Meu Sogro me Enrrabou Parte 02

Da série Meu Sogro
Um conto erótico de Katarina
Categoria: Heterossexual
Contém 2077 palavras
Data: 22/04/2026 22:08:43

Os dias seguintes foram uma loucura. Roberto e eu não conseguíamos parar. Toda vez que o João saía ou dormia cedo, eu corria pra casa dele. Meu cu estava constantemente dolorido, mas de um jeito gostoso que me deixava molhada o dia inteiro. Eu já tinha virado viciada também — viciada na rola grossa do sogro, no jeito bruto como ele me arrombava, nas palavras sujas que ele sussurrava enquanto enchia meu rabinho de porra.

Naquela sexta-feira à noite, o João estava em casa, de bom humor. Ele me chamou pra dormir lá. Disse que o pai tinha saído pra beber com uns amigos e só voltaria tarde. Eu aceitei na hora, pensando que seria uma noite “normal” com o namorado. Mas meu corpo já traía: eu tinha colocado um shortinho bem curto e uma blusinha fina sem sutiã, só pra provocar caso o Roberto chegasse mais cedo.

Deitamos na cama do João. Ele começou a me beijar, mãos subindo pelas minhas coxas. Eu estava molhada desde antes de chegar — pensando no sogro. Deixei ele tirar minha roupa. Subi em cima dele, montando no pau do namorado. O pau do João era bonito, mas depois do que eu andava levando no cu, parecia pequeno demais.

Eu desci devagar, engolindo ele na buceta. Comecei a rebolar devagar, gemendo baixinho, mas minha mente estava longe. Estava imaginando o Roberto atrás de mim, metendo no meu cu enquanto eu cavalgava o filho.

— Porra, você tá molhada pra caralho hoje… — murmurou o João, segurando minha cintura.

Eu sorri, rebolando mais gostoso, os peitos balançando na frente dele.

Foi nesse momento que a porta do quarto abriu devagar.

Meu coração quase parou.

Roberto entrou, ainda com a roupa da rua, mas o olhar era puro fogo. Ele fechou a porta atrás de si e ficou olhando a cena: eu completamente nua, sentada no pau do filho, rebolando devagar.

O João virou a cabeça rápido.

— Pai?! Que porra é essa? Sai daqui, caralho!

Roberto não saiu. Na verdade, ele sorriu. Um sorriso lento, safado, daqueles que eu conhecia bem.

— Relaxa, filho. Eu não vim atrapalhar… vim completar.

Eu congelei em cima do João, o pau dele ainda dentro da minha buceta. Meu rosto queimava de vergonha e tesão ao mesmo tempo.

O João olhou pra mim, confuso.

— Katarina… que merda é essa? Meu pai…

Eu não soube o que dizer. Mas o Roberto falou por mim, tirando a camisa e abrindo o cinto.

— Ela é uma vadiazinha gostosa, né? Eu achei que você não ia perceber, mas pelo visto você também sabe aproveitar. Ou será que não?

O João franziu a testa, ainda com o pau dentro de mim.

— Como assim “também sabe”?

Roberto riu baixo, já tirando a calça. A rola grossa dele pulou pra fora, já meio dura, bem maior que a do filho.

— Eu tô comendo o cu da sua namorada faz dias, João. E ela adora. Dá o rabinho pra mim como uma puta de verdade. Você acha mesmo que eu não ia querer provar essa bundinha de academia?

O João ficou em silêncio por um segundo. Depois, em vez de raiva, veio uma expressão estranha — surpresa misturada com excitação.

— Porra… eu sabia — murmurou ele, quase rindo. — Eu desconfiava desde o primeiro almoço. Você olhava pro meu pai como uma cadela no cio. E ele… ele sempre gostou de novinhas. Achei que meu pai não ia ter coragem de falar nada, sua vadia.

Eu arregalei os olhos, ainda sentada no pau dele.

— Você… sabia?

O João segurou minha cintura com mais força e começou a mexer o quadril devagar, fodendo minha buceta por baixo.

— Sabia. E confesso que isso me deixou com mais tesão. Imaginar você traindo comigo com ele… porra, me excita pra caralho.

Roberto se aproximou da cama, já com a rola completamente dura. Ele subiu atrás de mim, abrindo minhas nádegas com as mãos grandes.

— Então vamos fazer direito, filho. Enquanto você come a buceta dela, eu como o cu. Porque esse rabinho agora é meu vício. Eu não consigo mais ficar sem arrombar essa putinha.

Eu gemi alto quando senti a cabeça grossa do pau do sogro pressionando meu cuzinho. Eu ainda estava sentada no João, o pau dele enterrado na minha buceta. Roberto cuspiu no meu cu, esfregou a rola melada e começou a forçar a entrada.

— Ai… caralho… os dois ao mesmo tempo… — eu choraminguei, o corpo tremendo.

O anelzinho do meu cu se abriu devagar ao redor da rola grossa do sogro. Doeu mais que o normal por causa do pau do João já me enchendo por baixo, mas a dor virou prazer rápido. Centímetro por centímetro, o sogro foi enfiando no meu cu enquanto o filho metia devagar na minha buceta.

— Porra… que apertado… — grunhiu Roberto, segurando minha cintura. — Toma no cu, sua vadia. Enquanto o namorado te fode por baixo, o sogro arromba esse rabinho.

O João começou a meter mais forte por baixo, gemendo:

— Isso… geme pra gente, sua putinha traidora. Eu sabia que você era safada pra caralho.

Os dois ritmos se sincronizaram. O sogro metendo fundo no meu cu, o João socando minha buceta. Eu estava completamente cheia, os dois paus me rasgando ao mesmo tempo. Meu corpo tremia inteiro, os peitos balançando, gemidos altos escapando da minha boca sem controle.

— Ai… me fodam… me fodam os dois… — eu implorava, rebolando entre os dois paus. — Meu cu… minha buceta… tudo de vocês…

Roberto deu um tapa forte na minha bunda.

— Isso… aperta esse cu na rola do sogro. Eu viciei nesse rabinho guloso. Vou encher ele de porra enquanto meu filho te enche a buceta.

O prazer foi subindo rápido demais. Eu gozei primeiro, gritando, o corpo convulsionando. Meu cu apertou a rola do sogro e minha buceta apertou a do João ao mesmo tempo. Foi um orgasmo violento, longo, que me deixou mole.

O João gozou logo depois, gemendo alto e enchendo minha buceta de porra quente.

Roberto meteu mais algumas vezes fundo no meu cu e gozou também, jatos grossos invadindo meu rabinho até transbordar.

Os três ficamos ali, ofegantes, suados. Eu ainda empalada nos dois paus, porra escorrendo dos dois buracos.

Roberto puxou meu cabelo de leve e murmurou no meu ouvido:

— Agora não tem mais segredo, sua ninfetinha. Esse cu é meu sempre que eu quiser. E o João vai assistir… ou participar.

O João sorriu por baixo de mim, ainda dentro da minha buceta.

— Pode ser, pai. Mas da próxima vez eu quero ver você arrombando ela direito.

Eu só consegui gemer baixinho, o corpo ainda tremendo.

A vadia dentro de mim já queria mais.

Na manhã seguinte, acordei na cama do João com o corpo todo dolorido de um jeito delicioso. Meu cu latejava, ainda aberto e melado da porra que o sogro tinha deixado lá dentro. A buceta também estava sensível, inchada do que os dois tinham feito comigo na noite anterior. Eu me mexi devagar e senti dois pares de mãos me segurando: uma do João, possessiva na minha cintura, e a outra do Roberto, grande e pesada na minha bunda, o polegar roçando de leve no meu anelzinho sensível.

Abri os olhos. Os dois estavam acordados, me olhando. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. Ninguém disse nada por uns segundos. Foi o Roberto quem quebrou o silêncio, a voz rouca de quem tinha acabado de acordar:

— Bom dia, putinha da casa. Dormiu bem com dois paus dentro de você?

Eu mordi o lábio, sentindo a vergonha e o tesão brigando dentro de mim. O João riu baixo ao meu lado, apertando minha cintura.

— Ela dormiu como uma vadia satisfeita, pai. Olha só pra cara dela… ainda tá com cara de quem levou rola no cu a noite inteira.

Eu corei, mas não neguei. Em vez disso, rebolei de leve a bunda contra a mão do Roberto, sentindo o dedo dele pressionar meu cuzinho.

— Eu… eu não esperava que vocês dois… — comecei, mas o João me interrompeu com um beijo na boca, enquanto o pai enfiava a ponta do dedo no meu cu devagar.

— A gente sempre soube — disse o João contra meus lábios. — Eu via como você olhava pra ele. E ele me contava, sem dizer nada, que tava louco pra comer você. Agora não tem mais segredo. Você é a namorada do filho… e a putinha do pai. A dinâmica da família mudou, Katarina. E eu tô gostando pra caralho.

Roberto tirou o dedo do meu cu, lambeu ele devagar e sorriu.

— Levanta, ninfetinha. Hoje é domingo. Vamos tomar café da manhã como uma família normal… e depois eu vou comer esse rabinho na cozinha enquanto o João assiste.

Foi assim que começou a nova rotina.

Descemos pra cozinha. Eu só de uma camiseta velha do João, que mal cobria minha bunda. Os dois de cueca, paus semi-duros balançando enquanto preparavam o café. Parecia cena de família… até não parecer. Enquanto o João fritava ovos, o Roberto veio por trás de mim, me prensou contra a bancada e enfiou a mão por baixo da camiseta, apertando minha bunda.

— Abre as pernas, vadia — murmurou ele no meu ouvido, alto o suficiente pro João ouvir.

Eu obedeci. O João virou a cabeça, sorrindo, e continuou cozinhando enquanto o pai cuspia na mão, lubrificava a rola grossa e pressionava contra meu cu ali mesmo, na cozinha, com a luz do dia entrando pela janela.

— Caralho… ainda tá aberto da noite passada — grunhiu Roberto, enfiando devagar. — Esse cu agora é propriedade da família. Eu como quando quiser, o João come quando quiser. E você vai dar sempre, né?

— Sempre… — gemi, segurando na bancada, sentindo a rola grossa do sogro me abrindo de novo.

O João se aproximou, ainda com a espátula na mão, e enfiou dois dedos na minha buceta enquanto o pai metia no meu cu.

— Olha só, pai… ela tá pingando. Nossa namoradinha virou a puta da casa. Eu sempre soube que você era safada, mas agora… porra, é oficial.

Eles me foderam assim, de pé na cozinha. Roberto socando meu cu com estocadas profundas e brutas, o João dedando minha buceta e beijando minha boca. Eu gozei primeiro, tremendo entre os dois, gemendo alto sem me importar se algum vizinho ouvisse. O sogro gozou logo depois, enchendo meu rabinho de porra quente enquanto o filho me segurava.

Depois do café, sentamos na sala como se nada tivesse acontecido. Eu no meio do sofá, com a porra do sogro escorrendo devagar pela minha coxa. O João assistia TV, a mão distraída no meu peito, beliscando o bico. O Roberto lia o jornal, mas de vez em quando olhava pra mim e dizia coisas baixas:

— Hoje à tarde, enquanto o João joga futebol com os amigos, eu vou te chamar pro quarto de hóspedes. Quero te arrombar de quatro e gravar no celular. Pra gente ter um registro da puta da família.

O João riu.

— Pode gravar, pai. Depois me manda. Quero ver ela rebolando no seu pau enquanto eu não tô.

Era estranho. Era sujo. Era completamente errado. Mas era excitante pra caralho.

À noite, quando o João saiu pra jogar, o Roberto me chamou pro quarto dele — o quarto que dividia com a ex-mulher até pouco tempo atrás. Ele me fodeu na cama de casal, devagar, olhando nos meus olhos.

— Você mudou tudo aqui em casa, Katarina — disse ele enquanto metia fundo no meu cu. — Agora a gente é uma família diferente. O João sabe, aceita e até gosta. Eu viciei nesse seu rabinho. E você… você adora ser nossa vadia, né?

Eu só consegui gemer “sim… sou a vadia de vocês dois” enquanto gozava de novo, apertando a rola dele.

Quando o João voltou, encontrou a gente na sala: eu de quatro no sofá, o pai metendo no meu cu, e eu chupando o pau dele ao mesmo tempo. O João só tirou a roupa, sentou do lado e enfiou o pau na minha boca, compartilhando comigo.

— Bem-vinda à família de verdade — disse ele, segurando meu cabelo.

E eu, com o cu cheio de rola do sogro e a boca cheia do pau do namorado, soube que não tinha mais volta.

A dinâmica familiar agora era essa: eu era a ninfetinha, a putinha oficial da casa. Eles me comiam quando queriam, onde queriam. Eu dava o cu pro sogro, a buceta pro namorado, e os dois juntos quando dava. E o tesão só aumentava.

Porque agora não era mais traição.

Era a nova normalidade da família.

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