Sofrimentos de Putinha 3

Um conto erótico de Gabinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1718 palavras
Data: 22/04/2026 01:20:42

3

A surra de rola foi intensa!

Os homens parecem que estavam a base de remédio, não é possível! Voltei esfolada, junto com as irmãs, dormi a manhã todinha e acordei com a voz do Pedro esculachando uma das meninas, no corredor.

Ele a espancava e os gritos podiam ser ouvidos em todas as direções. Eu abri a porta do meu quarto para ver quem era, e tomei um susto, a cara da Kelly estava ensanguentada, olhos inchados:

- Isso aqui é o que acontece quando puta tenta dar uma de esperta – ele avisou.

Pedro (Pedrão como alguns chamavam) a arrastou pelo corredor e a mana chorava igual uma cadela machucada. Subiu com ela por um vão de degraus que eu nunca tinha visto no final do corredor. Com medo, entrei no meu quarto.

Mais tarde as outras contaram que a Kelly estava dando de graça e repassando dinheiro para vagabundo na rua. Pedro monitorava os celulares e descobriu.

- E para onde ele levou ela? – perguntei porque não vi mais a Kelly em canto nenhum. – Ele arrastou ela...

As meninas se entreolharam e uma chegou perto da minha orelha e disse:

- A gaiola...

Eu não sabia o que era e imaginei que fosse algo parecido ao que o Vandão fazia com a gente quando caíamos na mão dele. Caso fosse isso, não era tão ruim assim de qualquer forma fiquei preocupada.

Almoçamos juntas, e a Vânia foi levar a comida da Kelly, eu estava me arrumando para mais um dia de “trabalho”, quando Andrezinho entrou no meu quarto.

- Tudo negativo, parabéns – disse ele. – Amanhã tu vai para o calçadão.

Aí eu cometi o erro, a burrice, a estupidez de perguntar:

- Por que?

Talvez fosse pelo meu tom de voz, ou porque Andrezinho estivesse em alerta por causa do que tinha acontecido mais cedo com a Kelly, Andrezinho que já estava de saída virou, cara fechada.

Ele agarrou meu pescoço com uma força que eu nunca tinha visto antes, e me engarguelando assim, descalçou a sandália que usava.

- Se colocar a desgraça da mão na frente vai ser pior – avisou.

E deu dois esbregues, em cada lado do meu rosto. Meu lábio estourou no meio.

- Desculpa, desculpa... – choraminguei. Sentindo o rosto todo formigar e o lábios arder com o gosto de ferrugem na língua.

- Aqui tu obedece, tem que perguntar desgraça nenhuma não. Tá maluca? Perdeu o respeito? Quer que eu te ajude a encontrar?

Ele prendeu forte meu cabelo e me jogou para a cama.

Talvez tivesse exagerado assim por causa do clima com a Kelly e porque sabia da minha proximidade com ela, de qualquer forma, passei a ter ainda mais cuidado com o Andrezinho.

- Esse cretino bate forte – reclamei baixinho quando ele saiu.

Engraçado que antes, um beliscão, um cascudo de papai já me fazia abrir o berreiro, ameaçar com conselho tutelar e fugir de casa mas apanhar de vagabundo... É vergonhoso dizer mas excitava!

O calçadão era bem próximo ao morro mas não me animava nem a pensar em escapar ou coisa do tipo, como eu já disse antes, tinha aceitado que essa era minha realidade mesmo, e que gostava de ser tratada assim apesar dos riscos.

Na minha cabeça homem era assim mesmo dominador, bruto, e nós que aguentasse.

- Cuidado lá embaixo, - as meninas me avisaram – nunca aceite bebida, nem nada do tipo.

Rodar bolsinha, como dizem, é mais ou menos literal mesmo, o trabalho consistia em andar um pouco e esperar os carros pararem.

Eu ficava um pouco sem jeito mas minhas pernas a mostra, meus peitos e roupa, faziam o trabalho por mim.

Um carro preto estacionou rente ao passeio, eu me aproximei, e para minha surpresa, no banco atrás do motorista, alias um lindo homem jovem, queixo quarado, cabelo liso grande, sobrancelhas pretas cheias, e os braços grossos de quem malha há bastante tempo me chamou a atenção, mas atrás desse homem lindo, estava a última pessoa que eu esperava encontrar ali:

- Passa pra frente – Matheus disse fingindo não me conhecer. – Vai caralho essa arrombada aí não serve.

- Tá maluco mano, mô linda – disse um negão de lábio grosso. – Como se chama, gata?

Mas Matheus se enfezou e me fez sair de perto do carro, os vidros subiram e eles foram mais adiante. Fiquei uns quinze minutos sem fôlego. Fazia tempo que não via meu irmão, e uma sensação de constrangimento quis me dominar.

Outro veículo parou, fez sinal, abaixei para ele, e o homem ao volante cheirava a cachaça.

- Entra – mandou.

Eu podia fazer isso mas tinha que voltar para o ponto, e entregar a grana ao Dendê, o moleque que ficava de olho na gente para o Andrezinho. Fiz sinal que entraria, e ele assentiu do outro lado.

- Prazer, - falei.

Mas o homem já foi me puxando para mamar o pau dele para fora do short. Ele aumentou o volume do som, me forçando a continuar o boquete, enquanto procurava minha vagina com a mão.

Ele estacionou em um descampado mais a frente, onde haviam outros veículos, não era muito longe de onde tinha me pegado.

- Novinha, que delícia, - ele disse.

Desatrelou o banco para trás dando espaço entre o volante e eu, me fez subir nele, e queria porque queria foder no pelo mas Andrezinho tinha deixado claro que não podia. Só com ordem especifica dele.

O homem virou a porra mas vestiu a camisinha, eu pincelei na minha vagina e montei, ele desceu o banco, fui quicando aos poucos e aumentando a velocidade. Ai como era gostoso sentar na rola!

O sujeito me colocou de quatro em cima do outro banco e me fodeu por trás, lambendo minha orelha me chamando de “Sófia”, seja lá quem fosse, devia ser algum fetiche dele. O marmanjo gozou e mandou eu sair que acertava com o Dendê.

- Moço por favor...

- Sai do meu carro porra – ele mandou – eu já conheço o esquema. Vaza que pago direto com o homem.

Eu tremendo de medo saí do carro e voltei pelo passeio Dendê, fez um gesto, atravessei a rua.

- O cara disse que acertava com você depois – falei e pela cara dele vi que tinha feito merda.

Dendê era um mulato alto, magro, caladão acertou uma tapa na minha cara me chamando de otária, que ali não tinha essa não e que se o cara não voltasse para pagar eu é que ia me arrombar. Ele mandou eu voltar para a calçada, e assim fiz.

Outro carro parou e eu entrei, depois de o homem me perguntar idade, nome, e se fazia anal.

- Levanta a blusa – ele mandou. – Quero ver esse melões.

Eu levantei e desatrelei as pregas do sutiã. Ele ficou admirado, disse que eram lindos, que se eu quisesse podia colocar 400 em cada um. Não entendi nada mas agradeci.

Era um cara de uns quarenta anos parecia bem cuidado mas tinha um fetiche miserável que me acabou. Ele dirigiu para longe do morro e enquanto eu masturbava sua rola, paramos próximos a uma cracolândia.

- Tu vai trepar com um desses caras – ele disse – e nem adianta dizer que não faz que sei muito bem que Dendê não impede porra nenhuma. E vou pagar bem.

- Mas moço... Eles podem estar contaminados – falei. – Eu faço gostoso no senhor, prometo.

- Aquele, aquele negão ali, todo trincado – disse ele. – Acho até que sei quem é.

Ele foi indo com o carro e desceu o vidro do motorista. O negão de olhos vermelhos, cabelos para cima, descalço, um short jeans podre mas os braços e peitoral definidos apesar do rosto de zumbi.

- Tá afim de uma grana? – disse o motorista. – Pra traçar essa gostosa aqui pra mim? Só quero ver você com ela, topa?

O negão olhou para mim, e disse que topava por umas pedras. O motorista mandou ele encontrar a gente perto do cemitério. Eu estava num misto de excitação e medo porque o homem parecia que não vinha banho há pelo menos dez anos.

O negão era alto pra caralho e eu perto dele fiquei minúscula, ele se apoiou na parede e colocou a caceta para fora, eu ajoelhei com o motorista ao meu lado vendo tudo.

O pau preto lustroso e grande estava incrivelmente limpo! Mas o cheiro de suor era bem forte e marcado.

Eu mamei a cabeça e fui aumentando a velocidade o negão tomou o controle me fazendo engasgar no pau dele. Mudamos de posição eu encostada na parede e ele fodendo minha garganta, o gosto do suor era horrendo.

O motorista mandou o negão me montar mas eu disse que só com camisinha, tivemos um desentendimento mas o negão noiado disse que eu estava certa e colocou a capa, fodemos no chão mesmo vendo os carros passando por cima de nós.

O motorista gozou em cima de mim. Eu não vou mentir que pau gostoso! Que negão filho da puta! Metia muito e deliciosamente.

Voltamos para o carro, e o homem me deixou perto da calçada, eu entreguei o dinheiro ao Dendê e disse que precisava de um banho.

- Tá maluca? O turno não acabou, e pra tua sorte, o cara pagou – avisou ele.

Eu estava fedendo, fodida, cansada, e em tempo de desabar mas mais um carro parou.

Eu fui. O amigo do Matheus tinha voltado, disse para eu entrar, fui meio receosa mas estava doida para descansar um pouco.

- Oi – ele disse. – Você parece bem cansada.

- É, um pouco – falei e sorri. Ele me serviu refrigerante que estava bebendo também. – Não, não obrigado.

Ele sacudiu os ombros. Era bonito mesmo e bem cuidado, fiquei com medo de ter fetiche igual o cara anterior, apesar de ser mais novo que o outro.

- Conhece o Matheus? – o homem perguntou direto.

- Quem? – falei.

O homem estacionou em frente ao sinal vermelho. Eu olhei ao redor, estávamos a alguns quilômetros do morro.

- Qual é? Vai fingir que não é a irmã puta dele? – disse e sorriu. – Todo mundo sabe, só não tinha te visto ainda. Tá com vergonha?

Eu fiquei tão furiosa com o jeito como ele falava que fui logo ignorante:

- Quer saber mesmo? Eu amo fazer isso. Gosto de ser puta, nasci para sentar e mamar cacete de macho. Tenho vergonha de desgraça nenhuma não.

O cara sorriu de canto, deu partida no carro e suspirando disse, olhando para a frente:

- É assim mesmo que eu gosto!

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