Meu nome é Gilberto mas todos me chamam de Gil, tenho 33 anos e sou casado com Natália, que tem a mesma idade que a minha.
Apesar de sermos pessoas simples, sempre mantivemos o pé no chão no que se refere a dinheiro e temos uma boa vida.
Conquistamos cedo uma bela casa e vivemos muito bem por não pagar mais aluguel e graças a isso minha mulher não precisa mais trabalhar.
Nos conhecemos na faculdade através de amigos em comum e começamos a ficar e não paramos mais.
A primeira coisa que me chamou a atenção em Natália foi a sua cara de puta.
É sério, minha mulher tem uma cara de safada que poucas têm.
Durante a vida tenho certeza que todos vocês já ouviram coisas como “quem vê cara não vê coração” ou “as quietinhas são as piores” mas Natália era totalmente fora da curva.
Ela é naturalmente loira e sempre gostou de usar cabelos no máximo nos ombros e seus olhos são verdes, porém meio puxados. É o tipo de mulher que você olhava e diz “essa gosta de pica”.
Além de linda, ela tem um corpinho muito gostoso.
Com pouco menos de 1.70cm de altura, ela tem uma bundinha bem redonda e empinada e uns peitinhos que cabem na boca.
Já no primeiro dia que ficamos ela me fez uma chupeta espetacular dentro do carro.
Eu queria comer ela ali mesmo mas ela foi direta.
- Aqui não.... só se for no motel... aí eu faço tudo!
- Tudo?!?
- Tudo! Mas tem que ser em outro lugar.
Na mesma hora fomos pro motel e por pouco não passo vergonha. Natália era uma máquina!
Ela chupava me olhando e batia com o cassete na cara e na hora de foder ela me disse o seguinte:
- Só toma cuidado pra não deixar marca, de resto você pode fazer o que quiser comigo.
Comi Natália de tudo quanto foi jeito e posição.
Eu já tinha percebido e ela mesma me falou depois que gostava de sexo bruto, violento. E principalmente tapa na cara e anal. Que até já havia terminado alguns namoros por causa disso, pois os caras não sabiam fazer do jeito que ela gostava.
Entendi aquilo como uma dica e tratava minha já namorada como uma verdadeira vadia na hora do sexo.
O que ela mais gostava de fazer na cama era de dar o cu apanhando.
Não importava onde e nem como, mas se eu começasse a bater nela na hora do anal ela se gozava toda.
Quando nos casamos fomos ficando cada vez mais tarados um no outro e fodiamos praticamente todos os dias comigo sempre esculachando ela de todas as formas.
As vezes eu estava pra sair do trabalho e ela me mandava alguma mensagem perguntando se eu já tinha saído. Respondia que quase e ela retornava.
“Chega logo então que meu cu tá piscando pra dá”
E toda vez era a mesma baixaria!
- VAI GIL....COM FORÇA! SOCA NO MEU CU...COME SUA PUTA GIL.
E assim era nossa vida. Até o nascimento do nosso filho.
Natália tinha uma genética muito boa e depois de ser mãe ela ficou mais gostosa ainda, engordando nos lugares certos ganhando mais peito e bunda. Nem parecia que já era mãe.
A essa altura já estávamos casados a 6 anos e nosso filho tinha 3 de idade e mesmo ainda sentindo muito tesão um pelo outro nossa rotina mudou e já não transavamos mais com a mesma frequência e isso irritava bastante Natália, que sempre me cobrava mais sexo.
As coisas voltaram a melhorar quando a empresa em que trabalhava se expandiu e alguns felizardos foram escolhidos pra trabalhar Home-office, precisando comparecer na empresa apenas uma vez por semana enquanto os novatos faziam escala 100% presencial.
Eu fui um desses felizardos.
Mesmo tendo horário a cumprir, sempre das uma escapadinha ou aproveitava a hora do almoço pra dar uma foda com a minha mulher.
Certa vez, eu estava numa reunião online e Natália engatinhou até por baixo da mesa e não sossegou até que eu deixasse ela me chupar.
Ainda bem que ninguém percebeu, principalmente pela minha cara tentado disfarçar a gozada que dei na sua boca.
Algum tempo depois recebo uma ligação do meu pai.
Ele queria saber se por caso eu não poderia receber meu tio, irmão dele, por alguns dias só até que ele terminasse o acabamento da parte de cima da casa.
Era uma casa simples que meu pai transformou em sobrado e já estava tudo construído, faltava apenas o acabamento mesmo.
Disse até que me tio ajudaria financeiramente em tudo que fosse necessário.
Meu tio se chama Aldo e estava recém aposentado do exército após 30 anos de serviço. Tinha 48 anos.
Era meu único tio por parte de pai e eu gostava muito dele. Tinha ótimas lembranças das sua visitas de quando eu era pequeno e ele sempre brincava muito comigo me dando muita atenção, ao contrário do coitado do meu pai que trabalhava pra caramba.
Perguntei pro meu pai quantos dias seriam e ele me garantiu no máximo umas duas semanas. Eu isso que a casa era pequena e que só teria o sofá pra ele dormir e que se fosse por duas semanas e o sofá não fosse um problema, ele poderia vir.
Meu pai me agradeceu, disse que falaria com ele e que muito provavelmente ele entraria em contato pra falar comigo.
Quando terminei a ligação Natália estava atrás de mim ouvindo tudo e quis saber quem viria ficar 2 semanas na nossa casa.
Quando contei a história tá ela minha mulher ficou possessa.
- Aqui não tem espaço! Como você toma uma decisão dessas sozinho sem me perguntar nada?!?
Ela não estava errada. A casa era dela também e não só por ser minha mulher mas por ter colaborado com tudo alí financeiramente falando.
Concordei com ela e assumi meu erro, mas também disse que agora não tinha como voltar atrás e que duas semanas passariam rápido.
Meio puta da vida ela deixou pra lá mas ficou de cara feia o resto do dia.
A noite meu tio entrou em contato comigo perguntando se estava mesmo tudo bem pois não queria atrapalhar, mas a merda já tava feita então só reforcei o convite deixado meu tio tranquilo.
Nem no meu casamento eu vi meu tio pois ele não pôde comparecer e deva ter uns 15 anos que não nos víamos. Quando fui buscar ele numa estação próxima de casa, vi que tinha me esquecido de como ele era alto.
Meu tio devia ter 1.80cm e nem de longe parecia ter a idade que tinha.
Era bem forte e saudável ela rotina militar. Realmente bem conservado.
Quando chegamos fomos recebidos por Natália e meu filho que estava no chão brincando.
Apresentei os dois e não teve como não reparar na secada que meu tio deu em Natália, que também disfarçadamente olhou ele de cima a baixo.
Não grilei com isso pois estavam se conhecendo e Natália além de ser uma delícia tinha uma baita cara de puta. Chave mesmo atenção.
Expliquei pro meu tio onde ele ficaria e por falta de espaço guardamos suas coisas no nosso quarto.
Conversamos um pouco, jantamos e fomos dormir. Eu quis sexo a noite mas Natália me deixou na mão falando que ainda tava com raiva de mim.
No outro dia acordamos cedo, meu filho estava dormindo e meu tio não tava em lugar nenhum.
Achei aquilo estanho e fui falar com Natália que na hora mudou de ideia sobre sexo e me atacou.
- Então deixa eu te chupar rapidinho.
Deitei na cama com a rola pra cima e Natália botou a buceta na minha cara e começamos um 69.
Enquanto eu chupava botava um dedo no cu. Ela gozava muito rápido quando eu fazia isso e ela começou a pedir.
- Isso....bota no cuzinho que eu gosto.
E do nada da um pulo da cama.
- O que foi? Perguntou preocupado.
- Seu tio viu a gente....puta merda, que vergonha.
Quando olhei a porta estava aberta e a culpa foi minha pois realmente eu não tinha fechado direito.
Eu fui o primeiro a sair e Natália ficou se vestindo.
Quando meu tio me viu manteve a postura.
- Bom dia Gil. Fui no mercadinho que tem ali na esquina pra buscar um café da manhã pra gente.
Ele tinha comprado várias coisas, pão, frios e algumas frutas.
Agradeci e disse que não precisava mas ele não quis saber. Fez questão.
- Nossa, quanta coisa. Falou Natália impressiona e visivelmente envergonhada.
- É...eu pensei em chamar vocês mas acho que vocês estavam dormindo.
Natália olhou pra ele toda vermelha e eu ali em silêncio sem saber o que dizer.
- Bom! Quebrou ele aquele silêncio.
- Bora aproveitar! Cadê o pequeno?
- Dormindo ainda. Depois eu dou o café pra ele. Respondi Natália.
Conversamos um pouco e fui tomar um banho pois tinha que começar meu expediente e Natália precisava acordar nosso filho, pois meu PC ficava no quarto dele já que eu só usava durante o horário comercial mesmo e ainda podia fechar a porta caso meu filho fizesse alguma bagunça.
Quando saí do banheiro eles ainda estavam na mesa junto com meu filho, mas havia um silêncio estranho no ar. Natália estava vermelha e os dois com um sorrisinho de canto. Nenhum deles me olhou nos olhos.
Mesmo estranhando aquilo fui ao trabalho e meu tio ficou pela sala brincando com meu filho do mesmo jeito que brinca comigo quando eu tinha a idade dele, Natália fazendo as coisas de casa.
Escutei meu tio perguntando pra Natália algo sobre lavar roupas e ela dizendo que ele podia ficar tranquilo que ela lavava tudo, mas ele negou dizendo que já estava acostumado a lavar as próprias roupas e que não queria incomodar mais do que já estava.
Então ele começou a fazer as próprias coisas enquanto ela preparava o almoço.
Não ouvia bem sobre o que mas os dois conversavam sobre várias coisas, mas nada de mais.
Porém entende uma ida e outra no banheiro e um café aqui e outro ali notei que eles falavam mais baixo e quando eu chegava mais perto o assunto parava.
Na hora do almoço eu já está na cozinha, meu tio na sala e Natália no quarto guardando umas roupas limpas.
Na cadeira que eu estava na mesa pude ver quando ela passou por ele e perguntou:
- Vai querer comer agora, tio?
Meu tio olhou pra ela de cima a baixo e mesmo tenta do falar baixo eu consegui ouvir.
- Se você deixar eu como tudo!
Natália encarou ele por um segundo e saiu balançando a cabeça negativamente e com um sorrisinho na boca.
Comecei a ficar mais esperto e observar mais e quando voltei ao trabalho inconscientemente comecei a imaginar coisas.
Coisas entre os dois.
Meu tio era um homem de presença e Natália era uma verdadeira puta na cama.
O que me garante que ele não comeria a minha mulher se eu não tivesse ali.
Nisso filho começou a usar um brinquedo a pilha é por esse motivo que eu usava o quarto dele. Pra que ele tivesse a liberdade de brincar sem que nos incomodássemos, então fui ao banheiro mas fechei a porta pra que ele não entrasse. Meu tio estava na área cuidando do restante de suas roupas e Natália na cozinha lavando a louça.
Acho que eles devem ter achado que eu estava dentro do quarto porque continuaram uma conversa que já deviam estar tendo, ele da janela do lado de fora e ela do lado de dentro e eu ouvindo tudo da janela do banheiro.
- Então quer dizer que é desde novinha, é?! Perguntou ele.
- É! Respondeu ela.
- Aí não parou mais!
- Não. Peguei gosto.
- Tá explicado porque meu sobrinho casou com você então. Eu também tinha casado. E ia ser no couro todo dia.
Natália riu e continuou...
- Será?!?
- Pode ter certeza! Ainda mais com essa carinha que você tem?
Ela riu de novo e perguntou:
- É?! Carinha de que?
Nessa hora ele cochichou e não consegui ouvir, mas de propósito dei descarga no banheiro.
Os dois ficaram em silêncio, com certeza assustados. Então começam a conversar rápido.
- Será que ele ouviu?!?
- Acho que não! Respondeu Natália.
Fui direto pro quarto e Natália veio me sondar.
- Oi, quer um cafezinho? Acabei de passar.
Respondi que não, mas da forma mais normal possível. Porém dessa vez deixei a porta aberta.
Pensar no que poderia acontecer...Natália fazendo com outro as coisas que fazia comigo....fiquei de pau muito duro.
Precisava com concentrar no trabalho mas ao mesmo tempo queria ser uma mosca pra poder ouvir o que tanto conversavam quando eu não estava perto.
Na hora da janta foi tudo normal mas tava claro que tava pra acontecer alguma coisa ali porque os dois não paravam ser se olhar e na hora de dormir Natália estava impossível.
Me chupou até deixar meu pau duro como pedra e montou em cima. Já sabendo do que ela gosta botei um dedo no seu cuzinho e ela gemeu alto.
- Geme baixo! Mandei
- Não consigo! Tô com muito tesão!
Fiquei quieto por um tempo ajudando ela a subir e descer com o dedo no seu rabo e perguntei:
- Porque você tá assim hoje?
- Não sei!
- Claro que sabe! Algum motivo tem. Fala logo!
Ela só montava e não respondia então decidi forçar.
- É porque tem outro homem em casa?
Ela gemeu mais alto ainda. Com certeza meu tio tava ouvindo.
Botei ela de quatro e coloquei meu pau na entrada do seu cu, mas sem meter.
- Fala sua filha da puta. Ninguém vai ouvir não. Fala baixinho. É por que tem mais um homem aqui, é?!?
Botei um pouco pra ela sentir mas parei no caminho.
- FALA...se não eu paro de meter.
Ela quis tocar na buceta pra gozar mas eu não deixei e puxei a mão dela fazendo ela deitar de bruços com meu pau atolado.
- Ele deva tá ouvindo você gemer...deve tá louco pra te comer!
Natália gritou nessa hora.
- Tem coragem de dar pra nós dois de uma vez?
- Para Gil....não me provoca.
- Porque? Eu escutei a conversinha de vocês ali fora. O que ele tava falando com você?
- Seu tio é muito safado...ele falou que eu tenho cara de puta...e que se eu fosse mulher dele ele me comia todo dia.
Comecei a meter com força do jeito ir ela gosta e Natália gritava.
- AAHHH..... ASSIIMM... FODE MEU CU...AAHH.... SAFADO
- Isso....grita pra ele ouvir sua vagabunda.
- AAHH... TÔ DANDO MEU CU....AH QUE DELÍCIA... BOTA...UUHH...JUDIA...JUDIA QUE EU GOSTO....
E foi nessa putaria que gozamos gostoso.