CADELINHA QUE CHORA NO PAU - Episódio 3 - Ao Mestre com carinho

Um conto erótico de GELZINHA
Categoria: Heterossexual
Contém 1093 palavras
Data: 21/04/2026 16:18:57

Ulisses era bom no que fazia. E devo dizer que me acostumou mal, pois dava um talento no meu corpo que me deixava nas nuvens por muitos dias.

Com o tempo, engatamos um namoro, ele foi em casa, eu fui na casa dele e a família me adorou.

Era filho único e tinha um quarto na parte de cima do sobrado da família.

Eu nem passava em casa na sexta-feira, da faculdade, a gente ia direto pra casa dele e dormíamos juntos.

Ele não tinha pressa nenhuma. Explorava meu corpo inteiro. Beijos na nuca, chupadas nos peitos e um trabalho de língua magnífico. Como estava na parte de cima do imóvel, não sei se alguém ouvia, mas meus gozos loucos ficaram cada vez melhores.

Quando ele me pegava de quatro e iniciava o bate estaca, só me restava morder o travesseiro e aguentar o tranco. Ele fudia sem pena e eu só respondia da melhor forma:

- vou gozar!

Depois de seis meses de namoro, ele recebeu uma proposta irrecusável. Um curso numa Universidade de Música em São Paulo e participação em shows de uma grande banda. Senti ali, que seria o fim, pois mesmo com a proposta dele para que eu trancasse a matrícula e o acompanhasse, eu sabia que não poderia abrir mão do meu curso e do meu estágio. Com muita tristeza, resolvi terminar, para deixá-lo livre para outras mulheres, pois com isso, evitaria brigas e discussões desnecessárias. Enfim, foi ótimo enquanto durou.

Aquilo me machucou muito. Chorei pra caralho, engordei procurando na comida um substituto para meu menino. E fiquei feliz vendo-o tocar num show no Rio de Janeiro. Ele estava feliz e isso era meu alento.

Entrei no último ano de faculdade com foco total. Estudava feito louca pra concurso e para fechar o curso com chave de ouro.

Todos sabem que, nessa época, você precisa escolher o orientador.

O tema que escolhi tinha pouco literatura sobre ele e a maioria dos mestres declinou.

Fui ficando pra trás, até que o professor Fábio, um negro de 1,80 resolveu me adotar como orientanda.

Por ser novo na faculdade, ele veio pra ficar só um ano, tinha grande interesses nas Síndromes diversas e acabou ficando com 5 alunos.

Éramos em três homens e duas mulheres.

O meu problema é que apareceu outro estágio em um laboratório e o horário que eu tinha para tirar dúvidas acabou.

Conversei com o professor e ele sugeriu que eu fosse escrevendo e deixasse na portaria do prédio dele na sexta-feira.

Ele corrigiria o texto já impresso e me devolveria na semana.

Com o tempo, ele percebeu que tinha poucas matérias ou livros sobre o caso e, a única solução, seria discutirmos isso pessoalmente.

Sendo assim, me perguntou se eu poderia fazer isso no apartamento dele.

Fiquei ressabiada, mas era livre e o professor não parecia ser uma pessoa perigosa.

Aceitei a proposta.

Cheguei no sábado às 14h no apartamento dele e vi outra pessoa.

De regata e bermuda, o mestre estava no ambiente dele, mas foi muito profissional.

Ele me apresentou textos em língua estrangeira que eu não dominava e se propôs a traduzir algumas coisas para melhorar o meu trabalho.

Dito isso, elogiou minha escrita e minha escolha de tema.

Perguntou se eu estava com fome e percebeu que eu estava faminta, pois tinha passado a manhã toda resolvendo coisas do estágio e só tinha tomado café.

Pediu comida para nós dois e almoçamos alegremente.

Marcou de me entregar algumas traduções na semana seguinte e me perguntou se o horário da manhã seria melhor.

Eu disse que não teria problemas e no sábado seguinte cheguei cedo.

Ele mesmo preparou um café e conversamos sobre o trabalho.

Quando chegou meio dia, ele me ofereceu cerveja. Eu não costumava beber com frequência e bebia pouco, mas aceitei acompanhada de uma mesa de frios.

Empolgado, ele me mostrou os textos e o trabalho praticamente pronto.

Fiquei pasma, pois não tinha feito quase nada daquilo, mas por tempo escasso, agradeci muito.

Depois da primeira cerveja, ele passou a me elogiar e falar das maravilhas da pele negra.

Eu senti o baque na hora e percebi algo volumoso no meio das pernas dele quando se levantou para colocar os copos na pia.

Minha xaninha babou. E eu pensei comigo: será que isso tudo é pra mim?

Era.

Ele voltou, colocou uma música pra tocar e me chamou pra dançar.

A bebida, o perfume, o lugar, o clima, tudo fez minha cabeça girar e nos primeiros passos da dança já senti uma pressão violenta nos países baixos.

Ah, gente, aquilo não era uma rola, era um paraíso de carne.

Sem ver, sem tocar, eu sentia uma firmeza absurda embaixo.

Do nada, ele beijou meu pescoço e minha última fortaleza ruiu.

Ele me levantou pela cintura e esfregou seu rosto no meio de minhas coxas, quando desceu, liberou um seio e mamou. Em pouco tempo, só a calcinha restava.

Fui carregada para cama e colocada na pontinha. O mestre se ajoelhou e beijou minhas coxas.

Quando tirou minha calcinha e viu meu pintinho duro, pirou.

- Isso é novo pra mim, vou explorar ao máximo.

Uma imensa língua chupou minha buceta como um limpador de parabrisas. Aquilo era louco demais. E quando ele prendeu meu badalinho entre os lábios e meteu dois dedos na minha buceta, eu vi estrela.

Nem ele acreditou como eu gozei. Depois de seis meses, eu estava liberando todo o gozo acumulado e o meu coração acelerou bruscamente, pois simplesmente não parava de molhar a cama dele. Eu não gemia mais, eu uivava, e por breves segundos, apaguei.

Voltei pro segundo e terceiro gozo e ele ainda trabalhava na minha buceta.

Quando ele parou, pegou na minha mão e me levou pra sala. Sentou no sofá e ordenou:

- Vem mamar o Mestre.

Quando eu me ajoelhei e libertei o gigante, tomei um susto.

Eram 20 cm de uma rola negra e grossa e eu temi pela minha buceta.

Quando finalmente eu abocanhei a pica, algo novo nasceu. Ele dizia o que queira, mandava eu melhorar, tirar da boca, punhetar e molhar mais.

Enfim, passei a ter uma aula de chupada.

Perto de gozar ele disse:

- Vou gozar na sua boca, mas não beba. Junte tudo e cuspa na bacia que já deixei aí do lado.

Mesmo tentando guardar tudo, acabei engolindo alguma coisa e quando ele acabou, me disse: primeira aula concluída com sucesso.

Tome uma água ou Coca-Cola da geladeira, relaxe que a semana que vem promete.

Na saída, percebi que estava entrando num mundo novo.

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