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Ele suspendeu a porta estávamos em uma garagem do que parecia um shopping.
Vandão segurou minha mão e disse que ali seria permitido que eu andasse em pé. A sensação de frio na barriga estava dominando todo meu ventre e eu tinha a sensação de que me mijaria inteira de tanta excitação.
- Não fale com ninguém mesmo que se dirijam a você... – ele ordenou.
Subimos pelo elevador. Era mesmo uma espécie de shopping mas para pets. Eu tentava evitar olhar as vitrines, e as outras pessoas apenas seguia o Vandão, subimos por uma escada rolante.
Entramos em uma loja de roupas. Um homem com aparência de uns cinquenta anos se aproximou.
- Seu Vander, que honra – disse o homem. – Veio ver as novidades?
Vandão apontou para mim. O homem olhou de cima a baixo.
- Mas que beleza, - o homem e aproximou mais. – Serviço completo?
Vandão confirmou.
- Olha pra mim cadelinha, - Vandão mandou.
Eu assustei mas obedeci.
- Tudo que o meu amigo aqui mandar você faz, - ele disse sorrindo. – Só não deixa ele te foder, nenhum buraco.
- Que isso seu Vander... Somos profissionais, sua cadelinha está em boas mãos.
- Sei... – disse Vandão. – Mais tarde venho te buscar.
Eu estava tão louca que quando ele foi saindo eu já ia segui-lo mas o outro homem logo me segurou com firmeza e me conduziu por uma porta atrás do balcão da loja.
Alguma coisa em mim gritava para dizer aquele homem tudo o que realmente estava acontecendo. Mas quando o homem acendeu a luz e vi que o local era todo forrado com aquelas espumas acústicas soube que não adiantava nada. Ele prendeu uma guia a minha coleira e mandou eu ficar em posição de cadela.
- Boa menina, - disse. – Nova mas bem obediente como tem que ser. Essa jaula tem água, e a sala é refrigerada, então podemos tirar essa peça humana de você que é uma cadelinha muito linda para usar isso.
Ele foi tirando e abriu outra porta a sala era fria e haviam jaulas em cima e embaixo eu notei que não era a única ali, haviam outras.
- Aqui não é permitido interação a não ser de mim para vocês, entendeu?
Eu não respondi e levei um tapa na cara. Só nesse instante pensei nas minhas amigas, no meu pai e no meu irmão, não havia se passado tanto tempo assim mas era o que parecia.
Minha cabeça estava bem confusa.
Ele me colocou em uma jaula na parte de baixo, eu me aninhei sentando em cima de um ursinho de cachorro que tinha na jaula.
Por que não estou com medo? Por que estou ansiosa? Por que essa expectativa? O que está acontecendo comigo? Será que o Vandão volta mesmo?
A ideia de que ele pudesse me abandonar ali me deixou inquieta. Eu nunca fui desobediente mas nunca obedeci daquela forma também. Tudo tinha tão pouco tempo e eu não reagia por que? Mas... mas... a pergunta mais difícil para mim era: eu queria reagir? Ou passado o susto, estava me entregando a ideia de ter alguém como um cachorro ou uma cadela tem um dono?
Eu ficava remoendo essas ideias sem chegar a uma conclusão segura do que se passava dentro de mim, adormeci quase sem vontade, e quando acordei foi com o homem puxando minha guia, percebi que todas as persianas sobre as vidraças estavam descidas e o shopping em completo silêncio.
O homem me conduziu para a porta da loja que estava fechada.
Eu travei. O homem sem aviso me deu um choque com um controle eu choraminguei e obedeci.
Ao abrir a porta, tudo estava vazio, eu acho que era de noite já, ele me fez andar de quatro até o outro pavilhão subindo por uma escada normal, meus joelhos doíam.
Entramos em um pet salão outro homem, esse mais jovem, segurou minha coleira e desatrelou a guia.
- O cliente é o...
- Você já colocou na ficha – o rapaz disse. – Venha pegar esta em quarenta minutos.
O homem olhou o relógio no pulso e saiu. O rapaz deslizou a mão em mim e apalpou meus seios e bunda, aproveitando para passar a mão na minha xana.
- Se disser alguma palavra eu te coloco uma focinheira, - ele avisou.
Eu estava com o coração aos pulos. O homem me colocou em uma mesa eu sentei mas ele mandou eu deitar e abrir as pernas, o que veio em seguida não foi nada que eu já não conhecesse, uma depilação a laser. Na vagina, no cuzinho e nas axilas.
Depois nas pernas. Ele me disse para tomar um líquido, e fez cara feia quando pensei em hesitar. Bebi logo, e fui sentindo aos poucos a língua pastosa e pesada, assim como meu queixo e cabeça.
Eu só lembro disso, quando acordei estava novamente na minha... Na jaula na casa do Vandão, tomei até um susto.
Com fome comi os pedaços de frango grelhado, cenoura, brocolis e batata doce no meu pratinho perto da água.
Sentia uma ardência em cima da bunda bem no cóccix. Meus cabelos estavam bem baixos, senti quando passei a mão na cabeça.
Minha bunda doía como se tivesse levado uma picada de agulha.
Isso é loucura!
Mesmo assim... Estou úmida...
Louca de merda!
Eu estava em plena queda livre porque não me sentia a mesma de uma, duas semanas atrás, conversando com as amigas sobre os vídeos pornôs que víamos e mentíamos como putas profissionais.
Os cachorros não latiam mais para mim, deitada de costas para o chão, ouvir os passos do... do meu dono descendo e uma expectativa nova foi surgindo, me consumindo.
Ao ouvir a voz dele tive uma emoção diferente!
- Cadelinha faminta, - disse. – Eu estava louco de vontade de te foder. Mas agora podemos fazer isso no pelo, do jeito que tem que ser entre o dono e a sua cadelinha, sua submissa... Linda.
Ele abriu minha gaiola e eu me atirei em suas pernas o abraçando. Vandão acariciou meus cabelos, eu olhava para cima.
- Coisa linda, diz, diz para eu ouvir quem é teu dono?
- O Vandão... Sou a putinha submissa do Vandão – falei me esfregando contra a rola dele por dentro do short.
Vandão baixou o short e deixou eu me espaldar naquela rola linda meia dura já, mamei igual uma desvalida, babando minha cara inteira por causa das repetidas gargantas profundas.
Vandão me puxou pelo cabelo me fazendo fica de quatro nos degraus da escada, dedou meu rabo, e o lambeu.
- Delícia, - disse. – Vou comer esse cuzinho no pelo, e vai ser agora...
Doeu, doeu muito, gritei quando entrou ardendo queimando feito uma brasa. Vandão metia sem dó. Uma estocada após a outra, revezando entre cuzinho e boceta.
Eu tentava aguentar mas fraquejava nas pernas por causa do peso dele. O cheiro do seu corpo, e a sensação de tê-lo todo enterrado dentro de mim, fizeram ter orgasmos múltiplos.
Vandão gozou bem fundo na minha bunda. Depois tirou e mandou eu limpar com a boca.
- E para selar o nosso trato – ele disse olhando de cima. – Bebe tudo, não desperdiça nada hein...
Começou a mijar na minha goela. Amargo, Quente. Cheiro forte. Tentei ao máximo não engulhar. Mas era quase impossível porque era a primeira vez na vida que eu bebia mijo.
Vandão me levou para cima e fodemos na cama. Agora eu podia ficar na parte de cima. Ele me deixava apenas com a coleira, sem a guia. Quando ele acordou.
- Amanhã vai ter um baile na quebrada – avisou. – Vou te apresentar oficialmente como a mais nova puta do Vandão, geral vai babar.
Ele disse enquanto eu estimulava o pau dele meio duro na minha mão. Voltei a mamar com carinho, pensando em como seria reencontrar as meninas, será que eu estava muito irreconhecível?