Beta da Helô 2 - Marcas da Evidência - Part 1

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 1718 palavras
Data: 19/03/2026 18:01:18

No domingo de manhã nada melhor que um belo café pra começar o dia preparei e voltei para a acordar a Helô, o quarto estava fedendo.

“Bora bora bora acordar tomar um banho porque tem gente que tá fedendo, tá podre.”

Ela fez o charme dela e tomamos banho juntos como namorados, esfregando as costas um do outro, depois tomamos um café e enquanto ela enrolava, aproveitei e troquei os lençóis, passei um cheirinho e quando ela voltou para o quarto simplesmente se jogou na cama e deitamos mais um pouquinho.

“Aí que preguicinha.” Ela falou.

Foi quando Helô começou a se abrir comigo e falou que a nossa relação era gostosa e ao mesmo tempo diferente.

“Sou eu quem tem os privilégios, não é? Falava se gabando.

“Sim.”

“Faço tudo o que eu quero e você faz suas obrigações, não é?

“Sim.”

“Pois então, quem é o homem da relação?”

Fiquei pensando olhando pro teto e contei como era ser submisso dela e como seria muito humilhante se alguém descobrisse, ela achou essa parte interessante, e eu fiquei preocupado. Ela me chamou de especial, mesmo que muitos conseguissem ficar com ela e transar, eu era especial pela maneira que eu me dedicava a conhecer e se preocupar.

“Você é diferente e me proporciona coisas diferentes.”

(Bom, talvez ser diferente era tão bom assim?) Eu pensei.

“Eu amo pênis dentro de mim, principalmente um pau grande.” Aquilo foi só pra me provocar ou era uma verdade. Será que a ressaca estava fazendo ela falar coisas sem contexto?

“Então você gosta só de pau grande?” eu perguntei mesmo sabendo a resposta, e ela me surpreendeu.

“Não, gosto de você, você faz coisas diferentes.”

“Tá difícil de entender.”

“Se liga, gosto de ficar conversando com você, você beija gostoso, gosto da sua atenção né.”

“Isso é diferente?”

Ela começou a rir e falou “Os outros só querem me comer e são super machista, não que eu não goste! Tô falando que com você é diferente e isso que eu gosto, você sempre me faz gozar com a boca e você não liga de ir pra casa as bolas doendo (ela começou a rir) aí me desculpa eu não estava acostumada com esse tipo de homem… você me entende né.”

Aquela conversa foi um pouco humilhante, ela me deu um selinho e começou a se arrumar.

“Vai aonde?” eu perguntei.

“Você não vai me levar para almoçar?”

“Se patroa quer, bora.”

Fomos ao um restaurante nem tudo era sexo, estávamos experimentando tudo que um casal podia ter, única coisa que eu não tinha era a exclusividade do seu corpo, o domingo foi ótimo mais tinha voltar para casa, estava o final de semana todo fora.

Segunda a realidade do serviço, quando eu estava trabalhando, Helô me manda mensagem “estava rindo lembrando de você, meu betinha.”

“Eu sou o que você quiser!”

“Então vai comprar um vestido novo, só porquê eu quero.”

(Quem era eu pra dizer não?) Eu pensei.

Na hora do almoço fomos ao shopping e ficamos andando e olhando as vitrines e ela ficava me zuando vendo outros casais de mãos dadas “eles vão transar hoje a noite e você no máximo vai me chupar.”

Eu gostava e pra falar a verdade só de ter a atenção dela eu já estava satisfeito. Sentamos na praça de alimentação e fomos comer enquanto Helô não parava, olhava para os outros casais e me perguntava “você acha que aquele cara transa forte e bruto ou lento e sensual?”

Fiquei olhando.

“Acho que ele transa forte e bruto igual a toda mulher deseja.” ela falou.

Ela ficava inventando histórias de cada casal que via e me provocava, estava com a mente fértil, eu ficava só olhando com tesão retraído. Entramos na loja feminina, a vendedora era mulher negra na casa dos 30 vestindo uma roupa linda e super atraente.

“Procuramos vestido.” Falou Helô.

“Por aqui.”

Chegamos na sessão de vestido, tinha vestidos curtos e longos e Helô analisando sem pressa e achou um azul muito bonito e um verde também, ela foi até o vestiário eu fiquei esperando, quando ela saiu “ficou linda, a sua namorada arrasa.”

“Obrigada, mas ele é só meu amigo beta.”

A vendedora me deu uma olhada, eu fiquei vermelho de vergonha e ela entrou rindo pro vestiário. “Que amiga hein.” Falou a vendedora.

O pior de tudo, que eu não sabia como reagir, só dei só uma risadinha, logo Helô sai “coloquei mais nem gostei, gostei do azul vou levar ele.”

Elas foram até o balcão.

“Forma de pagamento?”

“É com ele moça.” falou a Helô apontando pra mim.

A vendedora me olhou e depois falou “forma de pagamento?”

“Qual o preço?”

“350 reais tem 5 por cento desconto avista, esse vestido é ótimo para ir a formatura, bailes e casamento.”

“Vou num restaurante com o meu namorado hoje.” Helô falou.

Caralho eu não sabia mais onde enfiar a cara.

“350 é muito, vou parcela se faz em quantas vezes?”

A vendedora sem acreditar “parcelamos até 3 vezes para idiotas.”

Helô deu uma risadinha.

“Oi?” eu perguntei indignado.

A vendedora ficou me olhando com um sorriso na cara.

Eu meio sem reação “Pode ser.”

Passei a maquininha e Helô pegou o seu presente e saímos da loja, no meio do caminho dei uma olhada para trás e a vendedora estava na porta me olhando, não sabia nem como reagir, uma humilhação e excitação fora do normal.

Deixei ela no serviço e quando Helô foi sair “a vendedora te chamou te idiota (ela riu), mais pode ficar tranquilo você não é qualquer idiota é meu idiota.”

“Hahaha muito engraçado.”

Helô saiu rebolando do carro e eu voltei para o meu serviço, à tarde Helô me mandou mensagem “tem um amigo meu me chamando para sair hoje a noite, se acha que eu devo ir?”

(Como assim? A gente não iria ficar junto) eu pensei.

Ela já tinha me jogado para escanteio, caralho que filha da puta, tinha me deixado excitado domingo e na segunda e me fez gastar o meu dinheiro e agora me perguntava se poderia sair com outro. Só poderia ser um teste, ela estava me testando. “Acho que vocês devem ir sim, qual o problema? Não vejo problema nenhum em sair numa segunda feira.”

Ela visualizou e não respondeu, já era mais de 20 horas certamente ela estava em um encontro, enquanto eu estava em casa duro literalmente no sexo e no dinheiro e ficava me perguntando (será que eu deveria mandar uma mensagem?) E quando deu umas 23:10 recebi uma mensagem de Helô.

“Você quer fumar? Tô com o Diego aqui no bairro afastado.”

Eu conhecia muito bem o lugar.

“Já vai acender ou dá tempo de esperar?” eu perguntei.

“Vem! Dá tempo.”

Rápido me apressei e cheguei em 10 minutos.

“Não falei que o maconheiro chega bem rápido.” falou Helô.

A gente começou a fumar a maconha, dei uns tragos e Diego entrou na brisa “e se a polícia passar aqui? Acho que vou embora.”

E sem pensar muito Diego foi embora.

“Puta merda Helô.”

“O que foi?” Ela falou preocupada

Quando ele saiu de carro deixou somente às marcas da evidências, pacote de camisinha e uma camisinha gozada no chão, que estava debaixo do carro.

Helô começou a rir, “deixa aí.”

“Credo agora vou ficar olhando pra isso… tá cheia de esperma.”

“Melhor na camisinha do que dentro né.”

“Aí Helô só você.”

“Não tenho razão? Me responde!” ela me forçou a falar.

“Melhor na camisinha do que dentro.”

“Viu… já que não quer ficar olhando melhor tirar.”

“Eu não vou colocar a mão nisso.”

“Dá pra ver certinho o tamanho do pau dele se viu como a camisinha caiu de comprido… pauzão né” falou Helô me zoando e com um sorriso no rosto de satisfeita. Parece que o Diego tem cu virado pra lua, não passou nem 3 minutos e quando nós demos por perceber a polícia estava atrás de nós.

Eles desceram rápido e pegaram a gente fumando um baseado me revistaram e a Helô também foi revistada, só faltaram enfia o dedo na buceta dela, porque pegaram nos peitos, na bunda e passaram na mão na buceta dela, eu tomei um soco no saco e uma revista dura.

Foi uma longa humilhação sobre maconha e quando viram a camisinha no chão, fudeu, xingaram eu e Helô, chamaram ela de puta, cachorra, perguntaram quanto era o programa, a gente ficou calado.

"Da vontade de fazer você comer."

Eu fiquei assustado.

"Pega do chão e põe na boca."

Eu não sabia como reagir, "não tá ouvindo?" E tomei um tapa na nuca, foi nessa hora que eu peguei na camisinha ela veio suja cheio de pedrinhas.

"Põe na boca."

Ouvi outro policial rir, eu assustado e tremendo passei a mão tentando tirar as pedrinhas.

"Põe na boca caralho."

E quando enfiei na boca.

"Agora mastiga."

Comecei a mastigar os policiais começaram a rir e zuar.

“Tá vendo como é gostoso… vai transar novamente na rua? Me responde.”

Eu com a camisinha na boca respondi.

“Não senhor.”

Ele riram, "agora mete o pé caralho, se eu ver vocês aqui vão se arrepender."

Eu entrei no carro e o policial acompanhou até a porta, e somente quando viramos o quarteirão eu tirei a camisinha do Diego da boca, eu não queria admitir mais eu acabei engolindo esperma dele com um monte de terra e sujeira.

“Filhos da puta.” Eu estava puto.

“Eu acho que tem esperma na sua camisa.” falou Helô

Quando eu olhei tinha caído um pouco da camisinha junto com saliva na minha camisa.

“Inferno, pra que eu fui sair de casa, que merda, que nojo.”

Helô não conseguia falar muita coisa, viu que eu estava pronto pra matar um, fomos direto para um posto de gasolina, lavei a minha boca e Helô estava me olhando "não acredito nisso” e começou a rir.

“Você me paga.”

“Eu.”

“Não se faça de vítima aqui, porque quem se fudeu foi eu.”

“Me apalparam e eu não posso falar nada.”

“Eu coloquei uma camisinha do chão na minha boca.”

Falei alto no meio do posto de gasolina, olhei assustado e preocupado se alguém tivesse ouvido, acredito que ninguém ouviu, mas foi suficiente para acabar a treta.

“Vamos embora.”

Deixei ela e fui embora putasso.

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