Na festinha de aniversário
Naquele dia a gente tava com fogo!
Claro, quem nos lê aqui sabe que sempre estamos procurando alguma putaria gostosa pra fazer. Mas parece que nesse dia estava pior. E a gente precisava dar um jeito nisso.
Depois do almoço, fomos para uma festinha de criança. Rômulo sempre tenta me falar pra não pegar pesado com as roupas nesse tipo de evento. Mas, na verdade, é aí que eu gosto: colocar uma roupa bem provocante pra deixar os pais, maridos, tios, todos malucos.
E eu consigo.
Se você não leu os outros contos, meu nome é Mariana, tenho 20 anos, sou baixinha, branquinha, com um corpo de menina: cinturinha fina, bunda redondinha e sem nenhuma estria ou celulite. Meu destaque é minha boca e meus peitos, que são grandes, tipo gota, com o bico rosa.
Nesse dia, coloquei um vestido bem justinho, que deixava meu corpo curvilíneo de menina bem certinho. A melhor parte eram os ombros: um tomara que caia, exibindo meu ombros, pescoço, nuca, e um convite aos olhares diretamente para meus peitos lindos e enormes.
Eu tava com tudo!
Quando ele viu, logo falou:
Você não tem jeito mesmo, né? Vai matar os véio do coração!
A intenção é essa, meu amor!
E fomos.
Na festinha, eu logo percebia. Os tios, pais de amiguinhos, todos me olhando. Alguns nem disfarçavam, arrumando confusão com suas esposas.
Rômulo, por sua vez, fazia o corno perfeito: Interagia com todo mundo e me chamava para todas as conversas.
De propósito, eu abaixava, e brincava com as crianças.
Os pais logo olhavam, com as desculpa de que estavam cuidando dos pequenos, não tiravam os olhos dos meus peitos. Literalmente, torcendo, tomara que caia.
Então, voltei para Rômulo e disse:
Quero transar
Você tá tão gostosa…eu também
Vamos. Agora.
Levantamos e fomos para dentro da casa. A anfitriã era uma mulher bonita, coroa, de uns 45 anos, talvez. E o marido, não parecia dar conta daquele mulherão: era baixo, careca, com barriga e tipo de tiozão
Com licença…estou com um pouco de dor de cabeça. Tem algum lugar que eu possa deitar um pouco?
Claro, entra aqui!
Ela nos levou a um quarto com uma cama de solteiro.
Pode ficar aqui no escuro, vê se passa. Precisa de remédio?
Imagina, obrigada! - mal sabia ela o remédio que eu queria
Quando ela saiu, deixou a porta encostada.
Nem liguei.
Deitada na cama, comecei a pegar no pau do Rômulo, que logo engrossou na calça.
Ele, então, levantou, botou pra fora, e ali mesmo, deitada, comecei a mamar.
Hmmm…hmmmm…que pau gostoso
Mama, sua safada…mama que os machos lá fora tão querendo muito isso
Eles querem meus peitos…
Abaixei então o vestido, revelando meus peitos, enquanto lambia aquele saco enorme dele,
E você…vai dar pra eles?
Vou…alguém vai voltar feliz pra casa hoje
Delícia!
Ouvimos um barulho. Passos.
Olhei rapidamente pra ver se era uma criança, mas não. Era um dos pais, procurando o banheiro, olhando as portas.
Quando ele chegou mais perto, olhou pela fresta
Nossa…desculpa!
Shhhhh…! - fiz shiu e o chamei, com a mão, no sinal de vem
Ele entrou.
Fiz sinal pra ele fechar a porta, e ele obedeceu.
Bati na cama duas vezes, como quem diz: senta aqui…e ele sentou.
Virei de frente. Peguei sua mão e botei no meu peito. Ele apertou. Forte, sem jeito.
Devagar!
Desculpa
Era isso que você queria, né?
É…era
E o que mais?
Posso chupar?
Devagar
Então ele começou. Aquele homem mamava meus peitos como um bebê. Certamente sua esposa lá fora, esperando ele voltar do banheiro.
Passei a mão em sua calça pra ver o que encontrava. Infelizmente não era um pauzão. Mas já que ele já estava ali, resolvi continuar,
Amor…fica de olho na porta
Tá bom, bebê!
Rômulo foi lá fora e ficou ali, enrolando, mexendo no celular.
Já que ele adora ouvir, eu já sabia o que fazer.
(quem quiser ouvir meus áudios gemendo, me mande e-mail nos comentários. Se rolar confiança pra gente trocar e compartilhar histórias, posso mandar)
Comecei a gemer e pedir, bem manhosinha…
“Goza em mim…goza em mim…eu amo quando goza em mim”
O pau dele pulsava.
Olhando pra cima, com carinha de cadela, eu lambia aquela cabeça, apertando pela base.
Ele só olhava para o teto e respirava fundo.
Olhei pela porta e vi meu homem, com seu pau enorme marcando na calça, olhando para o corredor, de lado, mas prestando a atenção.
Continuei gemendo…pedindo…lambendo como uma gatinha
Goza…goza na minha cara!
E foi o suficiente.
Ele segurou forte no meu cabelo, pressionando minha boca, e gemeu.
E gozou.
Tudo na minha boquinha.
Com a parada da respiração, Rômulo percebeu. Alguns minutos depois, abriu a porta, para que ele saísse, e entrou.
Nos beijamos
Lindamente.
Pra eu dividir aquele gosto de porra com meu corninho.
Que delícia ser a puta que eu sou.
