Depois da noite que meu filho se livrou das amarras sociais e me tomou como sua mulher quando seu pai viajou, no dia seguinte tínhamos ficado o dia inteiro sem fazer amor, mas quando a bebê dormiu ele me atacou logo no corredor.
Ele queria lamber minha bucetinha pela primeira vez, mas eu estava tarada e implorei para me comer primeiro. Antes me confessou que me queria também de 4. Após termos descansado do orgasmo no papai e mamãe intenso, conversamos e Giuliano acabou com todas minhas preocupações de estar indeciso, pois do mesmo modo que me tomou no sexo, também me tomou fora dele. Com a intenção de acostumar minha buceta para seu pau enorme, ainda estava dentro de mim e voltado a ficar duro como aço.
– Você ser tão adulto e tão decidido me excita tanto. Corpo e cara de homem você já tinha e com essas atitudes também mostra que agora é o homem da casa, ao menos no que se refere a cuidar de minhas necessidades. Ahhhi amor, se levante porque quero realizar seu sonho de consumo, falei safadinha.
Giuliano me atendeu rapidinho e se elevando entre minhas pernas ficou me olhando estático.
– O que foi? Algo errado?
– Não mãe. Acho que nunca fiquei tão tarado antes como agora te vendo assim nua de pernas abertas depois de transarmos e sua bucetinha vazando meu esperma.
Também me excitei por estar vazando o esperma abundante de meu filho e de o deixar tão tarado com aquela cena luxuriosa.
– Nunca antes, mas vai ficar muito nos próximos dias já que me disse que vai me deixar o tempo todo cheia de seu esperma para não a machucar, falei já começando a me mover para ficar de 4 para ele.
– É sério o que eu disse. Se nada atrapalhar vou te comer pela manhã, a tarde depois que estivermos sozinhos e antes de dormirmos. Assim a lubrifico e a acostumo, falou safado, mas deixando claro que era mesmo sua intenção.
– Faça isso filho. O desconforto das penetrações nunca vai passar, mas no pós primeira penetração não ficarei mais dolorida, falei me colocando de 4 na frente dele.
Quando olhei por cima do ombro ele estava com os olhos vidrados e não o interrompi me deixando ser desejada e ficar mais excitada. Quase um minuto depois, ele saiu daquela contemplação.
– Me desculpe. Fiquei atordoado. Você é gostosa de qualquer jeito, mas assim é um arraso.
– Obrigado filho. O que está esperando então? Realize seu sonho de consumo.
Quieto meu lindo filho e aproximou e encostou a glande em minha portinha de onde tinha acabado de sair. Eu sentia seu esperma escorrendo de minha fenda sabendo que estava bem lubrificada e então ele começou a tomar posse novamente do que era seu.
– Ohhh mãe, eu não tinha tido ainda essa visão. Meu pau é demais para sua bucetinha e fiquei até preocupado, falou parando com só a glande dentro.
– Não se atreva a se arrepender, pois agora é só seu pau quem pode me satisfazer. Enfia tudo como estava até agora pouco.
Giuliano me atendeu e levando suas mãos grandes a minha cintura me segurou no lugar, mas ia bem cuidadoso.
– Parece que seu buraquinho vai rasgar, falou ainda preocupado.
Eu precisava dar um jeito dele se despreocupar e aproveitar o momento que tanto desejou, como me revelou.
– Você e sua irmã já passaram por aí. Não vai mesmo rasgar. Continuaaaaaaa.
– É difícil de acreditar sendo tão apertadinho e gostoso, falou empurrando mais veloz enfim se despreocupando.
Apesar de totalmente melada e dele ter acabado de sair de lá, as dores e desconforto eram intensas por estar dolorida, mas me segurei para não o preocupar novamente. Os gemidos abafados que eu soltava eram só de prazer.
– Hummmmmm. Mummmmm. Aaaaammmmmm. Isso filho. Come a mamãe do jeito que você queriaaaa.
– Mamãe, mamãe. Eu também não conseguiria sentir o mesmo prazer com mais ninguém. Estamos dependentes um do outro. Argggghhhhhh.
Adorei ouvir, mas não conseguia mais falar me sentindo empalada por seu membro parecendo ainda mais grosso me causando dores, mas conforme o prazer ia aumentando iam sendo lentamente amortecidas.
Depois de uns dois minutos ele colocou tudo e parecia que ia sair por minha boca e me implodiria de dentro para fora com aquelas pulsações poderosas.
Eu estava à beira de um orgasmo enorme sem ele se mover ainda, mas além de querer gozar, queria muito que ele saísse e me desse um alivio, então o apressei.
– Não acredito que coube tudo mãe, falou impressionado.
– Ahhhh filho. Está doendo muito. Vamos acabar logo com isso. Me faça gozar e goze comigo.
Se dando conta da situação com meu pedido, Giuliano começou seu ir e vir muito mais lentamente do que no papai e mamãe anterior e aquela situação de meu filho estar arrombado minha bucetinha naquela posição que desejou, fez com que meu tesão superasse o desconforto e logo gozaria.
– Vou gozar filho. Goza com a mamãe. Aaaahhhhhhhhhhhhhh.
Não demorou 5 segundos e senti o calor de seu esperma abundante irrigando meu útero e melando meu canal deixando muito mais gostoso. Sua pegada máscula em minha cintura me mantendo no lugar era apreciada pela fêmea em mim.
– Estou gozando tão forte mãe. Ohhhhhhhhh. Arrrrggggghhhh.
A cada imenso orgasmo que me dava meu filho me fazia ir apagando da memória os quase 2 anos de sexo insatisfatório ou a falta total que meu marido me impôs. Lá no passado apaixonada por Tales imaginava e desejava que ele fosse o único homem de minha vida, mas com sua mudança radical não foi possível. No entanto, de certa forma ele ainda era meu único homem, pois sua versão melhorada e com uma ligação inquebrável comigo, seu filho seria o único homem do resto de minha jovem vida.
Logo que sua ejaculação terminou, deixou apressado minha bucetinha e me aliviou me deixando deitar e sentir o finalzinho de meu delicioso gozo. Deitado a meu lado, estava preocupado.
– Acho que amanhã de manhã não vai dar como falei que faria, então é melhor pular e se der para fazer a tarde e à noite, vamos bem devagar. Abusamos demais ontem e hoje.
Abri os olhos e o vi lindo olhando para mim de lado na cama. Meu coração acelerou mostrando como estava apaixonada por meu jovem filho, o que seria totalmente reprovado pela sociedade e pelas pessoas mais próximas se descobrissem, mas eu e Giuliano já tínhamos passado desse ponto.
– Só na hora para saber amor. Fui eu quem sugeriu fazer bastante para a acostumar e você disse que a deixaria sempre melada para não a esfolar nas próximas penetrações e gostei disso. Talvez se for bem devagar, eu consiga e por isso nem vou lavar lá dentro.
Foi quando falei que me dei conta do quanto fui safada e até me arrepiou, mas a noite de sexo maravilhosa tinha sido encerrada. Me lembrei de sua vontade de lamber minha bucetinha, mas ficaria para outro momento, como também meu desejo ainda não revelado de chupar seu pau, ou apenas o lamber pois não sabia se o conseguiria colocar em minha boca.
Depois de descansarmos Giuliano me deu outro delicioso banho, mas eu estava exausta e ele tomou seu banho sozinho sob meu olhos desejosos vendo aquele corpo delicioso todo ensaboado e molhado, achando incrível ser meu filho em quem dei banho há não tantos anos.
Decidi dormir de camisolinha e por baixo a calcinha e também um sutiã de amamentação, ainda não como Giuliano queria, mas porque de madrugada seria complicado ficar tirando para dar de mamar.
Acordei duas vezes na madrugada para dar de mamar com Giuliano se levantando para ajudar. Pelo que sentia da bebê, logo uma vez só bastaria, mas o que não faltava era leite e não tinha nenhuma pressa de a desmamar, porque também poderia satisfazer o outro filho mamando como gostava.
Despertei assustada achando que tinha a ouvido chorar 30 minutos antes dela normalmente despertar e descobri que não conseguiria dormir porque sentia o pau enorme de Giuliano duro em meu bumbum de conchinha. Para testar, pulsei a bucetinha algumas vezes e ela tinha melhorado. Excitada achei que daria para ele cumprir seu objetivo de acostumar rápido minha buceta a seu pau e também de me deixar cheia de esperma durante o tempo todo.
Dentro de minha buceta e em minha fenda sentia ainda o esperma da noite anterior como ele tinha planejado só me deixando mais tarada. Para não o assustar, de leve enfiei a mão por baixo do elástico de seu short de pijama e agarrei seu pau pouco abaixo de sua glande e percebi que ele acordava.
– Fica quieto e paradinho aí que vou fazer tudo. Seu trabalho só vai ser gozar na mamãe,
– Hamm, hammm.
Era difícil com os dois braços para trás, mas com o braço de cima mais livre, fui até minha calcinha e a puxei bem de lado liberando o caminho. Fui me afastando e me posicionando até que senti aquele membro quentíssimo em meu lábios e depois se afundando entre eles.
– Ahhhnnnnn, gemi concentrada no que fazia.
Afastando um pouco consegui o pincelar e só de passar na porta do buraquinho, percebi que ainda estava sensível. Por fim o coloquei lá e levantando de leve o quadril do colchão consegui ir me afastando bem lentamente tendo a deliciosa sensação de estar sendo penetrada mais um vez pelo pau delicioso de meu filho, o novo dono incontestável de minha buceta.
Com aquela calma eu sentia meu canalzinho se abrindo enquanto sua glande me expandia com a ponta arredondada estreita indo ficando mais grossa. O esperma da noite anterior e os fluidos de minha excitação ajudavam muito e apesar de estar entrando bem apertado e dolorido, não doía como na noite anterior.
– Ahhh mãe, que delicia de forninho quente.
– Ahhh filho, seu pão enorme que é uma delícia, brinquei.
Se lá embaixo ele me atendeu e não fez nada, sua mão veio por baixo de meu braço, entrou pelo decote da camisola e depois do sutiã e espalmou meu seio.
– Ahhhmmmmmm.
– Aqui não está doendo muito, está?
– Só aquela dor costumeira de estar um pouco empedrado, mas continua.
O que Giuliano fez foi extremamente excitante pois começou a alternar entre acariciar e apalpar sexualmente com procurar os nós e os massagear para os soltar, no que já era especialista.
– Ahhhhhhhuuuuuuu.
Excitada ia me afastando com calma sentindo toda sua potência e se sentia um pouco menos de dor por estar melada e ir bem lentamente, a dificuldade de entrar ainda parecia a mesma.
Como colocar a rolha de volta em uma garrafa, quando ficará apertada da mesma forma todas as vezes.
– Ahhhh mãe. Sua bucetinha é tão deliciosa, apertadinha, quentinha, macia e melada.
– Faltou você dizer que ela é sua. Uhhhhhnnnn.
No silencio da madrugada ficamos quietos só ouvindo os suspiros e gemidos de prazer do outro. De conchinha é muito confortável, mas eu não podia exagerar em ir muito lentamente sob pena da bebê acordar e interromper.
Demorou uns 10 minutos porque eu ia parando e apesar da sensibilidade da pele do canal era um delicia um sentindo os movimentos de aperto e alivio do outro. Quando o engoli todo nem acreditei que tinha doido muito menos do que na noite anterior. Ir devagar e já estar melado de esperma era uma ótima tática até que minha bucetinha se acostumasse com seu pau.
– Foi tudo mãe, falou surpreso.
– Foi sim. Boa ideia me deixar cheia de esperma o provoquei, dando uma leve mexidinha.
– Parece que foi. Pelo menos nos primeiros dias até se acostumar faremos isso. E agora você quer que eu mexa, ou você mexe?
– Estou tremendamente excitada. Se você apertar meu mamilo eu gozo assim sem mexer. Você consegue também?
– Sem mexer por fora, pois sua bucetinha está parecendo um coração de tanto que pulsa e me aperta. Certeza que consigo.
– Seu pau também parece um coração. Agora aperta meu mamilo. Você já o deixou todo vazando com a massagem. Sua irmã vai gostar porque vai estar bem mais fácil sugar. Ohhhhuuuuu.
Giuliano começou a apertar meu mamilo e com seu pau inchando dentro de mim, depois de 10 minutos de o ter engolindo com calma, estava à beira de gozar, mas queria que ele gozasse comigo e fui muito safada.
– E se chegar a hora de você me encher de esperma de novo à tarde e depois tivermos que sair para ir ao mercado? Ahhhh. Uhhhh.
– Ohhhhhhhhh. Você é tão safadinha mamãe. Faremos do mesmo jeito porque ela tem que continuar lubrificadinha.
– Vai ser muita sacanagem. Uhhhhhhh. Sua mãe cheia de seu esperma em público.
– Vai ser sim, mas de agora em diante isso vai ser normal, mesmo quando não precisar a deixar mais lubrificada. Muitas vezes vamos fazer amor e depois teremos que ir para algum compromisso ou programa.
– Aiiiiihhhhhh seu safado, estou gozandooooo. Encha bucetinha da mamãe com seu esperma, enche?
No mesmo instante senti sua ejaculação poderosa com jatos e mais jatos de seu esperma matinal abundante enchendo minha buceta como pedi.
– Gozaaaaandooooo mamãeeeeeee. Você é deliciosaaaaaa.....
Mesmo sendo um ato todo amarrado em movimentos e ruídos, foi um imenso orgasmo como eu não esperava. O calor escaldante de seu esperma prolongou meu maravilhoso gozo matinal.
Quando terminamos continuamos engatados e largando meu seio, Giuliano me abraçou por trás.
– Tudo bem mãe?
– Tudo. Foi uma delícia assim de conchinha e devagar doeu muito menos. Além do que foi muito bom ir sentindo entrando bem devagar e pulsando tarado.
– Muito tarado. Achei que poderia nem transar hoje.
– Mas foi tudo bem e dá para repetir hoje se for só fazer amor e não foder como ontem, falei sorrindo.
– Claro que quero experimentar tudo pois sou jovem e inexperiente como você falou, mas o que mais quero mesmo é fazer amor com a mãe que eu amo.
– Vamos dar um jeito de fazer os dois, muito mais amor. Agora preciso ir ao banheiro porque logo sua irmã vai acordar e depois enquanto dou de mamar, você toma banho, falei me afastando devagar até que seu pau deixou minha grutinha transbordando de seu esperma, então puxei a calcinha de volta ao lugar, mas teria que troca-la depois.
Deu tempo de ir com calma ao banheiro e logo após sair e Giuliano entrar para o banho, escuto meu outro amor resmungar e fui cuidar dela, sem nunca deixar de pensar que era fruto de minha união com o outro amor de minha vida, seu irmão/pai.
À tarde quando a funcionária se foi, precisamos ainda dar um tempo porque a bebê estava acordada e ativa. Ela acordava 6 da manhã, dormia as 7 da noite e tirava um soninho de umas 2 horas à tarde sem um horário muito definido e naquele dia foi tirar uma soneca lá pelas 3 horas.
Foi Giuliano quem a fez dormir e enquanto fazia, fui tomar um banho sabendo o que ele ia querer depois – Lamber minha bucetinha. Tarada sabendo seu desejo nem perdi tempo de me vestir e fui para a cama deitando nua. Quando chegou do quarto da bebê, deu um lindo sorriso safado por me ver pronta para ele.
– Mãe, só vou passar um água bem rápido para ficar cheiroso e já volto.
– Mamãe não vai sair daqui, te prometo, falei safadinha.
Não deu nem 5 minutos ele voltou nu e já subiu se ajoelhando entre minhas pernas como gostava de me admirar.
– Puta que pariu mãe. Você é de longe a mulher mais linda e gostosa que já vi e sou o homem mais sortudo do mundo de ter você.
Fora o que falou seu olhar mostrava que era verdade o que dizia e também seu modo de falar usando palavrões que nunca usava.
– Ohhhh amor, muito obrigado, não preciso, mas adoro seus elogios. Não é sorte não. Além de ser lindo também e fazer amor maravilhosamente, é seu jeito de me tratar, seu amor por mim e seu companheirismo que me conquistaram como mulher. Não vou ser hipócrita de dizer que seu pau delicioso não teve influência, mas só ele não teria me feito trair meu marido e cometer um ato proibido com meu filho.
– Eu te amo mãe. Mais do que tudo.
– Eu também filho.
Enquanto eu respondia Giuliano já foi se inclinando e percebendo fui abrindo as pernas no papai e mamãe até o máximo que eu podia ficando escandalosamente escancarada em minha intimidade para meu filho.
Deitado de bruços entre minhas pernas mesmo com as pernas abertas ao máximo, meus lábios vaginais fechadinhos ainda não tinham uma abertura suficiente e ele levou os polegares aos dois os abrindo também o máximo possível sem os machucar.
Tendo a noção que seria tremendamente excitante ver meu filho se deliciando com minha bucetinha, puxei os dois travesseiros e coloquei sob minha cabeça a levantando e a deixando na posição que eu poderia vê-lo.
Seus olhos que estavam vidrados nela, olharam em meus olhos, depois voltaram a ela e retornaram para meus olhos.
– Ahhh mamãe. Como ela poderia ser minha se eu nem a conhecia ainda, mas isso vai mudar agora e estou a conhecendo visualmente e adorando e vou conhece-la no toque também, para aí sim poder dizer que me pertence.
– Faça isso filho. Eu quero que cada parte de meu corpo seja sua, que você a conheça e a use ou brinque com ela quando quiser. Ohhhuuuuu.
– Com certeza eu vou mamãe. Estou vendo que em torno de seu buraquinho está bem vermelho ainda. Depois teremos que ia devagar de novo.
– O que importa é você a possuir de novo filho. Sua bucetinha. Ahhhnnn.
– Com licença mamãe. Não resisto mais.
Se calando, Giuliano mostrou a língua e foi se inclinando até que ela tocou abaixo de minha entrada vaginal. Daí para a frente ele mostrou toda sua voracidade a lambendo, chupando, beijando e soprando mostrando que tinha feito lição de casa na internet, mas não tocou ainda em meu grelinho.
Sua pouca habilidade ficava muito longe da habilidade de seu pai que adorava me fazer gozar em um oral, mas olhando lá para baixo e vendo meu filho esfomeado lambendo a buceta proibida da mamãe me faria gozar muito mais rápido do que seu pai jamais conseguiu e não deu nem 2 minutos explodi em um orgasmo intenso me retorcendo toda e abafando meu gemidos.
Percebia Giuliano sorvendo meu mel o máximo que conseguia de minha produção abundante por aquele prazer alucinante e quando foi perdendo forças o safado levou sua língua larga e áspera e começou a lamber meu clitóris me devorando enquanto me encarava.
Minhas mãos foram para seus cabelos pretos e ondulados o afundando ainda mais em minha buceta que convulsionava em um orgasmo eletrizante, pois sentia choquinhos por todo meu corpo. Sua língua não parava de pincelar meu grelinho sensível, mas eu não o afastava amando aquela sensação.
Não aguentando mais tanta sensibilidade o afastei e meu gozo começou a ceder e em uma reação que nunca me aconteceu antes, mesmo ainda gozando o empurrei o fazendo se deitar e ficando de 4 ao seu lado, puxei aquele mastro para a vertical e comecei o lamber lá de baixo da base até sua uretra bem safada e babando o deixando melado de saliva que seria útil logo mais.
– Ohhh mãe. Ohhh mãe. Que boquinha deliciosa. Uhhhhhh.
Conforme o orgasmo foi terminando minha melhor coordenação voltou e fui o lambendo da mesma forma em toda a circunferência, mas não muito devagar, pois estava ansiosa para saber se caberia em minha boca.
Não demorou e fui para sua glande e após lamber seu pré-semen saindo da uretra fui o envolvendo enquanto ia o colocando em minha boca. Eu temia não conseguir ter a abertura suficiente para o envolver, mas quando meu lábios passaram do pequeno relevo do final de sua glande fiquei animada.
Não iria entrar muito por causa de seu tamanho, mas mesmo com os lábios bem esticados fui o engolindo até que bateu no céu de minha boca não indo mais e tinha no máximo um quarto de seu tamanho dentro. De meu marido eu conseguia colocar quase metade sem engasgar, mas o de Giuliano não ia mais.
Bem que eu gostaria de o engolir todo, mas fisicamente era impossível e não parecia que ele não estivesse achando que era o suficiente, pois fazia um esforço tremendo para abafar seus gemidos enquanto seu corpo tremia de tesão.
Fiquei lá parada e quando meus lábios se acostumaram de estarem super esticados, comecei a ir e vir naquele pau grosso entendendo porque minha buceta tinha ficado tão esfolada.
Minhas duas mãos lado a lado o segurando abaixo de minha boca ajudavam o masturbando no mesmo ritmo de minha boca e como ele, quando dominei os movimentos o encarei com minha boca entupida por seu pau.
Nem deu dois minutos e ele mostrava que não demoraria a gozar e me lembrei que tinha muito esperma quando ejaculava, ainda mais depois de horas de descanso como estava naquele momento.
Eu engolia o esperma de meu marido, mas não era toda vez que fazia oral nele, porque na verdade não era muito aficionada por esperma, mas eu gostava de o deixar feliz. Conforme o orgasmo de Giuliano estava mais perto eu desejei poderosamente engolir seu esperma muito além do que qualquer vez com seu pai. Tão obsceno, tão excitante e tão íntimo engolir o esperma de meu próprio filho e não iria desperdiçar. Tentaria o engolir todo, mas não iria me sufocar se não conseguisse.
Percebendo que estava próximo, Giuliano me avisou certamente preocupado que eu não pudesse querer seu esperma.
– Vou gozar mãeeeeeeee. Ahhhnnnnnnnnnnnn.
O que eu fiz foi só deixar a glande dentro da boca para ter espaço para seu esperma e logo ele começou a fluir como jatos em sequência em minha boca. Os dois primeiros muito fortes passaram direto por minha garganta tão rapidamente que não me fizeram engasgar e os em sequência fui engolindo o que conseguia, o armazenando em minhas bochechas até que não tinha mais como e comecei deixar a vazar pelos lábios escorrendo por seu pau até seus pelos.
– Ahhhhhhh. Ohhhhhhhh. Uhhhiiiiii mãe, meu amado filho gemia tendo um gigantesco orgasmo com o primeiro oral de sua mamãe cada vez mais safada tendo um filho tão delicioso.
Se seu esperma tinha o gosto do de seu pai por se parecer com ele, em minhas papilas gustativas e em minhas glândulas olfativas meu cérebro de mãe as faziam senti-lo muito mais gostoso e sem nenhuma aversão. Eu engolia com um prazer jamais sentido em um oral com meu marido e um pensamento chocante me veio em mente por adorar seu esperma daquela forma. Se para Tales fui a namorada e esposa safadinha, para meu filho eu era uma puta, sua puta que adoraria fazer coisas que evitava ou não gostava de fazer com seu pai.
Assim que drenei tudo o que consegui, o limpei com a língua sem que ele diminuísse muito e ao terminar fui me deitar a seu lado encaixada em seu corpo jovem e musculoso.
– Desculpe filho. Não consegui o enfiar mais e nem engolir tudo.
– Desculpa mãe? Acho que fui a outra dimensão e voltei porque estava imensamente melhor do que imaginei que fosse. Ainda mais olhando para seu rosto lindo de mamãe engolindo meu pau. Já tem um lugar delicioso que ele entra inteiro então nunca mais se preocupe com isso. Está bem, perguntou com firmeza me arrepiando a alma.
– Está bem. Que bom que gostou porque eu adorei tudo. Ver sua cara de filho se torcendo de prazer por minha causa também foi um tesão. Preciso que você me alivie assim que se recuperar.
– Olha só. Já me recuperei. Foi muito safado e delicioso o que fizemos um para o outro.
– Foi mais do que safado amor. Me senti uma pNão consegui concluir o que eu pensava.
– Uma o que mãe? Termina.
– É chocante.
– Entre nós tudo pode e sem culpas, ele falou de forma adulta.
– Me senti uma puta adorando chupar seu pau enorme e engolir seu esperma. Não uma puta qualquer. Sua puta que te ama a adora fazer essas safadezas com você. Só com você.
Giuliano me empurrou me fazendo deitar e veio por cima se encaixando entre minhas pernas com seu pau duro lambendo minha racha muito melada sem tentar encaixar ainda.
– Não se preocupe mãe, não vou pensar mal, pois adorei o que você falou. Vou te tratar como uma puta, mas sem esquecer nunca que é minha mamãe a quem amo e respeito.
Eu o agarrei pelo pescoço e envolvi minhas pernas em seu quadril sentindo seu pau majestoso pincelar minha bucetinha.
– Faça isso filho. Não quero que te falte nada e vá procurar em outro lugar. Ahhhhuu.
Ele sorriu. Na verdade, riu.
– Ah mãe. Espero que seja só ciúme, pois eu nunca, nunca mesmo trairia minha própria mãe com outra mulher. Isso se ela fosse feia, mas com a mãe que eu tenho, nem olhar para outra terei vontade.
– É ciúme, desejo, possessão. É tudo. Te quero só para mim.
– Então estamos afinados, pois tenho os mesmos sentimentos. Agora vou colocar bem devagar já que você tomou banho e tirou meu esperma da manhã, falou safado me arrepiando.
Literalmente fizemos amor porque indo bem devagar íamos confessando todo nosso amor, carinho e tesão pelo outro. Ainda doeu muito por estar esfolada, mas foi a primeira vez que senti minha bucetinha aceitando e se moldando mais fácil a seu invasor. Gozamos gostoso e deus que me ajudasse para que minha pílula não falhasse naqueles dias que ele me prometeu deixar o tempo todo com seu esperma.
Não que eu não adoraria ter outro filho com ele, mas como tínhamos apenas começado a transar queria aproveitar o máximo possível e dar chance a ele de matar suas curiosidades sexuais com sua mamãe taradinha.
Antes de dormir, de novo fizemos amor com calma, desta vez em seu colo com ele massageando e drenando meus seios, antes de os abocanhar como homem e essa mudança do filho cuidador para o homem tarado me excitava demais. Antes meu filho tinha se especializado em drenar meus seios e agora começava a se especializar em lubrificar minha vagina.
Durante o resto da semana foi assim fazendo um amor cuidadoso e quando chegou no sábado pela manhã já sentia poucas dores fora nos momentos da primeira penetração. Na verdade, sentia desconforto, mas com a buceta sempre cheia de esperma aquele esfolado de carne viva tinha sarado.