Meu círculo mais próximo de amigos é composto por gente de todo tipo. Todos, é claro, se respeitam muito e prezam por manter as coisas em harmonia sempre. Alguns vivem uma vida mais regular e discreta, outros são pavões que gostam de ter atenção constante, mas nos damos bem assim. Um grupo heterogêneo, construído através de vários anos de festas e conexões e cuja presença na vida de todos é fundamental.
Dentro desse grupo tem um amigo bem especial: Arthur. Sendo bem clara, ele é, na minha opinião, o homem mais bonito dali: moreno, bem alto, sarado e com um sorriso de dar inveja. Quando nos conhecemos ele namorava uma mulata gostosíssima, mas não durou muito, logo ele se separou e então, nas festas da vida, se revelou bi. Não era incomum vê-lo largar mulheres por um cara mais interessante e vice-versa.
Apesar de nos darmos bem e eu achá-lo lindo nós nunca tivemos nada. Ele cuidava de mim nos meus porres, cobria Marcinha nas suas peripécias e estava sempre de bom humor e disposto pra tudo.
Quando conheci Carlos, meu namorado, sua adaptação a esses amigos não foi tão conturbada. Ele já conhecia Marcinha anteriormente, que foi quem nos apresentou e a maioria dos seus amigos tinha um jeito que sintonizava com os meus, portanto, nossa integração foi tranquila.
Logo nas primeiras ficadas, decidimos namorar, ele sempre foi encantador e gentil, além de uma delicia na cama. Nos primeiros meses, fomos debatendo nossa relação e traçando certos limites e consensos.
Lá pelo nosso sexto mês juntos, eu estava me arrumando para sairmos, apenas usando uma calcinha, e meu namorado veio me cheirar e sarrar. Ele já estava pronto, mas não parecia preocupado em suar um pouco, na verdade queria queimar a largada. Não perdi tempo, minha buceta estava sempre pronta para ele.
Carlos abaixou as calças até o joelho e foi de passinho andando para a cama. Chegando lá, sentou escorado na cabeceira e eu vim por cima dele, sentando e rebolando no seu pau. Em dado momento, já perto de gozar, ele me abraçou e foi me apalpando até enfiar um dedo na minha bunda. Eu tive um orgasmo assim que ele o fez, sentindo sua porra jorrar em mim logo em seguida.
Eu levantei e corri para me lavar, tomando bastante cuidado com o cabelo e a maquiagem, já meu namorado ficou um tempo na mesma posição.
"Amor, quero te pedir uma coisa."
Ele olhou firme para mim assim que eu disse isso e não falou nada, mas me senti segura para continuar minha confidência.
"Quero que a gente faça com mais um cara hoje."
Ele riu e questionou.
"Quer mesmo? Do nada assim?"
"Ah, amor. Você colocou o dedo na minha bundinha. Fiquei com vontade de ter um pau em cada buraco."
Ele apenas riu e me disse que ficasse pronta logo. Eu nem precisei confirmar, sabia que iria acontecer como eu desejava.
Chegando na festa, tudo foi correndo como de praxe. Eu dançava e bebia um pouco, me pegava gostoso com meu homem e comecei a ficar de olho nos caras que ali estavam, já cogitando meu convidado para o menage. Porém, o tempo foi passando e ninguém me chamou atenção.
Lá pelas duas da madrugada, eu chamei Marcinha para dançar funk comigo, era o ritmo da vez na playlist. Ficamos ao lado da mesa em que nosso pessoal estava, eu me exibia para meu namorado e Marcinha para todos os outros. Adorava sentir suas mãos em mim e aquilo foi me deixando assanhada.
Eis que, do nada, Arthur apareceu ao lado dela, sem camisa, levemente alterado e sarrando Marcinha enquanto a safada rebolava para ele. Era curioso ver os dois, ele tão alto, ela tão baixa, mas aquela visão foi me fazendo ter interesse no meu amigo a pouco apagado.
Deixei os dois ali e fui para perto do meu namorado.
"Amor, que tal o Arthur?"
"Ele não é gay, gata?"
"Não, ele é bi. Se ele topar, você aceita?"
"Claro. O que você quiser hoje."
Eu o beijei e voltei correndo para perto dos dois que seguiam dançando. Comecei a interagir com ambos, Marcinha pulou no colo de Arthur e deu-lhe um bom beijo, até eu tirá-la de cima dele.
"Sai fora, safada. Ele é meu hoje."
"Mas você tem um, Clara."
"E quero dois... ao mesmo tempo."
Nem precisaria gastar saliva ali, Marcinha rapidamente entendeu e até se afastou para que eu falasse com Arthur.
"Amigo, quero uma coisa de você."
"Fala, Clara. Qualquer coisa."
"Quero que você transe comigo e Carlos hoje."
Ele estava inclinado, posicionado para me ouvir melhor, mas, assim que eu disse isso, se levantou e riu meio incrédulo.
"E você aguenta, baixinha?"
"Vamos descobrir, gato. E eu quero ao mesmo tempo."
Arthur riu outra vez, me encarou para ter certeza se era verdade, olhou para Carlos que acenou para ele, depois puxou a fila para que saíssemos logo.
Eu só acenei para meu namorado que foi correndo acertar a conta junto a Arthur. Eu fiquei os esperando próxima à saída, ansiosa demais e extremamente excitada.
Eles chegaram rindo de algo, ambos se davam bem então imaginei que fosse alguma piadinha sobre nossa aventura que se aproximava.
Fomos no carro conversando coisas leves, mas eu estava sedenta. De vez em quando passava a mão no meu namorado, que se esforçava para focar em dirigir, mas claramente estava ansioso também. Seu pau estava tão duro quanto mais cedo, pulsava com minha mão repousando sobre ele e até Arthur se aproximou para dar uma olhada naquele volume.
Procurei no GPS o motel mais próximo e em menos de 10 minutos estávamos no quarto.
Arthur pediu licença e foi para o banheiro, eu joguei meu namorado na cama e nem perdi tempo, abaixei suas calças para mamar gostoso aquele pau. Minha boca salivava só de olhar, a cabeça brilhando inchada e molhada, as veias parecendo que iam estourar e o pau pulsando enquanto eu o segurava firme. Enterrei aquela rola maravilhosa na boca, quase até o final, até me engasgar. Depois, meio sem ar, tirei e comecei a mamar com gosto. Chupava com força, punhetava firme e babava bem.
Carlos apenas gemia e se contorcia, segurando-me pelo cabelo, olhando dentro dos meus olhos sempre que eu erguia a cabeça.
Arthur voltou do banheiro já completamente nu, seu corpo lindo parecia reluzir enquanto ele desfilava até a cama. Assim como eu, ele não perdeu tempo, veio até atrás de mim e carinhosamente subiu meu vestido até minha bunda ficar exposta. Depois, afastou minha calcinha e caiu de boca na minha buceta molhada. Eu estava com o pau do meu namorado na boca e engasguei num gemido profundo, assim que senti a língua de Arthur me tocar.
Aquela sensação acabava comigo, era um desafio me manter concentrada na rola dura que estava na minha boca enquanto sentia uma língua praticamente me preencher atrás.
Eu me sentia cada vez mais quente e perto de um orgasmo, já rebolava a cada passada de língua e mal conseguia chupar meu namorado. Foi então que Arthur parou. Eu olhei desesperada para trás, querendo saber do que se tratava aquilo, mas logo me acalmei, meu amigo estava colocando uma camisinha no pau e se posicionando para me comer.
"Vamos ver se aguenta mesmo, baixinha."
O cachorro enterrou o pau em mim num movimento só. Outra vez eu engasguei por causa de um gemido intenso, perdi o ar e as forças com aquele gesto. Mas foi uma delícia.
Meu namorado me encarava sorrindo, eu o punhetava com firmeza e Arthur metia em mim sem dó. Parecia ir colocando com mais vigor a cada rodada, segurava firme minha cintura e não parava sequer para respirar.
"Clarinha, que bucetinha boa. Se eu soubesse antes..."
"Então soca, cachorro. Mete com gosto na sua amiga safada."
Ele segurou ainda mais firme na minha cintura, eu empinei bem a bunda e me preparei para tudo dele.
"Mais forte. Eu vou gozar. Mais forte."
"Eu vou gozar também, Clarinha."
"Goza, gostoso. Goza comigo."
Eu soltei a mão que punhetava meu namorado e a direcionei para abrir bem minha bunda, me deixando o mais exposta possível. Meio sem jeito e entre gemidos, coloquei a cabeça do pau de Carlos na boca e fiquei sugando, tentando abafar os gemidos. Eu gozei junto com Arthur, que enterrou uma última vez o mais fundo que pôde. Meus gemidos foram abafados pelo pau na minha boca, já os dele pareciam urros quando saíram.
Apesar do orgasmo, assim que o vai e vem parou, voltei a me concentrar no pau do meu homem, mamando com ainda mais vontade. Arthur se levantou e foi ao banheiro mais uma vez, para jogar a camisinha fora. Eu levantei também, me despi por completo e puxei Carlos, ajudando-o a tirar a roupa, depois me ajoelhei na sua frente e voltei a mamar aquela rola gostosa.
Quando voltou, Arthur se agachou junto a mim, olhei para meu namorado, meio sem saber o que fazer, mas ele acenou que não teria problema, então apenas me posicionei melhor.
Quando Arthur beijou e pos o pau de Carlos na boca, este o segurou pela cabeça com força e forçou o pau contra sua garganta.
"Vamos, safado. Vou te fazer pagar o que fez com minha namorada."
Quando foi solto, Arthur ofegava com a baba melando todo seu todo e com um sorriso enorme. Aquele homão grande, forte, musculoso, que a pouco estava me fodendo sem pena, agora estava sentado sobre as pernas, com um pau na mão e sorridente por ser tratado como uma putinha. Ele virou para mim e sorriu, ainda segurando o pau do meu namorado o direcionou e me ofereceu, trazendo a boca junto para um beijo praticamente triplo.
Era diferente a sensação de mamar alguém junto com um homem, mas não me incomodava, na verdade excitava demais. Fomos os dois revezando, do saco até a cabeça, mamando forte e engasgando com aquele pau, trocando beijos quentes e babando bem. Arthur não tinha tanto jeito chupando um pau, mas compensava na disposição, era faminto e voraz, me acompanhava nas tentativas de engolir aquele pau por inteiro e se deliciava com nossas salivas lambuzando-o.
"Ei, safado, quero seu pau duro também."
Arthur riu e se levantou, exibindo a pica já rígida como pedra mais uma vez. A diferença de altura dos dois me atrapalhava um pouco revezar em quem mamava, mas era mais uma coisa que excitava na situação.
Arthur virou para trás, pegou e me deu uma camisinha, eu pus nele com a boca mesmo e depois o vi ir sentar na cama, numa posição semelhante a do meu namorado mais cedo.
Fiz questão de dar um último beijo e cuspida na pica de Carlos, aí me levantei e fui até Arthur na cama. Sentei em seu pau me empinando o máximo possível para meu namorado me alcançar facilmente.
Senti um geladinho do lubrificante na minha bundinha e depois fui rasgada deliciosamente por trás.
Arthur me ajudava apoiando meu corpo e dando firmeza para ele. Carlos ia de pouquinho em pouquinho intensificando seus movimentos, me fazendo gemer mais e mais, enquanto era preenchida por completo.
Quando me acostumei com tudo, Arthur começou a mexer o quadril de baixo pra cima, não conseguia tirar e enfiar toda a extensão do pau, mas ia o mais longe que conseguia. Carlos segurava meus cabelos com uma das mãos, apertava e dava tapas na minha bunda com a outra. Eu, satisfeita por estar realizando meu desejo e completamente travada entre aqueles dois machos, apenas os deixava me guiar, entrando e saindo dos meus buracos, me matando de tesão.
As vezes eu debruçada sobre Arthur, que aproveitava para tentar ir mais fundo, mas logo Carlos me puxava pelo cabelo para que ficasse mais reta, fazendo meu corpo arrepiar com tal tratamento.
Era gostoso demais para resistir, tanto para mim, quanto para eles. Meu namorado, que ainda estava em branco, foi o primeiro a gozar, sua porra na minha bundinha sempre foi das sensações mais gostosas do mundo e dessa vez não tinha sido diferente.
Em seguida, Arthur gozou metendo de leve e eu o acompanhei. Aqueles dois paus pulsando, um na buceta, outro no cuzinho, era o ápice da minha realização, eu me sentia uma vadia, safada, mas extremamente feliz com tudo o que tinha rolado.
Meu namorado saiu primeiro, deixando um rastro de porra na minha bunda. Eu me levantei na sequência, o mais rápido que pude para não melar Arthur, mas não deu certo.
Fomos um a um até o banheiro nos lavar e trocar. Deixamos o Arthur em casa e voltamos para a nossa. Cansados, mas plenamente satisfeitos.
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