Quando a Domme L saiu do quarto, fiquei apavorado, comecei a ter muita ansiedade pois sabia que ela faria alguma coisa muito sádica com meu fetiche por axilas e suor. Antes de sair ela fez questão de deixar a manga da camiseta no meu nariz, para que eu ficasse respirando o cheiro dela. Confesso que naquele ponto, eu já não sabia se gostava, ou se odiava o fato de ter contado para minha dona meu fetiche por axilas. Pouco tempo depois de ela ter saído escutei o chuveiro do banheiro sendo ligado, não tinha entendido muito bem o que ela faria com aquilo mas estava apreensivo, coisa boa para mim não seria. Pensei que talvez ela tinha ido tomar banho e aquele seria o castigo, pensei que já havia sido humilado o bastante. Porém, pouco tempo após ligar o chuveiro ela entrou dentro do quarto novamente, com o mesmo top e legging de academia que estavam enxarcados.
Domme L: "Escravo, quando saí fiquei um pouco preocupada com você ... fiz questão de te deixar sem cinto de castidade para que pudesse desfrutar do seu fetiche por axilas, mas vi seu pau duro somente bem rápido quando começamos, o que aconteceu? Me esforcei muito para realizar seu fetiche, queria que você tivesse recebido de bom grado e sentido tesão, mas pelo visto não atendi as suas expectativas. O que você tem a dizer sobre ? Meu suvaco não te dá tesão ?" - Eu não conseguia responder, estava com a camiseta dela na minha boca. " kkkkkk ah sim, você não consegue falar, deixa eu retirar essa camiseta da sua boca" ela retirou, finalmente consegui respirar minimamente bem. "RESPONDE ESCRAVO" ela disse.
Respondi com muito receio : "Senhora, tenho muito tesão por axilas, e a axila da senhora é perfeita, o tamanho, o formato." - Ela disse " Que estranho, que seu amiguinho aqui em baixo diz outra coisa..." Respondi: "Eu estou um pouco ansioso, só isso"
Tentei justificar o porquê de não estar com tanto tesão. Ela disse, "Certo escravo, vamos fazer o seguinte então... Vou soltar suas mãos e te dar 30 segundos para deixar seu pau duro ou minimamente aceitável, caso você não consiga após o tempo, irei trancar você nesse cindo de castidade que busquei antes de continuarmos nossa brincadeira." Ela me mostrou o cinto. Fiquei apavorado novamente, sabia que não conseguiria cumprir a expectativa dela e além de toda a tortura seria trancado novamente na castidade durante a punição...
Ela soltou minha mão, pegou o celular e colocou o cronômetro, e disse: "Como sou uma dona muito boazinha, vou te ajudar a ficar duro no tempo estipulado. Você vai cheirar meu suvaco enquanto bate punheta, ok ?!" E deu um tapa forte no meu saco, que doeu muito para atrapalhar mais minha ereção. Ela sentou no tamborete, aproximou a axila, e soltou o cronômetro. "Pode começar escravo, quero esse pau cheio de tesão pelo meu suvaco"
Comecei a bater punheta, correndo. E no início ela já gritava "cheira, cheira o suvaco da sua dona seu escravo nojento" E sempre que eu cheirava, ficava cada vez pior.. era muito cecê pra um escravo só. Mas mesmo assim continuei, até que o cronômetro tocou e obviamente não consegui ficar duro. Ela sorriu "Que decepção escravo, pensei que você tinha fetiche por suvaco, e seria um presente pra você. Mas vejo que você mente pra mim, não conseguiu nem sentir tesão nisso. Agora, conforme combinamos..."
Eu disse apavorado: "Por favor senhora, me dê mais tempo. Não me precisa me colocar na castidade" - Ela disse: " Abre a boca escravo" Abri, ela enfiou a blusa toda novamente, e deixou a manga no meu nariz, para que eu não parasse de sentir o cheiro - "Melhor assim, agora sim vai começar o seu castigo kkkkkkk" Ela ria.
Como meu pinto estava mole, sem muita dificuldade, ela me colocou naquele cinto apertado de castidade. Doía bastante, fazia mais de um mês que ela não me colocava ali.Me debati um pouco, mas ela trancou, e amarrou meus braços atrás do corpo novamente. "Prontinho escravo, agora você sabe o que vai acontecer com você? Está ouvindo o barulho do chuveiro ? - Fiz sinal com a cabeça que sim "Eu liguei o chuveiro o mais quente possível, e fechei todo o banheiro, o banheiro agora virou nossa sauna. Lá deve estar fervendo ... Sua senhora irá entrar lá e fazer alguns agachamentos e polichinelos. Eu te avisei ontem como eu suava muito não avisei ?" - Concordei novamente "Então, vou pingar de suor. E depois que eu sair de lá, você irá lamber e engolir todo o suor do meu suvaco entendeu ? Você não foi homem de me dizer que tinha fetiche por axilas ? Agora, vai ser homem de aguentar, e não quero cara de nojinho entendeu ? " - Novamente concordei.
Ela saiu do quarto e fechou a porta. Naquele momento já nem sabia se conseguiria passar pelo castigo. A Domme L estava muito fedida, e o suor dela que bebi da camiseta tinha um gosto muito azedo, e amargo. E ela faria eu engolir tudo diretamente do suvaco... E por ser mais gorda, o suvaco dela era muito grande, tampava toda a minha cara. Fiquei com pena de mim que teria que limpar tudo aquilo, amarrado e no cinto de castidade.
Ouvi ela abrindo e fechando a porta do banheiro, me iludi que não seria punido, e o castigo vai ser muito pior do que eu pensava.
Fiquei ali amarrado, sentindo o cheiro do suvaco dela na camiseta, que após um tempo, mesmo sendo horrível, comecei a me acostumar. 10 minutos depois, ouvi a porta do banheiro abrir, a Domme L estava pronta ... Havia produzido a quantidade de suor que ela achou adequada.
Ela abriu a porta do quarto, e estava até cansada, literalmente pingando de suor, Top e Legging encharcados, e todo o corpo coberto de gotas de suor. Ela estava segurando uma colher, e um copo. Veio em minha direção, removeu a camiseta da minha boca, e cuspiu na minha cara, e disse "Agora você vai sentir o gosto do suor da sua senhora escravo, olha que privilégio". Ela sentou no tamborete em frente a cama, pegou um travesseiro e colocou em baixo da minha cabeça, para erguer um pouco. Ela esticou bastante o braço pra trás, e colocou o suvaco na minha cara. O suvaco dela tampou todo o meu rosto naquela posição. Estava pingando suor por toda a axila, nunca vi um suvaco tão suado daquela forma, literalmente, pingando e escorrendo suor.
Ela disse: "Nem preciso dizer que é pra você respirar pelo nariz, certo escravo ? Quero você aspirando todo o cheirinho que vem das minhas axilas" - Respondi: "Sim senhora" respirei fundo, o cheiro que eu havia acostumado na camiseta estava mil vezes pior, adentrava meu corpo e ia para minha cabeça, era um cecê muito forte. Ela ordenou: "Agora escravo, você vai lamber e engolir meu suor. Quero que passe a língua e já engula o suor entendeu ? Tem bastante suor para você engolir, melhor começar por baixo. NÃO DEIXA MEU SUOR CAIR, entendeu ?" - Respondi ela: "Sim senhora".
Estiquei a língua, e lambi a parte de baixo, veio muito suor de uma só vez, escorreu até um pouco da minha língua, a domme L estava olhando tudo por cima. E assim que lambi ela gritou "Engole, engole o suor escravo". Engoli, o gosto estava muito azedo, e o cheiro só piorava tudo. "Passa a língua, seu serviço está apenas começando". Lambi e engoli mais algumas vezes, porém ela percebeu que eu estava lambendo e engolindo pouco suor além de estar sentindo um pouco de repulsa. Ela ficou estressada e apertou meu peito, gritei - "Escravo, você está com nojinho ? É pra lamber com vontade e engolir muito suor de cada vez, tem muito suor pra você engolir ainda. Acho melhor se acostumar. Ou eu vou ir pra sauna novamente. AGORA LAMBE!"
Lambi, com mais firmeza, mas era uma sensação muito ruim, o gosto do suor da domme L estava muito azedo, e salgado. Minha língua já estava ficando dormente, e ainda faltava boa parte da axila dela que era muito grande e o cheiro forte de cêcê só piorava tudo. Ela gritava rindo " Engole kkkkk engole o suor, escravo inútil". O que só aumentava minha humilhação, e tortura psicológica.
No meio tempo, enquanto eu lambia o suvaco da domme L, ela utilizava o copo e a colher que tinha trago para recolher o suor do restante do corpo. Como ela é gorda suou bastante o peito, embaixo do peito e a barriga. Ela fez questão de coletar o máximo de suor com a colher e colocou tudo no copo, quando a vi fazendo aquilo sabia que eu seria ainda mais humilhado.
Já não sentia prazer, meu fetiche por axilas se tornou um castigo sádico da domme L, como ela desejou. Quando terminei de lamber e engolir o suor do suvaco dela, ainda assim tinha um pouco de suor, porque mesmo após lamber ela não parava de suar. Ela então disse: "Acho que você poderia ter lambido melhor escravo, ainda estou muito suada. Mas vou aliviar pra você. Você vai ter apenas que ficar parado..."
Ela segurou minha cabeça pelo cabelo com a outra mão, e esfregou o suvaco que eu tinha acabado de lamber em toda a minha cara por um bom tempo, até sentir que havia saído todo o suor dele e passado para minha cara ..." Ela sorriu " kkkkkkkkk, você gostou escravo ? Não estou vendo seu passarinho duro na gaiola, acho que você não tem fetiche por axilas. Eu caprichei ficando sem desodorante e treinando forte para te agradar atoa. Vamos tenho outra brincadeira para fazer com você, melhor se preparar." ...