Sofrimentos de Putinha 2

Um conto erótico de Gabinha
Categoria: Heterossexual
Contém 1402 palavras
Data: 21/04/2026 00:19:22

2

Andrezinho tinha o corpo quente apesar de magro era definidinho e forte sabe aquele falso seco?, senti o seu cheiro me apertando, me acordando, beijando meu pescoço e seu pau duro melando minha bunda.

- Mama meu cacete – ele mandou.

Acordei acabada mas uma ordem, era uma ordem, desci para o meio das pernas dele, e engoli seu pau até a metade, Andrezinho foi conduzindo minha boca, até foder minha goela.

Encapou o cacete, eu sentei em cima, e cavalguei nele me apoiando no seu peitoral durinho. Ele me colocou de quatro, segurou minha cintura e meteu pau para dentro sem dó.

- Ahim... – gemi de verdade.

O corpo dele fazia aquele barulho de palmas e meu rosto ficou amassado contra a parede, Andrezinho gozou comigo de costas, e se jogou no colchão me mandando limpar seu pau.

- Hoje vou te levar para fazer uns exames, e tomar uma injeções – ele avisou. – Tô gostando de ver, os cliente estão satisfeitos com você.

Eu fiquei radiante ouvindo aquilo dele. A gente dormiu junto na cama. Cedo despertei, lavei o rosto, e a vagina, escovei os dentes. Andrezinho também acordou e disse:

- Tou mô louco pra mijar – e me chamou – vem cá.

Eu tinha acabado de escovar os dentes poxa!

Encarei o pau meio mole como um desafio, coloquei na boca e a primeira jatada de urina desceu rasgando minha garganta e enchendo meus olhos de lágrimas, quente e meio amargo, salgadinho depois o cheiro forte.

- Gosta de mijo de macho né, cadela? – ele sorriu. – Vou mijar em uma garrafas e guardar para tu.

Eu sorri sem querer ofender e levar uma surra mas tem coisa que a gente consegue gostar e coisa que a gente fica calada e aprende a gostar. Era o meu caso com mijo.

- Obrigado seu Andrezinho...

Ele riu me chamando de boqueteira. Tomou banho, se secou nos lençóis mesmo, e vestiu as calças e camisa de ontem, a gente saiu com mais duas meninas para coletar o sangue no postinho da comunidade.

Apesar de ter outras pessoas ali, passamos na frente, Andrezinho pagou um lanche e nós mandou de voltar com um dos meninos que ficavam ali pela rua, mesmo. Um descarado de boca suja que veio o caminho todo falando putaria.

Nem tamanho tinha ainda!

Eu estava morrendo de sono por causa do Andrezinho, e a sensação de barriga cheia por causa do lanche e do mijo. É estranho escrever isso mas sim, mijo dar uma sensação estranha de saciedade. Me julguem!

Mas meu sono durou pouco.

Kelly era muito engraçada, entrava no meu quarto fazendo festa, dizia que as outras eram mais sérias, e apesar de todas ali estar no negócio de vender a perseguida como ela dizia, e todas serem:

- ... cadelas do Vandão quem a gente mais ver é o Pedro e o Andrezinho no teu caso, duas pestes...

Havia uma divisão lá dentro, Pedro mandava em um grupo de putas e o Andrezinho em outra, do qual eu fazia parte. Ou seja, verdadeiros, filhos das putas.

Ela entrou toda animada sorrindo e brincando estava radiante porque nós íamos a uma festa no morro.

Andrezinho e Pedro tinham mandado fechar o puteiro mais cedo para a gente poder se arrumar e descansar para o baile. Bateu um friozinho na barriga de imaginar que eu veria as meninas mais uma vez.

Kelly puxou o celular que trazia na calcinha, por baixo da camiseta enorme que usava.

- Tu pode usar celular aqui? – me espantei. – Eu pensava que era proibido.

- Pedro deixa, - respondeu. – Mas tem a senha de todos e de vez em quando verifica o que a gente está conversando. Agora, Andrezinho te dar uma surra de tirar sangue se pegar uma de vocês com celular.

Eu resfoleguei. Não me fazia tanta falta assim, porque com quem eu ia falar mesmo? A gente desceu para a calçada, e ficamos ali batendo papo e trocando flertes com os moleques do moto taxi do outro lado.

Quatro da tarde subimos para nós arrumar. Era muita mulher, se começasse tarde ia dar ruim depois para ficar todo mundo pronta. Eu via algumas meninas ansiosas mas eu mesmo não estava.

A gente subiu com uns soldados de fuzil nos ombros. Era uma sensação de poder absurda mas ouvimos xingamentos de umas meninas do morro, e até lata na cabeça recebemos.

- Você duas – disse Pedro para mim e Kelly. – Vão subir para o reservado.

Vandão veio nos receber junto com Evandro, e os outros chefes, todos disseram que nós éramos lindas, e cheirosas. Haviam outras mulheres ali e imaginei que fossem todas putas mas na verdade, soube depois, tinha esposas também.

Apesar disso não fomos xingadas nem apanhamos, pelo contrário, dançamos, bebemos cerveja coisa que detesto mais que mijo de macho mas como o Vandão que tinha nós dado, era impossível recusar.

Ele fez um sinal para a gente depois de o Evandro apresentar a comunidade dois políticos.

- Essas aqui são duas princesas da comunidade, - disse Vandão descaradamente. – Vejam como são...

- Lindas... – disse um dos coroas. – Deusas. Como se chamam?

Eu e Kelly respondemos mas o som estava muito alto e o homem disse algo a Vandão que confirmou e chamou o Andrezinho para comunicar alguma coisa que não ouvimos mas logo a gente deixou o baile para a tristeza da Kelly.

Outras duas meninas se juntaram a nós quando saímos em direção as motos, em pouco tempo os meninos deixaram a gente na entrada do morro.

Andrezinho estava lá também esperando por nós.

- Meninas, - ele avisou. – Essa madrugada vocês vão dar o seu melhor para agradar nossos amigos políticos. O carro está esperando por vocês lá embaixo.

O motel parecia um hotel de luxo com hidromassagem. O cheiro de sexo era nítido da porta dos quartos a gente sentia, além dos políticos pelo que soubemos, segurança, e assessores estavam naquela suruba.

- Finalmente chegaram mais reforços – disse uma das meninas que já estava lá. – Venham, venham, ajudem aqui que esse machos estão impossíveis.

Eu fingia não ver a droga mas ali era quase impossível. Sentada no braço do sofá, chupando um pau duro, de um homem magro, com o nariz sujo de branco, não tinha como não ver.

O sujeito colocava força fodendo minha boca, outro veio para me colocar de quatro no sofá mesmo. Outro colocou o pau na minha mão e enquanto eu sentava em um, mamava outro, e punhetava outro.

- Essa aqui é boa de sentar – o homem falou embaixo de mim. – Que boceta gostosa, quente pra porra! Caralho!

O macho na minha boca reclamou disse que eu não estava chupando com vontade, tirou da minha boca, e outro, um negão malhado me deu o pau dele para mamar.

- Vou ensinar a ela como é... – sorriu o pauzudo.

Senti travar na metade a pela de minha boca rasgando meus lábios, o pau preto era grosso e grande, sem contar que eu estava sentando silenciosamente em um cacete liso delicioso!

- Abre essa boca sua puta! – disse o macho segurando meu cabelo com força. Ali eu chorei. Porque já estava com a caceta ao máximo na minha boca, respirar estava quase impossível – O homem mesmo assim, ergueu a perna no braço do sofá e socou o pau mais ainda, eu o sentir entrar na minha garganta!

Ele estava fodendo a minha garganta. Eu cai no chão de cansaço e dor na goela.

- Ei Cesar, a cachorra desengatou seu corno! – o cara que estava me fodendo a boceta reclamou. – Deixa eu foder a nega rapaz, depois tu detona a goela dela.

O negão sorriu sacudindo o pau enorme na minha frente como se me desafiasse, eu estava com a queixada pior que do dia na favela com aquele monte de homem ao mesmo tempo!

- Ela é novinha ainda, - disse o Cesar. – Tá com a boca virgem de pau de verdade.

O outro de antes enfiou a rola na minha boceta mais uma vez, puxou meu cabeça, senti um prazer delicioso com o pau dele na minha boceta entrando e saindo, mesmo sentindo suas unhas segurando minha cintura.

Um homem gordinho e peludo me deu para mamar e esse foi mais fácil de engolir que o do Cesar.

Os dois ficaram ali me fodendo até que o outro me puxou para gozar na minha cara e nos meus peitos. Ele era lindo, morena, cabelo liso, pele parda, peitoral definidos e braços tatuados.

Amo esse trabalho, pensei quando os jatos de porra me atingiram na cara!

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