negação e responde: "E quem é esse traste?"
Por que não veio falar comigo ainda? Para que a briga não continue entre os dois, eu falo: calma, Sr. Pedro, não tive a oportunidade ainda. Ele olha para mim e diz: "Victor".
Edna vira e diz: "Sim, pai, é o Victor. Não quero saber desses riquinhos que nem a cara deram aqui no rancho."
Sr. Pedro olha para Edna e diz: "Menina, fica quieta, você sabe quem é o Victor." Edna olha para mim de volta, confusa. O Sr. Pedro fala: "Ele é o dono do rancho, filha, ele que é meu patrão."
Edna olha pra mim, eu seguro a mão dela e digo: "Sr. Pedro, esse é o melhor momento de perguntar se poderia me dar a oportunidade de namorar com Edna."
O Sr. Pedro olha para Edna; ela estava corada. Ele vira para mim e diz: "Claro, meu filho." Então eu olho para ele e digo: "Então vamos fazer aquela festa hoje, queima essa carne."
Sr. Pedro se vira e sai levando a carne.
Eu olho pra ela, dou um beijo e pego na sua bunda. Digo: "Não disse que se eu pegasse, você seria desse jeito?" Ela olha pra mim, pega no meu pau e fala: "Seu bobo", e me abraça.