Caros leitores…
Eu sou uma mulher casada, tenho 45 anos, moro em Laranjeiras, RJ. Meu marido e eu trabalhamos, e com tanto tempo de casados caímos na rotina. Meu marido tem 57 anos, e já é mais “sossegado” por natureza, enquanto eu já sou do tipo que gosto de me movimentar, de fazer algo.
Na minha rotina diária, eu faço até 2h de academia todo dia. Nessas idas à academia conheci, há uns meses atrás um cara (não direi nome). Ele é casado também. Como temos nossos planos e horários muito parecidos, passamos a malhar juntos. Assim, conversamos e fazemos companhia um para o outro, que é ótimo.
Acontece que à medida que o tempo foi passando fomos criando mais afinidade e também intimidade. E depois de alguns papos ao longo do tempo, os assuntos partiram para curiosidades, vontades, o fato do marido e esposa não malharem, casamento e, finalmente, falta de sexo... Tudo sem maldade alguma em princípio. Mas com o tempo... Os papos foram ficando mais quentes. E me dei conta que estava, ainda que de forma inconsciente, cada vez me arrumando mais pra ir pra academia. Perfuminho, roupinha mais novinha, etc, etc... Com a vida sexual em casa não tão ativa, acabei me flagrando curtindo toda aquela situação. Ah, o cara era um gato tá?!
Um dia combinamos de dar uma corrida no Aterro do Flamengo pra variar nosso treino e sair um pouco da rotina da academia. O tempo estava bastante fechado e não havia quase ninguém na rua. Estávamos correndo, quando do nada caiu um temporal. Fomos para a parte da mata pra se abrigar um pouco da chuva. Quando percebemos só tínhamos nós naquele lugar imenso. E ao mesmo tempo estávamos escondidos de todos. Nesse momento meu amigo acabou comentando que se ele estivesse ali com a esposa e sugerisse namorar já que estavam sós, ela não ia topar com certeza. Acabei confirmando a mesma coisa falando do meu marido e nos encaramos numa situação inusitada e ao mesmo tempo muito excitante. Percebi que estava molhada. Na mesmo hora pensei se teria coragem ou não de ter uma aventura ali que ninguém saberia jamais. Ele pediu que eu chegasse mais perto para espantarmos o frio. Dito e feito! O perto virou um abraço. E o abraço um delicioso beijo de língua. Ficamos ali nos beijando e curtindo um bom momento.
Gente, que beijo. Uma delícia. Já fiquei imaginando como seria transar com aquele homem delicioso. Dos beijos chegamos as mãos deles passeando pelo meu corpo. Logo ele estava apertando meus peitos. Levantou o meu top e pôs eles pra fora. Começou a chupá-los bem devagarzinho e sem pressa. E eu simplesmente amo quando chupam meus mamilos. Minhas pernas já tremiam, eu já estava definitivamente entregue. Dali em diante decidi que toparia absolutamente tudo.
Quando ele voltou a me beijar eu comecei a pegar seu pau por cima do seu calção. Senti seu pau bem duro. Apertei com vontade. Ele afastou-se de mim, pegou a minha mão e a pôs dentro do seu calção. Falou pra eu sentir como ele estava por minha causa. Eu peguei bem, fiquei alisando, sentindo as veias, a cabeça meladinha. Ele me virou de costas, foi passando sua mão pelo meu corpo, descendo ela até começar a entrar pela minha leg e minha calcinha, indo em direção a minha bucetinha. Hummm !! Aqueles dedos delicados, tocando o meu clitóris e os lábios, Tocando os pelinhos aparados, deslizando pra dentro de mim. Que delicia. A respiração dele no meu ouvido só me deixava mais doida por aquilo tudo. Seu pau era lindo. Estava bem duro e ele o apertava contra a minha bunda. Foi ali que pedi:
- Mete em mim!
Ele abaixou minha leg, minha calcinha (totalmente melada), e o próprio short. Mas eu falei para parar. Me abaixei. Primeiro dei um beijo na ponta do seu pau. Depois comecei a chupar com muita vontade. Lambia aquela piroca rosa inteira. Bolas, saco, tudo que tinha direito. Deixei aquele pau lindo bem molhadinho. Então me levantei e fiquei de costas pra ele. Me segurei na árvore, empinei a bunda pra trás e fui sentindo aquela delícia entrando todinha na minha buceta. Soltei um gemido delicioso.
Ele beijou as minhas costas e começou a me comer devagar, tirando e botando, aumentando o movimento aos poucos. Eu gemendo o mais baixo possível, sentindo a rola entrando e saindo. O tesão de estar ali no mato era incrível. Gozei a primeira vez e foi de forma muito intensa. Mas eu não queria parar. Tampouco ele. Que continuou sem parar até que percebi que ia gozar. Fiz ele tirar o pau de dentro de mim, olhei pra ele e disse para gozar nos meus seios. Nunca tinha visto um cara gozar tanto. Nem sabia que aquilo era possível. Ele deixou meus seios completamente melados.
Então subi a minha calcinha e a leg. Arrumei os meus peitos e vesti a minha camiseta que ficou toda melada também com tanta porra. Depois ficamos trocando uns beijos um pouquinho, pra só então sairmos dali. A chuva já tinha diminuído bastante e fomos correndo até à academia onde nos despedimos com um aperto de mão. Que surreal!
Eu entrei em casa e fui direto pro maridão e falei:
- Tenho algo pra te contar. E acho que vc vai amar ouvir.
Obs: Meu marido tinha o sonho de me ver dando pra outro. Sonho esse que sempre neguei com veemência praticar.
Depois desse dia a malhação entrou definitivamente na minha agenda e volta e meia eu dava uma corridinha quando chovia no Aterro do Flamengo com o meu "amigo"...
E meu marido... se tornou meu maior incentivador para me tornar uma maratonista... E olhava a todo momento como seria o clima do dia seguinte no celular para me provocar.