Quando entrei no banheiro com meu pai, aquela primeira vez que tomamos banho juntos, foi como entrar no seu mundo secreto. E quando saímos, depois da nossa primeira transa, eu estava ansioso por novas descobertas, dessa vez na sua cama.
Ele me conduziu pro seu quarto e eu me sentia de novo um garotinho nos seus braços, completamente nu, junto com ele na sua cama.
Seus braços me envolveram, me puxando pela nuca. Eu me sentia leve, minha ereção roçando na sua, enquanto deslizava os dedos pelo seu peito peludo. Parecia certo me entregar a ele, ser abraçado, acariciado e beijar a sua boca. Era isso que eu queria, o que eu desejava desde que descobri o seu segredo. Mas eu nem podia imaginar como seria tão bom.
Envolvi minhas pernas em volta dele, esfregando meu pau em sua barriga enquanto ele segurava minhas nádegas com firmeza. Ao mesmo tempo sua língua explorava a minha boca, em busca da minha.
Ele então interrompeu o beijo e começou a atacar o meu pescoço, lambendo, chupando e mordiscando não menos excitado que eu. Segurei sua cabeça contra o meu corpo, acariciando o seu cabelo grisalho. Eu podia sentir seu pau grosso entre as minhas pernas, tocando a minha pele como se procurasse uma entrada. Eu precisava senti-lo dentro de mim, mas as sensações eram boas demais para fazer qualquer coisa além de me agarrar nele.
Abri os olhos enquanto ele beijava o meu pescoço. E quando o seu olhar faminto encontrou o meu, era inegável a cumplicidade que experimentávamos naquele momento. Mas eu tinha uma urgência que precisava ser saciada.
"Preciso te provar", eu disse, com voz rouca.
Ele assentiu com a cabeça, sorrindo em antecipação. Senti suas mãos grossas nos meus ombros, e então no meu cabelo, deixando-se tocar.
De repente, me senti intoxicado com o seu cheiro, mais do que jamais me senti na vida. Esperei, com a respiração presa na garganta, até sentir a sua ereção pulsando bem perto do meu rosto.
Pisquei, balançando a cabeça para me livrar desse devaneio. O que eu estava pensando? Era meu pai, meu próprio sangue. Me masturbar enquanto o via transando com meu avô era uma coisa. Ele era muito másculo e qualquer um acharia a cena dele transando com alguém erótica. Mas daí a estar morrendo de vontade de chupá-lo? Isso cruzaria muitos limites.
E, por um instante, eu parecia ter esquecido do que fizemos no meu quarto ainda há pouco, ou de que ele tinha me comido no banheiro depois. Afinal, qual o problema de fazer sexo oral nele, se já tínhamos acabado de fazer sexo?
Então, sem mais perder tempo, eu estendi a língua pela cabeça do seu pau, só pra sentir o gostinho. E foi o bastante pra me fazer salivar e não aguentar mais, engolindo de vez, até sentir os seus pentelhos no meu rosto.
Aplicando alguma pressão nos lábios, eu fazia uma intensa sucção, chupando o seu pau e deixando me chegar no fundo da garganta. Depois, deslizava todo de volta na ponta da língua, me dedicando apenas à cabeça roxa e brilhante de saliva, que me surpreendia ser tão macia.
"Bom garoto", meu pai dizia, passando os dedos pelo meu cabelo, enquanto eu subia e descia com a boca no seu pau.
Ele suspirava ofegante, com a mão ainda na minha nuca, até que começou a enfiar seu pau na minha boca, como se estivesse me fodendo. Quando ele me chupou na minha cama, eu senti a mesma coisa, uma vontade incontrolável de penetrar, segurando a sua cabeça e fodendo a sua boca. E agora eu deixava ele fazer o mesmo comigo.
"Isso mesmo!", ele gemia, enquanto eu fazia sexo oral nele pela primeira vez.
Eu tinha as mãos nas suas coxas, me agarrando a ele com todas as forças, enquanto deixava minha garganta ser penetrada pelo seu pau. Ele continuou a me foder, sem nunca se cansar daquilo. Minha impressão era de estar me afogando no seu pau, e precisei recobrar o fôlego. Mas voltei logo a abocanhá-lo, sem conseguir parar de chupar o homem que me viu crescer.
Podia lembrar de todas as vezes em que brinquei no seu colo, sem ao menos saber o que havia ali, escondido, e que talvez apensa do meu avô tivesse acesso. Aquilo me fazia pensar se os dois naquela época já se encontravam às escondidas, quando íamos visitá-lo nos almoços de domingo.
Finalmente, papai soltou um forte gemido, ainda me segurando e fodendo a minha boca. Instantes depois, eu senti o seu esperma me descer pela garganta. Mas ele continuou gozando na minha boca, me enchendo da sensação quente da sua porra pela primeira vez.
Depois de engolir tudo, ainda fiquei com aquela sensação de querer mais, limpando com a ponta da língua em volta da boca o que sobrou. Acho que podia me acostumar com aquilo. Quero dizer, não que já estivesse me sentindo meio gay, mas provar a porra de outro homem foi melhor do que eu podia ter esperado... melhor ainda sendo a porra do meu pai.
Recostado na cabeceira da cama, ele tinha uma expressão de sonho, recobrando-se de ter acabado de gozar na boca do seu filho. E, com um ligeiro movimento de cabeça, ele me chamou, me envolvendo nos seus braços.
"Vem cá, filho."
No instante seguinte, estávamos de novo nos beijando, enquanto eu partilhava com ele o gosto da sua própria porra na minha língua. Ele a recebia na sua boca e me chupava excitado, segurando o meu pau e me masturbando. Por minha vez, eu apertava o seu mamilo, sentindo seus bíceps e os pêlos grisalhos do seu peito nu. O seu rosto estava contorcido, numa mistura de agonia e êxtase.
"Já fez isso antes?", ele parecia surpreso com o meu desempenho.
"Uma vez, eu e um colega de escola fizemos umas coisas... Mas nada comparado!", eu acariciava o seu pau.
"Acho que se saiu muito bem", ele me beijava. "Mas tô com vontade de outra coisa agora," ele sorriu, relaxando um pouco o corpo.
"Você... você faria comigo?", ele fez uma pausa. "Queria muito sentir você dentro de mim."
Papai sorriu de novo, dizendo aquilo com toda naturalidade. Claro que sim. Ele nem precisaria perguntar. Adoraria dar a ele o mesmo prazer que ele me deu.
"Nossa... quer dizer, fazer com você?", eu olhava timidamente pra ele. "Nem sei por onde começar..."
"Eu podia te dar umas dicas..."
Papai umedeceu os lábios, ainda segurando o meu pau. Então se levantou e sentou no meu colo, com as pernas abertas à minha volta.
"Bem, vamos ver. Eu provavelmente começaria com algo simples. Elogiaria seu sorriso, por exemplo. Não muito, só o suficiente pra você saber que eu notei."
"Meu sorriso? É meio básico, não acha?", eu brinquei.
"Não subestime um sorriso", ele sussurrou, com a voz baixa e provocativa. "Então eu tentaria te fazer rir."
"Ah, é? Como?"
"Hum, algo como: 'Seu pau cresceu desde a última vez que eu vi.'"
E ele me fez dar uma risadinha.
"Isso porque eu ainda tinha dente de leite!"
"Te fiz rir, viu?", meu pai piscou.
"E agora?", eu segurava a sua bunda peluda sobre a minha ereção.
"Agora é só deixar a gravidade agir", ele foi se deixando penetrar, com meu pau deslizando lentamente pelo seu cu.
"Continue olhando pra mim", disse meu pai, com a voz suave e sedutora. "Quero que isso seja igual pra nós dois."
Nós respirávamos juntos por alguns segundos, os olhos dele pousados em mim. Seu rosto estava próximo do meu agora — mais próximo do que antes. Observei meu pai se inclinar e dar um beijo suave e reconfortante na minha testa, como qualquer pai faria. Em seguida, ele beijou a minha boca, me oferecendo a sua língua pra eu chupar, como se já fossemos amantes.
"Isso, mete devagar", ele sussurrava no meu ouvido, enquanto cavalgava o meu pau. "Precisa me deixar me acostumar ao seu brinquedo."
Meu estômago queimava enquanto inclinava a cabeça de lado pra encaixar nos seus lábios, encontrando-os num beijo ofegante.
Seu corpo peludo sobre o meu já estava meio suado, enquanto eu tentava me concentrar em fazer direito. Afinal era a minha primeira vez, e eu não queria decepcioná-lo. Com as mãos na sua bunda, eu o penetrava, tentando acompanhar o seu ritmo, mas ele aos poucos ia acelerando, cavalgando o meu pau com mais intensidade.
Apoiado na cabeceira da cama, ele mais parecia foder o meu pau, rebolando e se cravando todo nele, que eu de fato metendo nele. Voltei-me pro seu pau e comecei a masturbá-lo, surpreso que ele já estivesse de novo duro.
Até que ele se inclinou mais uma vez para me beijar. Os sons desajeitados de seus beijos, enquanto subia e descia no meu pau, me deixavam mais excitado. Meu pai segurava o meu rosto pelas laterais, me puxando para perto enquanto sua língua se entrelaçava na minha. O seu peito de pêlos grisalhos arfava cada vez que ele descia e se deixava penetrar. E eu o acariciava, com as mãos contra o seu peito.
Até que o tesão que me dominava falou mais alto e eu comecei a provocar o seu mamilo, deixando bem eriçado. Depois estendi a língua e brinquei um pouco com ele, abrir a boca e começar a chupá-lo. Eu passava os dedos pela floresta de pêlos que o envolvia e mamava no meu pai, ao mesmo tempo em que metia no seu cu. E nem podia acreditar que estávamos fazendo aquilo, mas estava adorando.
De repente, uma onda de calor me subiu pela espinha, e eu me agarrei com força no meu pai. Eu tinha os braços em volta da sua cintura, enquanto o penetrava sem parar, com uma estocada rápida. Nossos corpos pareciam ter se fundido, e ele se agarrava ao meu pescoço, ofegante, enquanto eu me aproximava do orgasmo.
Pequenas gotas de suor escorriam de sua testa, deslizando pelo seu peito e me chegando aos lábios, me fazendo de novo estender a língua pelo seu mamilo. Eu nunca tinha experimentado esse tipo de conexão entre duas pessoas antes, essa comunicação tácita. Nunca tinha sentido o mesmo com uma mulher na cama. Me lembrei do meu avô e reconheci entre eles a mesma ligação. Isso significava que partilhávamos o mesmo que os dois tinham. Ele era o meu pai, e eu, o seu filho. Mas naquele momento os nossos laços eram mais fortes que qualquer ligação de pai e filho.
O corpo nu, suado e peludo do meu pai se colava ao meu. Sua respiração no mesmo ritmo da minha, seu suor me banhando, meus braços firmemente em volta dele. Era com se fossemos um só, como deveríamos ter sido desde o começo, se eu tivesse descoberto o seu segredo há mais tempo.
E por falar nele, o tempo de repente parecia ter parado. Eu me sentia paralisado, com meu pau ainda pulsando dentro do meu pai, enquanto meu corpo tremia, os músculos se contraindo. E meu pau ejaculava fundo, bem fundo nas suas entranhas. Não sei quantas vezes, mas eu gozava sem parar, como nunca antes.
Meu rosto estava enterrado no peito do meu pai, então eu não conseguia ver sua reação. Mas pelo jeito como ele arfava a cada estocada, suspirando enquanto eu estava todo dentro dele, acho que o seu prazer não precisava de palavras.
Eu ainda segurava as nádegas dele, aos poucos diminuindo o ritmo. Já estava meio sem forças. Era claro que ele estava gostando, e eu nunca podia imaginar isso. Nunca sonhei um dia comer o meu pai, bem ali na sua cama... até gozar dentro dele.
A sua respiração ficou mais lenta à medida que seu orgasmo se aproximava do fim. E ele encostou a testa suada no meu ombro e soltou um gemido baixinho. "Quem te ensinou a foder assim, garoto? Porque não fui eu!"
"Deve ser de família...", eu suspirava, sentindo o seu esperma quente jorrar entre nós.
Depois de um último beijo, acho que éramos oficialmente amantes. E mesmo debaixo do chuveiro, quando fomos tomar uma outra ducha, eu já não conseguia parar de beijá-lo. Quando voltamos pro quarto, passamos o resto daquela noite nos amando na sua cama, de todas as formas e em todas as posições, que eu nem conhecia.
E, claro, eu quis de novo fazê-lo gozar e provar do seu gozo, no nosso primeiro meia-nove. Acho que tinha ficado viciado nisso. E ainda tinha muito o que aprender. Mas meu pai parecia ter todo o tempo do mundo pra me ensinar tudo... e eu estava mais do que disposto a sugar dele tudo, literalmente.
Continua...