Meu tio me estuprou mas também me revelou (final)

Um conto erótico de Dora
Categoria: Crossdresser
Contém 2636 palavras
Data: 23/04/2026 11:08:26

Alguns minutos depois e já minimamente recuperado, fiquei assistindo TV na sala e Carlos ficou na varanda lá fora, esperando todo mundo voltar.

Eu tinha uns shorts curtos e largos. Sentia um vento novo no meu cuzinho dolorido. Ardia um pouco, mas acima de tudo sentia dolorido.

Eu e Carlos não falamos. Como que cada um estava a processar o que tinha acontecido.

Meu tio btutamontes de 50 e poucos anos tinha deflorado seu sobrinho de 11.

Lembro de sentir um certo "quentinho" de ter este segredo entre nós. Uma coisa nossa. E na verdade, tinha descoberto um novo eu. Eu gostei do sabor de homem. Do jeito de pegar de homem, dos sons de Homeme claro, do pau de homem.

Não sei se me teria descoberto da mesma forma, se tivesse tido uma primeira expriencia com um menino da minha idade. Provavelmente não.

Chegaram todos. Confesso que de repente voltei a ficar nervoso. Com medo de ter deixado algum vestigio. Tinha lavado e escondido a calcinha da minha madrinha, mas ainda assim....

Pouco tempo depois fomos almoçar e tudo parecia mais calmo.

Muito de vez em quando, Carlos (já nada bruto comigo) cruzava seu olhar comigo. A certa altura, trocácamos já algum sorriso.

Não sei se era da minha cabeça, mas senti a minha madrinha ainda mais "cumplice" comigo.

Acabaria por confirmar isso nessa mesma tarde. Fomos todos ao rio da aldeia em familia.

Sempre morri de medo de água de rio e nunca saía da toalha. Não sei a razão mas sempre ficava homens de um lado e mulheres de outro. Carlos, claro, desta vez ficou do meu lado.

Quando todos levantaram para ir à agua, Carlos ficou um pouco para trás. Se virou para mim enquanto se elevantava e percebi que escondia algo por baixo de sua mão.

"Quero que enfies isso na coninha e fiques com ele lá até à noite, para te preparar para o tio" - ao mesmo tempo que tirava a mão e colocava junto de mim a esconder, um (que agora sei) plug anal. Era daqueles pequenos (uns 10cm de comprimento e 4cm de deiametro) com uma especie de peedra "preciosa" na pega. Nunca tinha visto tal coisa.

Meio confuso, tapei com a minha mão e coloquei por baixo da toalha.

Comecei, ainda que por cima da toalha, a sentir aquele (até então) negócio desconhecido. A tentar antecipar como seria sentir ele dentro do meu (ainda dolorido) cuzinho.

Me levantei e falei para minha mãe (que estava na água) - "Oh mãe! preciso ir fazer cocô na mata" - ela acedeu

Peguei meu chinelo e disfarçadamente o plug.

Já tapado pela mata, vi de perto o que iria enfiar no cuzinho.

Tinha o feitio de eum pénis. Muito menor que o de Carlos (nada a ver), mais ainda assim, grosso o suficiente para me abrir.

Pus ele na boca para molhar um pouco e comecei a introduzir no meu cuzinho.

Ainda dolorido, sentia dificuldade em relaxar. Percebi que rodando um pouco, era mais facil.

O Próprio formato do plug fez que, a dada altura, o resto da glande fosse "sugada" pelo meu anús. Me fez lembrar a dor que senti poucas horas antes. Mas ao contrário do pau de Carlos, esta dor foi pontual. Doeu a entar, mas depois da glande o plug era um pouco mais fino e já não dava dor. Enfiei o resto até à pega, ficando apenas a tal pedrinha (tipo um botão) na entrada da minha coninha (agora decorada).

Me coloquei de pé e experimentei andar. Apenas sentia a pega entre as minhas nádegas. Era confortável. E voltei para a toalha.

Ao chegar à toalha, estavam já todos deitados a apanhar sol. Carlos me olhou como que se certificando que eu tinha agora a minha coninha a ser aberta.

Ao me debroçar na toalha, olhei no olho dele e sorri (ele entendeu).

Passei o resto da tarde piscando meu anus, para sentir aquele plug.... e adorava.

Havia contudo uma coisa que não me saía da cabeça. Quando e como voltaria a estar sozinho com Carlos.

Depois de jantar, é uma altura em que fica mais cada um na sua. Uns ficam no sofá assistindo TV. Outros jogam carta. Outros vão dar um pequeno passeio ali junto à casa mesmo. Eu fui neste ultimo grupo. Carlos ia também, junto com alguns primos e 2 outros tios e uma tia meus.

A certa altura vimos uns gatos bebés e todos parámos para fazer festinhas. Carlos tocou ao de leve em minha mão, como que dando a entender para continuarmos andando. Assim foi.

Susurrou Carlos: "Sua madrinha deixou um saco com umas coisas por baixo da colchão de sua cama. Tenho certeza que vc vai saber usar. Quando todos estiverem dormindo eu vou levantar para ir no banheiro. Vai ser o sinal. Quando eu voltar para meu quarto, voce vem ter connosco lá".

" É o quê?" - Perguntei eu perdido em tanta informação

"Faz o que te digo sem pergunta caralho" - O Brutamontes deu ar de sua graça.

Nisto um priminho já se estava juntando a nós.... não falei mais nada.

No resto do passeio minha mente não parou.

Como assim a minha madrinha colocou algo para eu usar? Como assim ia ter com eles os dois ao quarto?.... Uma coisa ficou óbvia. A minha madrinha já sabia de tudo o que estava a acontecer.

Todo o meu desespero daquela manhã, voltou. A vergonha, o medo... tudo de novo. A minha madrinha? Como é que iria estar naquela situação com Carlos e ela lá? Fazendo o k?

Chegádos a casa, dei boa noite para todo o mundo e fui direto para o meu quarto.

Reparei que minha madrinha fez questão de ser a ultima a responder "Boa noite querido" - Como se me quisesse dizer algo mais.

Eu olhei para trás e percebi no olhar dela. Ela sabia de tudo. E estava contente com isso.

Já no meu quarto fui direto ao meu colchão. Perceber o saco por baixo dele, como que me ligou à realidade. Aquilo estava a acontecer.

No saco tinha um batom vermelho, rimel, e umas sombras (adoro).

Tinha uma calcinha fio dental rendada na frente, preta e um soutien aberto. Preto tambem, mas apenas com meia copa. Como que so tocava a parte de baixo dos seieos, empinando os mamilos (desnudos).

Tinha depois uma mini saia de praia e um top até ao umbigo.

Confesso que o panico deu lugar a tesão. Eu não conseguia esperar para colocar tudo aquilo em mim.

Esperei um pouco e tentei me controlar. Vesti logo a calcinha e coloquei meu short por cima, não fosse algém ao meu quarto.

Festejava cada "até amanhã" que ouvia da sala.

Carlos e minha MAdrinha também já tinham ido.

Minha tia Helena foi a utlima. A sala já não tinha ningém. Todos estavam em seus quartos.

Saltei da cama e comecei a me montar pela primeira vez na minha vida.

O Soutien, tive que apertar um pouco mais e percebi que com o aperto, meus peito ficararm mais salietes com os mamilos bem à vista.

Coloquei a mini saia e o top. Caía maravilhosamente bem em mim. Saía vermelha e top de alcinha branco.

Botei rimel e pintei meus labios pela primeira vez na vida. Minha boca ficou enorme. Carnuda. Parecia uma linda mulherzinha. Me olhei no espelho do roupeiro e não queria acreditar. Não era mais um menino. Meu cabelo não sendo comprido, era bem grande. Penteei de risco ao lado com a franjinha tapando parcialmente um dos olhos.

O plug continuava dentro de mim até então.

Sentei na cama esperando meu sinal. Tentando não pensar no que estava aconteceendo e apenas agindo. Era uma criança na altura mas lembro que o apoio que sentia era o achar que estava a fazer uma especie de jogo. Em que só eu e Carlos (e agora minha madrinha) sabiamos jogar.

Senti a Luz do corredor.....

Carlos fez questão de tossir para eeu saber que era ele. Era o meu sinal.

Quando senti que ele voltou para o seu quarto, era a minha vez....

Abri a porta do meu quarto e espreitei. Não estava ninguém. A cada passo que dava em direçao ao quarto deles, sentia que minhas pernas iam ceder a qualquer momento. A porta deles estava agora apenas encostada.

Assim que comecei a abrir a porta, ouvi Carlos: "Entra..." num sussuro quase inaudivel enquanto fechava agora a porta.

Assim que a porta foi fechada, a minha madrinha acendeu um pequeno candeeiro mesa, colocado no chão e parcialemnte tapado para que a luz fosse minima.

"Não tenhas medo, queridA. A madrinha sempre viu a linda menina que tu eras". Disse ela deitada em sua cama, parcialmente tapada com o lençol. Uma perna totalmente desnuda por cima do lençol e vestida com uma camisa de noite muito larga, desnudando quase totalmente seus seios.

Não falei nada.... apenas me lembrei do "Bem que sua madrinha me falou" que Carlos tinha mencionado naquela manhã. Comecei a juntar tudo.

Como referi no conto anterior, estes meus tios eram beme fisicos, sexuais um com o outro.

Percebi entao que um dos fetiches deles era um menage. Mas nao um menage tradicional. Minha madrinha queria partilhar carlos com uma menina da minha idade. Claro que era um fetiche. Ela sabia que não o podia fazer. Acho que de alguma forma, ela alimentava esse fetiche comigo. Via em mim essa menininha. E com o que aconteeceu nessa manhã, ela simplesmente não conseguiu resistir.

"Não tenhas receio, querida. Só tens que me seguir. Seguir... e fazer-me o que te pedir. Sim?" - Diz ela com um sorriso enotme (e lindo) em sua cara.

Apenas acenei que sim meio sem saber nada.

Carlos se aproximou já com a mão em meu rabo. "Deixa ver como está esta coninha do tio" - enquanto me debroçou para a frente e abrindo meu cu.

"Que lindo que ficou em voce" - Enquanto lentamente retirou o plug de meu anus, fazendo-me sentir novamente aquele vazio.

Ao mesmo tempo, minha madrinha deu um leve sorriso, e tirou o lencol para o fundo da cama ao mesmo tempo que expunha sua xaninha para mim com seus dedos. Nunca tinha visto uma xaninha tão perto. Era depilada com muito poucos pelos em cima, formando um risquinho muito curto e fino. Era linda. Ela se tocou com os seus dedos enquanto se eeconstou enquanto fechava os olhos. Expondo o seu clitoris para nós: "Vem cá!" - pediu-me.

Subi na cama de joelhos (já sem o plug) e aproximei-me entre suas pernas.

"Xupa a madrinha, xupa, querida" - e entre dois dedos me dava seu clitoris a provar.

Não sabia bem o que fazer, mas assim que meus lábios tocaram em seu clitóris ela se contorceu toda enquanto abafava um quente gemido com uma das almofadas. Sua xana cheirava bem. Estava quente e molhada. Como que fechava o cocktail de cheiros e gostos que tinha sentido em sua calcinha naquela manhã.

Passei a lingua e ia alternando com pequeno chupares. Ela parecia em extase.

Carlos se ajoelhou atrás de mim e me lembrou da menina que eu era, lambendo e chupando meu cu também.

Estivemos uns minutos naquelas lambidelas deliciosas até que Isabel se ergue e se junta a Carlos.

"Que maraviiilha" - verbaliza ela com tom de gemido

"Não é?" - Concorda Carlos enquanto se alternam a chupar meu cu.

Nisto Isabel se levanta e vai buscar algo. Era um dildo numa especie de calcinha (Strap on). Este era bem maior que o plug que tinha usado durante o dia e já mais próximo de Vara de Carlos (até agora bem passivo nesta experriencia).

Isabel de pronto o coloca e vem em minha direção.

"Obrigada por fazeres a madrinha tão feliz" - Enquanto me acaricia o rosto com uma mão e lambuza o dildo de lubrificante com a outra

Carlos se deita ao meu lado empunhando sua Vara para ser chupada por mim. Me coloco de quatro entre suas pernas e volto a sentir aquela vara enorme na minha pequena boca. Enquanto Isso, Isabel está de pé junto à cama e começa-me a penetrar....

"Que coninha boa...." - ver baliza enquanto sem muita dificuldade me afunda aquele dildo.

Apesar de eu já estar mais aberta, deu para sentir aquele pinto me encher e alargar um pouco mais.

Isabel começa a me foder por trás, enquanto punheto e lambo a vara de Carlos.

"Cadela da Madrinha vc, não é. Eu sempre senti que voce era uma cadelinha por se revelar. Como é bom foder uma coninha" - O fetiche de minha madrinha era inversao. Pelo que percebi Carlos nunca alinhou nisso. Alem disso, ela queria alguem mais fragil, submissa. Uma criança que nem eu. Que apesar de ter um micro pinto, era uma verdadeira menina.

Isabel me fodia enquando me apertava e arranhava os gluteos. De vez em quando tirava o dildo dentro de mim e chupava meu cu e meu micro pinto que era um perfeito clitóris.

Estivemos um bom tempo nisto.

"Anda amor, eestá pronta para ti. Anda arregaçar esta cadelinha." - Disse ela a Carlos.

Carlos, num salto, saiu de baixo de mim e me deitou de bruços. Com o polegar e indicador, abiu minhas pregas e encostou (depois daquela manhã) outra vez aquela cabeçona gigante. Desta vez grande parte dela já entrou direto na minha coninha.

Minha madrinha deitou de meu lado e me deu um beijo de lingua, ao mm tempo que com a mão me colava a ela, para abafar o que ela sabia que aí vinha.

Carlos enfiou aquela tora dentro de mim.

Gtitei abafado pela boca de minha madrinha, apesar de ter doído bem menos desta veez.

Ficámos quietos....

Abri os olhos. uns segundos depois (ainda no beijo com minha madrinha) e ela olhava fixamente para mim. Voltou a chupar minha lingua como que retomando tudo aquilo. Relaxei e rebolei um pouco o rabo para Carlos, me sentindo completamente arrebentada no cu.

Carlos começou umas estocadas que cada vez doía menos. Cada vez a minha coninha ia-se adaptando aquele gigante dentro de mim. Até que chegeou o momento em que já ouvi os colhoes de carlos a baterem em mim.

Poc...Poc....PocPoc....Poc..... Eu estava finalmente a ser fodida como uma verdadeira mulher. Isabel voltou a dar o seu clitoris para eu chupar. Chupava seu clitóris e rebolava no caralho de Carlos. Foi ali que me fiz mulher. Precoce. Mas mulher.

Carlos num impulso tira seu caralho dentro de mim, fazendo-me sentira completamente furado e noutro impulso, Isabel se senta ao meu lado, virando-me para Carlos. Era hora do leitinho.

Isabel coloca a lingua de fora com a boca aberta. Simplesmente emitei ela.

Carlos jorra um primeiro jato de porra na lingua de Isabel, e depois virando para mim, inundou minha cara, minha lingua e num terceiro jato e com a glande entre meus labios, encheu minha boca.

Isabel com leite na lingua, enfia-a em minha boca e terminamos no meu primeiro beijo molhado. Cada uma bebeu a sua parte daquele nectar. Nectar esse que eu passei a ficar viciada.

Depois dessa noite, minha madrinha e Carlos como que me "adotaram" e passou a ser frequente passar alguns finais de semana em casa deles durante o ano. Já não os via apenas nas férias de verão.

Durante alguns anos, fomos um trisal naqueles finais de semana. Era frequente pedir daquele nectar a Carlos. Às vezes enquanto conduzia. Minha madrinha no banco de trás do carro, assistia eu a mamar O caralho de carlos. Encher a boca daquele nectar e partilhar com ela nos nossos beijos molhados.

Passaram-se quase 20 anos desde este dia. Carlos partiu há uns anos e eu, sou hoje sou uma linda crossdresser. Minha madrinha acabou por ficar "mais seca" com a idade e nos fomos afastando ao longo dos anos.

Quem tiver curiosidade, pode-me ver no teams com o nick: "adobenew"

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