Eu me lembro perfeitamente como tudo começou.
Era uma madrugada de sábado e eu tinha acordado no meio da noite com a boca seca. Estava meio doente, com um pouco de febre, garganta inflamada, todo fodido. A chuva caía forte do lado de fora e fazia um barulho alto, quase espancando as janelas.
Eu estava zonzo e cheio de dores pelo corpo, mas atravessei o corredor escuro dos quartos e desci as escadas em direção à cozinha mesmo assim. Porém, antes que pudesse chegar, notei que a porta do quarto de meu irmão Maurício, que ficava na parte de baixo, estava entreaberta e com a luz ligada. No início nem me dei conta do barulho fraco que vinha dali, pois, como disse, a chuva gritava do lado de fora. Quando olhei de relance, levei um susto tão grande que quase tive um troço. Lá dentro, Maurício estava comendo a nossa irmã Mara. Ele socava forte enquanto ela rebolava de quatro.
Eu me escondi rapidamente. Olhei para frente, respirei fundo. O suor começou a brotar no meu rosto enquanto o coração acelerava de forma descontrolada. Me inclinei um pouco para olhar de novo, só para ter certeza de que era aquilo mesmo que estava acontecendo. E era. Maurício pelado, segurando forte nos flancos de Mara enquanto cravava o pau na buceta dela. Os seios balançavam com o movimento dos quadris e os gemidos baixos escapavam dela. Em determinado momento ela olhou para trás, para Maurício, e sorriu — um sorriso de quem estava adorando ser comida daquele jeito.
Eu senti raiva, nojo e até tesão. Mas também senti vergonha e medo, muito medo. Saí depressa, subi as escadas e voltei para o meu quarto. Chorei de ódio daqueles dois. Como eles podiam estar fazendo aquilo? Eles eram irmãos.
O trauma foi tão grande que nem consegui dormir aquela noite.
A partir daí, minha vida mudou completamente. Eu não conseguia tirar a imagem daqueles corpos suados da minha cabeça. E olha que eu tentava: procurava me distrair, ler, assistir séries... mas a cena tinha colado na minha alma. Me dava raiva, e me deu ainda mais raiva quando eu gozei depois da primeira punheta lembrando de Mara. Passei uns seis meses sendo assombrado por aquilo.
Dois anos então se passaram e Maurício saiu de casa para trabalhar em uma cidade próxima. Aí Mara começou a se aproximar de mim, se tornou mais carinhosa e participativa na minha vida. Viramos até amigos, mas meu tesão por ela não desaparecia.
Em julho, nossos pais resolveram passar uns 15 dias no sítio da família e nos levaram junto.
Lá, Mara e eu tivemos que dividir um quarto e dormir em uma cama minúscula, um do lado do outro. Foi uma delícia poder dormir ao lado dela e sentir seu cheiro de hidratante pós-banho. Isso sem falar que eu encoxei ela várias vezes durante as noites.
Ela nunca reclamava. E uma madrugada ela mesma fez com que eu a abraçasse por trás e a gente dormisse agarradinho.
Mara de repente se tornou ainda mais carinhosa comigo. Me abraçava toda hora, queria andar de mãos dadas pelo sítio e até pedia para eu deixar ela fazer massagem nas minhas costas.
Em uma noite, todos os primos se reuniram para contar histórias de terror perto do celeiro. Mara ficou perto de mim o tempo todo, me abraçava e dizia que não gostava daquele tipo de coisa. Depois a galera resolveu brincar de esconde-esconde. Estava certo que ninguém mais tinha idade para brincar daquilo. Porém, estava na cara que alguns primos só queriam arrumar um pretexto para ficarem entre si escondidos.
Por ingenuidade, Mara levou a sério a brincadeira e me puxou pra gente se esconder no armário que ficava nos fundos do galpão de ferramentas. A luz amarela quase não iluminava, mas dava para ver o relevo do seu vestido justo e decotado, que apertava os seios de uma forma que parecia que o pano iria se romper a qualquer momento. Ela era gostosa e estava ainda mais deliciosa aquela noite.
Nos acomodamos apertados dentro do armário e o cheiro de banho tomado dela entrava forte nos meus pulmões. Ela ria e respirava forte, dizendo que ali ninguém iria nos procurar. Mas ela estava errada, pois em menos de cinco minutos a Carol, uma prima feia e gorda que ninguém queria ficar, apareceu tentando encontrar alguém escondido por ali. Acho que Carol e Mara eram as únicas que estavam brincando de verdade.
Mara me olhou assustada e fez sinal de silêncio com o dedo indicador. Ficou olhando de relance pela abertura do armário até que Carol fosse embora.
Mara estava gata demais, cheirosa demais. Eu estava morrendo de tesão ali.
Falei que ela estava muito cheirosa e ela riu, antes de se virar de costas e afastar os cabelos para me entregar seu pescoço branco.
— É um perfume novo — sussurrou ela. — Pode sentir.
Eu nem pensei duas vezes, cheirei delicadamente sua pele e a abracei por trás. Mara deu um sorriso.
— Você tá de pau duro, Michel? Não acredito nisso.
Meu coração disparou, mas eu não falei nada. Mara só ria como se tudo aquilo fosse uma brincadeira. Ela então apalpou delicadamente meu pau por cima do short.
— Que porra é essa, Michel? É por minha causa? — soprou ela de um jeito bem safado e descontraído.
— Acho que sim — respondi com a voz trêmula.
Mara então meteu a mão dentro do meu short, tirou meu pau para fora e começou a masturbar, enquanto ele batia na sua bunda redonda. Ela sorria e me chamava de tarado enquanto trabalhava.
Estávamos muito perto, o hálito dela batia no meu rosto enquanto nossos corpos tremiam com o movimento.
— Se a gente fizer uma loucura, promete nunca contar pra ninguém?
— Prometo.
— Então senta aí no chão.
Eu me apertei todo e sentei. Meu pau duro apontado para cima. Mara se virou e se posicionou. Ela levantou o vestido e arrastou a calcinha para o lado. Consegui sentir nitidamente o cheiro de buceta suada. Ela foi descendo e se encaixando na minha pica lentamente. Centímetro por centímetro. A bucetona encharcada recebeu o pau até o talo. Mara gemeu e parou, respirou fundo, antes de começar a cavalgar lentamente meu mastro.
— Ai, caralhooo... — gemeu ela entre os dentes.
Os movimentos dela eram suaves e cadenciados. O barulho de buceta molhada sendo fodida estalava lá dentro. Eu segurava na sua cintura enquanto sentia as paredes da buceta se arreganharem com a minha entrada.
Mara ia lá em cima e voltava, com ritmo e rebolado. O suor surgia no corpo caucasiano e os gemidos ecoavam quase como sussurros. Ela me fodia com vontade e maestria. Estava muito gostoso.
Aproveitei e abocanhei seus seios pelo decote. Tentei puxar para baixo e ela disse que não.
— Por favor. Deixa eu chupar os teus peitos. Sempre morri de vontade — quase implorei.
Mara então riu e tirou os lindos seios de mamilos rosados para fora. E eu os chupei com muita fome e ganância, passando a língua pelos mamilos, dando leves mordidas nos bicos duros.
— Isso, mama. Mama, vai. Toma o leitinho. Toma todo — ela gemeu.
O movimento da sentada começou a ficar mais frenético e eu não aguentei. Disse que ia gozar, ela disse que eu poderia gozar dentro. Explodi com a força de todo aquele tesão acumulado e entupi ela de porra.
Ficamos parados por uns minutos. Eu com a cabeça enterrada entre seus seios e ela acariciando meus cabelos. Nós nos beijamos na boca e depois voltamos para o casarão principal do sítio, pois ela disse que precisava se lavar, que meu sêmen estava escorrendo pelas suas pernas.
De madrugada, nós transamos no quarto mais uma vez. E quando estávamos suados e sorrindo, eu confessei que tinha visto ela transando com o Maurício. Mara ficou em choque no início, mas encarou de boa. Disse que já que eu sabia do Maurício, ela poderia transar com nós dois ao mesmo tempo qualquer dia. Eu olhei emburrado e ela caiu na gargalhada e disse que estava só brincando.
Brincadeira...? Não. Pois meses depois, Maurício e eu comemos Mara juntos...
Quem sabe um dia eu volte aqui para contar.