Eu nunca tinha viso aquele homem antes na minha vida. Não era nenhum dos amigos do Matheus que eu conhecia. Não até aquele noite.
Ele dirigia em silêncio batucando com as mãos nas coxas, quase como se tivesse na expectativa, sem me dizer para onde estávamos indo. Eu é que ansiosa, temerosa, perguntei:
- Pra onde você está me levando? – tremi.
- Mulher calada é uma poeta – disse sorrindo. – E gemendo é uma cantora. Tu é nova no ramo né? O cliente manda, tu obedece... Putinha como é já deve ter ouvido muito isso dos teus cafetões.
A gente estava se aproximando da área residencial da cidade mais nobre. Entramos em um condomínio desses de casas ao estilo dos Estados Unidos, bem amplas e praticamente sem muros.
Ele manobrou para uma casa no final de um longo corredor de casas lindas, deslumbrantes.
- Cê tá fedendo, - avisou. – Deu muito hoje né? Toma um banho, come alguma coisa. Depois conversamos.
Eu vi em cima do banco do fundo uma camisa bordada com o nome Henrique. Ele destravou as portas e disse para eu entrar, depois de tantos dias na favela, aquela amplidão de casas e espaço me assustou um pouco.
Mas obedeci e segui para a casa em que ele havia entrado.
Eu não o vi logo de cara mas ouvia os seus passos ecoando pela casa e os latidos no fundo. Henrique voltou com uma toalha e sabonete, segurou meus ombros e me direcionou para um banheiro na parte de baixo.
Eu estava mesmo louca para tomar um banho, então não me fiz de tímida, tirei a roupa e me lavei. Minha vagina não doía, nem ardia, e depois do banho senti certo alivio, quase como se tirasse um peso das costas.
Só aí, percebi como era uma casa em porcelanato, apenas o banheiro era o quartinho onde eu estava vivendo inteiro.
- Trancou a porta? – ele gargalhou de fora. – Abre.
Eu sai do chuveiro me enrolei na toalha e abri. O homem era lindo e pelado, que delicia! Não era malhadão mas o corpo bem cuidado, peitoral, braços, ombros, costas enormes linda.
- Vem assim mesmo deixa a toalha aí...
Ele segurou meus ombros e foi me guiando pelo corredor em direção ao fundo da casa, vi a luz azul refletindo na piscina mas paramos antes em uma espécie de sala de jogos, onde havia uma mesa de bilhar.
Henrique bateu na minha bunda, e chamou:
- Rapaziada, a pizza chegou – ele mandou eu sentar no bilhar. – E vocês não imaginam o sabor!
Um magrelo de cabelo encaracolado. Um baixinho troncudo de peito peludo loiro, e um pardo, de olhos meio puxados, saíram de uma sala ao lado e sorriram para nós.
- Que porra! – disse o magro.
- É quem eu tou pensando? – o meio chinês perguntou.
Henrique alisou meus seios e fez eu abrir as pernas.
- Sabor irmanzinha do Thetheu, rapaziada!
Eu respirei fundo. Os caras foram me cercando passando as mãos.
- Linda pra cacete! – disse o troncudo. – Oh louco, até meu pau subiu já.
Henrique me pegou no colo e colocou no chão no meio deles, ajoelhada, claro. Ele foi o primeiro a sacar a rola.
- Chupa bem gostoso – mandou. – Chupa sua vadia. O amigo do teu irmão.
Eu nem pensava nisso, não podia ver rola mesmo, era meu destino, minha fraqueza. Engoli o pau dele, ainda meio mole, o baixinho segurou minha mão e colocou em cima do pau quente dele.
O magrelo ficou massageando meus peitos.
- Fala aí Paulinho, - disse Henrique. – O pessoal na empresa vai nem acreditar.
- Aquele cuzão merece – disse o magrelo. – Vou te detonar e a culpa é do teu irmão.
Eu não estava entendendo nada daquele clube do bolinha mas para mim também pouco importava. Engoli a rola do galego troncudo e já senti uma mão desce por minha boceta.
- Molhadinha a safada... – disse o meio japa. – Mas isso deve ser rodada, vou encapar o pau e volto. Sou o primeiro viu.
Ele avisou mas os dedos do magrelo vieram antes me abrindo inteira e tentando meter a mão em mim, reclamei, ele bateu na minha bunda mandando eu calar a boca que puta não tinha escolha.
Senti os quatro dedos do magrelo safado dentro de mim, e tive que tirar a caceta do Henrique da boca para poder arfar porque estava muito gostoso. O japa voltou, e me colocou para sentar. Como o magrelo tinha me aberto, e o negão de rua tinha me deixado mais larga mesmo, entrou fácil. Montada nele, continuei revezando de pau.
Henrique disse que eu estava tão larga que aguentava uma dupla penetração mas o japa caiu fora.
- Que não sou veado! – disse. – Tua desgraça se esfregando na minha rola?
- Qual é Tidi? Vacilão. E aí alguém topa?
Eu estava tendo dificuldade para sentir o pau do rapaz, mas ele gozou mesmo assim, foi o mais rápido deles. O magrelo meteu a rola enorme e fina na minha boca.
- Vai com calma – falei olhando para a mata Atlântica dele acima do pau e na barriga.
- Calma é o caralho, engole isso logo – e meteu a rola.
Eu levantei um pouco para dar espaço para o troncudo deitar embaixo e encaixar seu pau em mim, era grosso e a sensação de tremor que vinha dele me deixou excitada.
Henrique afastou o magrelo e veio de frente. Eu fiquei mais deitada, Pensei que ia morrer quando o Henrique forçou a entrada, precisou lubrificar mais, minha boceta ardia, doía, e até câimbra senti pela primeira vez!
Ele meteu mas logo ficou meio mole por causa do contato com o pau do troncudo.
- Desisto, tá louco fica roçando mesmo – disse Henrique. – Vira aí puta, que vou comer teu cú então.
Eu levantei meio bamba, dando graças porque estava insuportável dois pais na boceta de uma vez.
Henrique dedou meu cu, melecou bem, e forçou. Eu estava sem sentir prazer. Só sentia dor. Foi horrível por uns quinze minutos, só sofrimento. E ainda o magrelo toda hora me fazendo punhetar o pau dele.
Após uma dor e um som que me fez derrear sobre o troncudinho, senti a rola do Henrique enterrada no meu rabo!
Que situação louca! Um pau na boceta e outro no rabo!
- Aiiiiii – gritei – aiii....
- Isso geme cadela, geme mais...
Henrique começou um vai e vem pesado, me espancando com o pau. O troncudinho também movia o quadril e eu para me apoiar tinha que segurar no chão, sentindo as mãos do troncudo na minha cintura e do Henrique no meu ombro.
O troncudo gozou e saiu dando lugar para Henrique e o magrelo veio no meu rabo. Doeu menos que o do Henrique e por incrível que pareça a rola maior do magrelo me fez voltar a sentir as pernas bambas e a sensação gostosa de dominada, de submissa, o cheiro deles começou a me deixar louca.
Senti um orgasmo fudido quando o magrelo meteu tudo de uma vez e tirou.
Henrique disse que só esporraria na minha cara, e mandou eu descer do pau gostoso do magrelo, os dois me leitaram inteira. Fiquei uns quinze minutos no chão respirando fundo. Cansada!
Ele chamou um uber para mim, e voltei sozinha para o morro com o dia quase nascendo e a bolsinha cheia de dinheiro.
- Pensei que tinha fugido, - disse Dendê. – Caralho isso tudo, porra, tá de parabéns, putinha linda, e aí guenta mais um hoje ainda?
Dendê perguntou mesmo me vendo toda lambida de porra de macho.