A tarde estava quente pra caralho no interior da fazenda. O sol batia forte no telhado de zinco do velho celeiro, fazendo o ar lá dentro ficar grosso, cheirando a feno, suor e desejo proibido. Eu, João, 48 anos, corpo ainda firme de tanto trabalho no campo, tinha saído mais cedo da roça pra buscar uma ferramenta que esqueci. Mas o que encontrei lá dentro não era ferramenta nenhuma.
Meus dois filhos, Lucas e Mateus, gêmeos de 22 anos, estavam completamente pelados sobre um monte de feno. Lucas, o mais safado, estava de quatro, gemendo alto enquanto Mateus metia nele com força, o pau grosso e molhado entrando e saindo daquele cu apertado que eu mesmo tinha ajudado a criar. Os dois suados, pele bronzeada brilhando, bolas batendo uma na outra. O barulho molhado da foda ecoava no celeiro vazio.
— Porra, mano… mete mais fundo… me fode como o pai nunca vai saber — Lucas gemia, empinando a bunda ainda mais.
Mateus ria baixo, segurando o quadril do irmão e socando sem piedade.
— Cala a boca, seu puto… se o velho visse a gente assim, ele ia…
Eu não aguentei. Empurrei a porta de madeira com o pé, o rangido fazendo os dois congelarem no meio da estocada. Mateus ainda estava com o pau enterrado até o talo no cu do irmão quando os olhos deles encontraram os meus.
— P-pai… — Lucas sussurrou, o rosto vermelho de vergonha e tesão ao mesmo tempo.
Eu fechei a porta atrás de mim, tirei a camisa devagar, deixando à mostra o peito largo e peludo, o volume monstruoso já marcando a calça jeans.
— Então é assim que meus filhos se divertem quando acham que ninguém tá olhando? — minha voz saiu rouca, carregada de tesão. — Dois machos bonitos pra caralho comendo a bunda um do outro no meu celeiro…
Mateus puxou o pau pra fora devagar, brilhando com a lubrificação natural do irmão. Os dois ficaram de joelhos no feno, paus duros apontando pra cima, olhando pra mim como cachorros esperando ordem.
Eu abri o zíper, deixei o meu pau saltar pra fora — 22 centímetros de rola grossa, veias saltadas, cabeça vermelha e babando pré-gozo.
— Vocês querem brincar de família? Então vem. O pai vai comer os dois hoje.
Lucas foi o primeiro a engatinhar. Abriu a boca guloso e engoliu metade do meu pau de uma vez, gemendo enquanto Mateus lambia as minhas bolas pesadas. Eu segurei a cabeça do meu filho e comecei a foder a garganta dele sem dó, babando saliva escorrendo pelo queixo.
— Isso… chupa o pau do pai como a putinha que você é.
Mateus não aguentou só olhar. Levantou, virou de costas e empinou a bunda lisinha bem na minha cara. Eu cuspi na palma da mão, passei no cu dele e enfiei dois dedos grossos enquanto continuava socando a garganta de Lucas.
— Hoje os dois vão levar rola de verdade — rosnei.
Troquei de posição. Deitei Lucas de costas no feno, levantei as pernas dele até os joelhos encostarem no peito e meti tudo de uma vez. O cu virgem apertado do meu filho abriu pra mim como manteiga quente. Ele gritou de prazer, olhos revirando.
— Aaaahhh porra pai… tá me rasgando… mete mais!
Enquanto eu fodia Lucas com estocadas fundas e brutas, Mateus sentou na cara do irmão, fazendo ele comer o cu enquanto eu comia a bunda dele. Os dois gemiam como putas no cio.
Depois inverti: coloquei Mateus de quatro e meti nele com tudo, o cu dele ainda mais guloso que o do irmão. Lucas ficou debaixo, chupando minhas bolas enquanto eu destruía o irmão.
— Vocês são meus agora — grunhi, suado, batendo a virilha contra as bundas firmes. — Todo dia, nesse celeiro, o pai vai encher esses dois cus de porra até transbordar.
Gozei primeiro dentro de Mateus, jatos grossos e quentes enchendo ele até vazar. Puxei pra fora e terminei de gozar na boca dos dois, que lambiam e engoliam como filhotes famintos.
Quando terminei, os dois estavam deitados no feno, cus vermelhos e escorrendo minha porra, paus duros ainda latejando.
Eu sorri, pau ainda meio duro pingando.
— Amanhã, mesma hora. E dessa vez o pai vai querer ver vocês dois se fodendo primeiro… pra depois comer os dois de novo.
O celeiro nunca mais foi só um celeiro. Virou o nosso templo secreto de incesto e tesão bruto.
Fim.