Professora Puta Se Revelado Capítulo 1

Um conto erótico de Carla Professora
Categoria: Heterossexual
Contém 1545 palavras
Data: 20/04/2026 12:35:59

Oi… Meu nome é Carla. Tenho 40 anos e, se você me visse na rua ou no corredor da faculdade, provavelmente pensaria: “Essa mulher tem tudo”. E, por muito tempo, eu também achava isso.

Sou loira natural, mas cuido tanto do cabelo que parece quase platinada. Cabelo liso, até o meio das costas, sempre bem escovado. Corpo magro – malho quatro vezes por semana, corrida e pilates –, cintura fina, bunda empinada de quem nunca parou de treinar mesmo depois de dois filhos. Os seios? Silicone, 400ml cada um, colocados há seis anos. Ficaram perfeitos: firmes, redondos, naturais o suficiente pra ninguém desconfiar no decote, mas empinados o bastante pra chamar atenção quando uso blusa mais justa. Meu marido, Paulo, adora. Ele mesmo pagou a cirurgia e, toda vez que me vê saindo do banho, ainda passa a mão neles como se fossem novidade.

Sou professora de Direito Constitucional na melhor faculdade particular da cidade. Dou aula pra turma do primeiro ano, aqueles meninos e meninas cheios de fogo nos olhos, achando que vão mudar o mundo. Eu mesma já fui assim. Hoje, aos 40, ainda me sinto bonita, desejada, poderosa. Uso tailleurs justos, saias lápis que marcam a cintura, blusas de seda que deixam o colo à mostra só o suficiente pra ser elegante, nunca vulgar. Salto alto, maquiagem leve, perfume importado. A professora que todo aluno lembra.

Em casa, a vida é igualzinha ao Instagram perfeito. Paulo, 42 anos, advogado tributarista, ganha bem. Temos uma casa grande em condomínio fechado, dois filhos pequenos – o Theo com 7 e a Sofia com 5 –, babá em tempo integral e uma rotina que funciona como um relógio suíço. Acordo às 5:45, malho, preparo o café da manhã das crianças, levo eles na escola, dou minhas aulas da manhã, volto pra casa, corrijo provas, preparo o jantar, transo com meu marido duas ou três vezes por semana (sempre gostoso, sempre carinhoso), durmo. Repete.

Nossa vida sexual sempre foi ativa. Paulo é um homem bonito, forte, me come com vontade. Ele gosta quando eu monto nele, quando eu grito baixinho pra não acordar as crianças, quando eu uso lingerie nova. Eu gozo. Sempre. Mas, ultimamente… tem sido como se faltasse alguma coisa. Não sei explicar. É bom. É confortável. Mas não é mais… urgente. Não é mais aquele fogo que me fazia molhar só de pensar nele me tocando.

E aí começou o primeiro ano letivo de 2026.

A turma do noturno tem um garoto chamado Pedro. 19 anos. Alto, ombros largos, cabelo castanho bagunçado, olhos escuros que parecem sempre me procurar. Ele senta na terceira fileira, do lado da janela. Nunca fala demais. Só me olha. Quando eu explico algum artigo da Constituição, ele anota tudo, mas de vez em quando levanta o olhar e fica me encarando um segundo a mais do que deveria. Eu noto. E, pela primeira vez em anos, sinto um calor subir pela nuca quando isso acontece.

Não aconteceu nada. Nada mesmo.

Só que, na última aula da semana, quando eu estava apagando o quadro e ele passou perto de mim pra sair, roçou o braço no meu de leve. Sem querer, eu acho. Mas o toque ficou. Quente. Jovem. Diferente do toque acostumado do meu marido.

Cheguei em casa, tomei banho, coloquei uma camisola curta, me deitei do lado de Paulo e, pela primeira vez em muito tempo, enquanto ele me comia devagar por trás, eu fechei os olhos e pensei naquele toque rápido no braço.

E gozei mais forte que o normal.

Depois, deitada no escuro, sentindo o esperma do meu marido escorrendo entre minhas coxas, eu me perguntei pela primeira vez:

“Carla… o que diabos foi isso?”

Eu não sei. Juro que não sei.

Mas algo dentro de mim – algo que eu nem sabia que existia – acabou de acordar.

E eu acho que ele tem nome. Pedro.

A semana seguinte começou igual a todas as outras. Acordei cedo, malhei, levei as crianças na escola, dei minhas aulas. Mas, sem que eu conseguisse explicar, meus olhos procuravam a terceira fileira do lado da janela assim que eu entrava na sala.

Pedro estava sempre lá. Pontual. Caderno aberto, caneta na mão, postura reta. Ele não era daqueles alunos que ficam no celular o tempo todo ou que fazem piadinha baixa. Era quieto, mas quando eu perguntava alguma coisa mais complexa sobre o princípio da dignidade da pessoa humana ou sobre o controle de constitucionalidade, ele levantava a mão com calma e respondia com uma clareza impressionante para um garoto de 19 anos. As respostas dele eram bem fundamentadas, citava doutrina sem parecer pedante. Os outros alunos até olhavam para ele com certo respeito.

Comecei a chamá-lo mais vezes. “Pedro, o que você acha disso?” Ele respondia com voz grave, pausada, olhando direto nos meus olhos. Eu sentia um frio estranho na barriga toda vez que sustentava aquele olhar. Durava só dois ou três segundos, mas era o suficiente pra eu perceber que estava prendendo a respiração.

Na quinta-feira, depois da aula, ele se aproximou da minha mesa enquanto eu guardava o notebook.

— Professora Carla, posso fazer uma pergunta?

A voz dele era mais baixa de perto. Eu levantei o rosto e sorri o sorriso profissional que uso com todos os alunos.

— Claro, Pedro. Pode falar.

— Eu li o artigo que a senhora indicou sobre o ativismo judicial. Achei interessante, mas tenho uma dúvida sobre a fronteira entre interpretação e criação do direito. A senhora teria algum texto a mais pra recomendar?

Fiquei surpresa. A maioria dos alunos do primeiro semestre mal lê o que eu passo, quanto mais busca material extra. Conversei com ele por uns cinco minutos, indiquei dois autores e um julgado do STF. Ele anotou tudo com atenção, agradeceu educadamente e saiu. Nada demais. Só uma conversa normal entre professora e aluno.

Mas, quando ele virou as costas, eu fiquei olhando um segundo a mais do que deveria. Ombros largos por baixo da camiseta simples, postura confiante. Sacudi a cabeça e fui embora.

No sábado de manhã eu fui pra academia, como sempre. Era meu momento só meu: treino de pernas, um pouco de cardio, depois alongamento. Eu estava no leg press, concentrada, quando ouvi uma voz conhecida atrás de mim.

— Professora?

Virei o rosto suado e lá estava ele. Pedro, de regata preta justa e short de treino, toalha no ombro. O corpo dele era exatamente o que se espera de um garoto de 19 anos que treina sério: peito definido, braços com veias marcadas, abdômen aparecendo quando a regata subia um pouco. Não era corpo de fisiculturista, mas era jovem, firme, cheio de energia.

— Pedro? — eu disse, tentando não parecer surpresa demais. — Você malha aqui também?

— Sim, senhora. Venho quase todo sábado de manhã. Não sabia que a senhora também era aluna daqui.

Ele sorriu de canto, um sorriso tímido mas charmoso. Conversamos por uns minutos enquanto eu terminava a série. Coisas banais: que a academia era boa, que o horário da manhã era mais tranquilo, que ele treinava pra manter a cabeça no lugar durante a faculdade. Eu comentei que malhava pra conseguir acompanhar o ritmo dos meus filhos pequenos. Ele riu baixinho e disse:

— A senhora parece ter muita energia. Dá pra ver que cuida bem de si.

Foi um elogio simples, educado, mas senti minhas bochechas esquentarem um pouco. Mudei de assunto rápido, perguntei sobre as matérias dele. Descobri que ele fazia Direito porque queria ser juiz federal um dia. Falou com paixão, citou livros que estava lendo fora da faculdade. Inteligente. Realmente inteligente. Não era só bonito e educado; tinha ambição e cabeça boa.

Depois disso nos despedimos. Ele foi pra outra máquina e eu continuei meu treino, mas minha concentração tinha ido embora. Toda vez que eu olhava pro espelho da academia, via ele de relance levantando peso com aquela facilidade natural da juventude. E eu… eu me peguei reparando nos músculos das costas dele quando ele fazia puxada.

Voltei pra casa com uma sensação estranha no peito. Tomei banho, brinquei com meus filhos, preparei o almoço com Paulo. À noite, quando meu marido me puxou pra cama, eu estava molhada antes mesmo dele começar a me tocar. Ele achou que era por causa dele. Eu deixei que pensasse isso.

Mas, enquanto Paulo entrava em mim devagar e carinhoso como sempre, eu fechei os olhos e, pela segunda vez naquela semana, a imagem que veio na minha cabeça não foi a do meu marido.

Foi o corpo suado do Pedro na academia. A voz grave dele me chamando de “professora”. O jeito como ele me olhava quando respondia minhas perguntas em sala.

Eu gozei gemendo baixinho contra o travesseiro.

Depois, deitada no escuro, com a respiração de Paulo já pesada ao meu lado, eu fiquei olhando pro teto.

“Carla… você só conversou com o garoto. Só isso. Ele é só um aluno bom, inteligente, que malha no mesmo lugar que você.”

Mas meu corpo não parecia convencido.

E, pela primeira vez, eu senti um medo doce e perigoso.

Medo de que aquilo fosse só o começo.

Éssa é mais uma série de uma pessoa que me procurou para contar a sua história

Caso tenham interesse me procurem fernandaescritora1992@gmail.com

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