O domingo amanheceu ensolarado e abafado, o cenário perfeito para levar a tensão do apartamento para fora de quatro paredes.
Gustavo havia reservado a churrasqueira na área da piscina do prédio. A luz do dia trazia um novo nível de perigo para o jogo: o risco de serem vistos por qualquer vizinho que decidisse descer.
Gustavo estava na grelha, com uma cerveja na mão, focado na carne. Tomás estava sentado em uma espreguiçadeira, tentando manter a mente ocupada com o celular.
Foi quando Marina apareceu.
Ela vestia um biquíni de fita preto, tão minúsculo que parecia um insulto à decência. O tecido mal cobria os mamilos e sumia completamente na fenda da bunda farta. Ela caminhou descalça pelo piso molhado, os quadris balançando em um ritmo hipnótico, e parou exatamente na frente de Tomás, bloqueando o sol.
— Tomás... — ela pediu, a voz arrastada e manhosa, estendendo um frasco de protetor solar para ele. — Passa nas minhas costas? Meu maridinho tá todo sujo de carvão e eu não alcanço direito.
Tomás engoliu em seco. Ele olhou para Gustavo, que apenas acenou com a cabeça e sorriu, fingindo total desinteresse. Com as mãos trêmulas, Tomás pegou o frasco. Marina deu as costas para ele e deitou-se de bruços na espreguiçadeira ao lado.
O contato da mão quente e áspera de Tomás com a pele macia de Marina foi elétrico. Ele espalhou o creme pelas costas nuas dela, a respiração pesando.
— Pode descer mais um pouco, Tomás. Perto da marquinha... — ela sussurrou, afundando o rosto nos braços para esconder o sorriso perverso.
Os dedos dele deslizaram até a borda do biquíni, roçando a pele sensível dos glúteos. Marina imediatamente empinou levemente sua bunda e afastou suas coxas.
Era um convite.
As mãos de Tomaz deslizaram até encosta os dedos sobre a buceta já molhada por cima do biquíni.
A ereção marcava o short de tactel que ele usava.
Gustavo se aproximou trazendo a tábua de carne, fazendo Tomaz se afastar assustado.
Marina ria.
Minutos depois, o calor ficou insuportável. Marina levantou-se e mergulhou na piscina. Tomás entrou logo em seguida, mantendo uma distância segura. Mas Marina não conhecia o significado de distância.
Ela nadou por debaixo d'água e emergiu bem na frente dele. Por baixo da superfície, a mão dela avançou sem aviso. Ela agarrou o volume por cima do tecido do short de Tomás e apertou.
Ele arregalou os olhos, quase engasgando com a água. Marina riu, soltou-o e saiu da piscina, caminhando em direção ao banheiro da área comum.
Antes de entrar, ela olhou por cima do ombro e deu uma piscadela furtiva, um comando claro e irrecusável.
Tomás esperou dois minutos.
O coração batia na garganta. Ele olhou para Gustavo, que estava distraído virando a carne, e seguiu para o banheiro.
Assim que empurrou a porta, foi puxado para dentro. O banheiro cheirava a cloro e sabonete barato. Marina o prensou contra a parede de azulejos frios. Sem dizer uma palavra, ela abaixou o short molhado dele, liberando o pau já duro e latejante. Ela ajoelhou-se no chão úmido e tomou-o na boca com uma voracidade que Tomás nunca tinha experimentado.
Foi rápido, sujo e desesperado.
Um boquete furtivo, com o som das pessoas rindo na piscina lá fora servindo de trilha sonora para o pecado. Antes que ele pudesse gozar, ela se levantou, limpou a boca, ajeitou o biquíni e saiu, deixando-o ali, arfando e à beira da loucura.
Voltaram para o apartamento no início da noite. O clima estava carregado.
Assim que entraram, Gustavo jogou as chaves no balcão, bocejou de forma exagerada e esfregou os olhos.
— Caramba, eu tô moído. A bebida é o sol bateram forte — disse Gustavo, tirando a camisa ali mesmo. — Vou apagar. Boa noite, irmão. Vem logo, Marina.
Gustavo caminhou para a suíte e fechou a porta, mas, num ato planejado, deixou-a apenas encostada. Ele se jogou na cama de costas, mantendo a respiração controlada e os ouvidos atentos.
Na sala, as luzes estavam apagadas. Tomás foi para o quarto de hóspedes e fechou a porta, o peito subindo e descendo. O pau doía de tanta tensão acumulada. Ele tirou a camisa e sentou na beirada da cama.
Foi quando o celular vibrou.
Era uma mensagem de Marina. Uma única linha:
Tô te esperando na sala.
A moralidade de Tomás havia ficado no fundo da piscina naquela tarde. Ele abriu a porta do quarto e caminhou pelo corredor escuro, guiado pelo instinto.
Marina estava de pé, no meio da sala, iluminada apenas pela luz fraca da rua. Ela já tinha tirado o vestido. Estava usando apenas uma calcinha de renda minúscula e nada mais.
Quando Tomás se aproximou, ela não sorriu.
Não havia mais espaço para jogos.
A hora havia chegado.
Ela agarrou o pescoço dele e o beijou com fúria. Um beijo molhado, com gosto de álcool e perversão. Tomás a levantou do chão, prendendo as pernas dela na própria cintura, e a jogou no sofá. Ele arrancou a calcinha dela com urgência. Não houve preliminares demoradas. Ele se posicionou entre as pernas abertas da mulher do seu melhor amigo e, com um impulso forte, penetrou-a de uma vez só, rasgando o silêncio com um tapa molhado de carne contra carne.
Marina jogou a cabeça para trás, soltando um gemido rouco e gutural. A transa era violenta, animal. Tomás não era mais o amigo retraído; era um homem consumido pelo tesão, metendo nela com força brutal, os corpos suados batendo e fazendo o couro do sofá ranger alto.
Marina gemia alto a cada estocada.
— Cuidado com o barulho. Gustavo pode acordar. — Tomaz advertiu com as última gotas de receio.
— O corno do seu amigo deve estar dormindo pesado uma hora dessa. — Provocou Marina em um tom de voz alto suficiente para ser ouvida por Gustavo já no corredor do quarto.
Marina agarrou os cabelos da nuca dele, puxando o rosto de Tomás para perto.
— Fala... — ela exigiu, ofegante, a voz carregada de malícia. — Fala pra mim. De quem é a mulher que você tá fodendo?
Tomás rosnou, os olhos escuros cravados nos dela, cego pelo prazer.
— Do Gustavo... — ele grunhiu, metendo ainda mais fundo. — Eu tô fodendo a mulher do meu melhor amigo.
— Isso seu cachorro. — ela sorriu de forma perversa, cravando as unhas nas costas suadas do hóspede. — Você tá comendo a minha buceta na sala dele. Tá fazendo o seu amigo de corno. Anda, Tomás, me fode como se eu fosse sua!
A humilhação misturada ao prazer quebrou as últimas amarras do cérebro de Tomás. O tabu estourou.
— Gostosa do caralho... — ele ofegou, a agressividade tomando conta. Ele segurou a cintura dela com força, socando com violência. — Me provocou o dia todo na cara do maridinho. É uma puta mesmo. Você é minha puta agora. Entendeu? Minha!
— Sou... — ela gemeu alto de propósito, para que a voz cruzasse o corredor. — Me enche de porra!
Tomás perdeu completamente o controle. Com uma sequência de estocadas finais e desesperadas, ele gozou fundo dentro dela, soltando um grito abafado no pescoço de Marina, o corpo tremendo enquanto despejava anos de repressão dentro da mulher do amigo.
Exausto, ele desabou sobre ela no sofá. Marina esperou a respiração dele acalmar. Então, com um empurrão frio e calculista, tirou o peso de Tomás de cima dela. Sem dizer uma palavra, ela se levantou, ajeitou o cabelo bagunçado e caminhou nua pelo corredor, deixando o amigo destruído, suado e coberto de culpa na escuridão da sala.
Marina empurrou a porta da suíte. O quarto estava escuro, mas ela sabia exatamente onde o marido estava.
Gustavo estava deitado de costas na cama, os olhos brilhando na penumbra, o pau duro e latejante fora da cueca, punhetando lentamente.
Ele tinha ouvido tudo.
Com um sorriso sádico e o corpo ainda quente da transa, Marina subiu na cama engatinhando. Ela se posicionou exatamente sobre o rosto de Gustavo. Sem cerimônia, ela abriu as pernas e sentou com peso na cara do marido, esfregando a buceta úmida — encharcada com os sucos dela e a porra fresca de Tomás — diretamente na boca dele.
Gustavo segurou as coxas dela e abriu a boca, lambendo e sugando os restos do amigo.
— Maridinho... — Marina sussurrou, rebolando devagar e de forma circular no rosto do marido, a voz tremendo de excitação enquanto relatava o troféu da noite. — Foi tão sujo. Ele meteu com tanta força no sofá...
Gustavo gemeu contra a intimidade dela, incentivando-a a continuar.
— Ele me chamou de puta, amor. Ele disse com todas as letras que estava comendo a mulher do melhor amigo... disse que estava te fazendo de corno bem debaixo do seu teto — ela ofegou, sentindo a língua do marido trabalhar nela. — No final, ele ainda disse que eu era dele. O seu amigo certinho gozou dentro de mim dizendo que eu sou dele.
A confissão explícita, somada ao gosto da traição que invadia a sua boca, levou Gustavo ao delírio. Ele masturbou o próprio pau com frenesi, a mente completamente dominada pelo fetiche de ser o corno arquiteto da própria humilhação, gozando de forma violenta em seu próprio peito enquanto Marina continuava a cavalgar o seu rosto até gozar novamente.