Professora Puta Se Revelado Capítulo 3

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 1144 palavras
Data: 21/04/2026 01:17:45

Eu passei o fim de semana inteiro pensando naquilo.

Paulo estava em casa, brincando com as crianças no quintal, e eu, enquanto preparava o almoço, mentia para mim mesma: “É só uma aula. Só vou ajudar um aluno dedicado.”

Na segunda-feira à noite, quando Paulo me perguntou como tinha sido meu dia, eu respondi normalmente, mas omiti completamente o fato de que havia marcado com Pedro.

— Foi tranquilo — disse, dando um beijo rápido nele. — Muita correção de prova.

Eu escondi. Pela primeira vez em 18 anos de casamento, escondi algo importante do meu marido. E o pior: não me senti tão culpada quanto achava que sentiria. Na verdade, senti um frio gostoso na barriga só de pensar que ia encontrar Pedro sozinha.

Marcamos para quinta-feira, às 19h30, na sala de estudos reservada da faculdade. Um lugar discreto, com mesa grande, cadeiras e pouca circulação àquela hora. Eu disse para a coordenação que era uma monitoria extra. Ninguém questionou.

Cheguei um pouco antes, nervosa. Troquei de roupa na faculdade: em vez do tailleur formal, coloquei uma blusa de seda branca um pouco mais justa e uma saia lápis preta que marcava bem a cintura e a bunda. Salto alto. Perfume que eu sabia que ficava bom na pele quente. Me olhei no espelho do banheiro e sussurrei para mim mesma: “É só aula, Carla.”

Pedro chegou pontualmente. Jeans escuro, camisa social preta com as mangas dobradas, revelando os antebraços fortes. Cheirava a banho recente e perfume amadeirado. Fechou a porta da sala atrás de si e sorriu.

— Boa noite, professora. Obrigado por aceitar.

Começamos a aula. Eu tentei manter o tom profissional. Expliquei o princípio da proporcionalidade, desenhei esquemas no papel, fiz ele resolver dois casos práticos. Ele prestava atenção, fazia perguntas boas… mas o olhar dele não estava só no papel.

A cada vez que eu me inclinava para apontar algo, ele olhava para o decote da minha blusa. Quando eu cruzava as pernas, ele acompanhava o movimento da saia subindo um pouco na coxa. A tensão no ar ficou pesada, quase palpável.

Depois de quarenta minutos, ele largou a caneta, recostou na cadeira e me olhou direto nos olhos.

— Professora… posso ser sincero?

Meu coração acelerou.

— Pode.

— Eu não marquei essa aula só pelo Direito Constitucional. Eu marquei porque não consigo parar de pensar em você. Desde o primeiro dia de aula. Desde aquele toque no braço. Desde a academia. Você é linda pra caralho. Inteligente, madura, casada… e mesmo assim eu fico imaginando como seria te ter só pra mim.

Eu abri a boca, mas nenhuma palavra saiu. Senti minha calcinha molhar instantaneamente. Ele continuou, a voz mais baixa e rouca:

— Eu sei que você é casada. Eu sei que é errado. Mas eu também sei que você sente o mesmo. Eu vejo no jeito que você me olha. No jeito que sua respiração muda quando eu chego perto.

Ele se levantou devagar, contornou a mesa e parou atrás de mim. Suas mãos grandes pousaram nos meus ombros. O toque era quente, firme. Eu tremi.

— Pedro… nós não podemos — murmurei, mas minha voz saiu fraca, sem convicção.

— Podemos parar agora se você quiser. Mas eu acho que você não quer parar.

Ele deslizou as mãos pelos meus braços, depois desceu até minha cintura. Puxou minha cadeira para trás e me fez levantar. Virou meu corpo de frente para ele. Estávamos muito perto. Eu sentia o calor do corpo dele, o cheiro dele, a ereção já marcando a calça contra minha barriga.

Eu me entreguei.

Subi na ponta dos pés e o beijei. Foi um beijo faminto, molhado, desesperado. Suas mãos desceram direto para minha bunda, apertando forte por cima da saia. Ele gemeu contra minha boca:

— Porra, Carla… você tem uma bunda tão gostosa. Tão empinada. Eu sonhei com ela tantas vezes.

Ele me virou de costas, me inclinou sobre a mesa e levantou minha saia até a cintura. Puxou minha calcinha para o lado sem tirar. Dois dedos grossos deslizaram pela minha boceta encharcada.

— Tá toda molhada pra mim, sua puta safada. A professora certinha tá pingando por causa de um aluno de 19 anos.

Eu gemi alto. Ninguém nunca tinha me xingado assim. Paulo sempre foi carinhoso. Pedro era bruto, direto, safado. E eu adorei.

Ele deu um tapa forte na minha bunda. O som ecoou na sala vazia. Ardeu gostoso.

— Responde. Tá molhada pra mim?

— Sim… — sussurrei, envergonhada e excitada ao mesmo tempo.

Outro tapa, mais forte.

— Fala direito, porra.

— Tô molhada pra você, Pedro. Muito molhada.

Ele abriu o zíper da calça. Senti o pau dele, grosso, quente e duro, roçando entre minhas nádegas. Era maior que o do Paulo. Mais grosso. Ele esfregou a cabeça na minha entrada, me provocando.

— Você quer meu pau, professora puta? Quer que eu te foda aqui na faculdade enquanto seu marido te espera em casa?

Eu estava tremendo de tesão.

— Quero… por favor…

Ele enfiou tudo de uma vez. Fundo. Forte. Eu soltei um gemido alto, quase um grito. Ele começou a meter com força, segurando meus quadris, batendo a pélvis contra minha bunda. Cada estocada fazia meus seios de silicone balançarem contra a mesa.

Enquanto me fodia, ele puxava meu cabelo loiro, dava tapas na bunda, xingava no meu ouvido:

— Isso… toma meu pau, sua vadia casada. Tão apertada… tão gostosa. Você nasceu pra levar pica de aluno novo, né? Sua boceta tá me apertando como se nunca tivesse sido comida direito.

Ele me virou de frente, me colocou sentada na mesa, abriu minhas pernas e meteu novamente, olhando nos meus olhos. Uma mão apertava meu seio por cima da blusa, a outra esfregava meu clitóris com força. Eu gozei pela primeira vez em menos de dois minutos, tremendo inteira, gemendo o nome dele.

Mas ele não parou.

Me fez virar de novo, me colocou de quatro em cima da mesa e continuou metendo ainda mais fundo. Deu tapas mais fortes, puxou meu cabelo até meu pescoço arquear.

— Goza de novo pra mim, Carla. Goza no pau do seu aluno enquanto seu marido não sabe que você tá sendo usada como puta.

Eu gozei pela segunda vez, mais forte, quase desmaiando de prazer. Ele gemeu rouco, tirou o pau e gozou bastante em cima da minha bunda e das minhas costas, marcando minha pele quente.

Ficamos em silêncio por uns segundos, só a respiração pesada enchendo a sala.

Eu, ainda de saia levantada, calcinha de lado, esperma escorrendo pela minha bunda, percebi o que tinha acabado de fazer.

E o mais assustador: eu não me arrependia.

Na verdade, eu queria mais.

Queria muito mais.

Pedro se inclinou, deu um beijo suave na minha nuca e sussurrou:

— Isso foi só o começo, professora. Agora você sabe o que é ser bem comida.

Eu fechei os olhos.

A professora perfeita tinha acabado de se revelar uma puta.

E estava adorando descobrir isso.

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