6
Eu tomei um banho de água quente, a toalha era felpuda e macia, meu look, uma minissaia, uma calcinha fio dental no fundo e renda na frente, uma mini-blusinha que deixava meu umbigo todo de fora e saltos agulhas.
Vandão me aplaudiu quando entrei na sala:
- Quando estiver lá, pode dançar com geral – ele acendeu um charuto. – Os manos tem moral, entendeu? Nada de conversinha com ninguém menos ainda com tuas amiguinhas putas do passado.
- Sim senhor, - confirmei me admirando no espelho. – Agora vem aqui...
Eu fui imaginando que era para mamar. Vandão bateu na sua coxa, eu sentei. Ele cheirava aquele tabaco estranho e forte.
- Lembra que nada mudou, tu continua sendo a vadiazinha, a putinha do Vandão aqui. – Ele fungou no meu cangote. – E quando o baile terminar tenho uma surpresa para você.
Fomos. Eu na frente e o Vandão depois, descobri que não era a única putinha do Vandão, haviam outras mas naquela noite, eu com certeza era a mais admirada. A sensação de ser comida pelos olhos de todos e invejada por outros tantos me deslumbrou.
Obedecendo ao meu dono dancei, e rebolei sarando nos “manos” dele como havia sido mandada fazer. Fiquei com medo de alguma mulher vir para cima de mim e me comer na porrada mas que nada.
Ninguém me relou o dedo. Só os paus mesmo por baixo das bermudas e calças. No meio de uma batida relando a bunda no chão, eu e mais duas manas fomos puxadas para fora da agitação.
Adrezinho foi roçando a rola em mim e disse no meu ouvido:
- Finalmente o chefe te liberou pra nois...
Senti o cheiro de menta e o bigodinho levantando os poros da minha pele. Andrezinho apertava meus seios, descendo as mãos por minha cintura. Fiquei um pouco temerosa mas lembrei logo das ordens do meu dono e tranquilizei.
Embocamos em um casebre de telhado bem deteriorada. Havia um ventilador de tripé e nada mais ventilando o quarto onde entramos. Ajoelhei na espuma no chão, Adrezinho colocou a rola para fora. Eu olhei bem...
Adrezinho guiou minha nuca contra sua virilha, engoli centímetro a centímetro ouvindo os arfados dele e sentindo sua mão na minha cabeça. Sem tirarmos as roupas, Adrezinho me empurrou contra a espuma, encapou o pau, e acertou a rola puxando para o lado o elástico da minha calcinha sem tirá-la.
Eu arfei sentindo seu pau duro me penetrando segurei nos seus braços sentindo os bíceps duros que me excitavam muito e o cheiro da pele dele conforme transpirava ao me estocar rola.
- Isso gostoso, me come, me come vai...
- Safada... toma safada...
Ele puxou por minhas pernas me fazendo sentar em seu colo, fui rebolando sentindo seu pau entrar todo e sair, Adrezinho apertava meus seio amassando meus mamilos, avisou que ia gozar, eu desmontei dele, e tirei sua camisinha.
- Ah cachorra! – disse quando percebeu minha intenção de mamar.
- Leita essa cadela, leita... – eu o engolir e senti seu pau inchar e encher a minha boca de porra!
Mal tive tempo de sentir o gosto na minha garganta quando Pedro entrou no quarto e puxou pelo meu cabelo me fazendo olhar para ele.
Ele estapeou minha cara. E cuspiu na minha boca, me chamando de puta, me jogou para a espuma me fazendo ficar de quatro, estapeou minha bunda, e roçou em mim. Outro cara entrou no quarto, esse eu não conhecia mas veio para apertar meus seios.
- É ou não é uma gostosa? – ouvi Pedro falar. – E tá mais puta do que nunca. Vandão colocou no jeito.
- É, aquele gordo escroto tem pulso com puta – sorriu o outro estapeando minha bunda.
Eu ainda estava com a boca suja do sêmen de Andrezinho mas logo senti a rola de Pedro penetrando e o outro sujeito que devia ter uns cinquenta anos, barba por fazer me colocando para mamar nele.
Seu pau era torto e difícil de encaixar na boca me fazendo sofrer para engolir, Pedro montava em mim como se eu fosse uma moto, sentia todo o peso do seu corpo e os golpes nas costas:
- Empina vadia! Empina essa raba!
O homem a minha frente, mandou eu tirar a mão e começou a socar na minha boca, eu pedi menos, chorei, quis fugir eles me seguraram, o homem voltou a foder minha boca, e eu consegui sentir prazer em ser domada.
Era estranho como uma coisa passava para outra em fração de segundos. Pedro cadenciou as metidas, e o pau do sujeito finalmente encaixou na minha goela, ficou gostoso.
- Isso, mama, mama vadiazinha... Tão novinha e já puta assim... Que delicia!
Meus olhos estavam embaçados o coroa não gozava nem com a porra eu me esforçando igual uma puta mesmo para tirar leite daquela pedra mas nada, e o Pedro voltou aumentar as estocada, eu tirei o pau da boca para respirar.
O homem colocou novamente me obrigando como uma atriz pornô. Eu não sabia se colocava a mão pedindo para que tivessem pena de mim ou se empurrava o coroa do pau torto.
Nem uma coisa nem outra! A porra saiu até pelo meu nariz de tanta gala engasguei fiquei roxa e Pedro me leitou assim mesmo também. Ainda sem me recuperar mais dois marmanjos entraram no quarto, e mais dois junto com eles.
Tiraram os paus das calças e me furaram. Era um em cima um embaixo, perdi as contas, até meu rabo entrou. No cú era onde mais doía mas tantos de uma vez só fiquei sem saber por onde estava entrando a pica.
Só sei que minha boca já estava mais larga que uma boca de vaso sanitário. E meus seios entumecidos, minha vagina era uma cachoeira, eu estava amando ser tratada como cachorra!
Eu mal abria os olhos por causa da porra seca na cara. Estava toda folosada, toda dolorida, e nem conseguir levantar da espuma eu conseguia. Uma mulher de perfume conhecido me ajudou a levantar, não reconheci a voz porque meus ouvidos ainda estavam zunindo por causa dos boquetes em sequência.
- Amiga, - disse Carla. – Tu está bem?
Eu finalmente consegui vê-la, sorri, e com o peito cheio de uma alegria doida mas muito verdadeira:
- Eu nasci pra isso porra!
Vi a reação dela de descrença e certa inveja ao perceber como eu estava plena.
Eu não fazia ideia de como seria minha vida dali em diante por causa do nível de degradação, sabia que muitas amigas como Carla que tinham me empurrado para aquele mundo fingiriam demência e se afastariam mas eu não queria viver outra coisa.
Essa é a parte mais louca.
Eu havia definitivamente encontrado meu lugar!