Eu sou Simone, 40 anos, com rosto de 25, linda e angelical, olhos penetrantes que dominam reuniões na Spark Agency, no coração pulsante de Curitiba. Meu corpo exibe seios médios e firmes, bunda pequena mas redonda, coxas que comandam olhares. Casada, mas sussurros nos corredores dizem que eu "me relaxo" ocasionalmente com um pó discreto, despertando meu lado selvagem. Meu time é pequeno e afiado: Marcelo, 40 anos, 1,78 m, físico médio com leve barriguinha e braços fortes, cabelo curto grisalho nas têmporas, barba cheia e olhos escuros que prometem dominação oculta. Quieto e respeitoso, casado, mas desperta fantasias brutas nas colegas. E Aline, alta quase 1,75 m, corpo magro sem curvas chamativas — seios pequenos e firmes com mamilos rosados hipersensíveis, bunda miúda, coxas longas e finas, pele clara, barriga chapada; rosto delicado, olhos castanhos expressivos e tímidos, cabelos pretos longos até a cintura, lábios carnudos. Calada e séria no trabalho, casada há cinco anos, insatisfeita com a rotina vazia.
Naquela sexta chuvosa, o caos de uma campanha urgente para um cliente de vinhos nos prendeu até tarde, laptops piscando sob luzes frias na sala de reuniões.
— Pessoal, isso não rola aqui — declarei às 20h, com trovões ecoando. — Minha casa no Batel é logo ali. Vinho de verdade, pizza. Sem desculpas.
Marcelo piscou com seu sorriso raro e contido.
— Ótimo plano, chefe.
Aline baixou os olhos tímidos, mas sorriu com lábios carnudos.
— Se tem vinho, eu topo. Nada de gráficos no sofá.
Pegamos os laptops e corremos pro meu carro, a chuva nos encharcando enquanto ríamos como adolescentes livres. No apartamento no Batel, tomei um banho e troquei as roupas molhadas por um vestido solto que abraçava minhas curvas. Marcelo e Aline ficaram com as roupas úmidas: a camisa dele colada aos braços fortes, a blusa fina dela delineando a silhueta magra, saia grudada nas coxas longas e finas. O vinho tinto desceu quente, laptops largados na mesa. O brainstorm virou desabafo: Aline reclamou da rotina vazia do casamento, olhos castanhos expressivos evitando os nossos.
— É sempre o mesmo... ele chega, come, dorme. Cinco anos assim, e o sexo é rápido, sem graça, como obrigação.
Marcelo se recostou, braços fortes cruzados sobre a barriguinha discreta, rosto sério, desejo contido nos olhos escuros.
— No fundo, todo mundo precisa de uma quebra de padrão. Rotina mata a faísca.
Eu sorri, sentindo o formigamento familiar — os sussurros do escritório sobre meus "relaxamentos" no ar.
— Quebra de padrão é bom, sim. Tenho um pozinho discreto aqui, ocasional, que solta tudo sem julgamento. Querem experimentar comigo e com o Marcelo? Imagina nós três nos divertindo de um jeito novo, bem mais animado que a rotina.
Aline corou intensamente, olhos castanhos grandes piscando rápido, mas dessa vez não desviou o olhar.
— Eu... nunca nem pensei nisso. Pó? Meu coração tá disparado só de imaginar.
Levantei devagar, o vestido roçando minhas coxas, e fui até a gaveta discreta da cozinha. Voltei com um saquinho pequeno, o pó branco fino brilhando sob a luz suave. Com um cartão de crédito antigo, desenhei três linhas perfeitas sobre a mesinha de centro de vidro — uma pra cada um, precisas e convidativas.
— Uma pra você, Marcelo — disse, empurrando a primeira com o canudo de metal curto. — Uma pra mim. E essa aqui, Aline... pra soltar essa garota tímida aí dentro.
Marcelo pegou o canudo primeiro, inalou com calma, olhos escuros faiscando mais intensos, limpando o nariz com o dorso da mão forte. Eu fui em seguida, a energia subindo como fogo líquido, liberando ondas de euforia selvagem pelo corpo. Aline hesitou, lábios carnudos entreabertos. Seus olhos castanhos encontraram os meus penetrantes, e ela pegou o canudo com dedos trêmulos.
— Tá... pela experiência. Quero sentir algo novo, quebrar essa rotina de merda de uma vez.
Inalou devagar, tossiu de leve, mas logo o rubor subiu pelo pescoço claro, olhos expressivos se arregalando com o primeiro pico de energia crua. O ar da sala ficou elétrico, risadas soltas ecoando mais altas que os trovões lá fora. Eu intensifico os toques, dedos beliscando os mamilos rosados de Aline com mais pressão, arrancando gemidos abafados que vibram ao redor do pau de Marcelo. A buceta dela pulsa quente e encharcada nos meus dedos invasores, clitóris inchado latejando a cada roçar sincronizado com as chupadas gulosas. O trio se move como uma unidade febril, suor misturando-se, respirações entrecortadas enchendo o ar úmido do meu apartamento.
Marcelo entrou no banheiro principal primeiro, vapor subindo enquanto a água quente cascateava sobre seu corpo médio. Aline seguiu para o banheiro da suíte, trancando a porta com um clique nervoso, despindo a saia úmida e a blusa fina, revelando o corpo magro e claro. Saiu enrolada na toalha felpuda, trocando por um camisetão oversized meu.
Marcelo caminhou de volta à sala enrolado apenas na toalha branca, pendendo baixa nos quadris, pele úmida brilhando, braços fortes relaxados e barba cheia pingando gotas. Ao entrar, congelou: eu estava largada no sofá central, pernas abertas, vestido levantado até a cintura, revelando a buceta depilada e rosada — lábios inchados de tesão, úmidos de excitação. Meus dedos tocavam levemente o clitóris exposto, circulando devagar, olhos erguidos para ele num convite selvagem, coxas tremendo de leve.
— Entra no clima, Marcelo... olha só como eu tô pronta pra gente.
Murmurei, voz rouca, sem parar o toque ritmado. Ele grunhiu baixo, pau endurecendo sob a toalha. Aline surgiu no corredor, o camisetão caindo solto até o meio das coxas longas, transparente o suficiente para marcar os mamilos. Parou ao ver eu me tocando, olhos castanhos se arregalando em choque misturado a tesão inédito — pela primeira vez, sentiu calor úmido por outra mulher, formigando com a visão da minha buceta rosada e perfeita.
— Meu Deus, Simone... você... sua buceta é tão bonita, caralho.
Balbuciou Aline, voz trêmula, corando violentamente, coxas finas se apertando enquanto se aproximava, sentando ao lado. Retirei os dedos da própria buceta e os estendi úmidos para ela, mas parei no ar, olhos cravados nos dela.
— Pode provar, amor... mas só depois de ver como o Marcelo te trata.
Marcelo trocou olhares intensos com Aline, olhos escuros buscando permissão para foder como queria. Ela sustentou o olhar, chamando-o com gesto trêmulo da mão fina, voz rouca.
— Vem cá, Marcelo... eu quero sentir como é ser comida de verdade. Pode fazer o que quiser comigo.
Ele a puxou com mãos fortes, colando o corpo médio ao dela magro, beijando com fome bruta — língua invadindo os lábios carnudos, barba roçando o rosto delicado. Aline arrancou a toalha dele, alisando o pau, punho fino subindo e descendo a pele esticada. Eu tirei o vestido por cima da cabeça, revelando o corpo nu, sentei no sofá com pernas abertas e me masturbei devagar, dedos circulando o clitóris enquanto assistia.
Marcelo puxou os cabelos pretos de Aline, virando-a de costas, pau roçando as coxas finas por trás, mãos possessivas no corpo magro — apertando a barriga chapada, seios pequenos, bunda miúda. Levou-a até o sofá, de joelhos com mãos no encosto, bunda empinada.
— Empina essa bunda pra mim, Aline. Mostra que quer ser comida direito.
Ordenou, voz grave. Ela obedeceu, arqueando as costas magras, buceta melada brilhando. Deu um tapa forte na nádega, depois na buceta exposta — impacto a fez gemer alto, corpo convulsionando, sucos escorrendo.
Chupada e Boquete
Marcelo chupou a buceta de Aline com voracidade, lambidas circulares no clitóris, sugadas fortes nos lábios, explorando cada dobra. Passou a língua pro cuzinho apertado, lambidas profundas ao redor do anel rosado, friccionando o clitóris com o dedo. Ela se contorcia, gemidos agudos, no limite do orgasmo. Percebendo, parou e meteu tapa na xota com força — Aline explodiu em gozo violento, jatos quentes pelas coxas longas, caindo exausta no sofá, olhos vidrados.
Eu acelerei na siririca, gozando em seguida — ondas intensas, gemido rouco, sucos escorrendo no estofado. Marcelo ergueu Aline pelo braço fino.
— Agora levanta, Aline. Hora de você dar um jeito nessa situação aqui embaixo.
Ordenou, colocando-a de joelhos no chão. Ela fixou os olhos no pau grosso, inclinou-se e chupou com gula, engolindo a cabeça, língua na glande, descendo pela haste, punhetando a base, olhos erguidos em súplica.
Eu desci do sofá, posicionei-me atrás de Aline, corpo quente colado ao dela, respiração no pescoço, mãos apertando seios pequenos, beliscando mamilos, outra mão na buceta melada — dedos mergulhando, circulando clitóris em sincronia com as chupadas.
— Isso, amor... mama ele gostoso enquanto eu te como por trás.
Murmurei no ouvido dela, coxas pressionando as finas, trio fundido em gemidos urgentes.
Marcelo grunhiu rouco, pau inchando na boca de Aline enquanto eu dominava suas costas. Puxou cabelos pretos, forçando engolir mais fundo, garganta contraindo.
Aline arqueou o corpo magro, saliva escorrendo, olhos lacrimejando de prazer submisso. Ri no ouvido dela, coxas pressionando, enfiei terceiro dedo na buceta, curvando pro ponto G.
— Sente como ele te usa? Agora é hora de ele te arrombar de verdade.
Sussurrei, retirando dedos molhados e lambendo. Marcelo ergueu Aline pelos braços, jogou de costas no sofá, coxas longas abertas, bunda miúda na borda, buceta exposta. Cuspiu na glande, alinhou e empurrou devagar — entrada cedendo.
Aline gritou, unhas nos ombros dele.
— Caralho, tá me rasgando... mas não para, fode forte!
Marcelo estocou fundo, bolas batendo, barba roçando seios. Eu me ajoelhei, língua na junção pau-buceta, lambendo lábios, sugando clitóris.
— Delícia de ménage... come ela sem dó, Marcelo, enquanto eu preparo o cu dela pra você.
Murmurei, dedo circulando anel rosado. Aline congelou chocada, rubor subindo, mas arqueou costas, gemendo trêmula.
Ritmo acelerou, Marcelo beijando Aline faminto, pau arrombando. Enfiei dedo no cu dela em sincronia. Aline gozou primeiro, jatos esguichando.
— Porra, tô gozando... me enche!
Berrou, unhas arranhando. Marcelo encheu-a de porra transbordando. Observei flamejante, tesão consumindo — debrucei-me, chupando mistura cremosa da buceta dela, limpando pau de Marcelo, lambendo glande.
Pausa ofegante, mas eu punhetei Marcelo de novo, língua na cabeça até endurecer.
Rodada Comigo
— Sua vez, chefe. Empina essa bunda pro seu funcionário.
Comandou Marcelo. Obedeci de quatro, bunda oferecida, buceta pingando. Ele empurrou fundo, mãos cravando coxas, estocadas selvagens.
Aline observava hipnotizada, dedos tocando própria buceta levemente, mordendo lábio.
Uivei rouca, arqueando.
— Fode mais forte, caralho... me arromba!
Berrando, bunda rebolando. Aline se inclinou, autoritária.
— Vai, Marcelo, fode ela forte agora! Faz essa chefe gemer alto, acaba com ela de pau, arromba até ela implorar pra parar!
Incendiei-me, Marcelo martelando brutal. Aline acelerou masturbação.
— Isso, martela nela sem dó! Faz ela gozar gritando, quebra essa buceta de chefe vadia!
Explodi em orgasmo de quatro, jatos esguichando, caindo exausta no sofá. Aline gozou masturbação, gemendo — Marcelo enfiou pau na boca dela, jorrando porra na garganta.
Virei trêmula, lambi pau de Marcelo limpo. Aline cuspiu porra na minha boca num beijo profundo, línguas misturando salgado pegajoso.
Desabamos entrelaçados no sofá encharcado, chuva amainando lá fora, corpos suados colados em afterglow perfeito. Risadas ofegantes ecoaram, mãos traçando curvas exaustas.
— Melhor campanha da Spark ever — brinquei, beijando-os devagar.