Vou contar uma das minhas histórias que tenho guardado no meu baú de lembranças. Como em toda história verdadeira, não há tanta imaginação, apenas fatos - e talvez nem tanto estímulo como nas fictícias. Mas vamos lá. Sou branco, tenho 58 anos e uma vida sexual bem devagar por motivos que não vem ao caso. O que vou contar, aconteceu entre meus 30 e 40 anos. Nessa época eu era bastante baladeiro e tinha um grupo de amigos que estavam sempre comigo nas noitadas. Nesse grupo havia moças e rapazes, alguns até vieram a formar casais. Uma das moças era uma menina negra, mas de pele não muito escura pela mistura de pai branco e mãe negra. Ela não era bonita, mas também não dava pra dizer que era feia. Tinha um corpo bem comum, sem muita bunda, mas com coxas grossas. Era magra, cintura só um pouco mais fina que as ancas, que eram largas, seios médios, cabelos domados e esticados na altura dos ombros (sempre amarrado para trás em um coque) e era um pouco mais baixa que eu, que tenho 1,75 de altura. Não era uma garota que chamava muito a atenção. Nas nossas noitadas, ela sempre acabava sobrando. Quero dizer, ninguém nunca se interessava por ela. Apesar disso, ela nunca reclamou ou ficou triste. Parecia grata por ser aceita no resto da turma e se divertia bastante, mesmo não despertando o interesse dos homens em geral. Já tínhamos ido a praia algumas vezes e, claro, já tinha reparado em seu corpo e no desenho que seus peitos e sua buceta deixavam no biquíni.
Um dia, voltando de uma noitada, dei carona pra ela. Tinha bebido bastante, assim como ela também, mas não ao ponto de não poder dirigir, apenas estávamos naquele estado de euforia etílica. Quando cheguei na porta do condomínio onde ela morava, ficamos olhando fixo nos olhos um do outro, sério, por talvez uns 10 segundos. Ato seguinte, fui em direção a ela e a beijei na boca, no que fui plenamente correspondido. Foi um beijo longo e arrochado. Minhas mãos percorreram seu corpo por cima de suas roupas, nos peitos e na buceta, sem que ela oferecesse qualquer resistência. Naquele momento, não sabia se ela era ou não virgem. Disse a ela pra irmos para outro lugar, no que ela concordou. Fui em direção ao motel mais próximo que eu conhecia. Durante o trajeto, ia alisando suas coxas e sua buceta por cima da calcinha. Ela chegou a inclinar o banco e abriu um pouco mais as pernas colocando os braços pra cima, pra que eu ficasse mais a vontade em passear pelo seu corpo. No quarto, tive que perguntar se ela era virgem, uma dúvida honesta, visto que eu nunca a tinha visto com ninguem. Ela me contou que não, mas que só havia transado uma única vez na vida. Uma mulher de 30 e poucos anos e que só havia transado uma única vez até aquele momento, e pedindo pra que eu fosse devagar, pois havia sido há muito tempo. Fomos tirando a roupa juntos, olhando um para o corpo do outro. À medida que ela tirava a roupa, a nudez dela foi sendo revelada pra mim. Tinha os peitos médios pra grandes, com auréolas grandes em tonalidade de marrom claro, com bicos bem salientes. Sua buceta era bem peluda, mas não chegava a ser uma Claudia Ohana. Ela também me olhava bastante, principalmente na direção do meu pau. Naquela época estava em excelente forma, mas sem ser muito musculoso. Tenho pau bem grosso e que chega a cerca de 17 cm ereto. Deitei ela na cama e comecei a chupa-la. Chupei bastante seus peitos enquanto siriricava sua buceta que já estava absurdamente melada. Depois desci e chupei muito sua buceta enquanto enfiava um dedo em sua racha. Ela arfava e gemia quase ao ponto de gritar. Em um determinado momento subi de volta e comecei em falar um monte de besteiras em seu ouvido, siriricando sua buceta sem parar. Comecei com coisas leves, tipo: "Sempre quis te ver peladinha", "Tava doido pra pegar nessa buceta". "Abre bem esse bucetão, deixa eu ver". Rapidamente passei pra coisas mais pesadas, como: "Sua puta", "Piranha", "Vou te deixar toda fudida", "Essa buceta agora é minha", "Piranha vagabunda". A partir desse ponto ela se transformou. Começou a gemer bem alto, me puxou pra cima dela e me mandou fude-la. Meti com força, com violência mesmo. Ela gritava sem parar enquanto eu estocava. Segurei as pernas dela no alto, num frango assado e sentei a rola com força mesmo. Ela gozou aos berros, me apertando contra ela, ao ponto de eu ter dificuldades para me movimentar. Depois que ela gozou, botei ela de quatro e sentei-lhe a pica. Quando estava perto de gozar, e vendo que ela estava adorando ser humilhada, na hora de gozar, tirei o pau e mandei ela vir beber o leitinho do seu dono. Ela virou rápido e derramei tudo em sua boca. Depois de engolir minha porra, ficou um bom tempo limpando e mamando meu caralho e meu saco, sem parar de olhar pra mim. Enquanto ela fazia isso, ficava fazendo carinho nos cabelos e no rosto dela, a chamando de "minha putinha", de "a piranha que eu vou comer todo dia", coisas desse tipo. Quanto mais eu falava, mais ela mamava com um sorriso no rosto. Meu pau não demorou a ficar duro novamente. Fudemos de novo, mas dessa vez com mais calma. Como ela gozava fácil! Me contou que se masturbava muito. A partir desse dia, passamos a trepar com frequência. Ela se apaixonou e queria namorar comigo, mas eu não consegui corresponder aos seus sentimentos. Em nossos grupos de amigos, ninguém desconfiava que ela era minha puta. Éramos bastante discretos.
O tempo passou e eu comecei a namorar uma garota. Isso a entristeceu e fez com que ela se afastasse de mim por um tempo. Mas depois de alguns meses me procurou e começamos a trepar novamente. Passou a ser minha amante sem grilos. Nesse período fodia literalmente todo santo dia, quando não era minha namorada, era ela. Era até comum eu comer as duas no mesmo dia.
Um dia ela arrumou um namorado, com quem viria a se casar mais tarde, estando juntos até hoje. Dessa vez ela se afastou de mim totalmente sem que eu tivesse mais notícias dela. Soube do seu casório pelos amigos.
Meses após seu casamento - nessa ocasião, tinha uns dois anos que eu não a via - encontrei por acaso com ela na rua, no final da tarde de um dia de semana, voltando do trabalho. Ela havia engordado bastante, estava quase irreconhecível. Me contou que o marido havia passado em um concurso público pra outro estado e vinha pra casa uma vez por mês, ficando só 3 ou 4 dias. Percebi pelo papo que a auto-estima dela estava no chão. Fiquei com muita pena dela. Apesar de não ter conseguido corresponder aos seus sentimentos na época, sabia que ela era uma pessoas legal, que não merecia passar por aquilo. Sem pensar, peguei em sua mão e disse: "Vem comigo, vamos levantar esse astral". Ela levou um susto e perguntou pra onde eu a estava levando. Apenas disse a ela pra confiar em mim. Entramos no carro e levei ela pra melhor e mais cara suíte de um dos melhores motéis da cidade. Pedi serviço completo, inclusive uma garrafa de champagne. Passamos a noite inteira ali usufruindo de tudo, tinha até piscina com cachoeira a céu aberto. Comi aquela bucetona gorda e peluda te todas as formas, jeitos e posições. Na cama, na sauna, na piscina, em pé, no chuveiro... E sempre procurando levantar a estima dela com palavras, dizendo que ela era uma pessoa muito bacana e que merecia ser valorizada. Saímos de lá amanhecendo, cansados de tanto gozar e ela engolir porra. Depois me confessou que batia muita siririca lembrando em mim. Antes de deixarmos a suíte, demos um longo beijo na boca. Quando enfim descolamos nossos lábios, vi que ela estava com lágrimas nos olhos, e me disse que precisava muito daquilo. Depois de quase um ano, o marido dela finalmente voltou e o casamento deles entrou nos eixos novamente. Mas enquanto ele estava fora, eu literalmente virei seu macho. Passei a come-la quase todo dia, até mesmo na cama deles. Se tornou comum eu dormir de um dia pro outro em sua casa. Às vezes passava a semana inteira lá, parecendo seu marido. Nessas ocasiões, muitas vezes eu chegava do trabalho e ela estava me esperando toda cheirosa, de camisolinha, sem calcinha e com uma comida pronta na mesa. Inúmeras vezes eu a comia enquanto ela falava com o marido pelo telefone. Nessas ocasiões, eu ficava metendo nela de ladinho sem fazer barulho. Com a auto-estima de volta, ela passou a se cuidar melhor, e antes mesmo do marido regressar, ela já estava até bem melhor do que quando a conheci. Com o cara de volta, naturalmente nossos encontros foram escasseando. Percebia que agora ela ficava com a consciência pesada depois das nossas fodas, afinal o marido já estava de volta em casa. Mas mesmo com ele de volta, ainda passamos um bom tempo trepando escondidos. Não foi fácil quebramos o vínculo, afinal eu tinha sido o seu "marido" por quase um ano enquanto o verdadeiro estava longe.