Olá, meu nome é Paulo, tenho 32 anos e sou casado com a Kelly.
Minha mulher é espetacular. O sonho de todo homem. Loira, coxas grossas, rabuda, de pele queimada do sol e o que eu acho que deixa ainda mais gostosa é a marquinha que valoriza ainda mais o rabo dela. O corpo perfeito de academia. Não é sarada, aquelas mulheres cheias de músculos definidos e tudo. É gostosa, coxas e bunda grande de cintura fina.
Estamos há 10 anos juntos, nos amamos muito. Nunca desconfiei dela. Ela nunca deu motivos. Apesar de ser uma cavala que com certeza onde passa chama a atenção. Eu confiava nela e ela em mim. Temos um casamento tranquilo. Vida sexual muito boa. Na rua ela é uma mulher recatada, elegante, uma mulher de porte. Anda sempre bem arrumada e cheirosa.
Já em casa ela só fica de vestidinho, ela sabe que eu gosto e, como por aqui faz muito calor, usa mais aqueles vestidinhos bem soltos, alguns até um pouco transparentes que eu me amarro em ver aqueles seios pontudos e rosinhas, maravilhosos. Kelly é a pessoa mais gentil que eu conheci na minha vida. Ela ama ajudar as pessoas. Para ela não existe preconceito. Do seu patrão até o mendigo da esquina, ela trata do mesmo jeito. E isso me incomodava porque no mundo existem muitas pessoas ruins que se aproveitam da bondade dos outros e era disso que eu tinha medo. Ela não via maldade nas pessoas e isso é um problema.
Há quase 1 ano apareceu um morador de rua idoso chamado Maranhão, deve ter uns 60 anos, magrelo, de pele escura, barbudo, cabeludo, tem mais osso que carne no corpo. Ninguém sabe de onde veio, apenas apareceu e se instalou embaixo de uma árvore aqui em frente de casa. Já tentei tirar ele de lá, mas Kelly nunca deixou; disse que eu não tinha esse direito, que a vida dele já era cheia de problemas e que não precisava de mais um. No final acabei deixando de lado e acabou que começamos a nos cumprimentar toda vez que passávamos por ele. Ele, sempre educado e brincalhão, respondia com bom humor, mas claro que eu percebia que ele olhava para o rabo da minha esposa. Não posso culpá-lo, meu Deus, que rabo.
Kelly sempre levava comida para ele, roupas minhas que não serviam mais ela mandava para ele; acho que por isso ele ficou esse tempo todo lá, se aproveitava da bondade da minha esposa. Um dia estávamos jantando na cozinha e escutamos um barulho muito alto de batida, corremos e fomos ver o que era. Um louco bêbado em alta velocidade bateu o carro bem onde o Maranhão morava e acabou prensando a perna dele entre o carro e a árvore. A partir daí foi uma correria para tentar socorrer o velho que, nessa hora, chorava — acho que nem pela perna que tinha quebrado, mas pela casinha de papelão que foi toda destruída.
Claro, Kelly mais que imediatamente pegou o carro e o levou ao hospital. Eu fui junto e não pude deixar de notar o cheiro insuportável do velho. Depois de tudo resolvido, o levamos de volta para casa; só aí nos demos conta que não tinha mais casa para o velho. Obviamente a Kelly ofereceu o quarto de hóspedes para o Maranhão sem nem me perguntar. Não questionei porque conheço minha esposa e não era eu que iria mudar a bondade que ela tem. Então minha esposa foi ao quarto preparar para o velho, mas antes ela mandou ele tomar um banho porque o cheiro estava insuportável. Ele foi, mesmo com toda a dificuldade e o gesso na perna. Depois de um tempo o velho sai do banheiro já com o quarto pronto e ele foi deitar e rapidamente dormiu; acho que fazia tempo que não dormia em um lugar tão confortável. Minha esposa chorou pelo velho dizendo que ninguém devia passar por isso. Nesse momento também senti pena dele, mas nossa parte fizemos.
No outro dia, quando acordei, Kelly já não estava mais na cama. Senti um cheiro de café e fui até a cozinha. Lá estava ela de costas para a porta coando o café. Não pude deixar de notar o tamanho do rabo da minha esposa, o vestido delineando o corpo perfeito dela, até um pouco acima dos joelhos dela. Mas como as coxas são grossas, ficava erótico para quem gosta. Ela não faz por querer, mas porque é gostosa naturalmente. Eu a abracei por trás e apertei meu pau na bunda dela, ela deu um gemidinho e me beijou. Notei também que ela estava de sutiã, mais comportada que o normal, ainda assim um espetáculo. Aí lembrei do velho no quarto. Perguntei por ele e ela disse para deixar ele dormir, para aproveitar o conforto. Deu 10 da manhã e nada do velho acordar, então ela decidiu ir acordá-lo para tomar o café da manhã, pois ele não comeu nada. Então ela foi rebolando aquele rabo gostoso até o quarto e o chamou com uma voz naturalmente sexy:
Kelly: "Acorda, dorminhoco. Bom dia, vem comer alguma coisa."
O velhote acorda e vê aquele tesão de mulher na frente dele e pergunta brincando:
Maranhão: "Eu morri? Você é um anjo?"
Deu para ver a Kelly vermelha de vergonha com um sorriso. Ela adora elogios. O velho tentou levantar mas sentiu muita dor na perna e não conseguiu sair da cama. Minha esposa, então, foi até a cozinha e preparou alguma coisa para ele e, enquanto ela ia para a cozinha, eu percebi ele olhando para a bunda dela de boca aberta. Quando ele percebeu que eu estava olhando, tentou disfarçar, deu um sorrisinho e falou:
Maranhão: "Sr. Paulo, não sei nem como agradecer o senhor. Muito obrigado por tudo." Ele disse isso meio emocionado.
Eu disse que não tinha problemas, mas não era para me agradecer, mas sim à Kelly. Ele olhou para ela e disse:
Maranhão: "Pois é, Sr. Paulo, a esposa do senhor é um anjo. O senhor tem sorte de ter uma mulher tão maravilhosa e linda que nem ela. Ela me lembra a minha falecida esposa. Depois que eu perdi minha esposa, só foi ladeira abaixo até chegar nessa situação que estou hoje. Agradeça muito pela sua esposa e aproveite muito o tempo com ela."
Quando olhei para o lado, Kelly estava morrendo de chorar.
Kelly: "Nossa, Maranhão, que triste. Eu sinto muito. O senhor deve se sentir muito sozinho esse tempo todo, mas não se preocupe porque o que o senhor quiser a gente vai ajudar. Eu prometo, não é mesmo, amor?!"
Eu balancei a cabeça positivamente.
Passados alguns dias, Maranhão já estava melhor, se recuperou rápido e não precisou ficar muito tempo com gesso, não foi tão grave quanto imaginávamos, mas ainda assim ele sentia dores na perna. Um dia estava muito calor e a Kelly perguntou para mim se podia tirar o sutiã, pois não estava aguentando mais. Eu disse que tudo bem e ela foi tirar. Quando voltou, meu Deus, como estava quente e ela um pouco suada, dava para ver os bicos certinho e a cor rosinha atrás do vestido. Imaginei o velho vendo isso, mas o que um velho quebrado poderia fazer, né?!
Pouco tempo depois o Maranhão consegue levantar sozinho mas com dificuldades. Ele está indo ao banheiro e, ao passar pela cozinha, vê a Kelly lavando a louça de costas para ele. Enquanto ela passa o sabão no prato, a bunda grande dela vai de um lado para o outro em um movimento hipnotizante. O velho fica babando naquele rabo balançando e ele chega mais perto até ela notar sua presença. Ela se assusta e o cumprimenta. Quando ela vira para ele, o vestidinho branco um pouco molhado revela um dos seios com a marquinha. O velho nem disfarça e fica tarando aqueles peitos gostosos. Na sala, eu via isso tudo imaginando: "Que velho safado".
Como estava muito calor eu fui tomar um banho e, quando volto, escuto uns gritinhos e sorrisos na cozinha. Quando olho, vejo o velho jogando água da pia nela, deixando ela toda molhada, praticamente com os seios de fora porque molhou todo o vestidinho dela. Quando ela me vê, fala:
Kelly: "Vem, amor, vem brincar, está muito calor."
Eu digo que acabei de banhar e sento na mesa e fico observando os dois, mais íntimos naquela brincadeira. Claramente ele vidrado nos seios dela e ela toda inocente achando que era só uma brincadeira. Em certo momento ela decide amarrar o cabelo, levantando os braços e estufando o peito para frente; aí sim foi a visão da vida do velho. Na hora que ela estava amarrando os cabelos, os bicos dos seios dela faltaram furar o vestido. O velho ficou bem pertinho olhando. Eu percebi como o velhote era pequeno perto dela. Ele franzino, baixinho, não tinha nenhuma chance com aquela cavala. Não sei por que, mas imaginei ele deitado no chão e ela com o vestido levantado até em cima da bunda, sentando em cima da rola do velho. Eu sei que ela senta com força e é a posição preferida dela quando ela dobra os joelhos e fica sentando no meu pau com força; com certeza o velho iria se partir no meio. Apenas sorri e decidi acabar com a brincadeira.
À noite, questionei a Kelly o porquê de ela estar com aquela brincadeira com o velho, sem sutiã e os seios à mostra. Ela disse que eu via maldade em tudo, que o Maranhão nem tinha percebido e que ele tinha problemas demais para observar essas coisas. Resolvi não estender a discussão.
Já era 1 hora da manhã quando Kelly me acorda dizendo que ouviu o Maranhão indo ao banheiro chorando. O quarto dele fica no final do corredor, então para ele ir ao banheiro tem que passar em frente ao nosso quarto. Eu disse que ela estava sonhando, que era para ela voltar a dormir. Ela disse que não e iria ver o que estava acontecendo. Eu não dei muita bola e dormi de novo. Acordei no susto, procurei a Kelly e ela não estava na cama. Olhei no relógio e tinham se passado 15 minutos. Resolvi investigar o que estava acontecendo.
Saí do quarto e vi que a luz da cozinha estava acesa. Apenas a luz da cozinha estava acesa, então foi fácil eu ficar no escuro observando. Vi o velho com os olhos vermelhos como se tivesse chorado e a Kelly com uma expressão de assustada ou incrédula com a mão na boca. Então ela disse:
Kelly: "Maranhão, que história é essa? Você está louco?"
Maranhão: "Eu sei, dona Kelly, mas é que a senhora me lembra muito ela e toda vez que vejo a senhora eu lembro disso."
Kelly: "Mas, Maranhão, isso não é coisa que se peça para uma mulher, muito menos casada."
Maranhão: "Eu sei, dona Kelly, mas é que a senhora prometeu que não ficaria brava comigo. Como eu disse para a senhora, meu sonho era fazer sexo anal com minha esposa, mas ela nunca deixou porque tinha medo. Para compensar ela deixava eu chupar, lamber o cu dela toda noite, e é disso que eu tenho mais saudade."
Kelly: "Olha, Maranhão, isso passa todos os limites", disse minha esposa com uma voz nervosa.
Maranhão: "Eu sei, dona Kelly, mas lembra: foi a senhora que insistiu em saber por que eu estava assim e prometeu não ficar com raiva e nem dizer nada para o seu Paulo. Por favor. Se a senhora falar alguma coisa eu não tenho para onde ir." Isso ele já apelando pela bondade dela.
Ao ouvir isso eu comecei a entender a situação. Ele estava pedindo para chupar o cu da minha esposa, era isso? Quanta cara de pau!
Kelly deu um suspiro bem forte e, olhando para ele com uma cara de pena, disse:
Kelly: "Tudo bem, Maranhão, eu não vou contar nada, mas essa história acaba aqui", falando isso e passando a mão no rosto dele.
Eu não acreditei que ela iria deixar isso passar e fingir que isso nunca aconteceu. Eu olhei para a cara do velho e ele estava com um sorrisinho no rosto como se estivesse satisfeito e, ao mesmo tempo, eu tinha a impressão que ele estava planejando alguma coisa. Kelly estava sentada na mesa junto com ele, então ela levantou e começou a lavar o copo que estava na mão, ficando de costas para ele. Eu percebi o velho olhando direto para o rabo dela e então ele disse:
Maranhão: "Dona Kelly, já que a senhora tem um coração tão bom e ama ajudar os outros mais necessitados, eu posso te pedir outra coisa então?"
Kelly: "Claro, Maranhão. O que seria?" Sem olhar para trás.
Maranhão: "Levanta o vestido para mim ver a sua bunda."
Direto e reto. Depois que ele disse isso, teve um silêncio de alguns segundos que doía os ouvidos. Meu coração disparou porque ela parou e ficou como se estivesse decidindo se fazia o que o velho pedia ou não. Então ele continuou:
Maranhão: "Sabe, dona Kelly, faz muitos anos que eu não sei o que é uma mulher e, do nada, aparece a senhora que, com todo o respeito, é uma cavala. A mulher mais gostosa que eu já vi, e esse rabo então é a oitava maravilha do mundo. Tenho necessidades, dona. Nenhum homem deveria passar por isso e a senhora é uma tentação. Por favor, é apenas para me ajudar, eu prometo que não peço mais."
Fiquei abismado com tanta cara de pau do velho. Eu podia entrar naquele momento e acabar com a raça desse desgraçado, mas a curiosidade do que minha esposa iria dizer foi maior e então esperei a resposta dela. Mas confesso que, além do meu coração estar disparado, meu pau estava duro igual pedra kkk.
Ela não disse nada. Continuou de costas para ele, respirou fundo e, para minha surpresa, ela começou a levantar o vestido que ela usava, mostrou a nádega esquerda dela e desceu o vestido rápido.
Kelly: "Pronto."
Maranhão: "Meu Deus, dona Kelly, como a senhora é linda, mas foi muito rápido. Levanta mais, deixa eu ver mais um pouquinho, por favor. Faz isso para um pobre velho", disse enquanto alisava o pau dele já duro.
Kelly: "É que eu estou sem..."
Maranhão: "Prometo que não conto para ninguém, tá? A senhora vai trazer a alegria para uma vida miserável de um velho homem." Desgraçado, já apelando para o emocional dela.
Para surpresa do velho e para minha também, ela levanta o vestido até a cintura e revela aquela escultura sem calcinha, apenas a marquinha do biquíni fio dental. Eu que sou acostumado estava pirando naquela bunda perfeita. Eu olhei para o canalha e ele estava de boca aberta, já punhetando por cima da bermuda. Ela ficou daquele jeito por uns 10 segundos e, quando ia descer o vestido, o velho disse:
Maranhão: "Calma, dona Kelly, fica assim até a senhora terminar de lavar o resto da louça. Eu quero ver cada detalhe desse monumento para mim bater uma punheta para a senhora antes de dormir."
Kelly: "Nossa, Maranhão, não fala assim", senti uma voz manhosa.
Maranhão: "Mas é, dona Kelly. Um rabo desse é para ser saboreado de todas as formas possíveis. Olha, eu nunca comi um cu e é o meu sonho, e seria uma honra comer um cu desses antes de morrer."
Minha esposa parecia em transe e, ao voltar a si, disse:
Kelly: "Boa noite, Maranhão."
E veio em direção a onde eu estava, passou por ele e ele segurou o braço dela fazendo ela parar e disse:
Maranhão: "Dona Kelly, muito obrigado, a senhora alegrou minha vida. Quero que saiba que hoje, enquanto a senhora estiver deitada na cama, eu vou estar na minha batendo a melhor punheta da minha vida pensando na bunda da senhora. Obrigado."
Ela nada disse, apenas saiu em direção ao quarto. Eu corri para a cama e fingi dormir. Ela entrou no quarto e se deitou na cama. Eu percebi que ela demorou para dormir, virando de um lado para o outro. Será que ela estava pensando no velho batendo punheta?
Continua...