No outro dia não aconteceu nada demais, mas percebi uns olhares entre eles. Perguntei para ela se estava tudo bem e ela disse que sim. Fiquei esperando o dia todo ela me chamar para falar o que aconteceu na noite passada, mas ela não disse nada.
À noite, quase no mesmo horário de ontem, eu acordo com o movimento dela levantando da cama. Espero um pouco e vou atrás. Como ontem, apenas a luz da cozinha estava acesa. Fui para o mesmo canto e encontro os dois conversando.
Maranhão: "Oi, Kelly. Sem sono também?"
Kelly: "Pois é, Maranhão. Muito quente."
E realmente estava.
Depois, um silêncio. Ela vai até a pia na mesma posição de ontem, apenas de vestidinho — um pouco menor dessa vez, mostrando as coxas grossas dela e dois dedos abaixo da bunda. Ela levanta o braço para pegar um copo que estava na parte de cima do armário e mostra um pouco da polpa da bunda dela. O velho começa a alisar o pau dele. Ao voltar ao normal, ela coloca água no copo e diz:
Kelly: "Então, deu certo ontem?"
Eu vejo um sorriso aparecendo na cara feia do velho.
Maranhão: "Deu certo sim, Kelly. Eu nunca gozei tanto na minha vida."
Kelly: "Nossa, que exagero." (Ainda de costas, sem olhar para ele).
Maranhão: "É verdade, minha filha. Você nem imagina, mas eu te comi de todos os jeitos ontem. Graças a você mostrando sua bunda ontem, eu tive a melhor punheta da minha vida."
Kelly: "Nossa, é sério? Acho que você não devia falar isso para mim."
Maranhão: "Por que não?"
Kelly: "Porque é grosseiro, e sou casada. Fala baixo que o Paulo pode acordar."
Maranhão: "É, mas isso não te impediu de mostrar a sua bunda ontem."
Kelly: "Eu só estava tentando te ajudar." (Com uma voz manhosa).
Maranhão: "E conseguiu. Vai me ajudar hoje de novo?"
A minha cavala quase deixa o copo cair quando ele disse isso. Ela vira para ele e diz:
Kelly: "Nem pensar. Eu disse que era só aquela vez."
Ela parecia tremer.
Maranhão: "Por favor, minha filha. Já estamos aqui mesmo, o que custa? Olha, quer que eu diga como eu te comi nos meus pensamentos?"
Ela não disse nada, só ficou olhando para ele.
Maranhão: "Eu imaginei você aí mesmo na pia, de costas para mim e o vestido na cintura como você realmente estava ontem. Você levantou a perna esquerda e deixou apoiada na pia, abrindo o cuzinho para mostrar para mim. Eu cheguei atrás de você e me ajoelhei, e então comecei a lamber o seu cuzinho gostoso. Eu abri mais a sua bunda e enfiei a língua toda lá dentro."
Eu reparei que ela escutava atentamente, com o rosto vermelho, mas sem desviar o olhar.
Maranhão: "Você gemia de prazer enquanto eu enfiava a língua lá no fundo. Depois eu tirei meu pau para fora e enfiei todinho no seu cu de uma vez só. Você tremia de prazer. Foi aí que eu gozei todinho no seu cuzinho."
Kelly: "Nossa, Maranhão, você gosta de anal tanto assim?"
Maranhão: "Estou te dizendo, minha filha. É o meu maior sonho. E eu ainda vou realizar. Mas depois que eu vi a bunda da senhora, não vai ser qualquer cu que eu vou comer, vai ter que ser um igual ao da senhora."
Kelly: "Coitado, kkk."
Minha esposa se vira de novo para jogar água no copo e o velho fala:
Maranhão: "E então, vai me ajudar hoje?"
Kelly: "Meu Deus, Maranhão... só um pouquinho."
Kelly então levanta o vestido de novo e, meu Deus, que visão do paraíso! Que bunda, meus amigos. Sem calcinha, com a marquinha redonda, pele lisinha, da cor do pecado. O velho pirou e ficou vidrado no rabo dela.
Maranhão: "Que bunda, minha filha, que bunda. Seu marido é o homem mais sortudo do mundo. Será que eu posso pôr meu pau para fora e me masturbar olhando sua bunda pessoalmente? Imaginar é bom, mas ao vivo é outra história."
Kelly: "Como é?"
O velho nem esperou, foi logo tirando a rola para fora. E aí eu pude ver o tamanho da rola do desgraçado e entender por que a mulher dele nunca fez anal para ele; a rola do velho deve ter uns 26 cm, grande e grossa. Eu fiquei assustado com o tamanho, e a minha esposa também ficou quando se virou para ver se o velho tinha realmente tirado a rola para fora.
Kelly: "Meu Deus, Maranhão, o que é isso?"
Maranhão: "É grande, né, minha filha?! É por isso que minha esposa não deixava eu comer o cu dela, ela tinha medo."
Kelly olhou por alguns segundos, virou de novo e deixou o velho se masturbando olhando para a bunda dela.
Maranhão: "Nossa, que gostosa. Como eu queria sentir o gosto desse cuzinho. Deixa, minha filha, eu passar só a língua no seu cuzinho?"
Kelly nada respondia.
Maranhão: "Então faz como eu imaginei e levanta uma perna na pia e abre a bunda para eu ver seu cuzinho. Faz isso para um pobre coitado. Prometo que não chego perto."
Minha esposa estava calada, parecia hipnotizada, e então disse:
Kelly: "Assim?"
Para minha surpresa, ela levanta a perna esquerda dobrada e coloca em cima da pia, abrindo o cu dela. Depois pega na nádega esquerda e abre ainda mais, inclinando o corpo para frente, deixando o cuzinho rosa totalmente exposto.
Caramba, que mulher gostosa. Eu olho para o velho e ele está batendo punheta, alucinado com a visão daquela deusa totalmente exposta para ele. Eu também não resisti e comecei a me masturbar também. Não tinha jeito, era a visão do paraíso. Ver aquele velho, baixinho, magrelo, barbudo e horroroso com aquela mulher que nunca na vida iria dar bola para uma pessoa como ele, daquele jeito, acendeu algo em mim. Percebi que aquilo me deu um tesão muito forte, não sei explicar; só deixei acontecer para ver até onde iria parar.
Maranhão: "Deixa eu chupar seu cu, minha filha."
Kelly: "Não pode." (Com uma voz de tesão e nervosismo ao mesmo tempo).
Maranhão: "Então deixa eu chegar mais perto para ver melhor, minha visão não é mais a mesma."
Kelly: "Hum rum."
O velho imediatamente se levantou e chegou mais perto do cuzinho dela e começou a se masturbar mais forte, a poucos centímetros da buceta carnuda dela que, nessa hora, começou a pingar. A safada estava morrendo de tesão. O velho também percebeu.
Maranhão: "Minha filha, a sua buceta está pingando. Deixa eu meter nela, então; ela está pedindo."
Kelly: "Não."
A buceta começou a soltar um líquido que estava descendo. O velho não perdeu a oportunidade e posicionou a rola bem embaixo da buceta dela, e o líquido caiu bem em cima da cabeça da rola dele. Ele afastou e ficou aquela liga entre a buceta dela e o pau dele. Ele pediu para ela olhar; ela apenas olhou por cima do ombro e viu o pau do velho babado com o líquido da buceta dela. Eu vi na hora que ela mordeu os lábios e disse:
Kelly: "Meu Deus, é muito grande."
Eu via o velho de costas e vi como ele era pequeno perto dela. Mas como pode ter uma rola daquele tamanho? Depois de uns minutos assim, ele fala que vai gozar e pergunta se pode ser na bunda dela. Ela se assusta, parece sair do transe, volta a si, se recompõe e diz para ele gozar na pia.
Maranhão: "Não posso, minha filha, tem pratos aí."
Kelly: "Goza na mão ou no banheiro."
Maranhão para de se masturbar e diz:
Maranhão: "Então, já que eu não posso chupar o seu cuzinho, realiza outro sonho meu e bebe minha porra?"
Kelly: "Como é?"
Maranhão: "Rápido, minha filha, não temos tempo. Por favor, pelo menos isso por mim."
Kelly: "É melhor não. Aqui, pode gozar na minha bunda, mas não chega perto."
Maranhão: "OK."
Ela então volta para a mesma posição, colocando a perna em cima da pia e ficando totalmente aberta para ele. Ele começa a se masturbar mais rápido; o primeiro jato sai e pega na bunda, nas costas e no cabelo dela. O segundo ele mira bem no cuzinho dela e acerta em cheio, e depois na buceta carnuda dela. Foram três jatos fartos; ela gemeu nos três, parecia uma puta. Uma puta que eu não conhecia.
Ela foi tomar banho e eu corri para a cama fingindo que estava dormindo. Só vi o canalha passando pela porta no meu quarto com uma cara de satisfeito. Depois de 10 minutos ela deita na cama e dorme. Eu não consegui dormir naquele dia.
Continua...