MARIDO DA MINHA TIA - PARTE 1

Um conto erótico de AC
Categoria: Heterossexual
Contém 951 palavras
Data: 03/03/2026 04:20:31

Tenho um familiar (pra ser bem direto, marido de uma tia) que é motorista de aplicativo.

Um dia (era uma segunda-feira), na saída do cinema, mandei mensagem pra esse marido da minha tia perguntando se ele estava rodando por perto e se ele poderia passar pra me pegar. Resolvi mandar mensagem pra ele porque, além do preço extremamente alto que estava no app do Uber e nós residirmos em lotes próximos, eu já passei sufoco (ruim) com outro motorista de app. O motorista mudou de rota, foi falando sobre política (era bolsonarista) e criticando todas as minorias que existiam. Criei trauma nesse dia. Então lembrei que J.P. (iniciais do nome dele) era motorista de aplicativo e mandei mensagem.

Após uns 3 minutos, J.P. me respondeu e disse que estava há uns 20 min do shopping onde eu estava e que, se eu esperasse, ele poderia passar lá e me levar pra casa. Eu disse "perfeito, vou te esperar". Passei a minha localização exata e aguardei, ainda dentro do shopping.

Esperei um pouco mais do que o previsto. Depois de 24 min esperando, J.P. me mandou mensagem e pediu que eu esperasse ele na parada de frente ao shopping onde eu estava, para evitar que ele entrasse no estacionamento, pegar uma ficha, passar na cancela e depois sair.

Feito. Fui pra parada. Passaram-se 2 min que eu estava na parada, ele chegou. Deu uma buzinada e logo eu entrei no carro dele.

Assim que entrei no carro, pedi a chave pix pra ele, pra passar o valor correspondente da viagem. No início ele disse que não precisava, mas eu insisti e ele acabou me passando a chave pix. Apesar dele ser bondoso, não gosto de me aproveitar da bondade dos outros. Fora que, ele estava exercendo uma profissão. "E ninguém roda como Uber porque quer... e sim porque precisa" - palavras do próprio J.P.

Depois, iniciamos a volta pra casa e eu transferi o dinheiro pra conta dele. Começamos a conversar durante a viagem.

No início, nossa conversa foi sobre o filme que eu assisti (muito ruim, por sinal). Aí eu disse que, eu iria aproveitar a semana do cinema e ir novamente em outro dia na mesma semana. Quando disse isso, ele me falou que havia tempos que não ia ao cinema e que estava cogitando ir. Uni o útil ao agradável: chamei ele pra gente assistir O Macaco. Já sabíamos que o filme era ruim só pelo título, mas queriamos aproveitar os descontos. Até sugeri que ele levasse a mulher dele, mas ele logo disse que ela não curtia filme de terror de nenhum tipo.

Continuamos conversando, falamos sobre futebol e sobre as viagens estranhas que ele já fez, trajetos desconhecidos e apreensão com passageiros "mal encaradados". Aproveitamos a viagem para combinarmos a ida ao cinema. Decidimoa então que iríamos ao cinema na quarta-feira da mesma semana. 2 dias após.

Após uns 20 min de viagem, chegamos na minha casa. Agradeci demais pela viagem e pelo esforço em me pegar no shopping. Ele então, me deixou na porta da minha casa e foi embora.

2 dias após, ele me mandou mensagem perguntando se a nossa ida ao cinema ainda estava de pé. Logo concordei e perguntei se iríamos nos encontrar no shopping/cinema ou se ele iria passar na minha casa para irmos juntos. Ele então falou que me levaria sem problema algum e que não cobraria nada.

Para não me sentir aproveitador, fiz um acordo com J.P: Eu pagaria a entrada do cinema e a alimentação (pipoca e refrigerante), e ele seria responsável pelo transporte. Como o carro era dele, ele concordou.

Então ele passou na minha casa para me pegar e iniciamos o caminho ao cinema. Durante a viagem, os assuntos eram os mesmos. Futebol e viagens estranhas que ele tinha feito. Quando iniciamos o assunto viagens, logo ele me disse que "motorista de aplicativo que roda a noite tem que estar preparado para ouvir todo o tipo de oferta". Na hora, interpretei o "todo o tipo de oferta" apenas como proposta do valor da viagem. Imaginei algo como um acordo direto do passageiro com o motorista a respeito do valor que seria cobrado pela viagem. Logo J.P. negou e me disse que as propostas era muito além dos valores das viagens. Fiquei uns segundos tentando entender ou imaginar as propostas. Até que J.P falou:

"A.C (iniciais do meu nome), já ouvi cada coisa como motorista de aplicativo. Desde casal brigando e se xingando nos bancos de trás até gay me oferecendo dinheiro para me mamar."

Quando ele terminou a frase, meu coração acelerou e eu brinquei pra disfarçar o meu "nervosismo":

- E você deve ter aceitado essa proposta, né? hahahahaha

(rimos juntos e ele me disse)

- Não aceitei porque queriam pagar muito pouco. E meu leite é farto. Não é pouca coisa. Quer mamar? Tem que pagar bem.

Após J.P. falar isso, começamos a rir e meus pensamentos começaram a focar exclusivamente nessa informação. Comecei a tentar imaginar todos os detalhes sobre o "instrumento" que J.P. carregava no meio das pernas. Imaginei minha tia chupando e trepando com ele. Imaginei ele gemendo e gozando muito. Meu pensamento foi todo direcionado pra isso: COMO ERA O MARIDO DA MINHA TIA NA CAMA? COMO ERA A SUA PICA: GRANDE? CABEÇUDA? GROSSA? VEIUDA? SACÃO GRANDE?

Fiquei de pau duro só de imaginar, mas não durou muito, pois os meus pensamentos sexuais foram desviados pouco tempo depois, pois tinhamos chegado ao cinema.

- CHEGAMOS! (Disse J.P.)

[Para evitar que o conto fique muito grande, irei terminá-lo em uma 2° parte. Espero que vocês leiam essa parte 1 e gostem. Voltarei logo. Prometo!] 😝

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