Casada Evangélica Parte 03

Da série Casada Santinha
Um conto erótico de Casada Certinha
Categoria: Heterossexual
Contém 803 palavras
Data: 19/03/2026 18:56:27

Ele me puxou pelo pulso com uma força que não deixava espaço pra discussão. Não doeu, mas era firme, decidido. Eu tropecei atrás dele, coração na boca, enquanto ele me levava pro fundo do terreno, atrás de uma pilha de tijolos e uma lona velha que escondia o resto do mundo.

— De joelhos, Clara — ordenou, voz baixa mas cortante como faca.

Eu hesitei. Meu corpo inteiro tremia — de medo, de vergonha, de um tesão que eu não conseguia mais negar nem pra mim mesma. Mas eu não disse não. Não disse nada. Só desci devagar, os joelhos afundando na terra quente e poeirenta. A saia subiu pelas coxas, expondo a calcinha molhada que ainda carregava o cheiro do gozo de minutos atrás.

Ele abriu a calça sem cerimônia. O pau saltou pra fora, já duro de novo, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Maior do que eu imaginava. Maior do que o do Rogério. Ele segurou na base e deu um tapa leve na minha bochecha com ele — não forte, mas o bastante pra me fazer arfar.

— Abre essa boquinha de crente — disse, cuspindo na minha cara. O cuspe quente escorreu pela minha testa, pelo nariz, pingou no meu lábio. Eu pisquei, atordoada, mas não limpei. — Abre, vadia. Você não vai falar que quer, mas vai fazer tudo que eu mandar.

Eu abri. Devagar. Ele não esperou. Enfiou de uma vez, sem dó, até bater no fundo da garganta. Eu engasguei na hora, olhos lacrimejando, mãos voando pros quadris dele pra tentar empurrar. Ele segurou minha nuca com as duas mãos, dedos enfiados no coque, me mantendo no lugar.

— Isso… engole tudo, sua putinha hipócrita. Fingindo que não quer, mas tá babando no meu pau como uma cadela no cio.

Ele começou a foder minha boca com estocadas profundas, ritmadas, sem piedade. Cada vez que entrava até o talo, eu sentia a garganta se contrair, o reflexo de vômito vindo, mas ele não parava. Saliva escorria pelos cantos da minha boca, pingava no queixo, molhava a blusa branca que agora grudava nos seios. Eu gorgolejava, tossia, mas ele só apertava mais o cabelo.

— Olha pra mim enquanto chupa, Clara. Quero ver esses olhinhos de igreja cheios de lágrima.

Eu levantei o rosto. Nossos olhares se cruzaram. Ele sorria, sádico, olhos escuros brilhando de prazer. Cuspiu de novo — dessa vez direto na minha boca aberta, misturando com a baba que já escorria. Depois me xingou mais:

— Isso… engole meu cuspe junto com meu pau, sua santinha de merda. Aposto que reza toda noite pedindo pra ser tratada assim, né? Pra ser usada como buraco.

Cada palavra era um tapa na minha alma. E cada tapa fazia meu corpo reagir mais forte. Entre as pernas, eu sentia a calcinha encharcada escorrendo pelas coxas. Meu clitóris latejava tanto que doía. Eu não tocava em mim — ele nem deixava —, mas estava louca, alucinada de tesão. Quanto mais ele me humilhava, mais eu queria. Quanto mais ele forçava, mais eu me entregava em silêncio.

Ele acelerou. Segurou minha cabeça com força e começou a meter garganta profunda de verdade, sem parar. Eu sentia o pau pulsando na minha garganta, o gosto salgado invadindo tudo. Lágrimas rolavam pelo rosto misturadas com baba e cuspe. Meu nariz escorria. Eu era uma bagunça — suja, babada, usada.

— Caralho… vou gozar na sua goela, vadia. Engole tudinho, não deixa cair nem uma gota.

Ele grunhiu alto, corpo tremendo. Enfiou até o fundo e ficou lá, pulsando. Jatos quentes desceram direto pela minha garganta. Eu engoli por reflexo, sufocando, tossindo, mas engolindo tudo. Ele saiu devagar, deixando o pau escorregar pela minha língua, limpando o resto na minha bochecha.

Depois me soltou. Eu caí pra frente, apoiada nas mãos, ofegante, cuspindo saliva e restos de gozo no chão. O rosto ardia de vergonha e de tanto cuspe seco. Mas entre as pernas… Deus, entre as pernas eu estava em chamas. Meu corpo inteiro tremia de um prazer doentio, proibido, que eu nunca tinha sentido antes.

Ele se agachou na minha frente, segurou meu queixo com força, me obrigando a olhar pra ele.

— Não vai admitir que quer, né? — perguntou, voz baixa, quase carinhosa agora. — Mas olha pra você… babada, gozada, tremendo de tesão. Sua calcinha tá pingando no chão, Clara. Você amou cada segundo.

Eu não respondi. Só fechei os olhos, respirando pesado. Ele riu baixo, passou o polegar na minha boca suja e limpou um fio de baba.

— Levanta. A gente ainda tem tempo antes do pessoal voltar. E eu ainda não terminei com você.

Eu levantei devagar, pernas bambas, corpo mole. Não disse uma palavra. Mas quando ele me puxou de novo pra dentro da lona, eu fui. Sem resistência. Sem mentira.

Porque, no fundo, ele tinha razão. Eu não ia admitir nunca.

Mas meu corpo já tinha admitido tudo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Casada Certinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários