Episódio 4: A tarde no chiqueiro

Um conto erótico de Cat
Categoria: Zoofilia
Contém 1262 palavras
Data: 20/04/2026 16:29:40

Sou eu, Cat. Se você chegou até aqui, é porque já sentiu um gostinho do que passa pela minha cabeça… e sabe que eu nunca faço nada pela metade. Tem algo em mim que sempre quer mais, mais intensidade, mais sensação, mais daquilo que a gente finge não desejar. E dessa vez, eu me peguei imaginando uma fuga… uns dias isolada numa fazendinha, longe de tudo, onde não existe certo ou errado, só vontade. E eu pretendo explorar cada uma delas.

Depois da noite insana no canil com Rex e os outros cachorros, meu corpo tava destruído, mas meu tesão? Ah, esse só crescia. Hoje, quero te contar o que rolou quando resolvi explorar o chiqueiro. Sim, eu tava de olho nos porcos. Um em especial.

O sol tava começando a se pôr, pintando tudo de laranja e dourado, e a fazenda ficava ainda mais silenciosa, quase como se soubesse das sacanagens que eu planejava. Eu tava hospedada sozinha, sem ninguém por perto, só eu e os animais. Meu corpo ainda doía da noite anterior, minha buceta e meu cu sensíveis, mas cheios de vontade de mais. Coloquei um vestido velho, rasgado, que eu nem ligava se ia sujar, e fui pro chiqueiro, o coração acelerado de excitação.

Chegando lá, o cheiro forte de terra molhada e bosta me bateu, mas, caralho, isso só me deixava mais louca. Tinha uns poucos porcos ali, grunhindo, se mexendo na lama, mas um deles me chamou atenção de cara. Era um porco grande, com a pele rosada manchada de sujeira, olhos pequenos e espertos que pareceram me encarar enquanto eu entrava no cercado. Ele era robusto, forte, e eu podia ver o volume entre as pernas dele, mesmo sem estar totalmente duro ainda. Meu corpo tremeu de tesão só de pensar no que eu ia fazer.

"Então, grandão, tá a fim de brincar comigo?" murmurei, minha voz baixa, quase um sussurro, enquanto eu me aproximava, tirando o vestido e ficando completamente nua. A lama fria roçou nos meus pés, mas eu nem liguei. Me ajoelhei perto dele, sentindo o olhar dos outros porcos em mim, mas esse era o meu escolhido. Estiquei a mão pra tocar a barriga dele, sentindo a pele grossa e quente, e ele grunhiu, se mexendo um pouco, mas sem recuar. "Isso, fica quietinho. A Cat vai te tratar bem."

Eu sabia um pouco sobre porcos, tinha pesquisado antes, só por curiosidade, claro. O pau deles é diferente de qualquer coisa que eu já tinha visto ou sentido. É longo, fino em relação ao corpo, mas nem tanto, com uns 30 a 40 centímetros quando totalmente ereto, e tem uma textura única. Parece um parafuso ou uma broca, com uma superfície espiralada, toda enrolada, que gira enquanto ele mete, como se quisesse se encaixar perfeitamente dentro da fêmea. Só de pensar nisso, minha buceta já tava molhada, pulsando de vontade de sentir essa coisa dentro de mim.

Deitei na lama de barriga pra cima, abrindo as pernas, sem me importar com a sujeira grudando no meu corpo. O porco farejou o ar, sentindo meu cheiro, e veio na minha direção, os grunhidos ficando mais frequentes. Ele cheirou minhas coxas, o focinho frio e úmido roçando na minha pele, e então começou a lamber, a língua grossa e áspera raspando na minha buceta. Soltei um gemido alto, as mãos apertando os próprios peitos enquanto o prazer começava a se espalhar.

"Ah, porra, isso, lambe tudo, seu porco safado," gemi, empurrando os quadris contra o focinho dele. Ele parecia já saber o que queria, porque logo começou a se posicionar, subindo as patas dianteiras em mim, o peso dele me esmagando um pouco contra o chão lamacento. Senti o pau dele cutucando minha entrada, ainda não totalmente duro, mas já dava pra perceber a textura estranha, aquela superfície espiralada roçando na minha pele sensível.

"Vem, mete em mim," implorei, abrindo mais as pernas, ajudando ele a se ajeitar. Quando ele finalmente enfiou, foi diferente de tudo que eu já tinha sentido. O pau era longo, mais fino que o dos cachorros, mas aquela textura em espiral parecia se mexer dentro de mim, girando enquanto ele empurrava. Era como se estivesse me furando, se encaixando de um jeito que eu não conseguia descrever. Soltei um grito de prazer, o corpo tremendo enquanto ele começava a meter, os movimentos giratórios me deixando louca.

"Caralho, que sensação é essa!" gemi, sentindo cada giro do pau dele dentro da minha buceta, como se estivesse explorando cada canto, cada parede. Ele não metia só pra dentro e pra fora como os cachorros, era um movimento mais complexo, quase como uma dança, o pau dele girando enquanto entrava e saía. A textura áspera arranhava de leve, mas o prazer era tanto que eu nem ligava. Meus quadris se mexiam contra ele, querendo mais, querendo tudo.

"Isso, porco gostoso, me fode assim, vai!" gritei, as mãos agarrando a lama enquanto o peso dele me prendia no chão. Ele grunhia alto, o som animal ecoando no chiqueiro, e eu sentia meu corpo sendo usado de um jeito que nunca tinha sido antes. O pau dele parecia não ter fim, entrando mais fundo do que eu achava possível, cada giro me levando mais perto do gozo.

Então, senti ele começar a gozar, e foi outra surpresa. O sêmen dos porcos é diferente, eu também tinha lido sobre isso. No começo, é mais fluido, quase como um lubrificante, jorrando em grandes quantidades, enchendo minha buceta com um líquido quente e ralo. Mas, depois de alguns jatos, veio a parte final, um sêmen mais grosso, quase gelatinoso, que forma um tipo de tampão dentro do canal vaginal pra garantir que nada escape. Senti isso acontecendo, o líquido inicial escorrendo um pouco pelas minhas coxas, mas logo o tampão começou a se formar, bloqueando tudo, me deixando completamente cheia.

"Ah, porra, tô cheia de você, seu porco safado!" gemi, sentindo a pressão dentro de mim, meu corpo tremendo enquanto eu gozava junto com ele, a sensação de estar tão cheia me levando ao limite. O pau dele ainda girava devagar enquanto ele terminava, cada movimento me fazendo gritar de prazer. Quando ele finalmente saiu, com um som molhado e pegajoso, eu tava ofegante, deitada na lama, o corpo coberto de sujeira e suor, mas com um sorriso satisfeito no rosto.

"Isso foi... caralho, foi diferente de tudo," murmurei, sentindo o tampão dentro de mim, segurando todo aquele gozo. Meus dedos foram instintivamente pra minha buceta, mas não dava pra mexer muito, tava tudo bloqueado, uma sensação estranha, mas incrivelmente excitante. O porco se afastou, grunhindo baixo, quase como se estivesse satisfeito, enquanto eu ficava ali, na lama, recuperando o fôlego.

Mas eu sabia que isso não era o fim. Tinha mais na fazenda, mais animais, mais desejos pra explorar. Meu corpo tava exausto, mas meu tesão? Esse nunca acabava. "Amanhã tem mais, seus bichos safados," sussurrei pra mim mesma, olhando pro céu escurecendo. Eu tava só começando.

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Me chama lá: @velvetcatt no Telegram 😈💋

E aí, meus gatinhos , o que acharam dessa loucura? Ficaram com tesão só de imaginar? Eu sei que sim, porque eu mesma tô ficando molhada de novo só de relembrar e escrever tudo isso pra vocês.

Se curtiu, deixa um comentário aí, me conta o que achou, o que mais te excitou. E se quiser mais histórias assim, com todos os detalhes sujos, é só pedir. Tenho um monte de aventuras pra compartilhar, cada uma mais safada que a outra. Beijos molhados, meus queridos, da sua Cat favorite. Até a próxima!

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