O gordinho virgem

Um conto erótico de Eu
Categoria: Gay
Contém 746 palavras
Data: 20/04/2026 07:52:21

O tédio me levou ao Bate-papo UOL. Entre as dezenas de nicks genéricos, um me deu o bote: "Gordinho Virgem". O interesse foi instantâneo. Pensei logo: "É hoje que eu arrombo esse cu virgem".

No chat, o papo rendeu. Ele era do interior, estava na casa do irmão e morria de medo de ser descoberto por ser de família conhecida. A curiosidade dele, no entanto, era maior que o medo. Trocamos fotos. Ele era alvo, peludo na medida e tinha aquele porte robusto que eu curto. O convite para o motel foi aceito sem hesitação. Fui buscá-lo com o pau já pulsando.

No trajeto, o nervosismo dele era nítido. "Nunca nem toquei em um pau", confessou. Pedi para ele relaxar, mas eu já estava decidido a não ter tanta paciência assim.

Assim que entramos no quarto. Libertei meu pau e ele travou, hipnotizado pela cena. Puxei a mão dele com força e a fechei em volta da minha roxa. Ele começou a bater uma punheta desajeitada, sem ritmo, mas o calor da mão dele já me deixou louco.

Puxei a cabeça dele pela nuca e ordenei: "Chupa". Ele abriu a boca e veio com tudo, mas os dentes rasparam e eu avisei. "Calma, sem dente. Só língua e garganta". Ele foi aprendendo no susto. Quando tentei enfiar tudo, ele engasgou, os olhos lacrimejando. Deixei que ele trabalhasse só na cabeça, sentindo a saliva quente escorrer enquanto ele se perdia no meu cheiro.

A hora da verdade chegou. Joguei ele de costas, na posição de frango assado. Vi aquele cu peludo, virgem, fechado a cadeado. Tentei a primeira investida e a resistência foi total. Parecia uma parede. Encharquei os dedos de lubrificante, enfiei um, dois, tentei várias vezes e nada de entrar o meu pau no cu apertado

Virei ele de quatro, a bunda branca empinada pra mim. Encostei a cabeça do pau e empurrei com força e a cabecinha entrou. Ele soltou um grito abafado no travesseiro, o corpo todo tremendo. — Para, por favor! — ele implorou, quase chorando. Fiquei parado dentro dele, sentindo o cu dele pulsar em volta do meu pau, me apertando como se quisesse me expulsar

Esperei ele relaxar e comecei um vai e vem lento, torturante. Ele tentava controlar o ritmo com a mão, mas eu segurei os pulsos dele e assumi o comando. — Tá doendo? — sussurrei no ouvido dele. — Muito... mas não para. Eu quero isso!

Aquelas palavras foram o gatilho. O ritmo mudou. O barulho de pele batendo com pele começou a ecoar no quarto. — Vai com mais força! — ele gritou, agora entregue ao prazer. — Você quer que eu te arrombe, né? — provoquei. — Quero! Me arromba!

Comecei a dar estocadas brutais. Eu tirava quase todo o pau, sentindo a pressão do anel dele, e enfiava de uma vez até o talo. Ele gemia alto. O cu dele, antes travado, agora devorava meu pau a cada estocada. O suor colava nossos corpos e a batida era seca, violenta..

A pressão na base do meu pau chegou ao limite. O cu dele me apertava como uma luva de veludo, sugando cada centímetro. — Vou despejar tudo! — avisei, com a voz rouca, sentindo o gozo subir. — Na minha cara! Goza na minha cara agora! — ele urrou, virando o rosto para trás, os olhos vidrados de puro transe.

Saí de dentro dele com um estalo úmido. Arranquei a camisinha com pressa e, enquanto ele ainda arfava de joelhos, descarreguei jatos quentes e grossos que marcaram o rosto e o peito dele. Ele fechou os olhos, recebendo o batismo daquela experiência, deixando o gozo escorrer pela pele branca.

Ficamos ali por alguns segundos, apenas o som das respirações pesadas preenchendo o quarto. Ele não correu de imediato. Ficou estático, processando o peso daquele arrombamento.

Quando ele finalmente se levantou, foi devagar, sentindo o corpo moído e o latejar lá embaixo. Olhou-se no espelho do motel, limpando o rosto com a mão, e deu um sorriso de canto, meio sem jeito, mas visivelmente orgulhoso. O menino que entrou ali cheio de medo tinha ficado para trás.

— Doeu como eu imaginei — ele disse, vestindo a camisa enquanto ainda tentava recuperar o equilíbrio — mas agora eu sei exatamente por que todo mundo gosta.

Levei-o de volta em silêncio, mas o clima no carro era outro. Antes de descer, ele me olhou nos olhos, com uma segurança que não tinha antes, e disse: — A gente se vê no próximo final de semana. Mas dessa vez, não precisa ter tanta paciência

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