Sogra bebada nao tem dono

Um conto erótico de Ruan
Categoria: Heterossexual
Contém 1575 palavras
Data: 20/04/2026 10:04:59

Nas ferias de Junho do ano passado, fui visitar minha sogra, só a vi por fotos e video chamada, ela nao tem essa aparencia toda, mas tem um belo corpo, pois acho que por gostar de dançar muito, fez com que melhorasse, nao so ele mas sua auto estima, ela é bem divertida, rimos demais quando ligamos pra ela, moro com Carina minha esposa no Parana à 3 anos, e enfim tiramos ferias juntos, indo visitar a mae dela, dona Conceição em Alagoas.

Me chamo Ruan, 27 anos, 1.70 de altura, tipo fisico normal, cabelos loiros e curtos, e minha sogra, tem 59 anos, 67 de altura, do mesmo tamanho de Carina, tem cabelos pretos lisos até metade das costas, uma pele meio bronzeada, ela tem um sorriso bonito naquela boca pouco carnuda, tem um peito que ja aconteceu eu mamar os de Carina pensando neles, mas foi meio raro isso, pelq fartura que tem, uma leve barriga, belo par de pernas com coxas roliças e panturrilhas que oarecem de quem faz academia, e um belo bumbum empinado.

Quando chegamos no aeroporto, ela estava no café esperando a gente

- ooo minha filha querida... e esse galegao lindo, prazer meu genro

Uma receptividade generosa e com um belo sorriso nos recebeu. Era dia 1 de Junho, ja tinhanos programado e comprado passagens praquele domingo, e por ser um local bem festivo, jantinhanuma festa pra irmos, por ser do interior, chegamos 8.30h no aeroporto, e umas 10.30h no vilarejo onde morava. Dormimos que acordamos 4h da tarde.

A noite fomos pra uma quermesse la perto, e dei uns passos com ela, ela sempre carinhosa comigo, apresentava pra os conhecidos, e cidsde pequena todos se conhessem, e Carina revia os vizinhos e amigas dela, mas dona Conceicao depois de uns dias, percebi nao fazer carinho, mas caricias, tanto que num almoço, uns 10 dias em sua casa, durante uma conversa no almoço, naquela mesa pequena pra 4 pessoas, conversamos normal, e no assunto mais interrssante eu falando ela diz

- sério isso galego?! (como me chamava e como chamam loiros no nordeste)

Durante a fala, ela põe a mao na minha coxa sem Carina ver, e da um aperto alisando rapido, nao fiz cara de surpresa, pois Carina faz quase da mesma forma, mas achei normal, naquele mesmo dia, suas rouoas de dormir eram mais curtas, tanto que no dia 12, a gente tava no sofa vendo novela, quando acabou, uns 10min depois que ela entrou no quarto, saiu e veio a nossa frente

- olha que lindo Carina que comprei

Um babydoll vinho, um decote suoer estufado, parecia que tinha silicone ou amamemtando de tao fartos que estavam, e sem contar suas coxas a mostra, meu coração acelerou na hora, ate desviri o olhar, por a veia tava boa demais, eu elogiei normal, Carina okhava admirada pela idade que a mae tem e ter tudo aquilo, e naquela mesma noite, ao deitarmos no quarto daquela casa simples, pequena, com dois quartos, cozinha e uma sala, e ao deitarmos as 23h, após uns 10min de conversa, Carina sentou em mim levantando sua camisa, eupercebi qie antes de deitar, ela foi ao banheiro e tirou o sutian, e ao dar o peito, só me passava na mente o peitao da sogra, fechri os olhos e mamei sedento, puxava Carina pelas costas, segurava com uma mao apertando seu peito, e mamava de olhos fechados imaginando o peitao de dona Conceiçao, quando parei de mamar, Carina ate espantou

- porra!! Kkk quase gozei hein amor kk

Dali continuamos nosso sexo, tanto que na ultima oosicao, ela sentada, mamei de novo com vontade imaginando as tetas fartas da sogra, e dessa vez foi tao extremo que gozamos juntos.

Dona Conceição nao parava os carinhos, tanto que o "galego",virou "meu galego", os apelidos eram mais de posse, ela queria dancar mais comigo, ela dava ares de ciume, mas imahino, a sogra sem namorar, e os relacionamentos eram curtos, e nao parava, ai veio a sexta, dia 27, fomos pra mesma quermesse do vilarejo, so que por ser ulimo dia, tinha ate mais pessoas, creio que chegava à 400 por ai, a festa era num campinho de futebol mais terrao, as mesas estavam postas, e ela usava um vestido verde oliva, curto, parecia tomara que caia, masninha alcinha bem fina, a saia era tipo colegial, e o decote daquele jeito, quando começou, ela veio toda animada com uma garrafa de vinho

- bora que hoje é o dia

Depois ela pegou cerveja epos no copo pra Carina, que nao tem habito de beber, e Carina animada com tudo, e por ser ultimo dia em festa (as passagens eram pro dia 30), ela bebeu, mas como falei, ela nao era acostumada, eu fiquei no vinho e petiscos, mas o maior tempo da festa estavamos dançando, obvio dona Conceição e eu, as ordens dela, e na ultima banda, Carina dava indicios de bebada, meio animada, sorria mais, e passou o fim da festa abracada comigo, na volta que era em torno de 1h da manha, a casa era proxima, tipo uns 10min talvez menos a pé, Carina andava, mas andava abracada comigo, dona Conceição e eu voltava conversando e Carina so ria, as vezes enrolava algumas palavras, quando Carina sentou no sofa ao chegarmos em casa, ela apagou, e dona Conceição bebeu o mesmo tanto, mas por ser acostumada, nao demonstrava tantos sinais de embriaguez, eu tava sentado ao lado de Carina no sofa, Conceição apareceu e falou

- eita apagou tadinha kkk nao e acostumada kk

- eu vou por ela na cama

- ta bom meu galego, fechaa porta e depois vai na cozinha

Foi um tom malicioso, meio sedutor, eu ja percebi suas intencoes, e após tirar o salto de Carina e a cobrir, fechei a porta do quarto e fui a cozinha, ao chegar, dona Conceição tava com os seios de fora encostada na pia

- é kkk realmente ela... dor... miu!

- pois é meu galego, mas eu nao né!

Seus fartos seios eram brancos, bem brancos, meio caidos, os mamilos parecendo uvas, mas eram bem claros, as aureolas rosadas bem claras, pareciam brilhar naquela cozinha pequena, eu fiquei perto, ela veio tocando meu peito com a ponta dos dedos

- gostou da sogrinha né?

Meu coração tava acelerado, aqueles peitoes que desejei estavam a minha frente, quando ela tocoumeu rosto eu nao aguentei, ela deu uma leve puxada na minha nuca e nos beijamos, aquele peitao pressionava no meu corpo, me inclino e mamo com vontade, mordisco, lambo o mamilo igual um grelinho, aperto, junto, o qie tinha de fazer, fiz, ela so observava e as vezes me chamava de meu galegao, ela tocou me pau, apertou e numa voz sussurrantedisse

- vem ca

Ela afastoua cadeira com todo cuidado, pra nao fazer barulho, sentou e começou a tirar minha calça jeans, pos meu fora e falou

- humm depiladinho viu!

Pos a boca de vez, segurou firme nele e fi ou chupando, eu via seus peitos estarem inchados, os mamilos durinhos, e como imaginei, ela pegou meu pau e passou nos mamilos, tipo foiuma delicia sentir, ela percebeu e me olhou com uma cara de puta rindo, e fez de novo e depois falou

- e assim?

Ela pos no meio deles, meu pau sumia naquela fartura, e depois de bater neles e passar sobre os mamilos, ela desligou a luz me levando ao quarto, fechou a porta, ligou a luz e nos beijamos um pouco, ela se deitou tirando a calcinha que era preta, sua buceta tava depilada, e que bucetao, me ajoelheichuoando um pouco, depois ela na pressa queria, pegou meu pau passando sobre ela e enfiou, me deito sobre ela e começo a meter, ela virou a cabeça de olhos fechados e ficou gemendo baixo, depois ela tirou todo o vestido se pondo de quatro, mas era uma bunda gorda, e que bunda naquela posição, bem branca, aquelas coxas lindas, eu metia e me apoiava em sua bunda, só nao ouvia o gemido dela pela casa, pois ela pos o travesseiro na boca, o tesao foi grande que de quatro ela deitou de bruços, praticamente sem tirar meu pau, me ajeito por cima e fico metendo, eu ouoa bem baixo

- fode gostoso essa buceta meu galegao

E ficamos naquela pose ate o final, qusndo falei

- to pra gozar

Eu tava quase sem folego, meio sussurando tambem, ofegante, ela pediu pra tirar, se virou e pediu no meio, ela me chupou e logo gozei naquele peitao, mirei exatamente no mamilo, ela espalhou no peito todo, dali tomei um banho rapido, depois ela tomou, quando saiu de toalha, me deu um beijo

- me satisfez seu gostoso

- sogra gostosa do caralho, deixa eu mamar um pouco

- humm toma meu galego

Ela abriu a toalha, tava nua, e mamei rapido, nos beijamos

- peituda gostosa

Nos beijamos mais uma vez e voltei pro quarto, aome deitar, Carina me abraça, nao falou nada. Naquela manha ela tava com ressaca, dei um banho nela pra aliviar, sua mae fez um chá, e dona Conceição me ajudou a arrumar as malas, na ida ao aeroporto chorou muito, a abracei dando um beijo em sua bochecha que acabou pegando na ponta da boca

- eita foi sem querer kkk (disse Conceição)

- ne kkk

- kkkk (Carina ficou rindo)

E voltamos, e sei que Dona Conceição estavavpra vir no fim de abril nos visitar.

Conto enviado por Ruan

Envie seu conto, fantasia, desejo pra Alberttsouz1993@gmail.com

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Albertpai a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários